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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Uma rua estreita

 

Por vezes, até uma rua estreita pode ser o futuro que se almeja! As ruas largas têm muitos caminhos onde nos perdemos, a rua estreita, essa mesma, não nos deixa espaço para nos desvarios e encurrala-nos até ao patamar que queremos alcançar com justiça. O homem não teria alcançado o possível, se inúmeras vezes não tivessem tentado atingir aquilo que lhe parecia impossível!

O ÍDOLO DA TERRA

 

Se quisermos associar o nome de uma pessoa ao da povoação de Linda-a-Pastora, a escolha só pode recair, obrigatoriamente, em Cesário Verde.

Este poeta constitui uma figura de grande referência para as gentes desta bonita povoação, mesmo tendo nascido em Lisboa. Tinha Cesário Verde apenas dois anos, quando a sua família optou pelo refúgio numa quinta desta terra, na sequência de uma perigosa epidemia que grassava em Lisboa.

Por aqui ficou o pequeno Cesário Verde na companhia de uma sua irmã, um ano mais nova. E de outros dois irmãos entretanto nascidos. Para frequentar a escola, este poeta deslocava-se diariamente a pé dali até à Cruz Quebrada onde tomava o “americano” até Lisboa. Os anos passados nesta terra deixaram em Cesário Verde marcas profundas e indeléveis, de tal forma, que manteve durante toda a sua vida uma íntima e marcada lembrança dos tempos em que viveu na companhia constante da natureza e do campo. Enquanto acompanhava a exploração agrícola que o seu pai fazia na quinta, foi desenvolvendo um espírito observador e atento a todos os pormenores do meio ambiente que o rodeava. Passados poucos anos, era ele próprio que orientava os negócios da quinta.

Cesário Verde foi e é, indiscutivelmente, a figura daquela povoação. Edificada nos socalcos da encosta de um monte elevado e pedregoso. Noutros recantos bucólicos deste lugar, descobrem-se muitos canteiros de flores e, aqui e ali, há muitos outros locais que convidam ao descanso e reflexão.   

 

Influenciamos e somos influenciados

 

Julgar os humanos é atitude que nunca deveremos ter, isso, só Deus o poderá fazer! Mas também nunca deixaremos de, através dos nossos «pensamentos projectados», influenciar os nossos possíveis irmãos receptores, a defenderem a verdade e a justiça, desempenhando todas as lutas contra organizações que, em concreto, façam mal às pessoas directa ou indirectamente. Teremos de nos lembrar, de que quando projectamos energia para alguém, estamos a criar com isso, um vazio em nós mesmos, vazio esse que, se estivermos ligados ao universo, será imediatamente preenchido. Uma vez que comecemos a dar energia constantemente aos outros, receberemos sempre mais energia do que aquela que alguma vez poderíamos dar. Veja-se como os passarinhos se alimentam do chão, o dia todo. Os humanos, mesmo de óculos, não conseguiriam enxergar tanta comida perdida pelo chão.

Negócios e Governantes

 

DN - 02.08.08

O Governo é uma "direcção comercial de luxo", disse o ministro Manuel Pinho. O Governo vai tratando dos negócios, com Chávez ou com Khadafi, mas também com a Intel e a Embraer. O Governo tem ideias, projectos e "estratégias" empresariais. Vamos ter o carro eléctrico, o TGV e o portátil português. O Governo tem caprichos, a que chama "visão estratégica". Não há qualquer noção de risco ou rentabilidade. O povo paga.

O Governo acredita que gere o País como se fosse uma empresa. Mas um país não é bem uma empresa. Um país é composto por milhões de indivíduos e milhares de empresas com interesses e objectivos conflituantes. Uma empresa tem um número limitado de objectivos coerentes entre si. Pode ser dirigida num dado sentido de forma consistente. Os cidadãos e as empresas de um país têm uma infinidade de objectivos. Um governo que define objectivos para toda a economia, que escolhe projectos e que favorece empresas está a tomar partido pelos objectivos de alguns portugueses, penalizando os restantes. A função do Governo não é essa. A função do Governo é defender o interesse geral, respeitando regras gerais e abstractas que permitam a todos os agentes prosseguir os seus objectivos económicos em pé de igualdade.

Este Governo comporta-se de facto como uma direcção comercial. Vai tratando de casos, de pequenos interesses, de forma arbitrária. O Governo não se submete nem aceita leis gerais e abstractas. Tem produzido uma infinidade de leis especiais, isenções fiscais e facilidades burocráticas destinadas a beneficiar projectos concretos e empresas específicas. Mas se o Governo toma partido no eterno confronto entre as várias facções da sociedade, quem é que desempenha as funções de árbitro? Se o Governo cria privilégios e leis especiais, quem deve combater os privilégios e promover a justiça e a igualdade perante a lei? Se o Governo quer ser empresário, a quem cabe o papel de regulador imparcial da economia? Quem é que cuida do interesse geral? Quem é que desempenha as funções próprias de um governo?

Investigador em biotecnologia
jmirandadn@gmail.com

 

ESTENDER A PASSADEIRA

 

Confesso que é uma expressão que causa, certamente, calafrios a qualquer pessoa de bem. Num mundo em que vivemos, no qual a condição humana é tão perene, serão muito poucos aqueles que poderão merecer que se lhes estenda a passadeira. E esses, se fosse o caso, seriam exactamente eles próprios, os primeiros a recusar tal honraria!

 

Uma passadeira estendida só para o criador deste universo fabuloso em que vivemos.

 

Claro, que não penso ser merecida tal honraria, para aquele Presidente de Junta que mandou pintar uma passadeira, mesmo à sua porta! Ou que sejam necessárias tantas passadeiras de peões, como já se viram pintadas nas ruas de um pequeno bairro da minha terra!

 

Todavia, se pensarmos num acto heróico de alguém que pôs em risco a sua própria vida para salvar quem nem conhecia, neste alto serviço público já o caso muda muito de figura, deveremos obrigatoriamente estender a passadeira, de preferência vermelha.

 

Na freguesia de Queijas, por exemplo, temos uma instituição sediada em Linda – a – Pastora com largo prestigio internacional, e que muito nos honra. Oficialmente designa-se por Congregação das Irmãs Hospitaleiras da Imaculada Conceição, quem as conhece integra-as na Obra Social Madre Maria Clara. Existem desde 1871 e fixaram-se em Linda - a - Pastora por volta de 1990. Prestaram e prestam um apoio quase invisível mas, sem o qual, muita gente passaria por grandes dificuldades.

Madre Maria Clara do Menino Jesus (1843-1899) sempre impelida pela mesma ânsia de a todos socorrer, enviou as suas Irmãs a Angola, em 1883, à Índia em 1886, à Guiné e a Cabo Verde, em 1893 e nunca mais parou. Nos sete bairros de barracas na ex- Freguesia de Queijas, animaram, acarinharam e deram todo o seu apoio àquela gente toda que vivia em barracas e dormia no chão!  

        

Sob o lema " Onde houver o bem a fazer, que se faça ", a obra da Congregação é muito vasta e a partir da antiga Quinta de Cesário Verde, em Linda - a – Pastora, são hoje geridas obras espalhadas pelo mundo fora: Pontevedra, Roma, Bombay, Margão-Goa, Philippines, Salvador da Baía etc.

A fundadora desta “ Obra “ tem, merecidamente, uma estátua em Queijas e a sua instituição é igualmente merecedora que se lhe estenda a passadeira vermelha.

 

Parece-me, por isso, de elementar justiça que na frente da sua entrada principal seja recolocada uma passadeira de peões ( já lá esteve) de modo a tornar mais fácil a vida destas Irmãs que diariamente se deslocam às paragens dos transportes públicos, muitas vezes para irem ajudar quem necessita.

 

Ao contrário dos nossos políticos, não têm bons carros de serviço, nem reformas douradas. Andam a pé e vivem modestamente como toda a gente.

 

Aos autarcas, exige-se uma política de proximidade, sempre atenta, a quem presta grandes serviços públicos, as mais das vezes a troco de pouco ou nada. Muitas vezes até, a troco de difamações repelentes e nojentas!

 

António Reis Luz

Inconformismo

 

Inconformismo é hoje a palavra eleita. Porque ser inconformista é acima de tudo ser um homem de bem. É nunca estar conformado com o mal dos outros. É querer para o próximo uma sociedade melhor, sem privilégios de grupos. É um homem que assina por baixo, tudo o que escreve e diz.

Ao contrário, há os outros. Aqueles que só querem privilégios para si e para os amigos. Aqueles que se escondem para planear aquilo que diz respeito a todos os portugueses. Aqueles que nunca assinam, mas enviam, de forma mesquinha, mensagens anónimas. 

 

Vamos então falar do povo, cujo sofrimento causa inconformismo às pessoas de bem. Para tal, falaremos dos interesses da população de Queijas, especialmente, daquela que veio para esta terra expulsa da cidade grande. Que encontrou lotes minúsculos, para casas minúsculas. Ruas onde mal cabiam dois carros, porque era suposto nunca virem a ter carro próprio. São todos aqueles homens de bem que , depois de uma dura vida de trabalho, hoje, estão sentados no banco dos jardins, sem flores, de Queijas. São estes que nos causam inconformismo, porque os outros que vieram depois, são conterrâneos, mas não precisam tanto de nós !

 

São, também aqueles que andam nos transportes públicos. Transportes esses que mal cabem nas nossas ruas. Aqueles que para se deslocarem a Lisboa, suportam uma caminhada do terceiro mundo ! Pagam caro a pouca comodidade e pontualidade, das muitas camionetas que trazem e levam centenas de habitantes desta vila por dia. Caminonetas que, há longos anos não têm onde parar, para " fazer horário". Onde os motoristas ao estacionarem as camionetas, não têm onde fazer as necessidades mais básicas ! Têm de as fazer contra os muros das vivendas. Falam alto e desabridamente com os colegas, não deixando os moradores descansarem. São, também,  vitimas do mesmo desleixo e falta de respeito, como os nossos moradores. Há um sanitário, que ninguém utiliza, junto ao mercado. Os técnicos da CMO quando decidem, não escutam a vontade e o saber da população!

 

As muitas carreiras com início e termino em Queijas, estacionam no início da R. Mouzinho da Silveira. Mesmo a seguir à curva! Rua com dois sentidos ! O espaço da rua, na largura, também, mal dá para outro carro passar! Esta é uma rua de acesso aos bairros das Ilhas e  Cheuni.

A ninguém ocorreu que se aquele trajecto de hoje, se fizesse ao contrário, poderia ter sido encontrada uma solução barata. Quando se diz ao contrário, diz-se seguindo até à R. Angra do Heroismo/ R. dos Açores e descendo a Mouzinho da Silveira que, no seu final, teria uma faixa larga, à direita, para estacionar. Teria, se não a tivessem ocupado para estacionamento de carros. Queijas precisa de parques de estacionamento subterrâneos. Para já.

Nesse local, ainda há um pequeno lote de terreno cheio de ervas altas, ( o habitual) que poderia ser aproveitado em pequenas instalações do serviço terminal. Não precisaríamos de mais. Não ambicionamos um caro  "Terminal". Precisamos que saibam que existimos!

Mas choca e causa um certo inconformismo, ler as notícias do jornal de hoje e comparar :

 

" A Carris vai investir cerca de cem mil euros numa campanha multi-sensorial, que se traduz por autocarros com cheiro a manjerico, limão e brisa do mar, música ambiente e uma textura resistente em todos os assentos ! O objectivo é ganhar clientes e tornar as viagens mais agradáveis aos utentes."

 

Na semana da mobilidade humana, quando leio isto, e penso nas pessoas da freguesia com dificuldades motoras, fico cheio de inconformismo, para não dizer revolta. Se isto é saudável ou doentio, pouco me importa, basta-me sentir que é injusto !

 

António Reis Luz

 

O Senhor Martinho

 

luzdequeijas

 

O senhor Martinho como podia ser Maurício ou Malaquias. Falo de um senhor bom, que serve a sociedade desinteressadamente. A todos estes senhores o meu profundo respeito. Que Deus os abençoe. São homens assim que dão sentido à vida! E a vida, só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida, olhando-se adiante.

 

Olhando-se a partir de hoje, sente-se o Outono a chegar. Com ele, as vinhas pedem-nos a vindima, cheira a chuva e ao perigo da dizimação do belo néctar das uvas! São as vinhas do Senhor narradas no evangelho. É o agricultor que, aflito, desce ao terreiro para contratar homens para a colheita. Estavam lá dez que logo foram contratados. O soldo oferecido foi alto. Com o sol a nascer começaram a faina. O agricultor em cada duas horas voltava ao terreiro, para levar mais trabalhadores. Lá foram 4 ou 5 de cada vez, até ao fim do dia. Sol-posto chegado, o capataz começou a fazer o pagamento. Os primeiros 10 receberam o dinheiro combinado para sol a sol. Os outros receberam igual. Aqueles que tinham feito todo o tempo de trabalho sentiram-se prejudicados. Daqui nasceu o abismo entre o julgamento divino e o julgamento humano! Para Deus aquele dia de trabalho, mais não era que um micro segundo da existência eterna! Para os trabalhadores era um dia sofrido de trabalho!

É a eterna história de nós julgarmos que a chuva que Deus nos dá é de graça! Esquecendo-nos que o Senhor ao dar a água não dá os canos. Cada vez mais caros.

Vamos, então, julgar o estimável desempenho do senhor Martinho, com outros casos que fazem parte da história recente da nossa freguesia.

 

Abordemos a rápida proliferação de barracas em Queijas, nomeadamente a partir dos anos sessenta, do século XX:

Como causas maiores estavam na sua origem, a vinda de muitas pessoas da província para a Grande Lisboa à procura de emprego, que a industrialização e construção civil ofereciam, embora, com salários pouco compensadores.

Em consequência do mesmo facto, as rendas a pagar por apartamento em Lisboa, tinham subido a preços incomportáveis para a maioria das pessoas recém- empregadas e ainda por cima, desenraizadas.

A solução foi, sem alternativa, a procura de casa na chamada periferia da capital para muitos, e também para muitos outros, o recurso aos bairros de barracas em terrenos do alheio, mas por vezes de aluguer.

Foi isto que aconteceu em Queijas, como de resto em muitos outros lugares dos arredores da cidade de Lisboa. Todo o panorama se viria a agravar, muitíssimo, com o decorrer dos anos, nomeadamente depois da descolonização, posterior ao 25 de Abril de 1974. Não foram só os portugueses a regressar a Portugal, vindos de todas as ex-colónias, como milhares de pessoas que eram naturais daquelas colónias, que hoje são países independentes. Dos bairros de barracas de Queijas, Linda - a - Pastora e Senhora da Rocha, poderei dizer alguma coisa, porque os visitei várias vezes e, até lá convivi com os seus habitantes. Atendi diariamente os seus lamentos! Até lhes entregar umas chaves que nunca tinham tido! Da casa prometida e merecida.

Assim, tanto os Taludes de Queijas como o Beco dos Pombais, Eira - Velha e Atrás dos Verdes, em Linda - a - Pastora, mais a Senhora da Rocha, poderemos dizer, que descrever a realidade vivida nos bairros de barracas, não é tarefa fácil, dada a grande complexidade e promiscuidade que eles envolviam.

Uma existência sem um mínimo de dignidade, sem água, sem luz, sem condições mínimas de higiene, promiscuidade em família e com os vizinhos, etc.

Estas manchas de vergonha humana, estão hoje  desaparecidas, e dizia eu então: darão lugar, bem espero a jardins, a espaços de lazer, quem sabe, de inspiração, nesta terra de poetas.

Apagar da paisagem uma casa degradada, é acender uma vela de esperança, no seio de uma família, na mão de uma criança, substituir um bairro degradado por um jardim é um poema de fé.

Quando assim acontece, quando seis bairros degradados desaparecem, como que por encanto, do habitat duma freguesia, não temos senão que nos regozijar.

Que melhor maneira teria esta Freguesia de celebrar o Jubileu de 2000, do que a de extinguir o vitupério e vitoriar a solidariedade. Em nome da dignidade humana, Queijas pode hoje aspirar a ser Vila; sê-lo-á então, como noiva imaculada e radiosa. E Queijas também foi vila em 2001!

 

António Reis Luz

FILHOS OU ENTEADOS?

 

A cada dia que passa o mundo mostra-se mais exigente, como consequência as pessoas também exigem mais de si e dos outros.

"O regime livre, modalidade que permite aos funcionários dirigirem-se a qualquer médico e depois receberem uma comparticipação, levou quase 12 por cento das verbas."

 

O SNS deverá pôr-se a funcionar de tal modo que isto, seja uma realidade. Ninguém quer acabar com o SNS ou a ADSE, mas muita gente quer, com todo o direito,  que funcione de modo a permitir esta liberdade de escolha. SÓ ISSO, IGUAL PARA TODOS!

Mesmo nos descontos dos empregados e de todas as entidades empregadoras.

CARROS ESTACIONADOS AO SOL

 

POR ESSAS E OUTRAS É QUE, ÀS VEZES, PESSOAS SÃO ACOMETIDAS DE ENFERMIDADES GRAVES E NÃO SABEM A CAUSA.

 E nem se dá conta.....Olha o risco!

 Presta atenção!!! Isto é importante! 

Um carro estacionado na sombra durante um dia com as janelas fechadas pode conter de 400-800 mg de Benzeno. Se está ao sol, a uma temperatura superior a 16º C., o nível de Benzeno subirá a 2000-4000 mg, 40 vezes mais o nível aceitável...
                     
 
A pessoa que entra no carro, mantendo as janelas fechadas, inevitavelmente aspirará excessivas quantidades desta toxina.·
O Benzeno é uma toxina que afecta rins e fígado. E o que é pior, é extremamente difícil para o organismo expulsar esta substância tóxica.

Ar condicionado ou ar simples dos  Automóveis           
                  
O manual do condutor indica que antes de ligar o ar condicionado, deve-se primeiramenteabrir as janelas e deixá-las assim por um tempo de dois minutos,porém não especifica "o porquê", só deixa entender que é para seu "melhor funcionamento". 
                      
Aqui vem a razão médica:

De acordo com um estudo realizado, o ar refrescante antes de sair frio, manda todo o ar do plástico quente o qual liberta Benzeno, que causa cancro (leva-se algum tempo a dar conta do odor do plástico quente no carro). Por isto é importante manteros vidros abertos uns minutos.

Por favor não ligar o ar condicionado ou simplesmente o ar, imediatamente ao se entrar no carro.
Primeiramente deve-se abrir as janelas e depois de um momento, ligar o ar e manter as janelas abertas até uns minutos.


Além de causar cancro, o Benzeno envenena os ossos, causa anemia e reduz os glóbulos brancos do sangue.

Umaexposição prolongadapode causar Leucemia, e incrementar o risco de outros tipos de cancro.
Também pode causar um
 aborto. O nível apropriado de Benzeno em lugares fechados é de 50 mg/929 cm2. 

Assim, por favor, antes de entrares no carro, abre as janelas e a porta para que o ar interior saia e disperse esta toxina mortal.

Reencaminha, é muito importante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ONDE CHEGÁMOS E COMO CHEGÁMOS?

 

É difícil entender o que se passa com este país! No balanço dos mais de quatro anos deste governo socialista de maioria absoluta e de três de maioria relativa,  sente-se a convicção na população de que está a viver pior. Muito pior. E ainda vai piorar mais! Já não se fala dos últimos 15 anos, com 12 de sábia governação rosa. Estamos num país do “faz de conta”! Tudo se apaga, tudo se manipula! Vamos acreditar em quê? Os portugueses são os cidadãos mais pessimistas da EU (Euro barómetro - 2007) quanto ao seu futuro!

 Com o país à beira de uma explosão social e depois de um bloqueio de camionistas, que levou o PM a desabafar que sentiu o país muito vulnerável. De facto, os indicadores não mentem. O país está completamente endividado. A divida ao estrangeiro deve atingir este ano os 100 % do PIB. Este, em lugar de crescer a uma taxa alta para recuperarmos o atraso endémico que temos, começou a descer ou imobilizou! Os portugueses e as empresas nem se fala! Já perderam o sono. Ninguém tem ideia do rumo a seguir!

É um problema de liderança? É, mas não só. Guterres tinha currículo, mas faltava-lhe liderança forte e experiente. Era um homem honesto, mas isso só não chega. Bateu com a porta, com medo do pântano. Seria o pântano o próprio partido socialista? Provavelmente.Com um pequeno interregno, volta a mesma mentalidade pela mão do (Eng.) José Sócrates! Desta vez iria ser pior. Não havia currículo, nem experiência e o que havia era uma falsa liderança apoiada numa dialéctica desprovida da realidade.

Se o problema da liderança é fundamental, muitas outras condicionantes são indispensáveis. Um pensamento integrado e mobilizador precisa-se urgentemente. A economia será sempre o motor de um Estado social. Mas tal economia não pode ter qualquer actividade como “vedeta”. Investir por exemplo e só nos meios informáticos, desleixando tudo o resto! Qualquer treinador de futebol sabe que tem de pôr a equipa a jogar com os jogadores que tem. Não pode agarrar em meia equipa e mandá-la para a pré-reforma. É preciso contar com todos e saber de todos aproveitar os seus méritos. Mérito para conseguir uma produção de bens transaccionáveis, os tais que equilibram as contas do país. E neste campo terá de haver lugar para todos, pois tudo pode concorrer para este efeito a atingir. Por enquanto, estamos a importar a cada dia mais novas tecnologias!

António Reis Luz