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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A SITUAÇÃO É GRAVE

 

 

Vivemos num mundo de perfeita desinformação, pior, de estímulo dos maus instintos e egocentrismos! A própria imprensa de referência não passa disto. Para não falarmos nas televisões, cujos conteúdos se aproximam às vezes, perigosamente, do jornalismo tabloide. Neste momento, já quase todos os médios entraram neste jogo absurdo.

Isto, logo num momento em que o país mais precisava do total apoio da comunicação social, para levar por diante uma verdadeira revolução nas mentalidades dominantes e destas à generalidade da nossa população.

O país debate-se com gravíssimos problemas, sendo talvez o maior de todos erguer um mundo empresarial que não temos e sem ele nunca teremos uma economia produtiva e competitiva à escala mundial. Quando falamos de um mundo empresarial, nele não estamos só a englobar os ditos empresários. Este complexo mundo de hoje comporta também os trabalhadores, a educação escolar, o mundo cultural e acima de tudo a educação moral e cívica.

Tal revolução nunca chegará a bom porto com a mentalidade dos atuais sindicatos, da atual e degenerada classe política e da frívola comunicação social que temos. Em todas estas variáveis existentes na economia e sociedade, será preciso inculcar a realidade da economia vigente no mundo de hoje, e fazer esquecer os tempos das lutas da classe operária de outros tempos. Temos uma elite de funcionários públicos nos transportes, na saúde, no ensino etc., sempre motivada para greves altamente prejudiciais, que esquece os desempregados, os que não têm salário e emprego garantido como eles, mos que são estes trabalhadores, com elevados impostos, que lhes asseguram tais privilégios!

Será preciso que todos compreendam que alguém tem de assegurar o financiamento da economia de bens transacionáveis que traz riqueza aos países e que, sem ela, surgirá a morte lenta para todos. Sem ela não haverá Estado Social sustentável. E para trás ficaram os dias em que se acreditava poder o Estado cumprir esta espinhosa e impossível missão.

Voltando à nossa economia (ao pouco que resta dela) que está sem financiamento garantido, restarão duas hipóteses:

  1. Financiamento bancário (cada vez mais difícil e caro)
  2. Financiamento próprio (dos seus acionistas)
  3. Financiamento Estatal (chegou ao fim e as dívidas sobram para pagar até ao final deste século)

No primeiro caso, será sempre preciso suportar juros altíssimos e empréstimos difíceis que tornam a competitividade dos produtos produzidos problemática, e no segundo caso, torna-se necessário criar confiança nos acionistas para correrem sérios riscos e não optarem pelos depósitos bancários do seu dinheiro, ainda seguros e apetecíveis! A terceira hipótese, financiamento estatal, tornou-se irreal.

Os empresários conhecem este grave problema, os economistas também, então quem o vai explicar a toda a restante sociedade envolvida nesta problemática altamente perigosa para todos nós? Mudar é preciso, e a começar pela abastada classe política que temos e se arrasta NAS PÉRFIDAS LUTAS DE GRUPOS.     

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Talvez o maior pensador da ética na política, o alemão Max Weber (1864-1920), um dos fundadores da sociologia na sua obra “Ciência e Política: duas vocações” faz menção a dois aspetos importantes no exercício da política: “Viver para a Política ou viver da Política.” O alemão enfatiza, assim, que é um fato dualista, simultâneo em muitos propósitos e ações, tanto ideologicamente quanto na prática constante dos atos e fatos públicos, ou seja a verdadeira política.

Na conceção weberiana, quem vive “para” a política, deve transformá-la em mecanismo incondicional na busca de objetivos a favor da sociedade. Por outro lado, aquele que vive “da” política, é beneficiário dos seus próprios interesses económicos, ou seja, está sempre na condição de “político profissional”, até porque vê a política apenas como uma permanente fonte de rendimento. Em condições normais, deve o homem político ser economicamente independente das atividades que a atividade política lhe possa proporcionar...”. Nesse sentido, o político exerceria a política de forma altruísta, já que não precisaria dela para obter vantagens pessoais.

Voltar para a sua profissão, em lugar de esperar outra nomeação política, também preserva as organizações partidárias, evitando, por exemplo, aquilo a que a democracia tende a criar, a figura de políticos profissionais fora do parlamento, ou sem mandato, que tomam as mãos da organização e tendem a administrar os partidos como empresários, buscando vantagens para o seu grupo e para si. Próprio.

Há uma expressão popular que diz: “não querem largar o osso”. Como a ambição do ser humano não tem limites, eles prosseguem na política porque assim podem ter sempre mais dinheiro, quintas, barcos, carros e apartamentos, ter poder, ter um Estado inteiro, ter, ter, ter... A política como profissão, no mau sentido da palavra, é uma constante.

Na verdade, a concorrência é tamanha que o político que não tiver uma conceção profissional na hora de conquistar o voto do eleitor, fatalmente será mal sucedido. Pode até ser eleito de novo, mas na próxima os adversários o engolirão. Nos bastidores costuma-se dizer que em política não há lugar para amadores. Por isso mesmo, um sinal de profissionalismo pode ser a conquista de sucessivos mandatos, embora as circunstâncias nem sempre favoreçam isso.

Muitos políticos não têm isso, uma profissão definida fora da política.

Sobre a conceituação depreciativa do político profissional, diz-se nesse caso que o cidadão depende da política para viver. Havendo muitos casos assim, como todos nós sabemos. São políticos que vivem na política para auferir vantagens. E isso não é só com quem tem mandato para presidir, por que muitos eleitos eleitorais vivem em função do processo político. Mesmo sem fazermos juízos de valor, mas essa é a realidade de muitas pessoas na política.

Existem ainda muitos políticos profissionais no sentido de que têm vocação para a política e a ela dedicaram a maior parte das suas vidas. De referir também que muitos políticos são mais empresários do que políticos, e até sabem conciliar as duas atividades de forma satisfatória.

Mas o que diferencia o político é a entrega, a dedicação, o trabalho sem dia nem horário, ao serviço da política. São um exemplo de dedicação. “Eles vão às reuniões, às festas, aos casamentos, estão sempre a viajar, ou a escutar as pessoas, no pulsar da sociedade É uma entrega total.”

 

A ACTIVIDADE JORNALÍSTICA

 

Jornalismo é a actividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informação. Também se define Jornalismo como a prática de recolher, redigir, editar e publicar informações sobre eventos actuais. Jornalismo é uma actividade de comunicação. Ao profissional desta área dá-se o nome de jornalista. O jornalista pode actuar em várias áreas ou veículos de imprensa, como jornais, revistas, televisão, rádio, websites, weblogs e assessorias de imprensa, entre muitos outros. O trabalho jornalístico consiste em captação e tratamento escrito, oral, visual, gráfico, da informação em qualquer uma das suas formas e variedades.

O trabalho de jornalista é normalmente dividido em quatro etapas distintas, cada qual com suas funções e particularidades: repórter, redactor, revisor, editor, colunista, cronista, diagramador, designer ou tudo isso ao mesmo tempo, se preciso. Basicamente, colhe informações na fonte e transmite-as para o público.

Nas duas últimas dezenas de anos, tudo isto foi subvertido por força do aparecimento das muito conhecidas Agências Noticiosas: As agências noticiosas são as empresas de informação intermediárias entre os acontecimentos e os meios de comunicação social. Este sistema funciona porque as agências noticiosas têm muitos correspondentes e em vários locais, custo que nem todos os meios de comunicação podem suportar, podendo assim fazer uma melhor e mais célere recolha das informações, transmitindo-as depois aos meios de comunicação social, seus assinantes. Há vários tipos de agência, estas podem ser mundiais, nacionais, regionais e especializadas e estão situadas por todos os países. Actualmente, não há local que não possa ter cobertura noticiosa; as agências com os seus correspondentes estão por todo o lado.

Pelo que se diz atrás, as funções básicas do jornalista estão agora retidas pelas Agências Noticiosas e pelos meios de comunicação, ou seja o jornalistas perdeu independência, nomeadamente na transposição da notícia captada na fonte para ser entregue nos meios de comunicação! As agências noticiosas abarcam a mesma notícia e entregam-na à comunicação social como ela deve ser noticiada. Assiste-se aqui a uma perda de diversidade de opiniões sobre o mesmo facto, mas, noticiada por diversos jornalistas!

 

 

FORMAS DEMOCRÁTICAS

 

García-Pelayo propõe três etapas na evolução das formas democráticas.

 

- Entretanto, com intuito de esclarecer mais rigorosamente os recursos categoriais utilizados aqui, torna-se necessário incluir a democracia representativa partidária, como sucedânea do modelo liberal de representação política que por sua vez excluía, e até mesmo combatia, os partidos políticos.

Isto posto, seriam estas as fases evolutivas da democracia, para efeitos didácticos:

  1. a) Democracia directa — caracterizada pela identidade entre a acção dos governantes e a vontade dos governados. Neste modelo, entre o povo e o exercício do poder não há nenhum tipo de mediação política, pois os membros do grupo social deliberam directamente;
  2. b) Democracia representativa

Quando a identidade se transforma na dualidade representante/representado. Nesta relação, somente a vontade do representante terá valor jurídico como a vontade expressa do representado.

Modelo de representação política que, como anteriormente visto, identifica-se com o próprio pensamento liberal clássico, remetendo directamente à sua concepção de representação;

 

Essência e Valor da Democracia.

A Crise dos Partidos Políticos Brasileiros

El Estado de Partidos.

 

  1. c) Democracia representativa partidária —

 

Em que o papel de intermediação entre representantes e representados passa a ser desempenhado pelos partidos políticos. Evolução do modelo anterior e que guarda com ele uma relação ao mesmo tempo de continuidade e conflito; e

 

  1. d) Democracia de partidos (ou Estado de partidos) —

 

Neste modelo, além de mediar os interesses dos órgãos representativos e dos representados, os partidos também funcionam como factor decisivo na mediação entre os cidadãos e seus representantes, caso em que estes últimos ficam submetidos ao mandato partidário, ou seja, à vontade única e exclusiva do partido, pois considera-se que a vontade do indivíduo é inerente à vontade da organização partidária. Desta forma, o representante perde o seu carácter de exclusividade na actividade de representação “e, consequentemente, as eleições adquirem um carácter plebiscitário”, já que o eleitor passa a outorgar a sua confiança e a sua capacidade de decisão ao partido como organização, e não aos candidatos apresentados por ele.

6 - Entretanto, é necessário esclarecer que a presença do instituto da representação política em determinado país não se constitui por si só exclusiva garantia democrática. Com efeito, a existência mal ou bem acabada dos mecanismos representativos pode ser vislumbrada em qualquer modalidade de Estado, mesmo os não democráticos. O que torna um Estado democrático não é, portanto, a presença de partidos políticos como órgãos privilegiados na representação do cidadão junto das instâncias políticas estatais, mas sim, e no mínimo, o comprometimento partidário com a democracia, somado à sua capacidade de veicular a participação e as demandas sociais às decisões políticas.

 

UM PAÍS DE MAL A PIOR

Imagine-se que pedem a Alguém uma opinião sobre o texto que segue:

 

O processo de integração de Portugal na Comunidade Europeia é um dos temas mais interessantes da historiografia da História Contemporânea. Este processo passou por diversas fases atravessando diversos períodos importantes da história política, económica e social portuguesa.

O estudo que se pretende fazer com este trabalho incide sobretudo num tema mais específico desta área: A revolução 25 de Abril e a C.E. Apesar de especifico é contudo um tema vasto que pode ter diversas abordagens. Neste estudo e dentro desta temática irei abordar essencialmente a questão da incompatibilidade/compatibilidade da Constituição portuguesa de 1976 – fruto da Revolução 25 de Abril – com a integração de Portugal na C.E.

Opinião: Em jeito de opinião há que se dizer, decorridas várias décadas, que Portugal está num estado lastimoso, seja qual for a perspectiva que escolhermos. Que não existem pontos de conciliação entre uma revolução militar e o traçado feito para transformar vários países numa união, neste caso europeia.

A nossa revolução foi anárquica e conduzida por gente completamente irrealista. O 25 de Novembro, poderia ter corrigido alguma coisa, mas infelizmente, confundiu a democracia com uma república das bananas, isto é, criou partidos (donos do país) em organizações repletas de gente oportunista, impreparada, e muito pouco democrata!

O país que temos, é tudo menos um país com viabilidade política, económica e social, sobressaindo nele, um Estado demolidor, gastador e totalmente senhorial.

Para começar, reduza-se este monstro ao mínimo e incentive-se o aparecimento de uma sociedade civil ambiciosa, competente e séria. Explique-se ao povo eleitor, aquilo que de errado lhe têm oferecido, estimulando-o a desconfiar da comunicação social, para barrar a influência nefasta que muito arrasta na sua forma de informar.

Há países, que progridem sem qualquer constituição. Uma constituição, por muito boa que seja, não pode estacionar, nem fazer regredir um qualquer país!

Depois, ficará ainda muito por fazer.

 

UM PAÍS DE CAMELOS

 
 
 
Assunto: Fwd: O problema dos 17 camelos

 

Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.

Quando o testamento foi aberto, dizia que: metade dos camelos ficaria para o filho mais velho,
um terço para o segundo e
um nono para o terceiro.

O que fazer?

Eram dezessete camelos;
como dar metade ao mais velho?
Um dos animais deveria ser cortado ao meio?

Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho.
E a nona parte ao terceiro.

É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.

Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução, já que a mesma é matemática.

Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos, não de matemática".

Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito.

Contaram-lhe o problema.

O velho riu e disse:
"É muito simples, não se preocupem".

Emprestou um dos seus camelos
- eram agora 18 -
e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito.
Ao segundo coube a terça parte - seis camelos -
e ao terceiro filho foram dados dois camelos - a nona parte.
Sobrou um camelo:
o que foi emprestado.

O velho pegou seu camelo de volta e disse:
"Agora podem ir".

Esta história foi contada no livro "Palavras de fogo", de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição.
Ele conclui dizendo: "A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição.


17+1= 18
1º filho- 18/2= 9
2º '' - 18/3= 6
3º '' - 18/9= 2
9+6+2= 17 camelos

(está cumprido o testamento)
18-17=1
sobrou 1 camelo que foi entregue
de volta ao seu proprietário.
 

TIVESSEM CONTRATADO ESSE TAL DE Rajneesh PARA GESTOR DO bpn, bpp, bes e banif PORQUE, BEM VISTAS AS COISAS, PORTUGAL É UM PAÍS DE CAMELOS...

 

 


 

A VERDADE MULTIFACETADA?

 

A verdade da produtora de um programa matutino, que com tantos problemas emocionais e tanta busca pelo Sr. Perfeito, a levou a ficar irremediavelmente solteira. Se além do amor lhe somarmos verdade da mentira, do medo, da crise, e de milhares de tantas outras coisas, acabaremos todos por ficar solteiros!

Temos ainda o problema do momento certo em que devemos ter verdade. Pois se quisermos ter razão amanhã deveremos morrer já hoje! Mas cuidado, que a verdade iguala o sol, põe tudo a claro mas nunca a deveremos olhar bem de frente. A verdade a seguirmos não deve ser “nua nem crua”, nem ”clara nem escura” porque ela é mesmo multifacetada para os muitos que a escutam!

Os pensadores que defendiam os ideais iluministas acreditavam que o pensamento racional deveria ser levado adiante substituindo as crenças religiosas e o misticismo, que, segundo eles, bloqueavam a evolução do homem. O homem deveria ser o centro e passar a buscar respostas para as questões que, até então, eram justificadas somente pela fé.

Ou seja o CAMINHO, como disse Jesus; “Eu sou o caminho”. Então Jesus é o caminho pelo qual chegamos a Deus e o método pelo qual também alcançamos a Deus. Tendo a Ele, temos o caminho; possuindo-O, possuímos o método. Esse caminho nada mais é do que o próprio Cristo.

Dentro desta dualidade, verdade mística ou verdade do Homem, só sei que podem e devem exigir-me que eu procure a verdade, mas não que a encontre. Não me convençam, pois, de que a minha verdade possa ser encontrada por qualquer outro homem no mundo. Admitamos também, que cada um poderá encerrar a sua própria verdade! E nessa caso haveria não um só mas um número infinito de “caminhos “e de verdades!

Parece lógico concluir que a verdade tem de ser só uma, e embora complexa, tem também de ser universal e muito coesa.

 

Os humanos podem andar em dúvida e incerteza, mas Jesus é inequívoco. Ele fala sobre a verdade como algo exato e objetivo. Noutra parte ele nos fala que a verdade é a palavra de Deus revelada. Quando Jesus falou com o seu Pai (João 17:17), ele disse: "A tua palavra é a verdade".

A verdade aproxima-se da luz, estas palavras estão escritas em João 3.21

O que são as Nações Unidas

 

As Nações Unidas são uma organização de países que se juntaram voluntariamente para trabalharem pela paz mundial.

Quais são os objectivos e fins da ONU?

A ONU tem quatro grandes fins: Manter a paz em todo o mundo; Fomentar relações amigáveis entre as nações; Trabalhar em conjunto para ajudar as pessoas pobres a viverem melhor, eliminar no mundo a pobreza, a doença e o analfabetismo e encorajar o respeito pelos direitos e liberdades dos outros; Ser um centro para ajudar as nações a alcançar estes objectivos.

 Quem são os membros das Nações Unidas?

Todos os países amantes da paz podem ser Membros das Nações Unidas. Quando um país se torna Membro da ONU, aceita os objectivos e regras da Carta, que é uma espécie de Constituição da Organização. A Carta exprime a esperança dos seus membros na paz mundial e constitui um guia para atingir esse objectivo.

 Como nasceram as Nações Unidas?

Depois da II Guerra Mundial, que tão grandes sofrimentos causaram a milhões de pessoas, existia um sentimento generalizado de que tinha de se encontrar uma maneira de manter a paz entre as nações. A ideia de criar as Nações Unidas não surgiu do dia para a noite. Foram precisos anos de planeamento antes de a Organização vir a existir.

BUDAS GIGANTES DESTRUIDOS

 

A milícia talibã já atacou os Budas com tanques, lança-chamas e armas automáticas. Explosivos foram colocados em vários pontos para a destruição total das suas esculturas, que medem 55 e 38 metros de altura.

A destruição das obras do budismo pré-islâmico começou três dias depois de dada a ordem por Mohamede Omar, o chefe supremo dos talibãs. Ele entende que as estátuas são anti-islâmicas. As duas maiores estátuas de Buda no mundo, erguidas no século V no Afeganistão e consideradas património da Humanidade, foram destruídas pelos talibãs, empenhados em acabar com todas as esculturas antropomórficas no país, afirmou o embaixador da Grécia no Paquistão, Dimitrios Loundras, presidente da Sociedade Internacional para a Conservação da Cultura Afegã.

Motivações Religiosas

 

Desde o princípio dos tempos, as pessoas olharam para a religião como um meio de explicar o mundo à sua volta e o universo escondido para além do seu alcance. As religiões formam um núcleo duro das diversas culturas e sociedades e definem o modo como os seus seguidores entendem o mundo. As religiões oferecem aos seus aderentes uma estrutura consistente de organização ética, moral e social que lhes permite fazerem parte da sociedade. Num mundo cada vez mais independente, perceber o papel da religião numa cultura específica pode ajudar a compreender melhor os outros e a nós próprios.

Todos sabemos que a guerra é tão antiga como os homens! Vamos, pois, começar por admitir como prováveis origens desta, motivos religiosos. Para tal valerá a pena fazermos uma leve abordagem sobre as religiões nascidas nesta região da Terra (Médio Oriente), onde a guerra está prestes a estalar e, com isso, verificarmos possíveis causas que possam estar a elas ligadas. Segundo a Bíblia, a cidade de Ur, no Iraque, foi o local onde nasceu Abraão, o pai das três religiões monoteístas (Judaísmo, Islamismo e Cristianismo). Esta cidade foi o centro sagrado da Suméria, tendo atingido o apogeu por volta de 2100 a.C.

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