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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A LÓGICA DO CACHORRO

“É melhor ter um cachorro amigo do que um amigo cachorro. ... dizer qualquer coisa idiota a um cão, faz com que ele vá olhar para si e diga: 'Meu Deus, você está certo! 

O meu cachorro brinca o tempo todo! Mas, por vezes é preciso pará-lo! Só que ele não leva sério a nossa intenção. E continua!

Só modera a brincadeira e a sua supremacia sobre o dono, quando nós levantamos a voz e falamos grosso. Nessa altura, fica-nos olhando, olhos  nos olhos, para ter a certeza de que, realmente, nós queremos impor a nossa vontade. Até sente alguma admiração pelo dono e pela força da sua  reação!

Começo a perceber e a aprender muito com o meu cachorro. Veio viver comigo, tinha um mês de idade. Levou seis meses para começar a ladrar. Depois, começou a engrossar e a elevar a sua voz, principalmente para o nosso vizinho! E só muda de atitude quando eu faço o mesmo que ele! Levantando a minha voz e falando grosso.

Aí, enrola o rabinho e respeita-me, afastando-se respeitosamente.

Não sei bem porquê, mas parece-me que “falar alto e engrossar a voz”, mesmo dizendo asneiras atrás de asneiras, é que está a dar! Pensará ele!

Num debate entre cachorros, a vitória está segura para o cachorro que seguir este príncipio! Com os aplausos da maioria dos profissionais.

A FALÁCIA DO IR ALÉM DA Tróica

 

 Fonte: Pordata, Banco de Portugal

 

A relação efetivamente mantém-se. Na maior parte dos anos a dívida pública aumenta no mesmo montante do défice público com umas pequenas diferenças, os chamados ajustamentos défice-dívida. Estes ajustamentos são quase sempre bastante pequenos, mas há uma notável exceção: os anos imediatamente a seguir à saída de Sócrates. Nesses anos, a dívida pública aumentou bastante mais do que o défice das contas pública levaria a pensar. Isto deveu-se a 3 fatores:

  1. O salvamento dos bancos, algo que qualquer governo no atual panorama partidário teria feito. A alternativa a esta medida seria os depositantes de alguns bancos menos sólidos (BCP, BANIF,…) terem ficado sem parte dos seus depósitos, como em Chipre.
  2. A variação nas reservas de segurança do estado. Parte da dívida contraída refere-se a um aumento de reservas do Estado, ou seja dinheiro não alocado a despesa que fica em depósitos garantindo uma almofada caso falhe crédito. Foi esta a almofada que faltou em Maio de 2011 e que empurrou Sócrates para o pedido de ajuda antes das eleições, sob o risco de o país falhar o pagamento de salários e pensões nos meses seguintes.
  3. Finalmente,o pagamento das dívidas a fornecedores. Como a dívida a fornecedores não entra para os cálculo de dívida pública, uma forma fácil de um governo esconder a dívida pública é faltando ou atrasando o pagamento aos seus fornecedores. Esta dívida era bastante elevada quando Sócrates deixou o governo, particularmente na saúde. O pagamento dessa dívida pelo atual governo também contribuiu para um aumento da dívida pública.

Ou seja, grande parte da dívida pública foi para salvar um sistema bancário deixado de rastos pelas políticas económicas, para repor as reservas de dinheiro que o governo Sócrates deletou até não haver suficiente para pagar salários e reformas, e para pagar os calotes deixados por esse mesmo governo, nomeadamente no sector da saúde.

Podemos ainda apontar o facto de que mesmo uma parte do défice atual se deve aos pagamentos das PPPs assinadas por Sócrates, outra forma de disfarçar dívida e défices passados. Antes das PPPs, um governo que construísse uma autoestrada teria que contar com essa despesa no orçamento do ano em que a autoestrada fosse construída, aumentando o défice. Utilizando uma PPP, um governo pode construir uma autoestrada sem qualquer impacto no défice, empurrando esse custo e respectivos juros para os governos seguintes.

Sócrates tem razão quando diz que a dívida subiu bastante imediatamente após a sua saída do governo. Mas não deve esquecer que esta é, maioritariamente, a sua dívida. A dívida que Sócrates escondeu através das PPPs, dos calotes a fornecedores, do esvaziamento das reservas de segurança do estado que quase deixou o país sem capacidade de pagar salários e pensões, e do caos em que as políticas do seu governo deixaram o sistema bancário.

 

 

AS ESCOLAS PÚBLICAS

SÁBADO, 23 DE AGOSTO DE 2014

As faturas do Parque Escolar começaram a cair nas escolas no final de 2012. Foi o momento da tomada de consciência da comunidade escolar dos verdadeiros custos envolvidos. Em 2012 esta empresa pública cobrou a 106 escolas, rendas no valor de 42 milhões de euros. Este ano o número de escolas aumenta e as rendas também, e tudo voltará a aumentar com a conclusão das 52 escolas ainda em obras! Chegando às 178 escolas a renda andará por cerca de 640 mil euros ano por escola, num total, de 113 milhões de euros anos, durante 30 anos. Estão suspensas as obras em 34 escolas, se forem aprovadas e concluídas somam 332 escolas e a renda anual chegará aos 200 milhões durante 30 anos. A tudo isto, há que acrescentar 36 mil euros mês só para manutenção (reparação, fiscalização e seguros). Todo o lucro das escolas em aluguer de espaços, por exemplo pavilhões terá de ser dividido com 50% para a Parques Escolar!

Se considerarmos os enormes custos de transporte dos alunos originados pela sua centralização em Mega escolas, estamos na presença de custos brutais provenientes da festa de que falou uma ex-ministra! Sem perceber aquilo que vai ser pedido aos portugueses a MESMA SENHORA AFIRMOU: “”Escolas foram donas da obra, é natural que paguem”. Mas pagam como? Paga o ministério que o mesmo é dizer paga o povo em impostos a subirem em flecha!

É esta a escola pública. É esta escola pública na qual os alunos vêm para a rua insultar o governo? Então e a outra escola, a privada? Que leciona a mais de 20 mil alunos e viu o subsídio estatal ser-lhe reduzido de 114 mil euros para 85 mil euros. A escola que ganha no ranking das escolas todos os lugares cimeiros?

Gostaria de ver os senhores comentadores da Tv a fazerem um Orçamento de Estado com dívidas ocultas sem conta, e investimentos danosos em PPP, tudo fora do Plano Orçamental, aprovado em Assembleia da República!

PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS

(PPP) –  

(.) Impõe-se trazer ao conhecimento dos portugueses que o Governo está a criar engenharias financeiras (2000) para, pura e simplesmente, não pagar as obras que faz, transferindo esse encargo para as gerações futuras. É, por exemplo, o caso do leasingdo equipamento militar ou as já famosas portagens virtuais. Também o deixar derrapar as despesas com a saúde, ou ainda, as dívidas a fornecedores, que aumentam brutalmente, fazendo do Estado um inveterado caloteiro! Salientando-se, entre outros, os casos das famosas PPP,s – PARCERIAS PÚBLICO PRIBVADAS. Também, quando precisa de se endividar recorre à dívida pública, coisa que ninguém pode fazer. Emite por exemplo certificados de aforro, esses certificados constituem uma dívida pública, as pessoas que poupam algum dinheiro compram tais certificados, e assim, o Governo financia os gastos públicos que vão para além dos impostos que recebe. Esses certificados serão amortizados, mais além, com o dinheiro de novos impostos ou uma nova emissão!  

Tais habilidades saloias, estão a aparecer um pouco por toda a União Europeia, com especial incidência em Portugal. Está aqui, aliás, uma razão para a fraqueza que o euro tem apresentado desde o seu nascimento em 1999, e da vergonha que ele tem constituído para a Europa, desvalorizando-se sistematicamente em relação ao dólar. O que se passa entre nós em ocultação de despesa é um verdadeiro escândalo, para não dizer um crime público contra as gerações futuras. Porque o faz então o nosso Governo? Porque não corta nos seus gastos, porque gasta à “tripa-forra” e depois não consegue cumprir o Pacto de Estabilidade

O DESEJO E A REALIDADE

SEGUNDA-FEIRA, 3 DE NOVEMBRO DE 2014

Num artigo de opinião do Correio da Manhã (23-08-2012) podemos ler uma opinião do ex-ministro PS Rui Pereira referindo o empobrecimento em curso e alguns indicadores publicados ultimamente. Também a diferença entre os nossos desejos e as realidades possíveis

“ (…) Temos de reconhecer que o "processo de empobrecimento em curso" está a decorrer com celeridade, mas sem fim à vista. Por que anunciou, então, Passos Coelho (falando como líder partidário, mas pressupondo o cargo de Estado) o início do fim da crise? Decerto pretendeu insuflar otimismo num país cada vez mais deprimido e, provavelmente, já terá sido contagiado por um fenómeno característico dos pequenos grupos radicais, que acaba por atingir os partidos do "arco da governabilidade" nas horas mais difíceis – confundir os desejos com a realidade. (…)”.

Em boa verdade um primeiro-ministro que agarra num país como Portugal, na situação de bancarrota e anemicamente de rastos, pouco mais pode fazer do que tentar com “mentiras piedosas”, dar alguma esperança ao povo, enquanto isso, vai descobrindo algum dinheiro para ir pagando as volumosas e repetitivas dívidas de Portugal, daqui decorrendo a celeridade do processo de empobrecimento em curso (não só em Portugal). Não podemos porém esquecer, que os preocupantes indicadores, como seja o desemprego 15%, não está muito acima da herança deixada 12%, mesmo sem tomar em consideração a paragem que as desastrosas PPP tiveram que ter e o desemprego originado. Num país que já detinha o maior índice/km2 de autoestradas na União Europeia fizeram-se obras que levaram Portugal à calamidade que enfrentamos. Também o PIB sofreu os mesmos efeitos negativos, pois, sem uma economia produtiva a paragem das PPP e outras obras estatais, congelaram o seu crescimento, de si agravado pelas dificuldades de financiamento das pequenas e médias empresas, também sobrecarregadas com elevados impostos para que o Estado faça frente ao pagamento das dívidas deixadas! Apesar desses factos as exportações tiveram um crescimento assinalável! Do que não restam dúvidas é que teremos de enfrentar um célere empobrecimento, dada a luta que enfrentamos contra duas crises, a nossa, originada pelas políticas erradas dos últimos anos e a do mundo inteiro, que ciclicamente faz das suas!

De facto, o mundo está em crise e mudança acelerada, empobrecimento também, sendo esta uma boa altura para todos nós mudarmos de atitudes nos nossos comportamentos a todos os níveis, até na seriedade como se escrevem os artigos de opinião e, com isso, podermos ajudar os outros a compreender a realidade nua e crua e o tamanho possível para os nossos desejos.

DEBATE POLÍTICO TELEVISIVO

 

Para este propósito, parte-se do pressuposto de que observar o discurso é ir além da língua, é analisar as regras do seu uso, pois acredita-se que um sujeito, ao falar ou escrever, leva em consideração aqueles para quem o seu discurso é dirigido e os objetivos do debate.

Um outro ponto a salientar refere-se ao papel da média como formadora de opinião. Noutras palavras, a maneira como ela informa, interrompe e conduz os discursos dos candidatos a respeito de determinados fatos, matérias, acontecimentos, ou mesmo na distribuição dos tempos de antena! Tudo isto, pode influenciar e conduzir milhões de telespectadores. Não podemos esquecer que a TV forma, ou reforça a opinião pública e este é o seu poder. A grande maioria dos portugueses, não lê; informa-se pela televisão e isso constitui uma grande responsabilidade para tais organismos controladores do poder.

Ontem, quer do ponto de vista do conteúdo, quer do ponto de vista da mecânica dos debates, quem saiu vencedor? Passos ou Costa?

Assistiu-se a um PM que estando preso aos factos da governação, em conjuntura muito adversa, pouco mais pode fazer do que justificar-se, perante alguém com argumentação livre, com guião fantasista, difícil de contrariar por falta de contraprova. As previsões que suportam os argumentos de Costa, são meras conjeturas, difíceis de contrariar antes de acontecerem os factos a que se reportam.

Neste, como noutros debates idênticos, as perguntas só poderiam incidir sobre três questões! Ou seja, passado, presente e futuro. A vida de um país altamente endividado, está carente de uma análise fria e competente sobre estas três palavras. Ontem, hoje e amanhã, estarão sempre naquilo que for acontecendo, sem quaisquer possibilidades de mudanças milagrosas. Assim, encontrámos um Passos Coelho muito bem preparado para falar de tudo isto (com retórica mais ou menos professoral). Por outro lado, tivemos pela frente um António Costa que fugiu do passado como o diabo da cruz (pudera!). O momento em que o partido de Costa meteu o nosso país na bancarrota, precisa de um estadista competente em gestão e firme no manejo de números gigantes. De outro modo, em lugar de três bancarrotas, somos atirados para a quarta, sem dó nem piedade!

As várias referências que fez a números, foram de uma incapacidade gritante. -Costa argumentou que o governo se comprometeu com corte nas pensões de 600 milhões, mas não confessa que prevê entre 2016 e 2019, arrecadar 1.360 milhões de euros, com o congelamento das pensões (pagina 12 “Estudo do Impacto Financeiro do Programa Eleitoral do PS”) o que constitui cortes implícitos, por erosão do poder real de compra das pensões. Quando fala da despesa do Estado, diz que o seu partido deixou a dívida em 96% do PIB, e que hoje ela está em 120 e tal %! Esquece este senhor que o dono da Tróica, nas imensas obras faraónicas que fez, utilizou as famosas PPP, ou seja, fez sempre desorçamentação! Melhor dizendo, transformou Portugal no país europeu com mais autoestradas por Km2 e remeteu as dívidas envolvidas para pagamentos até 2030/40! Tais despesas, se tivessem sido orçamentadas e pagas no ano em que foram inauguradas, atirariam com a despesa para muito mais que os autuais 120%! Enfim, foram tantas as despesas com este tratamento e erros de gestão decididos, que nenhum governo do mundo os conseguiria pagar antes de meados DESTE SÉCULO. Por último, iremos esquecer como o senhor presidente da Câmara de Lisboa conseguiu diminuir as dívidas da sua autarquia, mesmo andando há muito em plena campanha eleitoral!

Como de costume, os políticos, jornalistas e supostas entidades públicas etc. dão hoje a vitória ao António Costa! Esta envolvente de bem com a vida, arrasa tudo e todos, principalmente o próprio país!

 

AS PRESSÕES E O BOLO

 

- “O bolo não cresce; é sempre o mesmo (a tendência é para diminuir). O tamanho das fatias é que é muito díspar: diz-se 85% desse bolo é para a Classe Médica, muito imaginosa no método de inventar pretextos para aumentar a sua fatia e apenas 15% do bolo para todos os demais, onde estão incluídos os Enfermeiros, admirados a olhar para as diferenças abismais e injustificadas e, na sua opinião, soberanamente injustas.”

- Quanto sobrará para os reformados, desempregados, inválidos e para todos aqueles que não trabalham para o Estado? Mas criam a riqueza de Portugal?

- Daqui a dez anos, vamos ter que contratar enfermeiros no estrangeiro, avisa Germano Couto, bastonário da Ordem dos Enfermeiros. Os enfermeiros estão a emigrar aos milhares e, quando começarem a reformar-se em massa, vai ser complicado assegurar a dotação adequada dos serviços, prevê Germano Couto.

- Quase não há dia que passe sem que nos entre pela casa dentro o ilustre bastonário dos médicos. A sua presença é tão assídua e sua voz tão familiar que já o reconhecemos com a mesma facilidade com que reconhecemos Mário Nogueira.

- João Grancho, presidente da Associação Nacional de Professores, disse ao CM que "a retenção tem sido diabolizada nos últimos anos (2009) " e que "todo o discurso é feito no sentido de tornar cada vez mais difícil a reprovação dos alunos".

- Mário Nogueira: 'Portugal não tem professores a mais, mas sim governantes' Etc., etc., etc.

 

Assim vai a máquina do Estado. A velha conceção socialista- comunista!

Este tipo de gente que esquece por completo o estado em que o país se encontra! Quer, sempre, mais gente admitida para satisfazer as suas clientelas! Mais e mais despesa no aparelho de Estado! O défice? O que é isso? A dívida pública é para SE IR PAGANDO!

Quer lá saber do estado da nossa economia! Quer lá saber se com os impostos pagos por um povo a sofrer de agonia, é possível fazer aparecer uma economia competitiva capaz de pagar toda esta balburdia. Falam em emigração, mas eles (patronos das pressões inqualificáveis) querem lá saber há quantos anos, milhões de portugueses emigram para não morrerem à fome! Eles só pensam na sua barriga e nem se apercebem que podem ser os últimos, mas, eles também irão morrer num país sem futuro para ninguém. O caminho é outro, é o caminho de uma sociedade civil forte e criadora de riqueza, porque isso, o funcionalismo público não faz! Ele, só gasta e consome sem cuidar de saber respeitar um país como um todo!

 

PARA SALVAR O NOSSO PAÍS

É FORÇOSA UMA PROFUNDA REFLEXÃO AO PESO DO ESTADO, E DEIXAR VIVER OS REFORMADOS!

"Greves Na semana em que o país ficou a saber que tem quase 1 milhão de desempregados ‘oficiais’, a CP fez mais uma greve. JOÃO PEREIRA COUTINHO 15.02.2013 01:00 Nenhum espanto: em 2012, informa o jornal ‘i’, houve greves gerais, parciais ou às horas extra em 295 dias do ano, o que dá dois dias de greve em cada três e a supressão de mais de 30 mil comboios. Longe de mim contestar esse direito: se os trabalhadores da CP, no meio da catástrofe em curso, não aceitam cortes nas horas extra e entendem que a famelga deve continuar a viajar de borla, aqui fica o meu aplauso. Mas sabendo que a empresa, só nas paralisações gerais, perdeu 1 milhão de euros por dia, talvez não fosse inútil ponderar a oferta de um automóvel a cada passageiro regular. Mais do que despesa, o gesto seria um investimento. Porque o que se perde com comboios parados seria pelo menos compensado com o imposto respectivo sobre o veículo, sem falar do combustível e das portagens. "

João Pereira Coutinho

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/detalhe/greves.html

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