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O ENTARDECER

O ENTARDECER

INELEGIBILIDADE DE CANDIDATOS ARGUIDOS

 

Não existe unanimidade de opiniões sobre o tema da (eventual) implicação da qualidade de arguido, de acusado ou pronunciado de candidatos a eleições, nomeadamente, de órgãos autárquicos.

Mas, sobre o ponto de vista jurídico-constitucionail e atentos os pilares da democracia e do nosso Estado de direito, (consubstanciados, desde logo, nos "direitos, liberdades e garantias pessoais") a norma do n.º2 do artigo 32 da Constituição não deixa margem para dúvidas. Pois aí se proclama claramente, que "todo o arguido se presume inocente até ao trânsito em julgado da sentença de condenação". 

Assim, como "direito e garantia" constitucional, não é o cidadão que tem de "provar" que está inocente: ele presume-se inocente:. E, mais até, e por outro lado, enquanto não se provar que está inocente, ele presume-se inocente. E, mais até, e por outro lado,  enquanto não se "provar" que é culpado e através (e tão só) de sentença de condenação transitada  - o cidadão, tem que se haver , tem esse "direito e garantia constitucional" de assim ser havido, como inocente. E, tanto mais se se tratar de exercer outro "direito", constante da mesma Constituição, como o  é o de acesso a cargos efectivos (art.º 50.º, n.º 3.). E, essa "norma" jurídico-constitucional  - própria de um Estado de direito democrático e baseada na "dignidade da pessoa humana" (arts.º 2 e 3 da Constituição) é igualmente válido sob o ponto de vista ético - moral.                                                                                                                                  Pois, perguntar-se-á - quem poderá "decidir" que se impute a outrem que ele teve uma conduta e que ela é criminosa, senão um "tribunal" num "processo criminal" (que assegure todas as garantias de defesa) e numa "sentença" final desse processo ( art.º 32 e 202 da constituição)?

Aliás, será uma farsa e uma hipocrisia afirmar-se que se defende e respeita (batendo com a mão no peito) no Estado de direito, a dignidade da pessoa humana e a norma, democrática e ética do n.º 2 do art.º 32 da Constituição e, simultaneamente, pretender cercear-se o direito de acesso a cargos electivos com base em meras qualidades ao arguido, acusado ou pronunciado, do candidato! Tal, é uma manifesta contradição lógica, é uma quadratura do círculo, é uma pura atitude farisaica - face ao referido princípio básico (ético e constitucional) da presunção de inocência. Pois, questionar-se-, quem decide da existência de crime, que é questão prévia da "obscenidade e da infâmia"? É o denunciante (por vezes anónimo)? É o jornalista, são os comentadores televisivos (por vezes interessados)? É a opinião pública  (por " ouvir dizer") É o Partido Político (e os interesses obscuros da sua máquina)? É a "parte acusadora", é o "juízo provisório" da pronúncia? São as "paixões", as "raivas" ou as "invejas" ?

Ou. Tão - só (e necessariamente tão só, num Estado de direito), a "sentença condenatória" e dum "tribunal" ?

Aliás, se a qualidade de "arguido" , "acusado", ou "pronunciado", viesse a ser causa de inelegibilidade, iríamos assistir com toda a probabilidade, nomeadamente, em vésperas de eleições  - e como vários politólogos já realçaram , a uma galopante inflação de (inventadas) denúncias (anónimas) a uma multiplicação de averiguações  persecutórias (que muitas vezes não passarão disso mesmo). Consequências essas bem mais próprias do Estado medieval da (Santa Inquisição), do nacional-socialismo (hitleriano), ou do socialismo soviético (estalinista). Mas que um Estado de direito baseado na dignidade da pessoa humana, e até, por contraponto histórico e sociológico àqueles exageros, não pode de modo algum permitir e, de todo em todo, tem de evitar e impedir.  

Aliás, dizer-se que se é democrata, que se respeita o Estado de direito e os seus consequentes  " direitos, liberdades e garantias pessoais"e, depois, cercear o exercício dum direito constitucional da inocência é manifesta atitude farisaica. E, dos "fariseus", alguém disse que são como os "túmulos" brancos e imaculados, "por fora",mas cheios de podridão e negritude "por dentro".

DURVAL A. FERREIRA - Público  

 

A ARCA DA ALIANÇA

A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objecto em que as tábuas dos Dez Mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objecto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.

A Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objecto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.

A bíblia descreve a Arca da Aliança (Êxodo 25:10 a 16) da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora.

Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após a sua colocação.

Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o Kapporeth"(Êxodo 25: 17 a 22), foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um para o outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade. As suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco. Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus  fazia - se presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro numa presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.

Foram colocadas dentro da Arca as Tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Arão que floresceu.

A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagueavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais.

Somente os sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la e no dia da expiação, quando o Shekiná se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia entrar no templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.

Outros relatos Bíblicos referem - se ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam e  que não eram levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente.

As Cruzadas na conquista de Portugal

 

Quando surgiu o reino de Portugal, a cristandade agitava-se no fervor das Cruzadas do Oriente. Os portos de Galiza, que davam acesso a Santiago de Compostela, a barra do Douro e a vasta baía de Lisboa, eram pontos de escala das frotas de cruzados que do Norte da Europa seguiam para a Terra Santa. Quando em 1140 Afonso I tentou a conquista de Lisboa, fê-lo com o auxílio de estrangeiros: setenta navios franceses que tinham entrado na barra do Douro e aportado a Gaia. Mas a conquista não foi possível devido às poderosas defesas que rodeavam Lisboa. Em 1147 entra na barra do Douro, vinda de Dartmouth, uma frota de 200 velas, transportando cruzados de várias nações: alemães, flamengos, normandos e ingleses num total de 13 000 homens. Aproveitando este facto, D. Afonso Henriques escreveu ao bispo do Porto D. Pedro, pedindo-lhe que persuadisse os cruzados a ajudarem-no na empresa, prometendo-lhes o saque da cidade. No dia seguinte desembarcaram os cruzados em Lisboa, que tiveram as últimas negociações com D. Afonso, firmando o pacto. Depois da tomada da cidade muitos cruzados ficaram por cá. Um capitão de cruzados, Jourdan, foi senhor e parece que o primeiro povoador da Lourinhã. Ao francês Allardo foi doada Vila Verde dos Francos, no distrito de Lisboa e concelho de Alenquer (perto da Serra do Montejunto).

Alguns anos depois, em 1152, partiu de Bergen uma esquadra de peregrinos do Norte da Europa, comandados por Rognvaldo III, rei das Orcades, com 15 navios e 2 000 homens. No inverno do ano seguinte esta esquadra estava nas costas de Galiza onde pilhou algumas povoações. No verão de 1154 desce a costa portuguesa e ajuda o monarca na conquista de Alcácer do Sal. A empresa era rendosa, pois a cidade era o mais importante porto do Sado, cercada de pinhais, cujas madeiras eram utilizadas na construção de navios. A empresa falhou e o mesmo se deu anos mais tarde desta vez com a ajuda da frota do conde da Flandres composta de franceses e flamengos, e partiu para a Síria em 1157, aportando à barra do Tejo.

Em 1189 D. Sancho I entra em negociações com outra esquadra, que acabou por entrar na baía de Lagos e ocuparam o Castelo de Albur (Alvor), um dos mais fortes da região. Meses depois entra no Tejo outra frota alemã que tocara em Dartmouth recebendo muitos peregrinos e que ajudou a conquistar Silves. Capital de província, populosa, grande centro de comércio e de cultura, a cidade estava bem fortificada. A notícia destas vitórias chegou ao Norte de África e a resposta não se fez esperar. Os mouros põem cerco a Silves, que não conseguiram tomar, partindo o califa em direcção a Santarém, tomando Torres Novas no caminho e pondo o cerco a Tomar. Perante esta situação, D. Sancho I pediu auxílio aos cruzados vassalos de Ricardo Coração de Leão, que se tinham reunido no Tejo, e foram ter a Santarém, que não chegou a ser atacada por causa da peste que vitimou a maior parte dos mouros.

No ano seguinte, os mouros regressam reconquistando Silves, a província de Alcácer, com excepção de Évora. Anos depois outra armada de cruzados, mesmo sem terem chegado a acordo com D. Sancho I, tomam Silves e saqueiam a cidade, prosseguindo para a Síria. Em 1212 com a derrota de Navas de Tolosa, o reino mouro entra em decadência. Em 1217 entra nova frota alemã, e D. Soeiro, bispo de Lisboa, convenceu-os a conquistar Alcácer do Sal, navegando a esquadra por Setúbal, com os seus 100 navios. Alcácer resistiu durante dois meses até capitular. No princípio do Inverno regressa a frota ao Tejo, passando aí o resto do inverno.

VIRAR O MUNDO

 

É uma tarefa gigantesca! Mesmo assim vale a pena tentar, seria indigno não o fazer!

Contudo, os problemas do HOMEM serão somente de natureza económica?

Vejamos se assim é.

O nosso Alentejo é a região do nosso País na qual se matam mais idosos:

Uma corda ao pescoço que se prende ao ramo mais forte daquela árvore, escolhida muito tempo antes do ato definitivo, ou, por uma questão de pudor e de maior recolhimento, à trave mestra do celeiro em ruínas. Uma pedra como apoio, às vezes um banco para o qual se vai subir e de onde se dará o passo decisivo e último, pensado há muito, iniciado agora mesmo. Por dentro e por fora, apenas o silêncio e a solidão. A alma já estava morta de tristeza e de secura, tanta mágoa sofrida, tanta desesperança, tanto abandono, tanto vazio e desamparo. Mas tudo isso já passou e já não conta quando o corpo resolve enfim subir ao banco e atirar-se daquela altura, trinta centímetros, não mais. Um esticão forte, estremece a árvore, um gemido seco e breve, os olhos arregalados, cede que não cede o velho barrote apodrecido e o corpo fica a baloiçar uns momentos, antes de se imobilizar para sempre. Nem uma carta de despedida ou explicação. Porque em vida não houve tempo de ir à escola, porque a despedida não vale a pena e a explicação, a existir, não cabe numa carta!

Quem se importa com toda esta gente boa que morre, por um lado a pensar no céu e por outro em tanta mágoa sofrida em silêncio?

Será assim só no Alentejo? Será em todo o nosso País também? E no resto do mundo?

A maior miséria é de facto o abandono! Mas isso, também é GLOBAL!

Será que os velhos não prestam por não terem capacidade política de revolta? Greves, manifestações de rua ou jogos sujos politiqueiros?

Ninguém lhes dá importância, os próprios filhos muitas vezes  se esquecem deles!

Um horror, e os dias passam sem que apareçam homens de boa vontade! Antes, aparecem políticos defendendo aquilo que faliu pelo mundo inteiro! O ESTADO PATRÃO:

Quando as forças não chegam para os idosos subirem  as escadas dos seus prédios sem elevador (há prédios cheios de velhos do 1º ao último andar), nem conseguem ir à mercearia  da esquina buscar as batatas para matar a fome! Ou um vizinho faz a boa ação do dia, ou a noite chega sem nada no estômago.

É um cenário deprimente que nos interpela a todos como cidadãos deste País e deste MUNDO.

É disto que nos fala a Mensagem de Sua Santidade João Paulo II. Está a falar-nos do óbvio, mas os nossos ouvidos estão surdos.

O atual 1º. Ministro fez como promessa eleitoral, um pequeno aumento financeiro para os mais desprotegidos. Ou serão mais cortes na curta reforma? Há anos sem actualização! Mas cada vez com mais impostos.

Será disto que fala a Mensagem? Não certamente!

Ela fala-nos de uma grande mudança na mentalidade de todos nós. O carinho, a companhia, o amparo e uma palavra amiga valem muito mais que alguma fome no estômago.

 

De facto como chegarão ao Céu milhões destes idosos, depois de tanto abandono, muitas vezes da própria família?

A sociedade portuguesa desumanizou-se bastante neste largo período de crescimento e bem-estar económico. Em muitos aspetos, nos tempos da “sardinha para três”, parece ter havido muito mais solidariedade!

O problema ultrapassa, em muito, a questão meramente económica!

Virar o mundo é fundamental, mas isso ainda não se ensina nas nossas  UNIVERSIDADES! Mesmo naquelas que parecem oferecer diplomas!

A MENINA MARTA

Por gentileza do jornal da Costa do Sol ( em devido tempo), sob o título Else Althausse, o Génio Famoso de Linda a Pastora. 

Else foi uma artística plástica alemã e trouxe para Portugal o o então chamado "Estilo Novo" e foi precursora das artes gráficas modernas. Trabalhou como ilustradora da Revista ABC e do seu suplemento infantil, o ABC - zinho.

O seu expólio encontra-se no Museu Soares dos Reis e nele há uma aguarela da capela de Valejas e um desenho à pena inspirado no cemitério de Carnaxide. Um dos fulcros dessa actividade cultural situava-se na Casa da Marta, de Marta Ziegler, que viera para Portugal depois da Primeira Grande Guerra, foi enfermeira da Cruz Vermelha, trabalhou com o Prof. Carlos Santos e era apelidada de " Menina Marta" pelos habitantes de Linda a Pastora, aos quais facultava dedicadamente serviços de enfermagem gratuitos.

Os mais idosos lembram-se ainda bem dela. Morava no actual Beco Manuel Pereira Azevedo, n.º 2, para onde Hein Semke se transferiu quando foi viver com ela. 

Deste passado lembramos ainda em Linda a Pastoa o fulgor do grande Cesário Verde, além de outros também dignos de srem recordados e não só na toponimia local.  

LINDA-a-PASTORA

 

Estamos a escrever sobre o notável autor e artista alemão Hein Semke, falecido em 1995 e que viveu em Linda a Pastora trazendo à vida artística portuguesa uma modernidade expressionista. O que então não sabíamos é que em Linda a Pastora houve um centro em 1924 e que pelo menos cerca de 1944 um fascinante foco cultural artístico e literário desenvolvido por alemães lá residentes, no qual Semke se integrou nos anos 30, A irradiação deste círculo cultural e espiritual atraiu outros estrangeiros e até artistas, jornalistas, e intelectuais portugueses que o frequentaram. Por exemplo Almada Negreiros e Sara Afonso lá terão tido algumas aprendizagens. Hein Semke nasceu em Hamburgo em 1899 e viveu e trabalhou em Linda-a-Pastora e Lisboa de 1932 a 1995. Escultor de sensibilidade expressionista, foi, também, um dos grandes renovadores da cerâmica em Portugal. Este volume reúne, a par de uma biografia, um conjunto de textos seus e sobre ele publicados e uma série de imagens que ilustram a sua produção - escultura, cerâmica, gravura, pintura, livros de artista, etc. - Ao longo dos anos. Agora bastante aumentado, constitui, como José-Augusto França referiu na edição de 1989, uma documentação que importa considerar para a história. In Editorial

Ainda através de Teresa Balté companheira de Semke desde 1967 e sobre ele escreveu e organizou o livro Heine Semke - A Coragem de Ser Rosto, editado em 1984 pela Imprensa Nacional -Casa da Moeda, e que procede a uma paciente e devotada busca das suas obras dispersas ou esquecidas e do seu inventário, soubemos de uma interessante evocação dessa “ atalaia” de letras e artes, publicada na revista MVSEV, do Museu Nacional Soares dos Reis.

 

DIZ_SE POR AÍ

Cerca de 150 mil cabras vão prevenir a ocorrência de fogos, limpando campos e matas nas zonas fronteiriças dos distritos de Bragança e Guarda e nas zonas de Zamora e Salamanca. O projecto transfronteiriço Self Preservation arranca brevemente em Espanha.

Os autarcas transmontanos têm boas expectativas sobre o projecto, que propõe a prevenção de incêndios - em zonas de risco e de difícil acesso - com cabras, "animais flexíveis, que se adaptam a todos os terrenos, e que comem tudo por onde passam", explica Fernando Pintor, da Associação Nacional de Criadores de Caprinos de Raça Serrana.

A iniciativa vai funcionar em torno de uma empresa de participação pública e privada, com 51% do capital do agrupamento e 49% de privados, que optimizará a sua sustentabilidade económica na produção e comercialização de leite e derivados, gerando uma oferta laboral de 700 postos de trabalho.

Entretanto, com a limpeza das florestas lá se vai a alimentação destas simpáticas cabrinhas!

O fim da era do desperdício



Grandes regiões metropolitanas do mundo, podem enfrentar problemas graves por falta de bens que hoje desperdiçam! Não será esperando pelo mal, que ele pode ser atacado com eficiência. Haverá duas medidas urgentes a serem tomadas, para evitar que a situação atinja o nível de calamidade. A primeira é combater afincadamente, o desperdício. Depois, não parece difícil ampliar a sua reutilização, prática comum nos países que são modelo em abastecimento. Para que isso ocorra, há apenas dois caminhos: diminuir o desperdício e aumentar a reutilização 

Enumerar em classes, os desperdícios, é quase impossível, tantas são elas!

 

Contudo, aqueles que parecem mais úteis, ninguém falam neles: mas, ver seres humanos, sentados num qualquer jardim, horas a fio, a jogar às cartas é chocante, são os reformados sem nada para fazer! Se a eles acrescentarmos os desempregados a receberem subsídio, temos um mundo de desperdício total! Com a ajuda deles um universo novo se abriria na área de cada residência! ….E, se esta gente fosse utilizada na sua área residencial? E porque não? E porque não pagar-lhes com alguns benefícios fiscais? Há tanta gente que já beneficia deles!

 

- Seria importante os idosos participarem da vida da sua comunidade. Uma lição para todos!

- Antes de reclamarem do nosso país, saibam que a doença mundial é a falta de humanidade e não económica.

 

- A Sociedade está doente! " A confiança é o cimento que dá unidade à sociedade" . Infelizmente, a nossa confiança anda muito em baixo em relação a muitos dos que decidem neste país:

   

Quanto custa ser idoso em Portugal

 

Que Deus nos ajude, mais vale ser precário na função pública que idoso neste!

 

A reforma para a grande maioria dos nossos políticos só tem um significado, cortar nas reformas de idosos para “tapar” outros buracos! Cortam nas reformas sem respeito pelo facto de elas terem sido pagas ao longo de uma vida pelos trabalhadores e patrões. E com muito sacrifício o fizeram”!

 

Eles, em breve vão morrer e por agora já não votam ou fazem-no em consciência!

Esta gente sem passado e futuro duvidoso, nunca saberá ou perceberá o que é passar uma vida a trabalhar e fazendo sacrifícios para ajudar toda a família, pagando uma reforma que antes de chegar a si, terá servido para muitos outros aguentarem a velhice. E outros, terem que comer antes da morte! Mesmo sem terem descontado um tostão!

Também para manterem precários ou melhorar,taxas propagandísticas de desemprego! Sempre, tendo em vista, as próximas eleições, que para eles assim, são canja!

Dura realidade..... Os idosos são pessoas de bem e amigas da sociedade, a recolherem comida que será deitada fora, a irem à farmácia ajudando alguém acamado, a olharem pelos jovens, a protegerem os jardins, prevenção dos fogos, etc. Etc.

 

Se as medidas que são urgentes não forem tomadas, é quase certo que tenhamos um problema de saneamento e de abastecimento muito grande, já daqui a uma ou duas décadas!

 

Não é que a água do planeta vá acabar, claro, mas haverá problemas sérios de faltas de abastecimentos utilizáveis, nas grandes regiões urbanas, e na maioria das coisas consumidas todos os dias.

O planeta vive num ritmo de urbanização intensa, a sua população vai crescendo, com a tendência para que se acabe o indispensável abastecimento público, de tudo que tem havido!

Por falta de matéria-prima, um caos social, pode chegar a todo e qualquer ser humano! Portanto, não será de excluir um caos que ignore os actuais privilégios sociais! O que deixará a população e a vida social, mais ou menos desorganizadas.

 

Para lidar com isso, é preciso reduzir a perda em todos os bens consumidos, incluindo a matéria-prima, recuperando-os e tratando-os, afim dela serem reutilizados, cada vez mais vezes. Temos de romper com aquele paradigma da antiguidade, quando os povos extinguiam espécies e poluíam rios e açudes indo buscar água cada vez mais longe. Essa foi prática, que deu origem a lindos aquedutos, pontes e túneis, que vão ficar para sempre na história, mas não é a mais viável num planeta habitado por mais de 7 bilhões de pessoas.

O crescimento da população é a principal ameaça ao abastecimento?  Não. O que ocorre é que, de um lado vemos uma urbanização crescente mas não planeada, com o surgimento de macro metrópoles formadas sem o devido planeamento, face ao local de trabalho. De outro, observamos o aumento da população da classe média nas economias emergentes. Isso significa que quem não consumia passou a consumir, o que aumenta a pressão sobre o sistema energético e de abastecimento.

O local de trabalho, exige inúmeros transportes e deste modo uma despesa incomportável para todos!

A solução que parece certa, pois, será trazer o trabalho para junto da habitação dos trabalhadores. Isto é realizável, com planeamento e uma execução lenta, a começar pela Função Pública.

 

O grande empregador!

 

Existe ainda a questão ambiental. Os ares que respiramos, os desmatamentos nas margens dos rios que  contribuem para que estes sequem. E há áreas onde os lençóis freáticos foram tão sobrecarregados que eles, agora, correm o risco de se tornarem desérticos. O fenómeno da estiagem tem sido tão intenso que dificilmente estaria no radar de qualquer governo ou empresa de saneamento.

 

É fundamental que comecemos a pensar em mudanças viáveis. Falo de mudanças profundas, para os próximos vinte ou trinta anos. Que tipo de mudanças?  As que causam mais desperdícios?

Os desperdícios não são totalmente extinguíveis, e além disso, são antieconómicos. Além disso, extinguir os desperdícios tem, muitas vezes, um custo que não justifica a economia feita. O grande mérito deste debate, porém, é que ele vai contribuir para discutir estratégias de longo prazo.

E quais são as medidas fundamentais para garantir que não faltará água, ou demais bens, necessários aos humanos no futuro?  

São duas as medidas.

- A primeira é a redução das perdas, por meio do aumento da eficiência. Ao abrirem a torneira, as pessoas precisam saber que estão usando um bem valioso. Há muitos gastos como a água, talvez porque, das utilidades públicas, ela seja a mais barata. A solução passa menos por aumentar tarifas e mais por estabelecer regras de uso que obedeçam a critérios técnicos, e não a conveniências políticas.

 

- A segunda medida fundamental é ampliar a reciclagem da água, e outros bens, que é consumida. É preciso que o assunto seja regulamentado por um órgão independente e com sabedoria técnica para estimular o investimento e inibir o populismo.

Antes do mais, diremos que os serviços dos humanos, são aqueles que o mundo mais tem desperdiçado!

O Homem idoso tem sido objecto de mau esquecimento, por parte das forças políticas! Mesmo com uma Função Pública gigantesca!

Algumas medidas sinalizam possíveis caminhos a seguir:

 

- boa regulamentação, bom planeamento e boa gestão.

 

 Sem esses pilares, é difícil imaginar cidades saudáveis e recursos hídricos bem aproveitados. Para atrapalhar um pouco, há um raciocínio político muito perverso que diz que esse tipo de investimento não tem visibilidade e, portanto, os dividendos políticos que ele gera não são tão grandes quanto os que rende a construção de um viaduto ou ponte, por exemplo.

 

O grande segredo é mudar esse raciocínio e criar dividendos políticos investindo no saneamento.

 

Ao mesmo tempo, é preciso estabelecer penalidades, para políticos que deixarem a questão de lado.

Existe algum país que sirva de modelo ao mundo?

 

Por enquanto parece que não, mas de todos, teremos pontos a explorar, que já serão meio caminho a percorrer!·

 

A “VIRGEM OFENDIDA”

 

Não confundir nunca pura maldade com traição. Por vezes andam juntas, mas podem andar sozinhas. A maléfica vai mais longe, invoca Lúcifer, fala com corvos, enfeitiça reinos e belas herdeiras... Mas qual é a verdadeira razão de tanto trabalho? Merece a pena condenar um bebé à morte só porque não se foi convidado para o seu baptizado? A verdadeira razão é encontrar e juntar-se com a traição.

Não é o tormento de saber que “queria, mas não queria”, mas agora já quer. Ela sabe que ataca quem a ajudou e que, depois, se submete aqueles que transportam em si, o signo de mandar nos outros. Sem direito a renúncia!

É uma pena que a vilã mais requintada de toda a TRAMA seja a menos sofisticada.


Toda a cabra que se preze sabe que a vingança é um excelente motivo para cometer actos pérfidos, horrendos, reprováveis e malcheirosos. Toda a cabra que se preze sabe também da importância de mandar nas vozes que tantas vezes fazem eco nas cabeças mais despenteadas. Porque “ o ataque sórdido” não é (só) maluqueira, a nossa “Virgem” teria dado uma excelente cabra se não fosse precisamente isso, doida. É doida mas não VIRGEM, PORQUE AMANHÃ VOLTA A PECAR. Tantas vezes quantas forem precisas.
A VIRGEM que vimos despertar do nada tem maldade, sede de vingança, é invejosa, mentirosa, retorcida, silenciosa e conhecedora dos medos angelicais que disfarça. É uma cabra de livro? O problema é que não é dela este ódio sobrenatural. A verdadeira cabra deste filme não está morta e chama-se ASSALTO. A URDIDURA não passa de um fantoche tresloucado, de uma pobre velha histérica perseguida por um fantasma que a domina, que se lhe mete na cama e lhe molha os sonhos. É o monstro que traz no corpo, a ofensa. É o ataque a quem é competente, honesto, amigo, transparente e se endireita com os monstros da escuridão. A nossa VIRGEM OFENDIDA sabe de tudo isto e mais ainda, mas tem de obedecer a Lúcifer. Tem de trair os justos, porque se não, nunca haverá lugar para ela no reino da podridão.

António Reis Luz

 

A MANHOSICE

 

Falsificações nos negócios da comida sempre foram comuns no nosso país.

Comprar gato por lebre, significa ser enganado por alguém ou algo que você pensa que é uma coisa e na realidade é outra.

Como poderá um povo simples e crédulo defender-se de tanta armadilha?

 

Hoje em dia, tudo isto foi ultrapassado sendo corrente a manha e as armadilhas de toda a ordem serem servidas não num restaurante mas no palco alargado de todo o país!

 

Uma tremenda maldição, assentou em cima dos países, ditos do sul da Europa. A implosão da União Soviética, deixou um Portugal desapossado de um enorme império mas, sobrecarregado com milhares de pessoas e famílias a quem chamaram de “retornados”, precários, funcionários públicos etc.Tudo iguaizinhos a um país no qual o aparelho estatal não investe um tostão. Mas gasta tudo aquilo que uma débil sociedade civil consegue dar ao seu país, mesmo sobrecarregada de impostos a propósito de tudo e do nada.

A isto, muitos chamam de “democratização” e, logo assistimos ao extremismo de uma população que, levianamente tomou a nuvem por Juno! Cantaram louvas ao 25 de Abril, enquanto Portugal, era amordaçado aos conceitos mais esquerdistas sonhados no mundo. Com milhares de retornados e uma onda de nacionalizações fora de moda, o país viu as suas ex-colónias invadidas por russos checos búlgaros, cubanos etc., etc. Por cá, assentou arrais uma crise sem fim à vista!

O mundo assistiu, entretanto, na senda da tal implosão, ao aparecimento de dezenas de novos países e ao desaparecimento das economias colectivistas, da cortina de ferro

Em Portugal ficou, um partido comunista, amigo dos pobrezinhos, a espalhar greves e “esquerdismo” por tudo que havia de lugar! E, a crise que se avoluma, é disfarçada com uma permanente manhosice e uma saborosa governação, que faz prever maiorias absolutas próximas e uma economia ainda mais de rastos!

Por cá, vão ficando sindicatos e sindicalistas, ferozes e esquerdistas, agitadores de profissão e, “claro”, amigos dos pobrezinhos”! Entretanto, todos empobrecemos mais e mais!

As dezenas de países libertados na Europa, vivem hoje em liberdade democrática. E, sem qualquer “bancarrota”, mas o povo nutrir, qualquer paixão, pelos amigos dos pobrezinhos, diga-se “esquerdistas de todo o tipo”!

Assim, enquanto pela Europa mais a norte, com povos mais cultos e não extremistas, a democracia funciona e, de momento, até vota na direita ou extrema-direita, no sul os amigos dos pobrezinhos aprisionaram a votação, de preferência na esquerda e extrema-esquerda. São os casos nomeadamente, de Portugal, Grécia, Espanha e Itália. Nestes países, a democracia e a economia, parecem não funcionar!

O caso mais flagrante surge na Grécia, com dívidas galopantes e eternas, logo seguida de Portugal.

Parece haver crime, se existir uma “Direita” ou uma Extrema-direita tal como existem e são votadas por toda a Europa.Temos assim um país enviesado, atrasado e condenado a uma maioria de gente pobre, pois, os “amigos dos pobrezinhos”, não passam de fantasmas e manhosice e na prática quase não existe qualquer diferença entre o centro direita PSD e o centro esquerda PS!

Porém, tais predicados só serão captados pela maioria dos votantes, com a ajuda da comunicação social, se esta quiser prestar tal serviço ao país, com isenção e veracidade 

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