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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Abelhas solitárias

Criado por: Antonio Carlos Faria

Mamangava - mamangaba-mamangá - Gênero Bombus - Bombonotus -Abelha silvestre de grande porte.
Abelhas silvestres,nativas,selvagens,selvícolas,os têrmos são os mesmo,para isso especifiquei
silvestres para as abelhas solitarias,isto é as que não vivem em comunidade,rainha,zangão.
No caso,Mamangava,na America do Sul,existem várias espécies desse gênero,e no Brasil,cinco tipos de mamangavas.
A mais conhecida e popular é a grandona preta,a que visita as flores do maracujá,e os orquidófilos,não gostam da presença dela nos orquidarios pois polinizam as orquideas do gênero Cattleyas e Laelias purpuratas,e esatas soltam capsulas de sementes que atrazam a planta,e não é bom para eles(orquidofilos).
A Mamanagava preta,alcaça mais de 80km em voo em linha reta,é um inseto pesado eplo seu porte grande,que intimida qualquer um só eplo barulho das asas.
Biólogos,cientistas da USP e outra Universidades do nosso Brasil fizeram um excelente trabalho sobre essas abelhas,identificadno e classificando-as.
As Mamangavas,são abelhas mansas,porem possuem um ferrão perigoso,e podem ferroar
até três vezes sem perde-los,e elas sabem disso,e só usam em caoso extremos.
Uma ou duas dessa espécie,são menores e vivem em comunidade,tem as pretas e morrons,nidificam no chão em forma de chapéu.
Alguns apicultores fluminenses,tentaram cria-las em caixas da abelha Apis,mas não conseguiram,por que ao manusearem,usaram mamcacão comum das abelhas Apis (euroafricanas),e o ferrão dessa espécie é mais forte e comprido e causou danos e dores,como ematomas na pele.
E seu mel é bom para consumo,mas essas espécies de abelhas são selvagens,nunca estiveram em caixas racionais de produção,para aprenderem a produção do mel em quadros especificos,facilitando o manejo.
Essas mamangavas menores,são mais ágeis que a espécie maior,e trabalham mais que a outra solitaria.são abelhas mansas,não atacam ninguem,só quando são incomodadas em seu habitat.
A Mamangava preta solitaria habita em mourões de cerca como as outras espécies e nas cidade em canos velhos,manilhas,buracos nas paredes das casas e muros e são frequentementes vistas no dia a dia.
Faria a. C./2009

O Estado Novo

 

É o nome do regime político autoritárioautocrata e 

Corporativista de Estado que vigorou em Portugal durante 41 anos sem interrupção, desde a aprovação da Constituição de 1933 até ao seu derrube pela Revolução de 25 de Abril de 1974.

Ao Estado Novo alguns historiadores também chamam de Segunda República Portuguesa, por exemplo a História de Portugal de José Hermano Saraiva e a obra homónima de Joaquim Veríssimo Serrão. No entanto, tal designação jamais foi assumida pelo regime fundado por Salazar, que conservou a forma de governo republicana mas nunca adoptou a designação "II República", preferindo designar-se oficiosamente, isto é, extra constitucionalmente, como um "Estado Novo". Dado o apoio inicial que o Estado Novo recebeu por parte de alguns monárquicos e integralistas, a questão do regime manteve-se em aberto até 1950-1951. Apesar da oposição das Forças Armadas e do Ministro da Defesa Santos Costa a uma mudança de regime, com a morte do Presidente Óscar Carmona em 1951, a restauração da Monarquia chegou a ser proposta por Mário de Figueiredo e Cancela de Abreu, verificando-se então uma decisiva oposição à mudança por parte de SalazarMarcelo Caetano e Albino dos Reis.

A designação oficial de "Estado Novo", criada sobretudo por razões ideológicas e propagandísticas, serviu para assinalar a entrada num novo período político aberto pela Revolução de 28 de Maio de 1926 que, ficou marcado por uma concepção presidencialista, autoritária e antiparlamentar do Estado. Neste sentido, o Estado Novo encerrou o período do liberalismo em Portugal, abrangendo nele não só a Primeira República, como também o Constitucionalismo monárquico.

Como regime político, o Estado Novo foi também chamado salazarismo, em referência a António de Oliveira Salazar, o seu fundador e líder. Salazar assumiu o cargo de Ministro das Finanças em 1928 e tornou-se, nessa função, uma figura preponderante no governo da Ditadura Militar, o que lhe valeu o epíteto de "Ditador das Finanças". Obtendo enorme sucesso num curto espaço de tempo, ficou posteriormente conhecido como o "Mago das Finanças". Ascendeu a Presidente do Conselho de Ministros em Julho de 1932 e esteve em funções até ao seu afastamento por doença em 1968, nunca chegando a ter conhecimento de que já não era o Presidente do Conselho de Ministros. A designação salazarismo reflecte a circunstância de o Estado Novo se ter centrado na figura do "Chefe" Salazar e ter sido muito marcado pelo seu estilo pessoal de governação. Porém, o Estado Novo abrange também o período em que o sucessor de Salazar,  Marcelo Caetano, chefiou o governo (1968-1974). Caetano assumiu-se como "continuador" de Salazar[1] mas, vários autores preferem autonomizar este período do Estado Novo e falar de Marcelismo Marcelo Caetano ainda pretendeu rebaptizar publicitariamente o regime ao designá-lo por Estado Social, "mobilizando uma retórica política adequada aos parâmetros desenvolvimentistas e simulando o resultado de um pacto social que, nos seus termos liberais, nunca existiu", mas a designação não se enraizou[3]

Ao Estado Novo têm sido atribuídas as influências do maurrasianismo[4], do Integralismo Lusitano[5], da doutrina social da Igreja, bem como de alguns aspectos da doutrina e prática do Fascismo italiano, regime do qual adoptou o modelo do Partido Único e, até certo ponto, do Corporativismo de Estado.

Ditadura Nacional  (1926-1933) e o Estado Novo de Salazar e Marcelo Caetano (1933-1974) foram, conjuntamente, o mais longo regime autoritário na Europa Ocidental durante o séc. XX, estendendo-se por um período de 48 anos.

WIKIPÉDIA

Atenção Senhor António Costa

SABER TUDO ACERCA DE NADA

 

“Formaremos milhares de jovens que saberão «tudo acerca de nada», mas incapazes de usar o português básico”. “ De outro modo seremos cada vez mais um país de licenciados, o que é bom para as estatísticas mas de pouco ou nada serve. Formaremos legiões de especialistas em inúmeras coisas, provavelmente muitas sem interesse prático para as nossas necessidades. Milhares de jovens que saberão tudo acerca de nada, mas as mais das vezes incapazes de usar o português básico ou de calcular, sem recorrer a uma máquina, uma operação aritmética simples, da tabuada elementar. Coisas que os seus pais já sabiam na 4ª classe.”    

Expresso 17 Agosto 2002

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