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O ENTARDECER

O ENTARDECER

COMO É POSSÍVEL ESQUECER

 

 

Serviços de apoio a idosos

   Tele-assistência

   Limpeza habitacional
   Preparação e/ou toma de refeições

   Cuidados de higiene e de conforto pessoal

   Apoio nas mais variadas actividades/tarefas do dia-a-dia

   Administração de medicação adequada e a horas

   Assistência 24h/dia, 365 dias ano (pode e deve incluir fins de semana e feriados)

   Venda e aluguer de produtos e de equipamentos para a 3.ª Idade

   Acompanhamento ao exterior (consultas/farmácias/cabeleireiro/banco/passeios…)

   Marcação e acompanhamento a tratamentos ou/e a consultas de especialidade (psicologia/nutrição/enfermagem/fisioterapia/terapia da fala/podologia…)

 

Primórdios do cinema

 

A invenção da fotografia, e sobretudo a da fotografia animada, foram momentos decisivos para o desenvolvimento não só das artes como da ciência, em particular no campo da antropologia visual.

O cinema existe graças à invenção do cinematógrafo, inventado pelos Irmãos Lumière no fim do século XIX. Em 28 de dezembro de 1895, na cave do Grand Café, em Paris, realizaram os dois engenhosos irmãos a primeira exibição pública e paga da arte do cinema: uma série de dez filmes, com duração de 40 a 50 segundos cada (os primeiros rolos de película tinham apenas quinze metros de comprimento).

Os filmes até hoje mais conhecidos desta primeira sessão chamavam-se "A saída dos operários da Fábrica Lumière" e "A chegada do trem à Estação Ciotat", cujos títulos exprimem bem o seu conteúdo. Apesar de também existirem notícias de projeções um pouco anteriores, de outros inventores (como os irmãos Max e Emil Skladanowsky  na Alemanha), a sessão dos Lumière é aceita pela grande maioria da literatura cinematográfica como o marco inicial da nova arte. O cinema expandiu-se a partir de então pela França, por toda a Europa e Estados Unidos, por intermédio de cinegrafistas enviados pelos irmãos Lumière para captar imagens pelo mundo afora.

 

O QUE É O DÉFICE

 

Especialistas em contas públicas, explicam que um deficit primário significa que o país se está endividando mais, "além do serviço da dívida” que já é pago pelo governo. É de considerar ainda, que a previsão de deficit é o resultado da equação entre o dinheiro que o governo arrecada e o que gasta.

saldo primário é o resultado das contas públicas excluindo os juros. Esses recursos são usados para o pagamento dos juros e, quando superiores a eles, são usados para a quitação de parte das dívidas. Nesse caso, temos um exemplo de superávit nominal, o que tende a reduzir o montante da dívida pública.

Impostos, tributos e lucros de estatais são algumas das principais receitas públicas. O pagamento de salários, manutenção de prédios públicos, investimentos em infra-estrutura, juros e gastos de custeio são as principais despesas públicas. O resultado entre essas receitas e despesas nem sempre é positivo, levando o governo a cobrir a diferença via emissão de divisas ou de moeda.

A dívida pública, como qualquer empréstimo, gera obrigações de pagamento de juros, que variam de acordo com a modalidade contratada entre o credor (detentor dos títulos públicos) e o devedor (o Estado em suas diversas esferas). Para o pagamento desses juros, o devedor pode contratar mais dívida, ampliando o estoque dessa no mercado (artifício denominado "Rolagem" da dívida), bem como emitir moeda (gerando pressão inflacionária) ou ainda conter as despesas de forma a obter resultado positivo. Nesse último caso, há o chamado superávit primário, que pode ser (ou não) suficiente para cobrir todo o custo de juros referente à dívida do governo.

A diferença entre "serviços da dívida" e "serviços da dívida a pagar"?

 

Os serviços da dívida a pagar, antes de tudo, são um tipo de restos a pagar.  Passaram pelo prazo de empenho e liquidação, mas não foram pagos no respectivo exercício.

 

Os serviços da dívida são os montantes relativos aos encargos, juros, correcção monetária e a parte da amortização do principal da dívida fundada ou consolidada.

luzdequeijas 

O DEVER DA VERDADE

O DEVER DA VERDADE

 

  1. [...] A primeira morte é económica. O modelo socialista/social-democrata/democrata-cristão, centrado na caridade do Estado e na subalternização do indivíduo, está falido, e brinda-nos com recessões de quatro em quatro anos. Basta ler "O Dever da Verdade" (Dom Quixote), de Medina Carreira e Ricardo Costa, para percebermos que o nosso Estado é, na verdade, a nossa forca. Através das prestações sociais e das despesas com pessoal, o Estado consome aquilo que a sociedade produz. Estas despesas, alimentadas pela teatralidade dos 'direitos adquiridos', estão a afundar Portugal. Eu sei que esta verdade é um sapo ideológico que a maioria dos portugueses recusa engolir. Mas, mais cedo ou mais tarde, o país vai perceber que os 'direitos adquiridos' constituem um terço dos pregos do caixão da III República [...]

da crónica "O regime que morreu três vezes".

 

  1. As pessoas não gostavam de Medina Carreira. Mas, na verdade, as pessoas não gostavam era da realidade. Ele só apontava para a realidade. Ele só apontou para factos que ninguém quer ver.  E é fascinante ver o "denial" das pessoas perante os factos.

AJP Taylor dizia que as pessoas, quando criticavam Bismarck, o realista, estavam, na verdade, a criticar a realidade.  

 

por Henrique Raposo às 18:25 | link | partilhar

 

Ódios do tempo presente PUB

 

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Chamam-lhes movimentos tribais. Reflexos ou populismo de tribo. Também há quem diga fanatismo e respectivas hordas ou mesmo fanatismo nacionalista. Os mais específicos falarão de supremacia branca, de racismo e de xenofobia. Eis umas tantas designações correntes para estes fenómenos actuais ou ódios contemporâneos. Estes termos parecem estranhamente empenhados em denunciar comportamentos brancos, de preferência europeus e americanos. Todos eles com inimigos declarados: negros, árabes, indianos e chineses e ainda uns acrescentos de muçulmanos, ciganos, romenos e outros imigrantes.

Acontece que estes comportamentos e estes valores, reais e detestáveis, não são únicos e são exactamente iguais a outros, simétricos e também detestáveis, de negros, árabes e indianos, contra os brancos e mesmo uns contra os outros. E todos se parecem com outros, não menos tribais, não menos fanáticos e também totalmente detestáveis: os das claques desportivas, das ideologias partidárias e dos ódios de classe...

Lamentavelmente, há sempre duas medidas. Se o racismo for dos brancos, dos cristãos e dos europeus, não tem perdão. Se for dos negros, dos muçulmanos e dos africanos, tem desculpas.

Se a xenofobia for prática corrente de brancos, europeus e cristãos, trata-se de odiosa forma de estar no mundo, de despotismo de exploradores e de intolerável egoísmo. Se for a rotina de negros, índios, indianos, chineses, árabes e ciganos, são as reacções naturais de defesa e da dignidade.

Se o tribalismo for de partidos políticos ou de classes sociais, é forma superior de consciência de classes e de empenho cívico. Mas se for de nação ou região, é a deriva fascista e o populismo soberanista opressor.

Verdade é que os ódios do tempo presente têm estas formas de se exprimir. Umas são desculpadas pelas modas, outras não, mas todas igualmente destruidoras da razão. No Parlamento, a ira, a falta de cortesia e a agressividade são semelhantes às que se exprimem no estádio de futebol. Está em vigor o princípio segundo o qual o radicalismo adversário é fonte de orgulho e de razão. Quando é exactamente o contrário. A agressividade e a hostilidade adversária são estéreis, destinadas a regimentar e não a fundamentar. Diz-se que a ruptura entre esquerda e direita salva a democracia e clarifica argumentos. Nada mais enganador. Em todos os momentos difíceis da vida de um país, foi necessário fazer convergir esforços e razões. Na vida política e social da democracia, a ruptura não é saudável. Quando acontece, vencem a revolução, o caos, a ditadura e a corrupção.

São os reflexos condicionados que fazem que se julgue a corrupção com dois pesos. Se for da direita, da banca, das grandes famílias, das empresas e dos patrões, é excelente ou inexistente para a direita, mas péssima e condenável para a esquerda. Mas se for da esquerda, dos socialistas, dos comunistas e aparentados, ou não existe ou tem perdão por ser popular, mas péssima e pecaminosa para a direita. Ambas, esquerda e direita, consideram que a única corrupção com direito à existência é a sua própria. Ambas só têm olhos para a corrupção da outra.

Diz-se hoje que a corrupção é de classe e o terrorismo é político. Ora, cada vez mais se percebe que não têm cor nem ideologia, que a esquerda é tão corrupta quanto a direita, que a esquerda recorre tanto ao terrorismo quanto a direita. O terrorismo e a corrupção já não têm ideologia, nem classe, nem política, nem filosofia, nem desculpa! São os ódios do tempo presente. São os inimigos das liberdades e dos direitos dos cidadãos.

Certos estilos de governo e alguns géneros de liderança são também objectos destes dois pesos. Putin, Trump, Fujimori, Chávez, Maduro, Lula, Berlusconi ou Sócrates: bons exemplos do modo como gestos iguais, estilos semelhantes e métodos afins têm uma valoração moral e uma classificação política muito diferentes. Na política, como na guerra. Ou como na banca e nos estádios. O princípio é simples: os meus favoritos podem mentir e roubar; podem enganar e trair; podem matar e destruir: o que lhes peço é que sejam eficientes e destruam os adversários. E que o árbitro não veja.

 

UMA LARGA VISÃO DO MUNDO

 

MAIS, sem humildade, sem respeito e consideração pelo presente e pelo passado bem como pelos que por ele deram a cara, não há ambição que nos valha.

Para tal, cada um deve abrir vias a fim de conhecer melhor a vida quotidiana dos cidadãos dos outros países do mundo. Deve conhecer-se melhor e estender o conhecimento que tem de si próprio ao próximo, e sem rodeios. Ouvir os outros. Trocando ideias e experiências, desenvolvendo projectos conjuntos sobre questões de interesse comum. Por parte dos cidadãos A germinação de cidades e vilas, caracteriza-se por um empenho significativo por parte dos cidadãos. Podendo, pois, conferir um impulso importante ao desenvolvimento da cidadania europeia e mundial. O Homem está agora a descobrir que o Mundo é global, aquilo que as aves, os peixes e os animais sempre compreenderam!

Alexandre Magno dizia que conhecer-se se  a si mesmo é a tarefa mais difícil,  pois incita directamente a nossa racionalidade, mas também coloca à prova os nossos medos e paixões.   Se conseguirmos conhecer-nos a fundo, saberemos compreender os outros e a realidade que os rodeia.

O autoconhecimento e a inteligência interpessoal.

Este rei macedónio tinha toda a razão porque através do autoconhecimento aprende a nos desenvolver com eficácia na vida e a enfrentar o nosso dia-a-dia de forma mais tranquila.   Saber realmente como somos, o que sentimos ou que metas queremos alcançar são capacidades que se associam à inteligência interpessoal.

 

Já lá vão muitos anos que a revista Nature Biotechnology anunciou que o nosso país tinha “aberto as suas fronteiras” à Economia do Conhecimento. Esperava-se que algumas empresas do projecto (Start-ups) pusessem na sua rota do sucesso internacional alguns produtos nacionais.

Com muito optimismo falava-se até de parques de ciência e tecnologia (C&T) e das medidas para a produção da Investigação e Desenvolvimento (I&D) no tecido industrial português.Oeiras em particular

Depois de muita publicidade, parece desconhecer-se sem casos de sucesso neste concelho.

Não se diz que os não haja Mas a velhinha vila de Queijas vê todos os anos abalar mais uma geração. E tudo continua como antes! ….Ir para outros lados na procura de emprego.

Ao que nos dizem o novo “caviar”, o meixão (enguia bebé), continua a sair vivo, clandestinamente, para Espanha onde passados dois meses é vendido por alto preço como uma iguaria!

Este é um campo da (aquacultura) que no geral, tal como aconteceu no da informática para o qual terá de aparecer um plano Biológico Nacional. Enfim “o MAR espera por nós, enquanto os nossos finalistas gastam o nosso dinheiro em Espanha, certamente influenciados pelo caso do “meixão).

 

SER FELIZ

 

(Uma belíssima mensagem para todos)

Podes ter defeitos, estar ansioso e viver irritado algumas vezes, mas não te esqueças que a tua vida é a maior empresa do mundo.

Só tu podes evitar que ela vá em decadência.

Há muitos que te apreciam, admiram e te querem.

Gostaria que recordasses que ser feliz, não é ter um céu sem tempestades, caminho sem acidentes, trabalhos sem fadiga, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas também reflectir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter alegria com os aplausos, mas ter alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar actor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no longínquo de nossa alma.

É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que seja injusta.

É beijar os filhos, mimar os pais, ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que vive dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para dizer ‘enganei-me’.

É ter a ousadia para dizer ‘perdoa-me’.

É ter sensibilidade para expressar ‘preciso de ti’.

É ter capacidade de dizer ‘amo-te’.

Que tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz…

Que nas tuas primaveras sejas amante da alegria.

Que nos teus Invernos sejas amigo da sabedoria.

E que quando te enganares no caminho, comeces tudo de novo.

Pois assim serás mais apaixonado pela vida.

E podes facilmente encontrar novamente que ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para regar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para esculpir a serenidade.

Usar a dor para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Nunca desistas….

Nunca desistas das pessoas que amas.

Nunca desistas de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível!


 

 

 

OS JOVENS E A POLÍTICA

 

Achas que os jovens se têm vindo a desligar da política e da participação activa na cidadania? Porquê?

Normalmente, a alienação política (o desligar-se da política) é visto como sendo um acto de estupidez. Obviamente, mais participação seria, em geral, uma coisa boa. Mas, eu tento compreender o que faz com que as pessoas o façam. Conheço imensas pessoas muito inteligentes que não votam e penso que algumas delas há muito perceberam que as maiorias das decisões que afectam a nossa vida não acontecem no Parlamento, que não as podemos afectar assim tanto com o poder do voto.

A subida da abstenção está, para mim, directamente ligada com a transferência do poder para grupos secretos e agentes privados. Digo isto, relativamente ao voto. Já o desligarem-se da cidadania, isso sim é um factor muito negativo, demonstra algum cinismo e, por vezes, preguiça e individualismo. Mas, também é o resultado natural de como a nossa "democracia" é construída. Dizem-nos que podemos e devemos afunilar toda a nossa vontade política para o voto e que, assim, podemos mudar o Mundo e é mentira. E todos sabem que é mentira.

A sobrevivência de quase todos os sistemas políticos, infelizmente, depende da alienação e da estupidificação das pessoas. É preciso parar de culpar somente, por exemplo, os jovens, e começar a identificar os programas de engenharia social que fazem com que eles tenham tendência a afastar-se. Nos nossos tempos, a indústria que visa distrair as pessoas é imensa e muito eficaz.

 

A MELHOR SOLUÇÃO

 

  • Desde a criação de muitas ideias até chegar a uma única ideia verdadeiramente excelente, existem alguns métodos para iniciar a sua sessão de colaboração. As soluções são fantásticas...mas só se compreendermos correctamente os problemas que estamos a tentar resolver. O diagrama em espinha proporciona um método de diagnóstico de todos os potenciais problemas, grandes ou pequenos.
  • Como tema poderemos imaginar um país onde existem somente licenciados, no mundo de trabalho, masculinos e femininos! A febre dos licenciados mais a demagogia eleitoralista, criaram esta hipotética realidade. Operários competentes e bem preparados, podem ser tanto ou mais importantes que licenciados. A cada um o seu valor e a sua recompensa justa.
  • A partir deste ponto deixaremos a pergunta, este país funcionaria?
  • Sim, funcionária, mas com mais investimento produtivo e competitivo, tudo poderia melhorar muito.
  • Para tal, uma maior informação aos portugueses, sobre quem produz valores económicos ajudaria o governo a dar uma ajuda. É de admitir que se fosse publicado na comunicação social, o desenvolvimento da verba atribuída à Economia no orçamento de Estado, seria de todo o interesse do país e dos nossos empresários.
  • Todos conheceriam quem mais produz e em que condições o faz! Afim de se poder melhorar o valor arrecadado neste campo, nomeadamente com mais ajuda do Estado, com a finalidade de tais empresas poderem melhorar a sua competitividade, entre outras coisas com equipamento mais actualizado.