Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O ENTARDECER

O ENTARDECER

O BARCO DA CONCÓRDIA

 

Do alto das constantes preocupações, com os problemas por resolver no mundo, que no dia-a-dia, em geral, e que no particular nos enchem a cabeça, duas coisas há que saltam com maior insistência.

1 Em primeiro lugar, nada poder fazer para que os recursos do mundo ou do meu país, se sumam sem honra nem proveito.

2 Em segundo lugar, que haja dos governos a preocupação de gerir os recursos com lealdade, competência, tenacidade e lucidez, o complexo mundo das influências que assaltam aqueles que estão empossados e têm poderes para realizar aquilo que o povo tanto precisa.

3 Relegar para segundo plano, aquilo que for supérfluo, tudo que não estiver na abrangência do “Interesse Geral do Povo”

4 Durante o ano, tudo corre de forma rotineira, sempre do mesmo jeito, dentro da mesma rotina, tal e qual a torrente de um rio caudaloso, mas sem pressa de chegar ao fim. Neste rio, lá bem no meio, vai um grande barco, onde todos têm de caber por direito próprio, pensem ou não diferente, desde que queiram ir juntos com os outros.

5 Não ignoramos que neste ou noutro rio, saem da densa vegetação das margens, ataques desleais dos inimigos que detestam a conjuntura. Empenhados em afundar qualquer barco. São as armas de alguns que pensam ao contrário, de uma ordem social, baseada nos DIREITOS HUMANOS.

6 Tal gente, esquece-se de reler a Declaração Universal dos Direitos Humanos e que o barco que abriga tantos amigos é um “Barco da Concórdia” e é nele que navegam os homens sem privilégios, e, que talvez por isso, nunca deve afundar-se.