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O ENTARDECER

O ENTARDECER

OPOSIÇÃO ARRASA DE BARATO

 

“Na mensagem de Natal, o Primeiro-Ministro disse que portugueses têm agora menos nuvens”...

 

A forma crispada como se desenrolam os debates que se transformaram em “duelos” faz com que seja mais difícil chegar a consensos políticos. E é por isso que alguém afirmou:

“ É uma das invenções mais estúpidas que a AR fez nos últimos anos”.

Em boa verdade muita coisa vai mal nos trabalhos desenvolvidos na nossa “Casa da Democracia! Na realidade todo o ambiente, ali vivido é de guerra, muito pela impetuosidade das ditas forças da extrema-esquerda, e não só. Falar em consensos cheira mesmo a ridículo e tudo está imaginado para que isso nunca aconteça. Como se vê, até numa simples mensagem de natal, os senhores deputados aplicam um extremismo, muito arredio dos necessários consensos! A pobreza de ideias e preparação dos senhores e senhoras deputadas, causa arrepios no mais calmo dos cidadãos. O hábito permanente de utilização de condutas acintosas que utilizam, também!

Para além da proposta para mudar a forma como se fazem os debates quinzenais no Parlamento que é de elogiar, mas que nunca poderá aparecer desligada de elegância de comportamentos pessoais e elevação nas alternativas propostas! Falar aos berros, nada tem de democrático ou dignificante! Antes pelo contrário.

Parece proveitoso, enquadrar os debates por ministérios e especializar dentro de cada bancada os parlamentares no mesmo espírito, tendo em vista acabar com deputados assistentes e torná-los todos participativos.

Criticar por criticar pouco ou nada adianta, se tal atitude não for acompanhada por uma alternativa séria, credível e funcional!

“O Partido Socialista diz que Pedro Passos Coelho mostrou, na sua mensagem de Natal, estar em campanha eleitoral. PCP e BE consideram que o líder do Executivo insiste na mentira.”

 

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Deus disse ao vento do Sul: « De ti vou criar uma criatura em que colocarei a força dos meus amigos, o poder de aviltar os meus inimigos, a segurança dos que me obedecem ». Deus agarrou então daquele vento um punhado e criou um cavalo a quem disse: « Nomeio-te e crio-te Árabe. O bem ficará ligado às crinas do teu topete. Os troféus de guerra serão conquistados graças ao teu dorso musculado. A força estará sempre contigo. Eu, prefiro-te a todos os animais, de que te faço Senhor. Crio-te amigo do teu dono. Quero-te capaz de voar sem asas, pois és destinado à perseguição. Os homens que te montarão glorificar-me-ão e proclamarão a minha grandeza. E quando eles me glorificarem tu glorificar-me-ás e proclamarás a minha grandeza »."