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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A QUEM PERTENCE A PALESTINA?

O conflito entre árabes e palestinianos tem origens históricas. No Corão, livro sagrado dos muçulmanos, os israelitas são definidos como elementos minoritários e como um povo no qual não se deve confiar e que precisa ser mantido sob controlo. A disputa entre estes dois povos tem raízes na antiguidade. A presença judaica na palestina remonta ao segundo milénio antes de Cristo. Em 635, durante a expansão islâmica, a região da Palestina foi ocupada pelos árabes. No início da Idade Média, a Palestina pertencia ao Império Romano e era habitada, na sua maioria, por cristãos. Somente no século VII a região foi conquistada pelos muçulmanos e, durante os séculos seguintes, o controlo da Palestina oscilou entre diferentes grupos até à incorporação da região no Império Otomano. Este último começou a formar-se no século XII e chegou a ocupar terras na Síria, Argélia, Bulgária, Sérvia, partes da Grécia, da Hungria, do Irão e da Arábia, além da Turquia. No século XIX, a maioria dos judeus concentrava-se no Leste Europeu e dedicava-se ao comércio e ao empréstimo de dinheiro a juros. Com o desenvolvimento das burguesias nacionais e da Revolução Industrial, no entanto, os judeus foram responsabilizados pelo desemprego em massa e pela concorrência com as classes dominantes. A partir daí foram confinadas a guetos, sofreram várias perseguições e massacres. O resultado disso foi a emigração para a Europa Ocidental. Esta situação levou o jornalista judeu Theodor Herzi, em 1896, a criar o movimento sionista, cujo objectivo era estabelecer um lar judeu na Palestina. Este povo começou a colonizar o país e, em 1897, fundou a Organização Sionista Mundial. Depois da 1.ª Guerra Mundial, os países europeus, de olho no petróleo e na posição estratégica da região, passaram a dominar a área. Em 1918, a Inglaterra ficou responsável pela região. Um ano antes, o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Lorde Balfour, apoiou a fundação de uma pátria nacional judaica na Palestina. Tudo isto aconteceu ao mesmo tempo que os ingleses tinham prometido aos árabes a independência em troca de apoio para ajudar a expulsar os turcos da região. Acreditando nas promessas de Balfour, milhares de judeus foram para a Palestina, compraram terras e estabeleceram-se em núcleos cada vez maiores. Neste período, começaram os choques entre judeus e árabes. Os judeus criaram um exército clandestino (haganah) para protegerem as suas terras e, à medida que crescia a emigração judaica para a Palestina, aumentavam os conflitos. Durante a 2.ª Guerra Mundial – em consequência da perseguição alemã -, a emigração judaica para a região aumentou vertiginosamente e a tensão chegou a níveis insuportáveis; os britânicos na época, tomaram o partido dos Aliados e dos árabes, do Eixo. Em 1936, quando os judeus já constituíam 34% da população na Palestina, rebentou a primeira revolta árabe. Bases e instalações inglesas foram atacadas e muitos judeus foram assassinados. A Inglaterra esmagou a rebelião e armou 14 mil colonos judeus para que pudessem defender as suas colónias. Em 1936, quando os judeus já constituíam 34% da população na Palestina, estourou a primeira revolta árabe. Bases e instalações inglesas foram atacadas e judeus foram assassinados. A Inglaterra esmagou a rebelião e armou 14 mil colonos judeus para que pudessem defender suas colónias. Pouco tempo depois, a Grã-Bretanha tentou controlar a emigração judaica para a área e, desta vez, os judeus atacaram os ingleses. Em 1946, o quartel-general dos britânicos foi dinamitado e 91 pessoas morreram.  

Apesar destes ataques, os judeus conseguiram apoio internacional devido ao Holocausto, que exterminou mais de 6 milhões de judeus. Desde então, os Estados Unidos passaram a pressionar a Inglaterra para liberar a imigração judaica para a Palestina. Em 1948, os ingleses deixaram a administração da região para a Organização das Nações Unidas que, sob o comando do presidente norte-americano Harry Truman, determinou a divisão da Palestina em duas metades. Os palestinos, que somavam 1.300.00 habitantes, ficaram com 11.500 km2 e os judeus, que eram 700.000, ficaram com um território maior (14.500 km2), apesar de serem em número menor.

Os judeus transformaram suas terras áridas em produtivas, já que era uma sociedade moderna e ligada ao Ocidente, aumentando ainda mais as diferenças económicas entre judeus e árabes, que sempre tiveram uma filosofia fundamentalista e totalmente contrária ao Ocidente. Neste mesmo ano, o líder sionista David Bem Gurion proclamou a criação do Estado de Israel. Os palestinos reagiram atacando Jerusalém que, segundo a ONU, deveria ser uma área livre. Desde então, o Oriente Médio se tornou palco de conflitos entre israelitas e palestinianos. O motivo da guerra está muito além das diferenças religiosas, passa pelo controle de fronteiras, de terras e pelo domínio de regiões petrolíferas.  

CAUSAS DOS CONFLITOS

 

 - Motivações Religiosas

Desde o princípio dos tempos, as pessoas olharam para a religião como um meio de explicar o mundo à sua volta e o universo escondido para além do seu alcance. As religiões formam um núcleo duro das diversas culturas e sociedades e definem o modo como os seus seguidores entendem o mundo. As religiões oferecem aos seus aderentes uma estrutura consistente de organização ética, moral e social que lhes permite fazerem parte da sociedade. Num mundo cada vez mais independente, perceber o papel da religião numa cultura específica pode ajudar a compreender melhor os outros e a nós próprios.

Todos sabemos que a guerra é tão antiga como os homens! Vamos, pois, começar por admitir como prováveis origens desta, motivos religiosos. Para tal valerá a pena fazermos uma leve abordagem sobre as religiões nascidas nesta região da Terra (Médio Oriente), onde a guerra está prestes a estalar e, com isso, verificarmos possíveis causas que possam estar a elas ligadas. Segundo a Bíblia, a cidade de Ur, no Iraque, foi o local onde nasceu Abraão, o pai das três religiões monoteístas (Judaísmo, Islamismo e Cristianismo). Esta cidade foi o centro sagrado da Suméria, tendo atingido o apogeu por volta de 2100 a.C.

-  Motivações Económicas

A vastidão e complexidade da economia mundial é de tal ordem que seria fastidioso e pretensioso, enumerar toda a rede de interesses comerciais que provocam conflitos de dimensão assinalável! Ou tão-somente, instabilidade generalizada de forma constante.

Todavia no mundo atual, há uma rede comercial internacional, que se sobrepõe às demais. Sobretudo quando se fala de uma área geográfica, Médio Oriente, que está literalmente assente sobre uma gigantesca mancha do chamado “ouro negro”! Trata-se do negócio do petróleo.

Quando as tropas da coligação anglo-americana iniciarem o ataque ao Iraque, será já claro que o petróleo, principal fonte de energia do ocidente estará na origem da guerra. Tal como antes, fundamentava a posição franco-alemã, nas Nações Unidas, contra a intervenção militar, mais uma vez o “ouro negro” semeava a discórdia entre Estados. Este ouro «ainda vai trazer muita guerra na região» afiança Richard Duncan, o presidente do “Institue on Energy and Man”, sediado em Seattle, nos Estados Unidos. Como pano de fundo está um estudo prospectivo deste mesmo Duncan que aponta para um período muito crítico em que se vai jogar a liderança mundial desta escassa mercadoria, e cuja contagem decrescente já começou.

Ducan parte de duas constatações que não são contestadas por ninguém: as reservas de petróleo devidamente comprovadas são detidas em 77,6% pelos países da OPEP e, neste grupo, uma fatia de 63,8% está nas terras dos cinco «magníficos» do Médio Oriente – Arábia Saudita, Emiratos, Irão, Iraque e Kuwait.

Acontece ainda, ser este crude, em todo o mundo, aquele que apresenta os mais baixos custos de produção. Está muito à superfície e em terra. Entrando na prospectiva de Ducan, os cenários futuros do mercado de petróleo apontam para uma sucessão de datas com implicações geoestratégicas que não podem ser ignoradas.

 

SUPERSTIÇÃO

 

 
 
Biscoitos da sorte, por vezes premiados.

Superstição é a crença em situações com relações decausa e efeito que não se podem mostrar de formaracional ou empírica. Ela geralmente está associada à suposição de que alguma força sobrenatural, que pode inclusive ser de origem religiosa2 , agiu para promover a suposta causalidade. Um exemplo comum no Brasil, é a crença de que quebrar um espelho causa sete anos deazar. Também são supersticiosas as crenças irracionais3 mais simples que não envolve a suposição de algo não natural.

Superstições são, por definição, não fundamentadas em verificação de qualquer espécie. Elas podem estar baseadas em tradições populares, normalmente relacionadas com o pensamento mágico. O supersticioso acredita que certas ações (voluntárias ou não) tais como rezas, curas, conjuros, feitiços, maldições ou outrosrituais, podem influenciar de maneira transcendental a sua vida.

Consideram-se superstições aquelas disciplinas sem embasamento racional ou científico4 , as chamadas pseudociências, tais como:

O elo causal entre a atitude do supersticioso e o efeito que se supõe ocorrer é, em muitos casos, difuso, muitas vezes não declarado e sempre impossível de ser verificado. Por esta razão ele é atribuído a forças sobrenaturais que incluem:

  • a força do destino;
  • poder invisível dos astros;
  • poder invisível dos ritos mágicos;
  • poder invisível dos espíritos que podem ser de humanos já falecidos, de seres não humanos mas presentes na natureza, de anjos e demónios (djins, na tradição islâmica) e outros.

Esta maneira de pensar é contrária à razão e viola os princípios da ciência, que busca analisar os fenómenos e encontrar relações de causas e efeitos demonstráveis e reproduzíveis por quem se disponha a testá-las. Embora seja perfeitamente possível que algo considerado impossível e sobrenatural no presente seja um dia verificado pelo método científico é importante que se encare com ceticismo as afirmações de paranormalidade ou realizações extraordinárias que superam em muito a capacidade técnica no presente.

Em muitos casos o pensamento mágico e supersticioso deu origem ou conduziu à alguma disciplina do conhecimento científico moderno (veja ciência). É o caso da astrologia da qual surgiu a astronomia, da alquimia que deu origem à química, e outras.

O MUNDO DA CRIANÇA

O DIA DA CRIANÇA

Dez dicas para ter mais paciência com os filhos

O stress faz com que perca rapidamente a paciência em casa? Uma especialista espanhola dá dez dicas para amenizar o final do dia com crianças

Dez dicas para ter mais paciência com os filhos 

Reuters

Depois de um dia de trabalho, o regresso a casa devia ser sinónimo de lazer e descanso. No entanto, o fim do dia significa, para muitos pais, preparar o jantar, arrumar a casa, ajudar as crianças a fazer os trabalhos de casa, entre outras tarefas. Pais e mães chegam a casa depois de vários problemas laborais que fazem disparar os níveis de stress, bem como a intolerância para aceitar aquilo que foge ao desejado.

Paciência significa "capacidade de tolerar contrariedades, dissabores, infelicidades" e "sossego com que se espera uma coisa desejada" (segundo o dicionário online Priberam da Língua Portuguesa). Segundo especialistas em relações familiares, cada vez mais pais querem saber qual o "método" para ter mais paciência para a sua relação com os filhos. A especialista espanhola Cristina García diz que o primeiro passo para manter a tranquilidade em casa passa por aceitar que as crianças são crianças e que não são pessoas adultas, e deixa dez dicas que prometem aumentar a paciência dos adultos.

  1. As crianças fazem coisas de crianças

Os mais pequenos não são adultos e, por isso, não têm as mesmas atitudes que as pessoas adultas. Não obedecer de imediato, querer mexer em tudo, questionar a autoridade dos pais e querer brincar sem parar para comer ou dormir são algumas das atitudes que fazem parte desta fase.

  1. Precisam de atenção

As crianças necessitam de atenção a qualquer hora do dia e em qualquer lugar: seja na rua, em casa, na banheira, enquanto os pais falam ao telefone, arrumam a casa ou cozinham. E também precisam de atenção durante a noite, altura em que os adultos têm menos paciência, devido ao cansaço e à necessidade de repouso.

  1. Têm necessidades diferentes das dos adultos

Enquanto os mais velhos precisam de descansar depois de um dia atarefado, as crianças precisam da atenção dos pais. As suas necessidades podem ser tão simples como brincar ou fazer perguntas.

  1. Merecem respeito

Castigos, gritos ou atos de humilhação podem não ser a melhor solução para resolver conflitos. Estas atitudes podem fazer com que a criança se sinta inferior, refletindo-se não só no presente, como no futuro.

  1. Não têm pressa

As crianças não têm pressa em comer. Nem em vestir-se, nem em caminhar, nem em crescer. A necessidade de fazer as coisas com rapidez tem origem nos adultos. E, segundo a especialista, mais pressa significa menos paciência.

  1. Não precisam de fazer muitas coisas

Ao contrário dos adultos, as crianças não têm horários nem muitas tarefas a cumprir. Por isso, os mais pequenos necessitam de fazer as coisas ao seu ritmo. O stress e a falta de paciência estão relacionados com o excesso de coisas que os pais têm por fazer.

  1. Não pensam em fazer bem as coisas

Os pais exigem (ou, pelo menos, esperam) que as crianças façam bem as coisas, como obedecer de imediato, arrumar os brinquedos, compreender os irmãos, comer tudo o que está no prato, tomar banho sem protestar e fazer corretamente os trabalhos de casa. Mas este tipo de expectativas é desenvolvido pelos pais, e não pelas crianças.

  1. Precisam do tempo dos adultos

Os pais devem compreender que as crianças precisam de tempo e de dedicação. Quando os adultos não se recordam disso, a incompreensão e a falta de paciência começam a surgir.

  1. Requerem amor incondicional

A condição de ser pai exige amor incondicional. As demonstrações de afeto ocorrem, muitas vezes, ao ver o sorriso dos mais pequenos. Os mesmos que às vezes fazem com que perca a paciência.

  1. Os pais também precisam dos filhos

Pais e mães precisam dos filhos para abrir o coração, brincar, cantar e dançar. Ser mais flexível e carinhoso não significa que deixe de ser um adulto responsável.


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 http://visao.sapo.pt/dez-dicas-para-ter-mais-paciencia-com-os-filhos=f820796#ixzz3bosqyeFR

O BICHO HOMEM

Perguntaram ao Dalai Lama:
- O que mais te surpreende na Humanidade?
E ele respondeu:
- Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.

Dalai Lama

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