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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Visionamento do mundo em 2020

 

Estás bem sentada? Precisas de muita coragem! O mundo que eu visionei no ano 2020, está ingovernável! Incontrolável. Insubmisso. O futuro em 2020 é caótico!

Dezassete anos depois desse visionamento (2003), o mundo é um território tomado pela insegurança e pela desordem! Vive-se num caos global! Parece que ninguém manda, parece que todos são livres, mas, é uma liberdade sem lei e sem ordem, é um total caos. Não há fronteiras, não há polícia, nem esquadras, nem juízes onde ir denunciar os roubos e as tropelias, de toda a ordem, que sofre um cidadão qualquer. Também não há bancos, nem cheques, nem cartões de crédito, nem hospitais, nem transportes ou igrejas a funcionar. Não funcionam ministérios, nem registos públicos, nem correios, nem telefones. Os funerais são realizados, na íntegra, pela família e amigos, quando os há! Há voluntários a abrir valas comuns, para onde os sem-abrigo e sem amigos, são despejados! Existe um ativo comércio de rua onde só dinheiro vivo, tem aceitação. Tudo, o mais, se processa no comércio de troca na rua. Os preços todos os dias sobem, sem critério. Assim, temos uma amostra da situação catastrófica que se vive por todo o lado. Há de facto liberdade de cada um fazer o que lhe apetecer, mas o resultado é uma incaracterística liberdade, que faz as pessoas sentirem-se aterradas e desamparadas. É normal ver toda a gente receosa e com a alma encolhida, caminhando nas ruas apinhadas e sem ninguém comunicar com ninguém! Por todo o lado aparecem locais, edifícios e outras instalações, literalmente saqueadas. Quem são os saqueadores? Gente que tudo perdeu. A começar pelo seu emprego. O vandalismo é normal e já nem causa revolta! Está generalizado. A primeira reação perante o despertar desta situação, foi cavalgada pelo ódio contra os aparentes causadores de tudo isto. Datam daí as brutais destruições. Tudo foi destruído num ápice, até as fábricas onde trabalhavam, mas, que já não davam pão! Ainda se compreende que tenham roubado comida, vestuário ou tudo aquilo que pudesse ser usado ou vendido. Mas não se compreende que tivessem destruído as máquinas e as fábricas, as creches e as escolas! Qual a explicação para tudo isto?

Sem policiamento, mesmo com trânsito diminuto, como não haveria de haver buzinadelas e engarrafamentos? Um pandemónio diário! Cada condutor marcha por onde lhe apetece, a circulação rodoviária só melhora porque o número de viaturas vai diminuindo, em consequência dos acidentes e da falta de combustível e assistência. Mesmo nesta confusão, ainda vai aparecendo quem de apito na boca, se arme em polícia sinaleiro! Em muitos bairros, as pessoas angustiadas pela permanente insegurança, organizam-se em grupos de vigilância. Também o fazem para a limpeza do lixo acumulado. Tudo o que possa arder é queimado e os voluntários vão-se aquecendo. O mau cheiro chega a ser pestilento. As maiores dificuldades de que sofrem as populações mundiais, são a falta de luz e água potável. O “precioso líquido”, só corre nas torneiras duas horas por dia. Os poços secaram, ou então, a sua água está poluída. A falta de água corrente, está já a provocar um impacto negativo na saúde das populações, principalmente nas crianças. De acordo com a Unicef, nos últimos anos, o número de casos de crianças com diarreia, aumentou significativamente e multiplicam-se os casos de malnutrição. Os ataques às condutas de água ainda operacionais, são constantes para a sua captação oportunista. É a guerra contra a sede. Os campos estão por cultivar e em total abandono! Os apagões são constantes e chegam a durar dias. Nestes casos, as pessoas ficam sem defesa contra o frio e cozinhar! Torna-se impossível cozinhar e tomar banho! Em noites muito quentes as pessoas vêm para rua procurar uma réstia de fresco. Chegam a trazer os seus colchões e dormir ao relento. As ruas e as estradas estão completamente esburacadas. Não há matéria-prima para reconstruí-las. Nem tecnologia! As redes de transportes públicos deixaram de funcionar com regularidade, passam quando passam. Os autocarros vão encostando, por falta de tudo. A Agricultura atingiu os níveis mais baixos de sempre. Nos mercados as bancas estão quase vazias. Os pomares e hortas, com alguma coisa que apanhar, são assaltados e vandalizados. Aos poucos vão-se tornando em matagal. As cidades, aos poucos vão perdendo habitantes e ficando desertas. Muitas pessoas e muitas famílias, preferem o regresso aos campos, Onde ainda possuem uma casa de família e lhe resta algum respeito e ordem. Não há, por falta de condições naturais, meios de procurar um emprego. Ninguém se arrisca a investir e, desse modo. os desempregados vagueiam pelas ruas. O mundo regrediu aos seus piores tempos. Arrastado pela escassez de tudo, mas principalmente de água potável e combustível. Os avisos das Nações Unidas não foram escutados em tempo útil. Os países ricos foram-se defendendo da crise, com dinheiro para obtenção de petróleo e matérias-primas, foram aumentando os preços dos produtos transformados, cobrando neles a crescente subida da energia, já fora do alcance da grande maioria dos países. Sucumbiram, uns atrás dos outros. Por último, ia deixando de haver compradores. O impacto da crise espalhou-se pelo mundo inteiro. Os países que tinham oferecido luta à crise, também acabaram por cair. A crise quando nasce é para todos. A sociedade civil foi outra coisa a desaparecer. Os hospitais acabaram por fechar, por falta de medicamentos e outros materiais necessários. Também por falta de electricidade e água. Operar nestas condições era uma lotaria, e de resto já não havia pagamento de vencimentos e muitos médicos receavam os assaltos permanentes! O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), a Unicef e o Programa Alimentar Mundial (PAM), estão paralisados. As organizações humanitárias internacionais perderam toda a possibilidade de uma actuação mínima, por falta de meios e alguma ordem mundial. Multiplicaram-se as organizações de malfeitores. As organizações terroristas, que lutam sempre contra o poder, desapareceram gradualmente. Não havia poder ou, era incipiente. As populações mundiais deixaram de dar qualquer crédito aos actos eleitorais, nos poucos que persistissem na sua realização. Os partidos políticos foram das primeiras coisas a desaparecer. Tinham tido um largo quinhão nesta miséria! Extinguiram-se, pura e simplesmente. A democracia em tais circunstâncias, deixou de fazer sentido. Aliás, talvez nunca tivesse feito! Sempre foi um logro para os humildes. Agora havia pessoas nalguns cargos por nomeação de políticos, que se iam arrastando nos lugares. Nomeações para amigos, como, aliás, também aconteciam na democracia.

A MORTE LENTA DE UM REGIME

 

 

  1. [...] A primeira morte é económica. O modelo socialista/social-democrata/democrata-cristão, centrado na caridade do Estado e na subalternização do indivíduo, está falido, e brinda-nos com recessões de quatro em quatro anos. Basta ler "O Dever da Verdade" (Dom Quixote), de Medina Carreira e Ricardo Costa, para percebermos que o nosso Estado é, na verdade, a nossa forca. Através das prestações sociais e das despesas com pessoal, o Estado consome aquilo que a sociedade produz. Estas despesas, alimentadas pela teatralidade dos 'direitos adquiridos', estão a afundar Portugal. Eu sei que esta verdade é um sapo ideológico que a maioria dos portugueses recusa engolir. Mas, mais cedo ou mais tarde, o país vai perceber que os 'direitos adquiridos' constituem um terço dos pregos do caixão da III República [...]

da crónica "O regime que morreu três vezes".

 

  1. As pessoas não gostam de Medina Carreira. Mas, na verdade, as pessoas não gostam é da realidade. Ele só aponta para a realidade. Ele só aponta para factos que ninguém quer ver. E é fascinante ver o "denial" das pessoas perante os factos.

AJP Taylor dizia que as pessoas, quando criticavam Bismarck, o realista, estavam, na verdade, a criticar a realidade.  

 

 

Democracia mais participativa

 

Aproximar o cidadão da política e o político do cidadão.

Vivemos uma era digital cujas ferramentas à nossa disposição reúnem o potencial de encurtar os espaços e maximizar as acções. Reconhecendo a importância de contribuir com o exemplo para aproximar o cidadão da política, nomeadamente dando a conhecer o nosso trabalho, entendo que é urgente aproximar o político do cidadão.

Pelas mais diversas vias, somos diariamente inundados com informação e opiniões. Contudo, aos olhos do decisor público, nem sempre são perceptíveis as concretas dificuldades que muitas portuguesas sentem nas suas vidas diárias e que não devem passar despercebidas. As plataformas que hoje vos apresento têm por objectivo não apenas concentrar num único espaço as minhas principais actuações públicas, como fornecer ao cidadão um meio de interacção fácil e rápido, pensado exactamente para reforçar o seu papel na definição da agenda política. Para quem seja importante a marcação de uma reunião, disponibilizo-me a um dia semanal de porta aberta, seja na Assembleia da República, seja na Câmara Municipal de Cascais, com a possibilidade de reunir via videoconferência.

Porque a cidadania não é apenas um estatuto, mas um modo de acção, na Assembleia da República ou na Câmara Municipal de Cascais, eu pergunto por si! Acredito que a força da democracia representativa está precisamente na proximidade entre os Cidadãos e os seus Eleitos. É da união dos nossos esforços que tornaremos o nosso país socialmente mais justo e próspero.

Eu acredito. Acredite também.

 


        Ricardo Baptista Leite

 

SER FELIZ É...

SER FELIZ É...

(Uma belíssima mensagem para todos)

Podes ter defeitos, estar ansioso e viver irritado algumas vezes, mas não te esqueças que a tua vida é a maior empresa do mundo.

Só tu podes evitar que ela vá em decadência.

Há muitos que te apreciam, admiram e te querem.

Gostaria que recordasses que ser feliz, não é ter um céu sem tempestades, caminho sem acidentes, trabalhos sem fadiga, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas também reflectir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter alegria com os aplausos, mas ter alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar actor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no longínquo de nossa alma.

É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que seja injusta.

É beijar os filhos, mimar os pais, ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que vive dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para dizer ‘enganei-me’.

É ter a ousadia para dizer ‘perdoa-me’.

É ter sensibilidade para expressar ‘preciso de ti’.

É ter capacidade de dizer ‘amo-te’.

Que tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz…

Que nas tuas primaveras sejas amante da alegria.

Que nos teus Invernos sejas amigo da sabedoria.

E que quando te enganares no caminho, comeces tudo de novo.

Pois assim serás mais apaixonado pela vida.

E podes facilmente encontrar novamente que ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para regar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para esculpir a serenidade.

Usar a dor para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Nunca desistas….

Nunca desistas das pessoas que amas.

Nunca desistas de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível!


 

 

EMIGRAÇÃO EM MASSA!

 

Quando os europeus estavam a povoar o mundo, fizeram-no frequentemente através da "migração em cadeia". Um membro da família instalava-se num novo país, como a Argentina ou os EUA, mandava para casa notícias e dinheiro e passado pouco tempo seguiam-se-lhe outros membros.

O mesmo aconteceu e ainda acontece na Europa, entre os países ricos mais a norte e os países pobres, mais a sul deste continente.

Os fenómenos da imigração e emigração, seguidamente, interferem e entrelaçam-se com outros fenómenos, bem como, nos dados estatísticos publicados! A causa/efeito paira por aqui!

Em Portugal e em consequência do desemprego aqui existente, muitos milhares ou milhões de portugueses, com lágrimas nos olhos, deixaram a sua terra à procura de trabalho fosse onde fosse! A política e os políticos iam-se mostrando incapazes de lhes garantirem o seu sustento e da sua família.

Também por isto, o Turismo dos últimos tempos, vem apresentando um crescimento espantoso! Quase 4 quatro vezes superior ao dos últimos anos. O turismo continua a crescer e já vale 12,5% do nosso PIB! O mesmo Turismo acelerou 3,6 vezes mais que o resto da economia!

Analisando quem nos visita, observa-se, por exemplo, que quase 70% dos turistas com origem na Suíça, têm pais ou avós em Portugal. Este crescente dinamismo no Turismo já representa 18,4% das exportações nacionais!

Causas e consequências da emigração

 

Apesar de as consequências da emigração portuguesa terem sido mais notórias no Interior do que no Litoral, todo o território nacional registou uma quebra de população jovem e adulta.  Assim,

houve um decréscimo de população em idade de trabalhar e de procriar, o que se traduziu numa diminuição da população activa, da taxa de natalidade e num desequilíbrio na estrutura etária.

 

Das consequências da emigração para Portugal,  destacam-se:

Diminuição da população activa, que levou, nas áreas rurais, ao abandono dos campos e ao esforço de mecanização dos campos agrícolas;

 

Aumento da taxa de analfabetismo (que era inferior na população que emigrou,
cerca de 17%, contra 30% na população do país);

 

Diminuição do desemprego, que provocou uma subida dos salários e o investimento
em nova tecnologia na indústria, sobretudo a de capital estrangeiro;

 

Envelhecimento demográfico;

 

Entrada de divisas estrangeiras.

 

Subida do PIB em consequência do aumento do Turismo.

 

 

 

 

PEDRADA NO CHARCO

 

Esta expressão «pedrada no charco», deve ser entendida como uma «atitude que provoca polémica, discussão, alteração de uma situação, cómoda ou incómoda, ou faz reagir quem estava acomodado, parado». Contudo, não foi possível identificar as razões históricas que levaram à criação da «pedrada no charco»

Estará neste caso o comportamento da dita “esquerda”. Por muitas razões que todos conhecemos e uma que nos recusamos a reconhecer: porque a esquerda é vítima do seu servilismo parlamentar e acredita só poder existir enquanto tiver lugares no parlamento e aparecer na televisão ou nos jornais a apertar a mão do PM. De facto, a esquerda não promove e até condena a resistência passiva. A primeira coisa que diz um sindicalista ou dirigente da esquerda após convocar uma manifestação é que esta será «pacífica».

A primeira exclamação que lhe sai da boca mal alguém se agita é «calma camaradas!»

 

Esta é a responsabilidades negativa da esquerda.

 

Olhemos agora, para as suas responsabilidades positivas:

 

É sua estrita obrigação política e ética apoiar, promover e assumir o rosto da resistência passiva. Se o fizer dará o exemplo e a resistência poderá crescer. Para isso, os seus representantes, e com eles os intelectuais de esquerda e os independentes que estão contra o sistema, terão que estar prontos para resistir mas com capacidade de dar de quando em quando uma “ pedrada no charco”, afastando-se eles próprios da colagem sistemática aos governos em exercício!

 

NÓS E O MUNDO

 

Precisamos de uma nova ordem mundial antes que a miséria, a fome e o desespero a criem!

O actual governo é aquele para quem tudo parece correr às mil maravilhas. O que dele depende e o que lhe é alheio. Um governo que praticamente não tem manifestações nas ruas nem greves no seu currículo. Um governo que não resolve problemas porque, ao que parece, os problemas pura e simplesmente deixaram de existir. Este é um governo de sonho, o país ganha na música, no futebol, no turismo. Este é o governo quase sem católicos, mas que recebe o papa como se fosse o mais beato dos beatos! Algo estará muito errado EM TUDO ISTO!

Assim: Teremos ….

- 2,6 Milhões em risco de pobreza e exclusão. Idosos e quase meio milhão de menores representam os grupos mais vulneráveis. Especialistas dizem que o desemprego nas famílias e as baixas pensões explicam os dados. O caminho, ao contrário dos contínuos sorrisos e das estatísticas, parece bem negro. A crise económica contribuiu para a baixa da natalidade. E agora reflecte-se no número de alunos nas escolas públicas e porque não no desemprego?

- A produtividade ao contrário é baixíssima, em muito por falta de motivação. As percentagens apresentadas friamente ao povo, carecem de muitas outras análises! Fala-se do número de emigrantes por ano, da baixa natalidade, dos idosos reformados etc. Por razão duma acentuada diminuição da nossa produtividade e impostos em demasia!

- Os patrões gastam 1800 euros em salários de mil euros. Quanto à enorme e dispendiosa Função Pública, desconhecem-se quaisquer estudos! Os trabalhadores portugueses só se libertam do Fisco por meados de Junho!

- POBREZA - Portugal é o campeão da EU da desigualdade. O relatório social apresentado ontem em Bruxelas reflecte um agravamento da situação entre 2000 e 2004, em consequência da entrada da Troika no país.

- A nossa dívida sobe 672 euros por segundo em Junho (2017). O endividamento está próximo dos 25 mil euros por português. O reembolso de mil milhões de euros antes do tempo ajudou contas de Junho, mas a factura cresceu 2,9 mil milhões. Portugal devia em Junho, sem considerar os empréstimos da Troika (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional). O País devia, em Junho quase 65 mil milhões de euros à Troika. Quem pode rir ou sonhar descansado com estas dívidas. Será o governo anterior?

- Mais 612 milhões a arder na CAIXA – OBRIVERCA entra em Liquidação. Banco Público é credor de três grandes empresas em falência.

- CARROS rendem 23 milhões por dia aos cofres do FISCO. Quanto pagou Portugal por eles? A factura sobre o sector é mais pesada do que na Irlanda ou na Grécia.

- Depois de ataques constantes ao Ensino Privado, é o ensino público que perde alunos a favor dele. O Ensino Privado viu crescer o número de alunos em 2015!2016.

Guerra contra as Mulheres

 

O regime talibã mergulhou o país num estado brutal de “apartheid” do género, no qual as mulheres e as meninas foram destituídas de todos os seus direitos humanos básicos. As mulheres nem os olhos podem mostrar, ou sequer falar. As meninas não podem ir às escolas, as professoras são proibidas de trabalhar, dão aulas secretas a pequenos grupos. Há ainda mulheres que se pintam, secretamente, pois a maquilhagem também é proibida. Uma mulher que foi executada, estava ajoelhada, completamente envolta no seu xador azul claro, lamentava-se e implorava, quando um miliciano se aproximou vagarosa e displicentemente pelas suas costas, encostou o cano do seu fuzil à sua cabeça e atirou. Vê-se a bala cravando-se no chão e um jorro de massa encefálica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Cúpula do Rochedo

 

No sítio do templo de Salomão, onde Cristo pregara e onde Muhammad (P.E.C.E.) fora elevado ao céu na sua "viagem nocturna", Abd Al-Malik mandou construir um edifício que projectasse a espiritualidade do Islão.
A cúpula do rochedo foi construída entre 687 e 692.
O seu projecto foi confiado a um arquitecto de formação bizantina, o local ficou ao cuidado dos mestres construtores Sírios; e os mosaicistas de Constantinopla encarregaram-se da decoração. Esta equipa concebeu um edifício, no centro do Monte do Templo, que se insere na linha da mais pura tradição dos santuários Cristãos e
cujo formato octogonal criava um ponto central.

Cúpula do Rochedo

Resultado de imagem para foto da cúpula do rochedo

Os Templários tinham um especial agrado pelo octógono sendo a charola do Convento de Cristo disso um exemplo.

 

A Charola Templária de Tomar como imitação deste monumento (Cúpula do Rochedo) lembra também a faceta multi-religiosa dos Cavaleiros de Salomão, já que a sua arquitectura nos dá a sensação do centro do mundo e de ligar o visível e o invisível.

Mesmo depois da extinção dos Templários o octógono continua a ser visível em vários lugares de Portugal.

SITUAÇÃO MUITO INJUSTA

 

Alguém com poder, deveria mandar isentar o IRS nos depósitos a prazo. A nossa poupança, que tanto ajuda os bancos e o próprio Estado, deveria estar isenta do pagamento de IRS (28%).

O próprio governo deveria tentar aumentar este hábito salutar de poupar, mesmo com redução da taxa do consumo. A taxa sobre a poupança chega a ser provocatória e, na maioria dos casos, feitas as contas, traduz-se num valor negativo para quem poupou.

 Afinal, todos perdem com isto, a começar pelo Estado!

Se o governo reduzisse, ou apagasse estes impostos, na poupança, certamente, aumentaria o hábito de poupar e com isso muito ajudaria o nosso sistema bancário. Com libertação de gastos também para o Estado!

No caso dos certificados de Tesouro, alternativa para os depósitos a prazo, não dando muito, pelo menos acabam por ser uma alternativa!

Assim, mesmo nos PPR, com certos benefícios no IRS, as poupanças irão cair ainda mais sem vantagem para ninguém. Mesmo que venham a aparecer pequenos aumentos na taxa dos depósitos a prazo, não sairemos desta situação muito injusta e anacrónica.

Então como sairemos desta situação em que todos são prejudicados?

Se nada se fizer, mesmo com aumentos de consumo enganosos, ir-se-á perder o hábito da poupança, que faz parte de uma sociedade bem organizada e moral!

Portugal está na lista dos países em que mais horas se trabalha. Veja-se na foto galeria em que posição se encontra.

 A seguir Os salários das profissões mais bem pagas em Portugal

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