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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Movimento Cultural Independente

ESTE MOVIMENTO CULTURAL CULTURAL INDEPENDENTE DE QUEIJAS, não tem subsídios camarários, e como se dedica inteiramente à cultura, não pode pagar almoços grátis. Trabalha sem fins lucrativos

FAVOR CLICAR ABAIXO (ponto por ponto), PARA VER CADA UM DOS VÁRIOS ASPETOS CULTURAIS DESTA VILA E EX- JUNTA DE FREGUESIA 

 

 Movimento Cultural Independente - MCI

A perceção individual do mundo é influenciada pelo grupo.

Aquilo que o grupo aprova ou valoriza tende a ser selecionado na perceção pessoal; já o que é rejeitado ou indiferente aos valores do grupo tem menor possibilidade de ser selecionado pela perceção do sujeito – e se for significativa para o sujeito, este o guarda para si ou o elabora de forma a adaptá-lo aos valores grupais, seja de forma lúdica, simbólica ou distorcida, no intuito de evitar a censura coletiva.

O indivíduo que consegue burlar a censura grupal e introduzir nela uma significativa mudança de valores adquire o poder de influenciar a História, daí o dizer-se que ‘os poetas são profetas’. Explica-se, assim, o medo que os governos autoritários e ditatoriais têm da elite cultural, a perseguição política acirrada que os representantes da cultura têm sofrido através nos séculos – por exemplo, queima de livros e de sábios nas fogueiras da Inquisição, acusados de bruxaria e de pacto com o demónio.
O indivíduo que consegue burlar a censura grupal e introduzir nela uma significativa mudança de valores adquire o poder de influenciar a História, daí o dizer-se que ‘os poetas são profetas’.
 
Explica-se, assim, o medo que os governos autoritários e ditatoriais têm da elite cultural, a perseguição política acirrada que os representantes da cultura têm sofrido através nos séculos – por exemplo, queima de livros e de sábios nas fogueiras da Inquisição, acusados de bruxaria e de pacto com o demónio.

Os povos evoluem através de mudanças significativas na sua cultura e as mudanças acontecem rapidamente quando o clima político é de liberdade; caso contrário demora apenas mais uma pouquinho, o tempo de o pensamento, que é livre, romper os grilhões da intolerância

 

http://www.qdivertido.com.br/verartigo.php?codigo=57#ixzz2InjrFIIW

 

SEM FINS LUCRATIVOS

 

Este artigo aborda várias formas de caracterizar e definir uma organização privada ou pública sem fins lucrativos (OSFL), assim como os diversos tipos de medidas do seu desempenho que têm sido propostos. Conclui-se que uma organização sem fins lucrativos é uma entidade , que fornece bens, serviços e ideias para melhorar a qualidade de vida em sociedade, onde poderá existir trabalho voluntário, e que não remunera os detentores e fornecedores de capital. As medidas de desempenho deste tipo de organizações deverão estar intimamente ligadas à sua missão, aos seus objetivos e à sua sustentabilidade, podendo dividir-se em medidas objetivas ou subjetivas e absolutas ou relativas.

Uns definem a expressão “sem fins lucrativos”, em termos monetários, outros em termos de vidas salvas ou de muitas outras maneiras, tais como em função de ativos, investimento ou quota de mercado, ou mesmo de património necessário. Com a cultura é mais complicado definir quotas, porque as pessoas não são números

Nas “OSFL” seria fácil ter objetivos vagos, porque se detêm muitas vezes na vontade de fazer bem aos outros, julgando que qualquer aprofundamento desses objetivos é um esforço vão e desnecessário. Julgamos que esta questão é fulcral, daí o nosso contributo para que estas organizações sejam mais profissionais, construindo uma cultura que proporcione maiores recompensas para todos, o que passa por estabelecer e atingir objetivos organizacionais perfeitos.

Não se pode é agarrar numa associação e descapitalizá-la, só por que não tem fins lucrativos

 Entregar aos monitores somente o dinheiro cobrado aos alunos. E, quando os alunos desaparecem, desaparecem, também, os professores. Desbaratar muitos milhares de euros, amealhados por quem desempenhava funções com dedicação total à causa pública, sem remuneração, e a pensar em instalações que ninguém irá oferecer a uma associação acabada de nascer! Nem se pode permitir que algum ou alguma oportunista, se sirva das instalações sem alugueres pagos, para criar peças suas com máquinas material e energia da associação para depois as vender e embolsar os euros pagos….

As dívidas de Portugal devem-se muito ao espirito do funcionalismo público, ou seja, se não se fizer hoje faz-se amanhã, se não houver dinheiro, o governo que aumente os impostos. Não, em parte nenhuma do mundo, isto se pode fazer, mesmo nos ditos “paraísos socialistas”!

No associativismo é fundamental amar os outros e sofrer por eles. Ser muito competente e honesto, porque o campo da cultura é muito vasto, diria, quase inesgotável, em todos os seus aspetos e objetivos. E os impostos pagos pelo povo devem ser gastos com parcimónia e com as classes mais desfavorecidas. O contribuinte, esse, está esmagado por conceitos de esbanjamento inútil!

 

A CRISE NA GRÉCIA

E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS

 

Zeus vende o trono para uma multinacional coreana.

Aquiles vai tratar o calcanhar na saúde pública.

Eros e Pan inauguram um prostíbulo.

Hércules suspende os 12 trabalhos por falta de pagamento.

Narciso vende espelhos para pagar a dívida do cheque especial.

O Minotauro puxa a carroça para ganhar a vida.

A Acrópole é vendida e aí é inaugurada uma Igreja Universal do Reino de Zeus.

Eurozona rejeita Medusa  como negociadora grega: “Ela tem minhocas na cabeça!".

Sócrates inaugura o Cicutas Bar para ganhar uns trocados.

Dionísio vende vinhos à beira da estrada das Maratonas.

Hermes entrega o currículo para trabalhar nos correios. Especialidade: entrega rápida.

Afrodite aceita posar para a Playboy.

Sem dinheiro para pagar os salários, Zeus liberta as ninfas para trabalharem na Eurozona.

Ilha de Lesbos abre resort hétero.

Para economizar energia, Diógenes apaga a lanterna.

Oráculo de Delfos vaza números do orçamento e provoca o pânico nas Bolsas.

Áries, deus da guerra, é preso em flagrante desviando armamento para a guerrilha síria.

A caverna de Platão abriga milhares de sem-teto.

Descoberto o porquê da crise: os economistas estão todos a falar grego!

 

UM POEMA DE FÉ

 

QUE O TEMPO NÃO PODE APAGAR

Quem circulasse, depois de 2000/2001, pela autoestrada Lisboa – Cascais apercebia-se dos sinais de progresso que Queijas vinha ganhando nos últimos quatro anos, bem como da beleza envolvente em redor desta Ex Freguesia! E anteriormente, colhia, pela certa, uma imagem de subúrbio desqualificado, uma vez que aqui e ali se aglomeravam umas quantas famílias em bairros degradados, onde se acolhia a pobreza, falecia a esperança e germinavam a pobreza e a exclusão.

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Os Taludes, Senhora da Rocha, Beco dos Pombais, Eira Velha, Atrás dos Verdes, Alto dos Agudinhos, Suave Milagre, sempre foram manchas na paisagem e na consciência dos homens. Tais manchas desapareceram a bem de todos, do horizonte.

Apagar da paisagem uma casa degradada foi acender uma vela de esperança no seio de uma família, na mão de uma criança e substituir um bairro degradado por um jardim, é um poema de fé.

O LOGO DA JUNT ´ARTE

O LOGO da Junt´arte fica esta boa gente da última vila de Oeiras a dever a uma boa amiga que escolheu esta terra para viver e trabalhar. Desde há muito que ela deu toda a sua colaboração a Queijas (onde mora) e a Oeiras, só de lamentar a estreiteza de princípios políticos dos eleitos pela população deste concelho, que nunca lhe deram qualquer apoio.

Em colaboração com o criador da junt´arte, Reis Luz, ofereceu-nos este símbolo com génio e mão de grande artista! Só foi pena que esta coletividade tivesse sido ocupada ilegalmente e destruída do seu pecúlio artístico e material, por gente sem respeito por nada! Nem princípios culturais! 

MUSEU FORÇADO A ENCERRAR

“ Vai ser inaugurado (19-02-2009) junto ao Centro Cívico de Carnaxide o museu “Do Medievo à Modernidade” com características especiais, numa iniciativa da pintora Dinara Dindarova.

Esta ideia encontrou um parceiro, a Associação Cultural de Queijas, que segundo o seu presidente Reis Luz, será uma forma de divulgação da cultura e uma grande função didática da pintura mundial e da sua história.”

 

Jornal de Oeiras 10 de Fevereiro de 2009

Nota: A inauguração fez-se com brilho e muito público, esteve aberta ao público, principalmente escolas, mas a CMO ou a Junta de Carnaxide, que participaram da inauguração, nunca participaram financeiramente para a manutenção desta boa iniciativa! Porquê? Só Deus saberá, porém é indesculpável que quem gere no concelho iniciativas de tão alto interesse público se dê ao desplante de excluir do dinheiro dos impostos do povo alguém ou alguma coisa com tanto mérito!

Por fim o Museu teve de fechar e a Associação Cultural de Queijas foi ocupada ilegalmente por gente afeta ao IOMAF. Inteiramente injusto e por esta e outras razões o povo deve, no mínimo, não se esquecer quando vota, de fazer alternância democrática, e não se deixar enganar com Movimentos Independentes, que de facto o não são.  

 

 

 

HOMENAGENS

Ângelo Pereira 

 

adicionou 4 fotos novas ao álbum Assembleia Municipal - Comemorações do 25 de Abril.

25/4 · 

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Oeiras - Comemorações do 25 de Abril

A Sessão Solene do 25 de Abril de 2015 iniciou-se com declamações de José Fanha que muito emocionaram todos os presentes. Seguiram-se as tradicionais intervenções dos vários líderes de bancada das forças políticas representadas na Assembleia Municipal de Oeiras, do Presidente da Assembleia Municipal e do Presidente da Câmara Municipal de Oeiras.

A manhã de comemorações oficiais terminou com a Homenagem muito merecida aos ex-autarcas do Concelho, pelo seu trabalho em prol de Oeiras e dos Oeirenses. Entre todos, salientamos os ex-autarcas do Partido Social Democrata: António Reis Luz, Elísio Gouveia, Rui Freitas e Ricardo Júlio Pinho.

 

 — com Alda Maria Lima e 7 outras pessoas em Bombeiros Voluntários de Carnaxide.

UMA RÃ NO NENÚFER

       

Não são raras as vezes que regresso à criança alegre e despreocupada da minha infância. Lembro-me, então, daquelas noites de verão em que adormecia embalado pelo coaxar ritmado das rãs, nas noites de verão.

Pela manhã do dia seguinte, ia procura-las e via-as sempre em cima de uma larga folha de nenúfares. Nem sabia que mais admirar, se a pose dessas rãs ou o porte seguro daquelas folhas espalmadas, que nem sequer se afundavam, apesar do peso dos batráquios!

Hoje, porém, em lugar das simpáticas rãs, ouvem-se cães a ladrar ou os sinos a ressoar. São os custos do progresso, a caminho de um futuro algo incerto!

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