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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Madeira:

Tragédia na pátria do ódio

 

Henrique Raposo (www.expresso.pt) 10:37 Segunda-feira, 22 de Fev de 2010  

43 Mortos. 250 Desaparecidos. Mas as conversas no café, no autocarro e nas caixas de comentário da Internet giram em redor de outras coisas:

o ódio a Alberto João Jardim.

 

 

  1. As vítimas da Madeira merecem o nosso respeito e silêncio. Por uns dias, os machados de guerra políticos devem ficar enterrados. Mas este respeito patriótico, que coloca o país acima de qualquer guerrilha política, não apareceu. Logo no sábado, ouvi e vi na televisão pessoas a criticar o ordenamento do território de Alberto João Jardim. Essas críticas não podiam esperar uns dias, meus caros? Os "fiscais" da Quercus, por exemplo, não podiam esperar até ao final da semana? Tinham de fazer ambientalismo instantâneo em cima de dezenas de mortos?
  2. Mas o pior está a acontecer fora do olhar das câmaras de TV. Nos cafés, no autocarro, o odiozinho a Alberto João e à Madeira circula à vontade. No café, ouve-se "ah, Alberto João, agora vais precisar dos cubanos, não é?". Nas caixas de comentários na Internet, há gente a dizer o mesmo. No momento da maior tragédia natural dos últimos muitos anos em Portugal, muita santa gente perde horas a insultar Alberto João nas caixas de comentários.

III. Ao ler e ouvir estes comentários, tenho vergonha de ser português. O ódio politiqueiro a Alberto João Jardim é superior à compaixão patriota pelas pessoas que faleceram. De onde é que vem este veneno que transforma Portugal numa espécie de pátria do ódio? Enquanto não tenho a resposta, tenho a dizer que um palavrão impublicável devia ser o título deste texto.

 

IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES ?

 

Primeiro-Ministro contrata 12 motoristas

Governo requisitou aos sectores privados condutores para o gabinete do primeiro-ministro. Um deles trabalha numa multinacional de consultadoria

  • 19 Maio 2010

Por: Paula Serra

O gabinete do Primeiro-Ministro, contratou 12 motoristas, todos eles recrutados para exercer funções na Presidência do Conselho de Ministros.

As nomeações, publicadas ontem em Diário da República, são claras quanto aos anteriores cargos dos condutores, tendo três deles sido contratados fora da Função Pública. Um deles foi requisitado à multinacional Deloitte & Touche, uma empresa internacional de auditoria e consultadoria, um segundo, ao sindicato de escritórios e hotelaria e um terceiro a uma associação de bombeiros voluntários.

Dos restantes nove, seis são oriundos da Polícia de Segurança Pública (PSP) – a generalidade dos motoristas dos titulares de cargos governativos é normalmente proveniente do quadro do Corpo de Segurança Pessoal da PSP –, um foi requisitado à Carris, outro ao Ministério da Cultura e um terceiro vem do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social.

Sobre as três contratações fora da Função Pública, fonte oficial do gabinete do PM não quis entrar em detalhes, afirmando ao CM que 'o preenchimento do quadro de pessoal do gabinete do primeiro-ministro compete à secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros'.

A mesma fonte adianta que 'todas as nomeações são, na realidade, renomeações'.

Não nos é explicado, contudo, quem são os elementos do gabinete que usufruem dos serviços dos motoristas requisitados. A mesma fonte esclarece ainda que 'todos eles trabalham há pelo menos uma década no gabinete' e que o primeiro-ministro apenas tem dois motoristas ao seu serviço.

CM

 

OS PORTUGUESES SÃO DESCRIMINADOS,

 

NO SEU PRÓPRIO PAÍS?

Pagando eles mais que outros com maiores benefícios? E recebendo menos?

“Temos que arranjar bailarinas mais altas, as que temos tido, andam sempre no bico dos pés!”

No novo regime de benefícios da ADSE, o subsistema de saúde dos funcionários públicos, está em mudança. A ADSE já foi transformada num instituto público de gestão participada, mas as alterações não vão ficar por aqui: é preciso encontrar uma forma de tornar sustentável um regime que atende a uma classe cada vez mais envelhecida. Por isso, as portas do sistema serão abertas a novos beneficiários, à procura de contribuições de pessoas mais jovens e mais saudáveis.

Mas o que vai mudar ao certo, e para quando se esperam essas mudanças?  Embora ainda nada esteja decidido, existe já uma proposta da ADSE que começa a delinear o que está para vir.

💊 Quem vai passar a ser abrangido?

De acordo com um documento apresentado aos membros já nomeados do Conselho Geral e de Supervisão, para o qual falta ainda eleger os representantes dos beneficiários, a ADSE deverá passar a incluir várias novas categorias de beneficiários. Alguns pormenores do documento preparado pela ADSE foram já divulgados na imprensa.

Abertura da ADSE a novos beneficiários derrapa para Setembro

Público avança que, como previsto, os trabalhadores das empresas públicas com contrato individual vão ter acesso ao subsistema. No entanto, este não será imediato: a entidade empregadora deve celebrar um acordo com a ADSE para definir quais os procedimentos a seguir.

Além disso,  passarão a ser abrangidos os cônjuges dos funcionários públicos beneficiários, que serão considerados “associados”, assim como os seus filhos entre os 26 e os 35 anos — filhos com menos de 26 anos que estivessem ainda a estudar estão abrangidos sob o regime actual. Para os cônjuges reformados haverá, no entanto, um limite de idade, que será fixado, em princípio, nos 65 anos.

O documento, de acordo com o Jornal de Negócios, pretende alargar também o acesso à ADSE aos políticos e membros de gabinetes ministeriais, sem qualquer limite de idade.

🚪 O que é preciso para aceder ao regime?

A partir da entrada em vigor da lei que estipula quem pode pertencer ao subsistema, os beneficiários têm 12 meses para pedir que os cônjuges ou unidos de facto sejam inscritos. Ainda não se sabe quanto é que os cônjuges terão de pagar para aceder ao subsistema — as taxas poderão variar entre os 2,5% e os 2,8%. Quanto aos filhos, poderão beneficiar entre os 26 e os 30 anos se não trabalharem, viverem com os pais, e pagarem uma contribuição mensal.

Os beneficiários das empresas públicas deverão pagar uma contribuição de 3,5% do vencimento para aceder ao sistema — aproximadamente a mesma da paga pelos actuais beneficiários.

💸 O que acontece às isenções?

Actualmente, quem tem uma pensão inferior ao salário mínimo nacional não precisa de descontar para a ADSE. No entanto, a nova proposta, escreve o Negócios, prevê que as futuras pensões passem a estar sujeitas a uma taxa de 3,5% independentemente do valor.

Os beneficiários aposentados ou reformados que já estejam inscritos na ADSE mantêm, no entanto, a isenção que tiverem actualmente, independentemente do que venha a ser decidido para o futuro.

⏳ De que é que se está à espera?

A aprovação do novo regime depende da eleição dos membros em falta do Conselho Geral e de Supervisão. Falta eleger os membros que representam os beneficiários do subsistema de saúde. A eleição atrasou-se, ficando agora para 12 de Setembro.

Quando a abertura aos novos beneficiários for para a frente, o acesso ao subsistema de saúde não será imediato. Os novos inscritos estarão sujeitos a um período de carência que deverá ser de cerca de 90 dias, segundo escreve esta terça-feira o jornal Público, com base no projecto de decreto-lei apresentado ao Conselho Geral e de Supervisão.

Interrogações:

Num país democrático, só deveria haver um sistema de apoio à saúde, igual para todos os portugueses. Não só na saúde, como em todos os outros privilégios, férias, saúde, reformas, horários, ganhos por tempo de serviço etc. etc.

É do bolso de todos os portugueses que sai todo o dinheiro para pagar tudo isto! Se não há exclusões para os impostos, por que há-de haver para os sistemas de apoio aos portugueses, principalmente para os idosos e as crianças?

Que se pretenderá com toda esta beneficência discriminatória? Não teria sido melhor para o “privado” terem sido mantidas as antigas CAIXAS DE PREVIDÊNCIA? E que nelas não houvesse qualquer interferência governamental? Há nacionalizações que deixam muito a desejar!

 

QUANDO SE AMA ALGUÉM

 

 

 

Para muitos, lobo é sinónimo de medo, terror, pânico, nem sempre a sua aparição significa terror ou medo, muitos podem até confundir com lobisomen, mas há uma grande diferença entre ambos.

Esta história é triste, uma tristeza de quem amou intensamente, mas foi traído pelo destino.Tudo começa nos tempos em que os deuses governavam a terra e antes ainda de tudo o que conta a mitologia grega, ele amou e foi correspondido. Este amor, que muitos podem não conhecer, está vivo até aos dias de hoje.

Vivia no mundo dos deuses e seu nome era KUKUATZO. Era o deus da simplicidade,honestidade e compaixão, não era um deus comum, mas os seus amigos, também deuses, admiravam-no muito. Apesar da sua grandeza, ele não se deixava levar muito por isso. Gostava de ver, mesmo que fosse la do céu, a natureza, os animais e a felicidade dos seres inferiores a si .

A sua personalidade chamou a atenção da deusa mais linda do reino dos céus, o seu nome é NEFERTINE. Deusa da alma, do espírito, do coração, da lealdade, ninguém esperava por isso, e ele mal sabia mas já era condenado pelo destino, como? Esclareço que apesar da sua incontestada grandeza, ele era o deus mais feio do reino dos céus.

Como se podia aceitar isso? A deusa mais bela despertar a atenção do deus mais feio.

Com o nascer deste amor  o céu começou a passar por várias transformações, surgiram as estrelas, a noite agora passava a ter brilho, o dia tinha nuvens e o sol e a terra passaram a ser verde e azul, os pássaros e todos os bichos existentes começaram a multiplicar-se e apareceram as mais diferentes criaturas.

Deste céu onde só existiam deuses, castelos e beleza, em fim o paraíso, começaram a descobrir que não era apenas o templo da imortalidade ,mas sim a testemunho de que tanta coisa bonita podia acontecer se passassem a olhar para a terra, ao invés de simplesmente se acomodarem nos seus templos.

A chuva passou a cair do céu para alimentar a vida e tornar a terra muito mais colorida do que já era.Nem tudo que é belo termina bem, este amor começou a despertar a atenção de um dos deuses KAPTSU, Deus da discórdia, da inveja, da ambição e do ciúme, embora ele não gostasse  muito destas mudanças que estavam acontecendo, no reino dos céus.

Passou a pensar numa forma de destruir este amor entre NEFERTINE e KUKUATSO. Nada dava certo, tudo que ela fazia só servia para tornar este amor cada vez mais forte. NEFERTINE e KUKUATSO, sabiam que KAPTSU estava disposto a dar um jeito de acabar com o seu amor, não se importando com isso, um confiava no outro.

Um dia, NEFERTINE convidou KUKUATSO para passearem pelos céus de mãos dadas pois  tinha uma novidade para dar ao seu amado.Era algo tão bonito quanto o amor deles!

NEFERTINE ia ter um filho de KUKUATSO e neste mesmo dia, apareceu o primeiro eclipse. Após este eclipse surgiu um enorme anel de luz no céu que se estendia por todos os lugares onde eles já haviam passado.

Este anel era das mais variadas cores, e os demais deuses decidiram então o chamar-lhe arco-íris, como um símbolo de que todo o caminho pode levar a algum lugar, isso só depende do lugar onde se quer chegar.Deste amor nasceu uma linda menina deusa a quem foi dado o nome de AFRODITE, e o céu tornou-se pequeno demais para tanta alegria,tudo passou a ter mais cor, beleza e vida.

Ao ver que tudo que já tinha feito dava errado KAPTSU, passou a  preocupar os demais deuses, sendo visível a sua inveja. KUKUATSO estava a procurar o mais belo presente nos céus para dar a NEFERTINE mas, não conseguia encontrá-lo.Foi ai então que KAPTSU viu a sua grande oportunidade.

Deu um conselho a KUKUATSO, dizendo-lhe que se ele quisesse agradar à sua amada o presente não estava no reino dos céus, ele já havia procurado e não o encontrava. Foi então que KAPTSU disse á KUKUATSO para descer à Terra e que pegasse a mais bela flor,  para dar à sua amada. Ele aceitou, não imaginava que se saísse do  céu não mais poderia regressar.

KUKATSO deu um grande beijo na sua amada e partiu, não demorando muito ele conseguiu encontrar a flor, mas ao ver que tinha sido covardemente  enganado por KAPTSU KUKATSO, por estar entre os seres vivos deu um grande grito e morreu vindo logo a transformar se num enorme lobo.

Ao mesmo tempo, nos céus NEFERTINE deu um grande grito, como não podia morrer estava no céu  transformando-se numa enorme lua cheia, que passou a iluminar a noite, e neste mesmo dia o universo tremeu pela morte dos seus deuses .Vindo a nascer no espaço um enorme buraco negro que passou a sugar tudo ao seu redor.

KUKUATSO passou a ser um lobo, que solitário vagueava pela noite, NEFERTINE passou a ser a lua cheia que ilumina a noite, e toda vezes que KUKUATSO a vê, e dá um grande uivo que corta a noite, ele pode até vê-la, porém, nunca mais vai poder tocá-la.

Quando se ama alguém, arriscamo-nos a tudo na vida!

Entregamo-nos ao mundo, amar ao mesmo tempo é dor e tristeza, se muitos choram por ter perdido um amor, lembrem-se que muitos, como o lobo solitário, nunca mais terão o seu amor para perder.

O EMBUSTE DA SAÚDE E DA EDUCAÇÃO

 

PARA A ESQUERDA E PARA A DIREITA

EDUCAÇÃO – A muito custo têm sobrevivido em Portugal estabelecimentos privados a funcionar ao lado de numerosos estabelecimentos oficiais! Todas as estatísticas nacionais ou internacionais detectam uma má qualidade do ensino prestado em Portugal. Também uma indesejável intromissão ideológica nos conteúdos leccionados. Apesar disso, o custo desse ensino, comparativamente, é mais caro no nosso País, do que na maioria dos países europeus! Nas estatísticas nacionais, os estabelecimentos privados aparecem sempre nos primeiros lugares dos “rankings” de melhor qualidade! Há, notoriamente, uma muito melhor qualidade no ensino privado. 

Claro, estes estabelecimentos,  sem dinheiro público, só são acessíveis às famílias com elevados rendimentos.

Outros defendem que a má qualidade do ensino oficial se deve exactamente à origem humilde das famílias de onde provêm a maioria dos seus alunos. Nunca ninguém se atreveu a mostrar ao País o custo médio de aluno/doente do privado e o custo médio do oficial. É um dado que pode desmistificar as teorias da esquerda. E ela, em sua defesa, esconde-os. São pagos com o dinheiro de todos nós! Com os impostos directos e indirectos!

SAÚDE – Com a saúde passa-se mais ou menos o mesmo que na educação. Dados relevantes e isentos, não aparecem à luz do dia! Todavia, a cobertura dos cuidados de saúde é praticamente nula em vários casos como os “dentistas”, ou muito deficiente como em “oftalmologia”. Recordemos os milhares de doentes que tiveram de se deslocar a Cuba para fazerem operações às “cataratas”! Ou os casos de cegueira provocada por deficiente manuseamento de medicamentos nos hospitais etc. ! Os Centros de saúde funcionam mal e muito aquém das capacidades que poderiam oferecer. Muitos casos de menor gravidade, poderiam ser confiados a estes centros de saúde desanuviando, assim, o seu actual e normal congestionamento, com listas de espera que atingem anos!

A DIREITA – Defende que tanto na saúde como no ensino se deve liberalizar o recurso de todos, aos cuidados privados ou oficiais. São os doentes e estudantes ou suas famílias, que devem optar por quem lhes ofereça mais confiança e melhor preço. São os alunos e doentes ou suas famílias, que devem fazer a triagem entre público e privado e nunca os políticos. Defende um mercado a funcionar livremente, criando condições para uma escolha livre da parte dos utentes. Todos teriam acesso aos cuidados do ensino e saúde privados, sem excepção.

A ESQUERDA – Contínua a defender o público, amedrontando a população com o “papão” da gratuitidade falaciosa, a fim de deterem o controlo sobre milhares de profissionais de si dependentes, inclusive, na sua ascensão existência profissionais. Alguns políticos, muitas vezes impreparados ou manhosos,, querem e conseguem dominar legiões de profissionais, doentes, alunos e famílias no sentido eleitoral e político desejado, com medo de deixarem de poder manipular, os ingressos, e restante funcionamento do maior meio profissional deste país! 

Pode-se concluir que o evoluir desejado pela direita, lento e cauteloso, poderia a prazo reduzir o gigantismo de funcionários públicos e consequentemente reduzir a despesa orçamental do Estado para níveis bastante inferiores aos actuais.

Conseguido isto, seria possível baixar impostos e libertar os empresários e toda a população dos encargos exorbitantes que hoje têm de suportar com impostos. A economia ficaria muito agradecida pois, tornar-se-ia muito mais competitiva e dessa forma aumentariam as nossas exportações e diminuiria o défice da nossa balança de pagamentos ao exterior. Todavia a esquerda prefere continuar a agitar o falso “papão”da gratuitidade dos serviços. O “emprego” dispararia! Os precários não páram, aumentam sem parar e os impostos também!

António Reis Luz

 

 

 

 

SERVIÇOS, TENDÊNCIALMENTE GRATUITOS ?

 

É fundamental a existência de serviços públicos e a garantia do acesso de todos a serviços de qualidade, independentemente das suas condições económicas e do seu sexo, sem qualquer discriminação, o que pressupõe serviços nacionais de saúde públicos gratuitos, ou tendencialmente gratuitos, e educação pública de qualidade normal e também gratuita para todos.

Isto, sendo importante, é uma burla para ganhar votos, que a ESQUERDA, utiliza. A pergunta que se coloca é esta: Algum governante põe dinheiro do seu bolso para pagar seja o que for? Não, alguns se puderem ainda tiram!

Então, tendencialmente ou totalmente gratuitos, estes serviços são pagos pelo Orçamento do Estado. Através de impostos, directos ou indirectos. Impostos, essencialmente pagos pela população e pelas empresas privadas.

NADA HAVERÁ A OPOR CONTRA ESTE PRINCÍPIO. NADA TEM QUE VER COM ESQUERDA OU DIREITA! Desde que os nossos governantes sejam competentes e não gastem excessivamente em muitas coisas desnecessárias ou supérfluas, desde há muito este princípio poderia estar em prática, se não tivéssemos um ESTADO ESBANJADOR! E MANIPULADOR!

O problema é que temos esse Estado esbanjador e cheio de despesas desnecessárias, mesmo acima de todo o sector privado que cria a riqueza deste Portugal!

Esta dimensão que é, isso sim, propriedade da ESQUERDA, para alimentar clientelas eleitorais e os famosos «boys»!

OS MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DA EDUCAÇÃO têm cada um, o seu orçamento anual, de resto, como todos os outros. Servem para prover à população na sua saúde e na educação dos homens e mulheres de amanhã. Se quisermos saber quanto custa cada doente (consulta) e cada aluno num dado ano, é fácil: basta dividir o orçamento anual da saúde e da educação respectivamente pelo número de consultas e de alunos. Em termos médios teremos um valor gasto pelo Estado por unidade. Deste modo se comprova a mentira da ESQUERDA.

Estes serviços nunca são gratuitos, são pagos pelos nossos impostos! O EMBUSTE da esquerda é facilmente compreendido por todos.

Agora o problema que se levanta é outro! É saber que tipos de serviços se podem prestar à população. Aqui sim, entra a ideologia e começa a diferença entre ESQUERDA E DIREITA.

António Reis Luz

UM SENHOR CHAMADO PORTUGAL

 

Não sei se ainda é um senhor, ou mesmo Portugal! É um país sempre à beira da bancarrota. Mais parece uma criança grande atormentada por pesadelos e muitos complexos. É tudo isto que não o deixa ser feliz como criança. Mas o presente e o futuro desta criança atormentada, que convive com tantas outras igualmente atormentadas e sem auto-estima, não depende só dos défices, dos endividamentos, das cativações, das rendas e das obras públicas! Depende acima de tudo de todas estas crianças sem auto-estima e mal almoçadas, e ainda mais dos idosos sem medicamentos, muito maltratados, com carências alimentares, que vivem neste pobre até a morte chegar. Vivem mal neste país que arde de fio a pavio! Ninguém os estima ou, sequer, os admira!

Dependem mais ainda, das suas tomadas de decisão na escolha dos políticos que governam este país. Embora nada saibam sobre aqueles em quem lhe mandam votar!

Será o caso daquela outra criança triste, desmotivada e complexada, que um dia abordou o seu professor para desabafar sobre os seus medos e angústias.

Ter-lhe-á dito: “ vivo triste e sem confiança em mim. Ninguém quer ouvir o que digo e até se riem quando falo, por favor ajude-me."

O professor prometeu ajudá-la mas, primeiro, ela tinha de o ajudar a ele. Preciso urgentemente de dinheiro, muito dinheiro. Uma moeda em ouro não chega. Pega neste meu anel e vai ao mercado. A todas as pessoas que lá encontres pede-lhes que comprem o anel. A criança, feliz por poder ser útil, assim fez. A todos pediu que lhe comprassem o anel por uma moeda de ouro.

De todos ouviu gargalhadas, palavras provocadoras e só um velhinho triste e enrugado lhe ofereceu três moedas de prata, porque mais não tinha para dar.

A criança voltou e com tristeza informou o professor do fracasso. Então o professor pediu-lhe de novo que fosse a uma joalharia e pedisse que lhe avaliassem o anel.

Assim fez o jovem. O joalheiro disse-lhe que o comprava e lhe dava 58 moedas de ouro. Todavia, informou-a de que com mais tempo lhe poderia dar 70, que era o seu valor real! O menino não vendeu conforme estava avisado pelo professor.

Informado da situação o professor replicou:” como podes ver só quem sabe avaliar consegue saber o valor real de qualquer pessoa ou coisa. É por isso que não deves importar-te com aquilo que os outros dizem de ti”. O defeito é deles.

 

Retomando o senhor Portugal e a sua bancarrota para longos anos, mais os défices e os endividamentos a corrigir, e os fogos a apagar, são as decisões que os portugueses tomam em democracia na escolha dos seus representantes políticos, que estão na origem do actual estado do país. Os portugueses são crianças que não têm conhecimentos para poder avaliar esses ditos políticos que lhe põem à frente.  E, normalmente erram, por desconhecerem quais as qualidades que deveriam ter para desempenhar funções de tanta responsabilidade num governo.

Por esta razão, deixo uma sugestão ao Governo, se ele a quiser entender como válida.

E essa é outra história mais complicada. Bom, sugiro que com o dinheiro gasto nas auto-estradas e escolas novas, em diplomas sem validade, ordenados e reformas chocantes, se invista em formação cívica para todos os portugueses.

Formação que de uma forma muito simples, mesmo sem refeições especiais, explique o que é a política e os ideais que ela tem de atingir e como se cria riqueza e como ela deve ser distribuída por todos. Quanto a despesa, mais devagar, fugindo da bancarrota como o "diabo da Cruz". Só se gasta aquilo que temos e com moderação!

Os nossos idosos, são o símbolo máximo do trabalho de uma vida e do respeito pelos outros!

Por tudo isso, e como respeito por toda a população, os nossos idosos seriam os primeiros a ensinarem aos outros portugueses tudo à cerca de civismo e amor ao próximo. Eles aprenderam com a vida, os sacrifícios e o respewito pela verdade. 

António Reis Luz

 

 

 

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