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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A REFLORESTAÇÃO DE MONSANTO

JOVENS DA MOCIDADE PORTUGUESA  NA REFLORESTAÇÃO DA SERRA DE MONSANTO (1938)

 

HISTÓRIA DA SERRA DE MONSANTO

Desde o tempo dos romanos, as hortas e os campos de cereais ocupavam quase por completo a colina. Com a construção do aqueduto das águas, a paisagem alterou-se significativamente, ao ponto dos solos devido á agricultura intensa sofrerem, um desgaste e erosão enorme. No século XX, mais exatamente nos anos 30, a procura de terrenos para a construção, levou o Ministro das Obras Publicas na altura Duarte Pacheco a recuperar uma ideia de 1868, que era a reflorestação de toda a serra despida de tons verdes. Assim em 1934, é criado o Decreto que regulamenta o espaço e a plantação de árvores em Monsanto.

A CRIAÇÃO DO ESPAÇO E REFLORESTAÇÃO

Monsanto começou então a ganhar vida com ajuda dos camponeses e dos prisioneiros do Forte de Monsanto. Este património ambiental de Lisboa, carinhosamente conhecido como “floresta alfacinha”, foi projetado pelo arquiteto Keil do Amaral, criando zonas recreativas e desportivas, onde a grande maioria delas ainda existem na atualidade.

 

ESPÉCIES DE VEGETAÇÃO

Na fase inicial da arborização da despida serra, recorreu-se a espécies existentes em Portugal, desde o eucalipto, pinheiro e algumas espécies exóticas para criar vegetação rasteira. Com o passar dos anos a serra ganhou características diferentes, onde nos dias de hoje domina o carvalho, o zambujeiro e o medronheiro. Também existem muitas outras espécies tais como, os cedros, os pinheiros, salgueiros, os ulmeiros, acácias, freixos, madressilvas e muitas outras que de uma forma harmoniosa e equilibrada se distribuem e compõem a serra de Monsanto.

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