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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Não há economias estanques

 

A questão da globalização do planeta – isto é, de pouco a pouco nos estarmos a tornar uma aldeia global onde a variedade de culturas e costumes seria substituída por uma monótona e enfadonha padronização – é um problema que remonta ao início da idade Moderna (com o começo de uma economia à escala mundial), sujeito a uma evolução histórica cumulativa e, há quem afirme, irreversível. Todavia, esta questão impôs-se de modo mais evidente na segunda metade do século XX, sobretudo após os anos 80, quando, com a afirmação do neoliberalismo, a Humanidade tomou consciência de quanto a economia se havia realmente mundializado.

De facto hoje em dia não há economias estanques. Expressões como “a indústria italiana” (ou outra) já não se referem, como antes, à indústria feita naquele país pelos seus nacionais, mas pode significar a indústria dominada pelo capital italiano produzido em várias partes do mundo, envolvendo técnicos e operários de várias nacionalidades. Nestes termos, uma crise na sede financeira afeta toda a empresa e as pessoas e economias a ela ligadas.

A GLOBALIZAÇÃO DO PLANETA

 

A questão da globalização do planeta – isto é, de pouco a pouco nos estarmos a tornar uma aldeia global onde a variedade de culturas e costumes seria substituída por uma monótona e enfadonha padronização – é um problema que remonta ao início da idade Moderna (com o começo de uma economia à escala mundial), sujeito a uma evolução histórica cumulativa e, há quem afirme, irreversível. Todavia, esta questão impôs-se de modo mais evidente na segunda metade do século XX, sobretudo após os anos 80, quando, com a afirmação do neoliberalismo, a Humanidade tomou consciência de quanto a economia se havia realmente mundializado.

De facto hoje em dia não há economias estanques. Expressões como “a indústria italiana” (ou outra) já não se referem, como antes, à indústria feita naquele país pelos seus nacionais, mas pode significar a indústria dominada pelo capital italiano produzido em várias partes do mundo, envolvendo técnicos e operários de várias nacionalidades. Nestes termos, uma crise na sede financeira afeta toda a empresa e as pessoas e economias a ela ligadas.

A DEMOCRACIA EM PRÁTICA

 

“A Nossa Democracia “

As palavras do atual presidente da Câmara do Porto (Rui Rio), são pela sua comprovada honestidade, um alerta de pessoa experimentada e amiga. Infelizmente fazem-nas passar despercebidas!

“A nossa sociedade está a atravessar uma perigosa crise de valores. Uma crise que todos sentimos nas mais pequenas coisas, quando, no dia-a-dia, constatamos que temos de conviver com uma permanente inversão de prioridades.

Hoje, já começa a ser difícil encontrar quem perceba que o interesse coletivo se tem sempre que sobrepor ao interesse individual. De forma perigosíssima, a sociedade aceita demasiadas vezes e de forma complacente que os interesses individuais ou de grupo ditem políticas que agridem o coletivo. Infelizmente são muitos, esses exemplos.”

Ouçamos ainda, alguém a quem chamam “Um lutador pela Liberdade”:

“Mário Soares arrasa Guterres”

“ As grandes coisas que poderiam ter sido feitas, não se vê onde é que elas estão. Em que é que progrediram os direitos das pessoas em concreto? Como é que melhorou o estado de vida daqueles que são os mais sacrificados? E a repartição da riqueza?

Realmente nisso não se avançou muito. Se não se avançou, em que é que é um governo à esquerda? É uma pergunta que se pode pôr, (.). É uma resposta difícil, não a sei dar. Mas sei que é uma pergunta que deve fazer refletir as pessoas de esquerda e eu sou uma delas. Sou uma pessoa que reflete sobre essas matérias. Se a esquerda, no governo, faz o papel da direita, não vale a pena votar na esquerda”

Acabámos de ouvir Mário Soares em discurso direto, na Antena 1. Esta notícia vem pôr-nos em cima da mesa mais dois chavões; a ESQUERDA e a DIREITA. Alguém saberá nos dias de hoje, explicar a alguém, que diferença existe entre estas duas palavras? Hoje ainda será assim?

A CASA DE CESÁRIO VERDE

Localizada na Rua Visconde Moreira de Rey, em Linda-a-Pastora, é hoje o que resta do simples casal rústico e da vivência bucólica do poeta Cesário Verde.

Denominada Quinta de São Domingos, ou dos Verdes, como é mais conhecida em Linda-a-Pastora, foi adquirida por Giovanni Maria Verde (bisavô do poeta, de origem italiana) em 1798, e correspondeu a uma extensa quinta sobre o Jamor, chegando a alcançar uma área de 3 hectares. A família Verde repartia a sua atenção entre os negócios da loja de ferragens, na Rua dos fanqueiros, e a atividade agrícola da quinta.

 



As epidemias que abalavam Lisboa, como "febre-amarela e a cólera", levam a família para o refúgio no campo. Reportando-se a esta época, Cesário Verde vem a escrever mais tarde:

"E o campo, desde então, segundo o que me lembro,

É todo o meu amor de todos estes anos
Nós vamos para lá; somos provincianos
Desde o calor de Maio aos frios de Novembro"

 

A José Anastácio Verde, ir com os seus para Linda-a-Pastora, teve resultado prático: aperceber-se do real valor da quinta, da qual futuramente fará o centro da atividade e da exportação dos produtos agrícolas. Cesáreo Verde, que desde rapazinho trabalhou no negócio de família ao balcão, iria dirigir a exploração da quinta e empenhar-se na compra de produtos de outros agricultores, e na direção da embalagem das frutas. A intensidade e as diferentes áreas exploradas, evidenciava um árduo trabalho. 

O espaço não se confinava à quinta: alargava-se a outras propriedades, inclusive na área onde veio a construir-se o forte prisão de Caxias. Na casa de Linda-a-Pastora passou sucessivos verões e, nos últimos anos, até invernos quase inteiros. Ainda há quem o considere o poeta de Lisboa. De Lisboa e de Linda-a-Pastora. A propriedade manteve-se na família até 1955. Hoje, o que resta da antiga casa pertence à Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras. Um pequeno campanário, as argolas para prender os animais, e colunas de estátuas de pedra são alguns dos vestígios que remontam ao casal rústico da família Verde.

Em memória ficou:
- Uma lápide de homenagem de um grupo de amigos da Escola Ferreira Borges, onde se escreveu - "Nesta Casa viveu o grande poeta Cesário Verde (1855-1886) ", e -"O Prémio de Poesia Cesário Verde instituído pela Câmara Municipal de Oeiras, para premiar trabalhos de reconhecido valor poético".

A pedagogia da fé

 

A transmissão da fé não se faz só com palavras mas exige um relacionamento com Deus através da oração e da própria fé em acção. E nesta educação para a oração é crucial a liturgia, com o seu papel pedagógico, no qual o sujeito que educa é o próprio Deus e o verdadeiro mestre da oração é o Espírito Santo.

A Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos dedicada à catequese tinha reconhecido como dom do Espírito – para além do florescimento, em número e dedicação, dos catequistas – a maturidade registada nos métodos que a Igreja soube desenvolver para implementar a transmissão da fé e permitir aos homens viver o encontro com Cristo5. São métodos de experiência que envolvem a pessoa humana. Métodos plurais, que activam de modo diferenciado as faculdades do indivíduo, a sua inserção num grupo social, as suas atitudes, as suas dúvidas e procuras. Esses métodos assumem como próprio instrumento a inculturação5. Para evitar o risco de dispersão e de confusão inerente a uma situação assim tão diversificada e em constante evolução, o Papa João Paulo II recolheu por aquela ocasião um exemplo dos Padres sinodais e fez dele uma regra: a pluralidade dos métodos na catequese pode ser um sinal de vitalidade e de genialidade, se cada um destes métodos souber interiorizar e fazer sua uma lei fundamental que é aquela da dupla fidelidade, a Deus e ao homem, numa mesma atitude de amor5.

Ao mesmo tempo, o Sínodo sobre a catequese tinha como grande preocupação o de não perder os benefícios e os valores recebidos de um passado marcado pela preocupação de garantir uma transmissão sistemática da fé, integral, orgânica e hierárquica5. Por esse motivo, o Sínodo relançou dois instrumentos fundamentais para a transmissão da fé: a catequese e o catecumenado. Graças a eles, a Igreja transmite a fé de forma activa, semeando-a nos corações dos catecúmenos e dos que frequentam a catequese para fecundar as suas experiências mais profundas. A profissão de fé recebida pela Igreja (traditio), germinando e crescendo durante o processo catequético, é restituída (redditio), enriquecida, com os valores das diferentes culturas. O catecumenado transforma-se, assim, num importante centro de incremento da catolicidade e fermento de renovação eclesial.5

A revitalização destes dois instrumentos – o catecumenado e a catequese – destinava-se a incorporar aquela que foi designada como “pedagogia da fé”.5 A este termo é confiada a função de ampliar o conceito de catequese, estendendo-o àquele de transmissão da fé. A partir do Sínodo sobre a catequese, esta não é outra coisa que o processo de transmissão do Evangelho, assim como a comunidade cristã o recebeu, o compreende, o celebra, o vive e o comunica5. «A catequese de iniciação, sendo orgânica e sistemática, não se reduz ao meramente circunstancial ou ocasional; sendo formação para a vida cristã, supera – incluindo-o – o mero ensino; e sendo essencial, visa àquilo que é«comum» para o cristão, sem entrar em questões disputadas, nem transformar-se em pesquisa teológica. Enfim, sendo iniciação, incorpora na comunidade que vive, celebra e testemunha a fé. Realiza, portanto, ao mesmo tempo, tarefas de iniciação, de educação e de instrução. Esta riqueza, inerente ao Catecumenado dos adultos não batizados, deve inspirar as demais formas de catequese»5.

O catecumenado é entregue a nós, então, como o modelo que a Igreja recentemente assumiu para moldar os seus processos de transmissão da fé. Relançado pelo Concílio Vaticano II5, o catecumenado foi integrado em tantos projectos de reorganização e revitalização da catequese, como modelo paradigmático de estruturação desta tarefa de evangelização. Assim, o Directório Geral para a Catequese sintetiza esses elementos básicos, sugerindo as razões pelas quais tantas Igrejas locais se inspiraram neste paradigma para reorganizar as suas práticas de anúncio e de preparação para a fé, dando mesmo origem a um novo modelo, o «catecumenado pós baptismal»6, que recorda constantemente à Igreja a missão da iniciação à fé. Chama à responsabilidade toda a comunidade cristã. Coloca no centro de todo o percurso o mistério da Páscoa de Cristo. Faz da inculturação o princípio do próprio funcionamento pedagógico; é concebido como um verdadeiro e real processo formativo6.

  1. As Igrejas locais como agentes da transmissão

O sujeito da transmissão da féétoda a Igreja e manifesta-se nas Igrejas locais. O anúncio, a transmissão e a experiência viva do Evangelho realizam-se nelas. Mas não apenas isso; as próprias Igrejas locais, além de sujeitos, são também o resultado dessa acção de anúncio do Evangelho e da transmissão da fé, como nos recorda a experiência das primeiras comunidades cristãs (cf. Act. 2, 42-47): o Espírito reúne os crentes em torno das comunidades que vivem fervorosamente a sua fé, alimentando-se da escuta da palavra dos Apóstolos e da Eucaristia, gastando as suas vidas na proclamação do Reino de Deus. O Concílio Vaticano II fixa essa descrição como fundamento da identidade de cada comunidade cristã, quando afirma que «esta Igreja de Cristo estáverdadeiramente presente em todas as legítimas comunidades locais de fiéis, as quais aderindo aos seus pastores, são elas mesmas chamadas igrejas no Novo Testamento. Pois elas são, no local em que se encontram, o novo Povo chamado por Deus, no Espírito Santo e com plena segurança (cf. 1 Tess. 1, 5). Nelas se congregam os fiéis pela pregação do Evangelho de Cristo e se celebra o mistério da Ceia do Senhor “para que o corpo da inteira fraternidade seja unido por meio da carne e sangue do Senhor”».6

A vida concreta das nossas Igrejas têm tido a sorte de ver, no campo da transmissão da fé e, mais geralmente, no campo do anúncio, uma realização concreta e, muitas vezes, exemplar desta afirmação do Concílio. O número de cristãos que nas últimas décadas se entregou de modo espontâneo e gratuito ao anúncio e à transmissão da fééverdadeiramente notável e marcou a vida das nossas Igrejas locais como um verdadeiro dom do Espírito dado às nossas comunidades cristãs. As acções pastorais relacionadas com a transmissão da fétornaram-se um lugar que permitiu à Igreja estruturar-se em diferentes contextos sociais locais demonstrando a riqueza e a variedade dos cargos e dos ministérios que a compõem e que animam a vida do dia a dia. Em redor do Bispo assistiu-se ao florescimento do papel dos padres, dos pais, dos religiosos, dos catequistas, das comunidades, cada um com a sua própria missão e a sua própria competência6.

Junto a estes dons e aspectos positivos é preciso, no entanto, registar os desafios que a novidade da situação e as mudanças que o caracterizam colocam a várias Igrejas locais: a escassez da presença numérica dos presbíteros torna o resultado das suas acções menos eficaz do que se gostaria; o cansaço e o desgaste vivido por tantas famílias enfraquece o papel dos pais; o nível demasiado débil de partilha torna a influência da comunidade cristãevanescente. O risco éque o peso de uma acção assim tão importante e fundamental recaia apenas nos catequistas, játão sobrecarregados pelo peso do trabalho que lhes foi confiado e pela solidão com que se entregam a ele.

Como já foi mencionado no primeiro ponto, o clima cultural e a situação de cansaço em que se encontram várias comunidades cristãs corre o risco de enfraquecer a capacidade de anúncio, de transmissão e de educação para a fédas nossas Igrejas locais. A pergunta do apóstolo Paulo – «como acreditarão [...] se ninguém o anuncia? »(Rm. 10, 14) – soa aos nossos ouvidos hoje como muito real. Em tal situação, devem ser reconhecidos como um dom do Espírito a frescura e a energia que a presença dos grupos e movimentos conseguiram incutir na tarefa de transmitir a fé. Ao mesmo tempo, somos chamados a trabalhar para que estes frutos possam contagiar e comunicar o seu entusiasmo àquelas formas de catequese e de transmissão da fé que perderam o ardor inicial.

 

SER DEMOCRATA

 

Ser democrata não é, não pode ser, ir de longe, em longe, meter um voto na urna. Quase sempre para castigar algum partido, movimento ou simplesmente um político. Quem tem direito a votar, mais importante que isso, é acompanhar e inteirar-se da vida política do seu país. Quando se quer castigar alguma coisa ou alguém, qualquer cidadão deve mirar-se bem ao espelho! Ver se o mal da política, não estará nele próprio. Deve conhecer as leis que nos regulam e se não as respeitamos, então, o mal começa a ser nosso.

A lei estipula, para que haja decência na política e no país, que um candidato só permaneça três mandatos no poder! E, três mandatos já são demais. O ainda atual presidente da Câmara Isaltino de Morais já fez sete mandatos! Ser político não é, não pode ser, uma profissão. Estão em causa valores, como o respeito pelos impostos que todos pagamos com muito sacrifício. Após sete mandatos um político mete a mulher ou outra pessoa que se domine (sabe-se lá porquê), para continuar a deter um poder que já não é legal. As pessoas não respeitam a lei, não estão preparadas para perceber os meandros complicados da política, votam e metem no poder alguém que nunca deveria lá estar, e depois toca de castigar os outros pelos erros que nós próprios fazemos! Por fim, afirmamos que o fim da eternização no poder deve estender-se a toda a administração pública. Se alguém está preso, não terá sido por ter dado uma esmola a um pobre! Então, desrespeitando tudo e todos e saltando por cima das leis do nosso país, vamos querer eternizar no poder esse candidato, mesmo que por caminhos ínvios? 

A ETERNIZAÇÃO NO PODER

 

Ser democrata não é, não pode ser, ir de longe, em longe, meter um voto na urna. Quase sempre para castigar algum partido, movimento ou simplesmente um político. Quem tem direito a votar, mais importante que isso, é acompanhar e inteirar-se da vida política do seu país. Quando se quer castigar alguma coisa ou alguém, qualquer cidadão deve mirar-se bem ao espelho! Ver se o mal da política, não estará nele próprio. Deve conhecer as leis que nos regulam e se não as respeitamos, então, o mal começa a ser nosso.

A lei estipula, para que haja decência na política e no país, que um candidato só permaneça três mandatos no poder! E, três mandatos já são demais. O ainda atual presidente da Câmara Isaltino de Morais já fez sete mandatos! Ser político não é, não pode ser, uma profissão. Estão em causa valores, como o respeito pelos impostos que todos pagamos com muito sacrifício. Após sete mandatos um político mete a mulher ou outra pessoa que se domine (sabe-se lá porquê), para continuar a deter um poder que já não é legal. As pessoas não respeitam a lei, não estão preparadas para perceber os meandros complicados da política, votam e metem no poder alguém que nunca deveria lá estar, e depois toca de castigar os outros pelos erros que nós próprios fazemos! Por fim, afirmamos que o fim da eternização no poder deve estender-se a toda a administração pública. Se alguém está preso, não terá sido por ter dado uma esmola a um pobre! Então, desrespeitando tudo e todos e saltando por cima das leis do nosso país, vamos querer eternizar no poder esse candidato, mesmo que por caminhos ínvios? 

PACIÊNCIA DE JOB

 

Job era muito rico, tinha muitos bens, tinha esposa, tinha filhos, tinha criados e tinha muito gado, era muito rico mesmo. Depois, o demónio invejava aquilo tudo [e], pediu a Jesus que queria Job só para ele. E Jesus disse-lhe: 
- Não, Job não te dou o Job, dou-te os bens dele, vai-lhos tirando conforme entenderes. Então, o demónio, que [era] mauzinho, claro, diz coisas diabólicas e sempre más. Mas Jesus prometeu-lhe tudo menos a alma de Job por que a queria para ele. Vai daí, o demónio, hoje tirava-lhe uma filha, depois matava-lhe outra filha, matou-lhe também a esposa, e os filhos todos! Morriam fulminantemente.

Dizia a minha mãe que eles apareciam mortos, E depois ainda havia o gado, levou-lhe todo, matou-lhe tudo, tudo, tudo.

Então os vizinhos diziam assim: 
 - Ó Job...está a pagar pelos teus pecados!
 Porque naquele tempo diziam que quem fosse castigado o era pelos pecados que tinhamfeito:se alguma pessoa era má, tinha de ser castigada. Era Deus que castigava.

Mas não era Deus que castigava Ele não castiga ninguém, era o demónio, e foi aí que o demónio entrou. 
 Entrou, e levou os bens de Job

Só porque Job foi sempre sério, sempre seguro. E as pessoas então diziam assim: 
 - Ó Job, o que é que tu fizeste para Deus te castigar tanto?

Mas Deus não castiga, Deus deu e Deus vai tirando. 
 A ideia de Job era essa: Deus deu e Deus tirou. 
 Deus prometeu ao demónio para tirar a Job, até à última coisa menos a alma dele. Então aquilo desapareceu tudo até ao fim, até estar mesmo na extrema pobreza. 
E Job perguntou a Nosso Senhor: “o que é que ele queria mais dele”. 
 E Jesus respondeu-lhe: 
Quero a tua alma mas tu vais ter uma nova família. 
Assim, Deu-lhe uma nova esposa, e uma nova família, deu-lhe também uma fortuna mas não permitiu mais que o demónio se metesse na vida dele. E disse para Job: 
Quero a tua alma nunca mais a percas, nunca mais a deixes.perder. 
‘Deus deu e Deus tirou’, foi sempre firme até ao fim. É por isso nós dizemos assim: 
- Eu queria ter uma paciência como Job.

 

DEPRESSÃO

 

Perdão, o MELHOR de tudo é que é verdade...,.  Por isso é que gosto de ser HOMEM sem stress.
Nota: agora também era tarde para mudar.

FW: Porque é que depressão masculina é raridade!
Segundo um relatório que esta semana foi entregue no Conselho de Altos Estudos Científicos da Universidade do Michigan (U.S.A.), o resultado duma pesquisa liderada pelo famoso Prof. Dr. Morris A. Benson, apresenta o seguinte parecer final:

> Porque é rara a depressão masculina

> Não engravidam.
>Os mecânicos não lhes mentem...
>Nunca precisam procurar outra área de Serviços para encontrar uma casa-de-banho limpa.
Rugas são traços de carácter...
Barriga é prosperidade!
Cabelos brancos são charmosos...
Os sapatos não lhes apertam nos pés.

Conseguem ir sozinhos à casa de banho
As conversas pelo telefone só duram 30 segundos.
Para férias de 5 dias, apenas levam uma mochila.
Se na mesma festa aparecer outro com uma roupa igual, não há problema

Cera quente nem cheiro.

Ficam a assistir a um programa de televisão com um amigo, em total silêncio, durante várias horas, sem ter que pensar: "Ele já deve estar cansado da minha companhia"
Se alguém se esquece de os convidar para alguma festa, continua a ser seu amigo.
A roupa íntima que usa pode custar no máximo 20 euros (em pacotes de 3).
Três pares de sapatos chegam e sobram.
São incapazes de perceber que a roupa está amarrotada.
Usam o mesmo corte de cabelo durante anos, aliás décadas, sem problemas.
Meia dúzia de cervejas geladas e um jogo de futebol na televisão são o suficiente para passarem horas divertidos.
Os Shoppings Centers não lhes fazem falta nenhuma.
Podem deixar crescer o bigode.
Se um amigo lhes chamar gordo, careca, velhadas, etc, isso não lhes abala em nada a amizade. Aliás, é prova de uma grande amizade.
São capazes comprar os presentes de Natal para 25 pessoas, no dia 24 de Dezembro em, no máximo, 25 minutos!
Para um churrasco, só precisam de carvão, carne, sal grosso, uma faca e uma tábua e, no máximo umas calças, para limpar os dedos sujos de
gordura

E o pior, é que tudo isto é verdade....
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DEPOIS DO CAOS, TEREMOS O PARAÍSO?

 

Os cálculos sobre a Teoria do Caos são hoje utilizados para estudar os fenómenos meteorológicos, o crescimento das populações, as variações no mercado financeiro e os movimentos de placas tectónicas, etc. A Teoria do Caos levou ao conhecimento do chamado “efeito borboleta“, apresentado pelo matemático Edward Lorenz, em 1963.

Talvez cansadas da normalidade, as sociedades humanas parecem estar, ou estarão de facto, em permanente mudança! Tal mudança decorre em boa parte de um modo escondido, embora a parte restante, seja possível ser reconhecida por qualquer humano no seu dia-a-dia. Porque decorrem estas mudanças já será de explicação mais problemática. Todavia, a fome de mudança gira à volta de tudo aquilo que envolve o ser humano. Desde os modelos automóveis, às roupas, penteados, sem podermos esquecer as novas tecnologias, divórcios etc. Os fatores que originam esta loucura na mudança, a montante ou a jusante, do ato em si próprio, poderão ser vários e serão mesmo; desde a promoção do consumismo até ao horror que a normalidade produz na maioria do ser humano! Algumas das muitas formas da fuga à normalidade chegam mesmo ao ridículo, roçando muitas vezes o caricato! Será ainda de mencionar as muitas e aberrantes estravagâncias no uso dos mais variados objetos de consumo corrente!

Parece haver uma enorme vertigem de mudança e até de destruição de tudo que é normal e corrente. O sacudir valores sobejamente consagrados ataca toda a humanidade e em especial a classe política, Por outro lado o mundo em que vivemos, vai anualmente cumprindo as suas rotinas de milhares ou milhões de séculos. Que efeito provocará no mundo, esta febre atual de mudar só por mudar?

Aparentemente está-se a seguir no encalce do caos total no planeta Terra. Ou será que antes desse fim, os humanos, para continuarem a mudar, tentarão a caminhada de regresso aos valores e à normalidade como virtude indispensável?

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