Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O ENTARDECER

O ENTARDECER

PESSOA CASCA GROSSA?

 

SERÁ UMA PESSOA RUDE …. Sem muita educação. E não só!

O “casca grossa”, será uma pessoa que debita palavras e mais palavras, dizendo tudo o que pensa, mas sem se preocupar com quem o escuta. Também se diz, de quem não tem “papas na língua”!

O “casca grossa” é normalmente alguém, difícil de aguentar.

A escolaridade ou a condição social, pode nada ter a ver com ele…. Muitas vezes, apresenta-se polida, muito por conveniência do próprio. Mas na hora em que se sente apertado, a “casca grossa” salta, empurrada pela emotividade.

Este é o seu lado, mais detestável!

Pode-se optar por este caminho, ou por outro com educação, é tudo uma questão de controlo e aprendizagem.

Em boa verdade todos nós devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados, melhor dizendo, educadamente.

Até os “casca grossa”, gostam de ser bem tratados, ou seja, com educação.

A vida é uma rápida passagem, e toda a gente deveria ser gentil. Dado que a gentileza gera gentileza.

Viver em paz, é um começo para nós ajudarmos a mudar este mundo, cheio de “cascas grossas”. Viva a vida…

Quando me amei

 

Estava um velhote dando de pastar ao seu rebanho de ovelhas quando de repente lhe aparece pelo inóspito caminho, um reluzente todo o terreno Navigater 4-4 full equip , o qual se detém frente ao velhote e sai um jovem de menos de trinta anos.

Fato preto, camisa da mesma cor tipo “Hugo Boss” sapatos “DKNY” aproxima-se do velho e diz: Sr. Se eu adivinhar quantas ovelhas tem no seu rebanho oferece-me uma? O velho responde com alguma surpresa: “ Sim pode ser.”

Então o jovem volta ao seu 4-4 , tira um Toxiba, Tecra 9ooo Pentium, IV a 3,2  Ghz com 1 Gb  de RAM., entra numa base de dados de 500 Mb, entra numa página da NAZA.

Através do GPS, identifica a zona exata, onde está o rebanho, calcula a média histórica do tamanho de uma ovelha tipo “ Merino” através de uma tábua dinâmica de Excel. E com a execução de algumas Macro, personalizadas em Visual Macro acaba por completar um diagrama de fluxo. Depois de 20 minutos, diz ao velho: Você tem 1347 ovelhas, 256 machos, e 1091 fêmeas, e quatro podem estar prenhas.

O velho assombrado disse: que efetivamente assim era. E que podia levar uma ovelha. Jovem pega um dos animais

QUANDO “ELA””SE APRESENTA

 

Cheia de emergência e com uma injeção de liquidez na mão, vai sobrar para uns tantos. Afinal, quem anda à chuva molha-se!

Nada de maus pensamentos fala-se, tão-somente, das cedências de liquidez de emergência conhecidas por “ELA” (Emergency Liquidity Assistancy).

Na terminologia da política monetária europeia, são empréstimos realizados pelos bancos centrais nacionais a instituições financeiras com problemas de liquidez. São operações, normalmente envoltas em, secretismo para não criar pânicos nos bancos e gerar alguma corrida a um banco assistido.

Muito se tem falado, ultimamente, deste assunto e até num hipotético banco que se poderia chamar de “banco do meu avô”.  

Compete especialmente ao Banco de Portugal "velar pela estabilidade do sistema financeiro nacional, assegurando, com essa finalidade, designadamente, a função de refinanciador de última instância". Assim, o Banco exerce a supervisão prudencial das instituições de crédito, das sociedades financeiras e das instituições de pagamento. O Governador do Banco de Portugal preside ao Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, entidade que integra o Banco de Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e o Instituto de Seguros de Portugal.

O Banco de Portugal exerce também a supervisão da atuação das instituições na relação com os seus clientes – supervisão comportamental. Neste âmbito, o Banco de Portugal intervém no domínio da oferta de produtos e serviços financeiros – para que as instituições atuem com diligência, neutralidade, lealdade, discrição e respeito no relacionamento com os clientes – e também ao nível da procura de produtos e serviços – estimulando e difundindo informação junto dos clientes bancários, promovendo uma avaliação cuidada dos compromissos que estes assumem e dos riscos que tomam.

Uma iniciativa importante do Banco neste domínio foi a criação do Portal do Cliente Bancário – que permite, entre outras funcionalidades, a apresentação de reclamações sobre as instituições supervisionadas ou de pedidos de localização de ativos financeiros em caso de morte dos respetivos titulares.

Pondo de lado o mundo da alta finança, demasiado complicado para um simples cidadão, toda esta regulação, tão dispendiosa para o povo, deve certamente servir para lhe dar uma certa tranquilidade quando aplica as suas parcas poupanças nos balcões de uma entidade bancária de prestígio. Se assim não fosse, decerto, que o regulador poderia avisar atempadamente os portugueses de todas as classes de algum perigo que andasse no ar. É até de supor, que tal entidade reguladora, deveria estar atenta àquilo que se vende aos balcões das entidades bancárias nacionais.

Pelos acontecimentos recentes, tudo faz supor que tal informação não tem sido oferecida às classes mais “frágeis”, ou seja, reformados, trabalhadores menos experimentados nas lides financeiras, no fundo aqueles que estão neste momento a pagar toda a austeridade e demais efeitos perniciosos da crise, ou seja dos erros políticos!

Lembro que quem tem cortes em reformas pagas numa vida de trabalho, mais situações anormais de desemprego, mais brutais aumentos de impostos, etc. tem de estar protegido quando faz aplicações como “obrigações” vendidas nos balcões de entidades reguladas a peso de ouro!

A grande maioria dos portugueses que estão a pagar esta enorme austeridade, desconhecem o teor da Lei que regulamenta por exemplo as tais obrigações.

Por razões óbvias vão a um balcão e acreditam naquilo que quem o atende lhe assegura! Será que é bem-informado? Quanto a situações de falta de liquidez e de outros tipos similares, quem o informa atempadamente? Será justo que ainda tenha que arcar com falências fraudulentas? Mal, mesmo muito mal irão as coisas se assim for!

A GUERRA FRIA

 

A Guerra Fria foi uma disputa entre os Estados Unidos e a União Soviética, um país capitalista e outro socialista, que teve fim no ano de 1989.

Foi caracterizada pela disputa entre Estados Unidos e URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), principalmente a Rússia, após a Segunda Guerra Mundial, onde ambos os países tentavam mostrar a superioridade dos seus respetivos sistemas económicos.

No entanto, esta caracterização pode ser considerada válida, mas com uma série de restrições, apenas num período imediato após-segunda Guerra, até à década de 1950 e logo depois nos anos de 1960 o bloco socialista decidiu dividir-se entre as décadas de 1970 e 1980, onde a China comunista se aliou aos Estados Unidos numa disputa contra a União Soviética.

Por este motivo, o mundo acabou sendo “dividido” em dois blocos: O capitalista, dominado pelos norte-americanos, e o socialista, comandado pelos soviéticos. Sendo assim, este período também ficou marcado pela corrida armamentista que durante 40 anos deixou o mundo diante da ameaça de uma guerra nuclear.

Influência do homem sobre os regimes

 

Os estudiosos, normalmente preocupam-se em analisar a acção e influências que o homem exerce sobre o meio em que vive. Concordo e reconheço a importância desse conhecimento. Todavia a análise e o estudo do inverso, não será menos importante, antes pelo contrário. A influência do meio ambiente sobre o Homem é decisiva na formação do seu carácter e da sua personalidade, nomeadamente no período da infância e adolescência. Depois fica.

O que se passa nos grandes centros urbanos é certamente diferente daquilo que se passa na vivência diária de uma quinta. Nesta, não existem factores, como nas cidades, que desliguem ou afastem as pessoas da forte influência da natureza.

Também as crianças se habituam a viver com a dureza da mãe natureza!

Nas grandes cidades, talvez que sejam mais determinantes outros coisas como, clubes desportivos, associações culturais e o próprio ambiente familiar, onde as pessoas são obrigadas a recorrer, pois a rua é só de passagem.

As Correntes radicais

Depois de um enorme e insistente fervor ateísta, assistimos agora, impotentes, a uma transformação subtil e perigosa de algumas correntes radicais a favor de uma desconstrução da nossa cultura europeia e ocidental! Com isso, todas as sociedades ocidentais estão a entrar em perda de harmonia estrutural, logo de solidez. E, por isso, eles, na sua actuação, estão a comprometer o presente e o futuro desta nossa milenar civilização.

Tais correntes radicais são certamente o expoente máximo de um bem-estar social a que chegou esta nossa cultura e que é hoje tomado por elas como escasso e também considerado, como um dado adquirido num mundo repleto de incertezas no futuro.

Os sistemas de ensino entraram, em Portugal, numa desencantada e vazia fonte de aprendizagem não dando aos alunos uma perspectivai real da cultura que nos trouxe até aqui, perdendo-se ultimamente em preocupações “revolucionárias”, sobre figuras ou conceitos de um passado recente, preocupações bem pequenas e irrisórias quando comparadas com uma larga visão de um mundo, de um país e de uma civilização de milhares de anos.

Nunca tais racionalistas radicais poderão entender a grandeza de gente muito anterior ou posterior a Cristo que, muito para lá da barriga e do conforto, se preocupou essencialmente em desvendar os segredos da natureza, do Homem e do universo, procurando descobrir o seu lado espiritual e superior.

Nunca eles poderão entender ou querer entender, se o universo funciona como um grande pensamento divino. Tais seres limitam-se a pensar que eles próprios são o universo!

Não admitem que a matéria possa ser como os neurónios de uma grande mente, um universo consciente e que 'pensa'. Nem sequer aceitam como possível que todo o conhecimento possa fluir e refluir da nossa mente, uma vez que estamos ligados a uma mente divina que contém todo esse conhecimento.

A sua atenção, está tão concentrada no microcosmo que não se apercebem do imenso macrocosmo à nossa volta.

Portanto, também não podem aprender e compreender as grandes verdades do cosmo, ou observar como elas se manifestam nas nossas próprias vidas.

Nem que das galáxias às partículas subsónicas, tudo é movimento.

Tão pouco aceitarão que a própria matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas repleta de movimento.

Duvidarão sempre esses assanhados racionalistas, que o claro e o escuro também são manifestações da luz e que a síntese da árvore da vida poderá ser o Homem Arquétipo. Ou duvidam, também, que a Água, Ar, Terra e Fogo, objectos de referência em várias obras de expressão literária, plástica e filosófica, sejam os “ Quatro Elementos” da natureza.

RESERVA DA VIDA PRIVADA

 

Além da difamação e da injúria, a outra área onde a liberdade de informação está condicionada é a da defesa da intimidade da vida privada.

Alguns dispositivos previstos a este respeito pelo Código Penal não abrangem matéria publicada na média, mas sim a atividade do jornalista na recolha da notícia, atividade essa que, naturalmente, também tem de se conformar à legalidade.

Tal é o caso do Artigo 180.º do Código Penal, sobre violação de domicílio.

1 – Quem, sem consentimento, se introduzir na habitação de outra pessoa ou nela permanecer depois de intimado a retirar-se é punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 240 dias.

2 – Na mesma pena incorre quem, com intenção de perturbar a vida privada, a paz e o sossego de outra pessoa, telefonar para a sua habitação.

A tendência do jornalista, muitas vezes, é, se lhe for dada essa possibilidade, e se ele achar que não corre riscos, espreitar espaços habitacionais, procurando descobrir algo que seja interessante para o seu trabalho. Ficam assim alertados para as limitações legais que enfrentam nesse aspeto.       

A LENDA DO LOBO SOLITÁRIO

 

Para muitos, lobo é sinónimo de medo, terror, pânico.Mas nem sempre a sua aparição significa terror ou medo, muitos podem até confundir com lobisomem, mas há uma grande diferença entre ambos.

Esta história é triste, uma tristeza de quem amou intensamente, mas foi traído pelo destino.Tudo começa nos tempos em que os deuses governavam a terra e antes ainda de tudo o que conta a mitologia grega, ele amou e foi correspondido. Este amor, que muitos podem não conhecer, está vivo até aos dias de hoje.

Vivia no mundo dos deuses e seu nome era KUKUATZO. Era o deus da simplicidade,honestidade e compaixão, não era um deus comum, mas os seus amigos, também deuses, admiravam-no muito. Apesar da sua grandeza, ele não se deixava levar muito por isso. Gostava de ver, mesmo que fosse la do céu, a natureza, os animais e a felicidade dos seres inferiores a si .

A sua personalidade chamou a atenção da deusa mais linda do reino dos céus, o seu nome é NEFERTINE. Deusa da alma, do espírito, do coração, da lealdade, ninguém esperava por isso, e ele mal sabia mas já era condenado pelo destino, como? Esclareço que apesar da sua incontestada grandeza, ele era o deus mais feio do reino dos céus.

Como se podia aceitar isso? A deusa mais bela despertar a atenção do deus mais feio.

Com o nascer deste amor  o céu começou a passar por várias transformações, surgiram as estrelas, a noite agora passava a ter brilho, o dia tinha nuvens e o sol e a terra passaram a ser verde e azul, os pássaros e todos os bichos existentes começaram a multiplicar-se e apareceram as mais diferentes criaturas.

Deste céu onde só existiam deuses, castelos e beleza, em fim o paraíso, começaram a descobrir que não era apenas o templo da imortalidade ,mas sim a testemunho de que tanta coisa bonita podia acontecer se passassem a olhar para a terra, ao invés de simplesmente se acomodarem nos seus templos.

A chuva passou a cair do céu para alimentar a vida e tornar a terra muito mais colorida do que já era.Nem tudo que é belo termina bem, este amor começou a despertar a atenção de um dos deuses KAPTSU, Deus da discórdia, da inveja, da ambição e do ciúme, embora ele não gostasse  muito destas mudanças que estavam acontecendo, no reino dos céus.

Passou a pensar numa forma de destruir este amor entre NEFERTINE e KUKUATSO. Nada dava certo, tudo que ela fazia só servia para tornar este amor cada vez mais forte. NEFERTINE e KUKUATSO, sabiam que KAPTSU estava disposto a dar um jeito de acabar com o seu amor, não se importando com isso, um confiava no outro.

Um dia, NEFERTINE convidou KUKUATSO para passearem pelos céus de mãos dadas pois  tinha uma novidade para dar ao seu amado.Era algo tão bonito quanto o amor deles!

NEFERTINE ia ter um filho de KUKUATSO e neste mesmo dia, apareceu o primeiro eclipse. Após este eclipse surgiu um enorme anel de luz no céu que se estendia por todos os lugares onde eles já haviam passado.

Este anel era das mais variadas cores, e os demais deuses decidiram então o chamar-lhe arco-íris, como um símbolo de que todo o caminho pode levar a algum lugar, isso só depende do lugar onde se quer chegar.Deste amor nasceu uma linda menina deusa a quem foi dado o nome de AFRODITE, e o céu tornou-se pequeno demais para tanta alegria,tudo passou a ter mais cor, beleza e vida.

Ao ver que tudo que já tinha feito dava errado KAPTSU, passou a  preocupar os demais deuses, sendo visível a sua inveja. KUKUATSO estava a procurar o mais belo presente nos céus para dar a NEFERTINE mas, não conseguia encontrá-lo.Foi ai então que KAPTSU viu a sua grande oportunidade.

Deu um conselho a KUKUATSO, dizendo-lhe que se ele quisesse agradar à sua amada o presente não estava no reino dos céus, ele já havia procurado e não o encontrava. Foi então que KAPTSU disse á KUKUATSO para descer à Terra e que pegasse a mais bela flor,  para dar à sua amada. Ele aceitou, não imaginava que se saísse do  céu não mais poderia regressar.

KUKATSO deu um grande beijo na sua amada e partiu, não demorando muito ele conseguiu encontrar a flor, mas ao ver que tinha sido covardemente  enganado por KAPTSU KUKATSO, por estar entre os seres vivos deu um grande grito e morreu vindo logo a transformar se num enorme lobo.

Ao mesmo tempo, nos céus NEFERTINE deu um grande grito, como não podia morrer estava no céu  transformando-se numa enorme lua cheia, que passou a iluminar a noite, e neste mesmo dia o universo tremeu pela morte dos seus deuses .Vindo a nascer no espaço um enorme buraco negro que passou a sugar tudo ao seu redor.

KUKUATSO passou a ser um lobo, que solitário vagueava pela noite, NEFERTINE passou a ser a lua cheia que ilumina a noite, e toda vezes que KUKUATSO a vê, e dá um grande uivo que corta a noite, ele pode até vê-la, porém, nunca mais vai poder tocá-la.

Quando se ama alguém, arriscamo-nos a tudo na vida!

Entregamo-nos ao mundo, amar ao mesmo tempo é dor e tristeza, se muitos choram por ter perdido um amor, lembrem-se que muitos, como o lobo solitário, nunca mais terão o seu amor para perder.

 

Pág. 8/8