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O ENTARDECER

O ENTARDECER

AS ÉLITES E O SEGREDO

 

Seria impossível não concordar com este tipo de reuniões, pois há matérias que no seu estudo e conceção, necessitam da participação de gente com conhecimentos fora do alcance do comum das pessoas e somente atingirão sucesso se, antes da sua implementação, estiverem envoltas em segredo, do mesmo jeito que os negócios. Reconhece-se a enorme importância das chamadas elites, desde que elas, é claro, saibam pôr acima dos seus interesses pessoais, os interesses coletivos.

As grandes linhas estratégicas não podem ser tomadas de outra forma, mau se tornaria se tais métodos continuassem a ser utilizados na fase de execução das mesmas. Se tudo, desde uma simples nomeação, que deveria estar somente dependente dos méritos, até aos pormenores mais banais da vida corrente estivesse controlado em segredo e não de forma transparente. A população passaria a ter uma simples vida vegetativa, não passando de puras marionetas.

Repete-se a convicção de que o «poder» está em Portugal extremamente disperso. O poder dos partidos é somente aparente, pois ele está muito mais na «economia», nos «lóbis», nos grupos corporativos, na Igreja, no Governo, na Assembleia da República, comunicação social etc. e, provavelmente, em grande parte, nas chamadas «organizações secretas ou discretas».

Trata-se de uma situação muito estranha, pois, segundo me apercebo, a maioria das pessoas têm medo, sequer, de falar nesta realidade.

Medo de sofrer represálias, medo de ser “proscrito”! É exatamente isto que eu não se consegue compreender, pois do crto ponto de vista, estas instituições até podem desempenhar valiosos serviços à sociedade, em geral. Depois de tudo o que foi dito, é muito difícil dizer quem é “poder” em Portugal. Não tenhamos dúvidas, que certas organizações, do lado certo, podiam ser importantíssimas, para o nosso desenvolvimento.

 É demasiado evidente. Não há espaço para um simples cidadão, sequer, respirar.

Infelizmente, tais ligações parece só terem servido para reforçar os interesses económicos da sua vastíssima clientela sempre de mão estendida. Tal estado de coisas serviu indubitavelmente para a degradação moral em que vivemos, nomeadamente fomentando o pior que uma sociedade pode ter, como a total ausência de valores.

Há aqui uma certa lógica nestas conclusões. As reuniões do “Grupo de Bilderberg “, ou mesmo da já falada “ Trilateral “, envolvem sempre membros de vários Governos. Estes, eram até há pouco tempo maioritariamente socialistas de conteúdo neoliberal. Fala-se da chamada “Terceira Via” socialista. Tudo isto demonstra ser quase impossível que este raciocínio não tenha uma grande dose de verdade.

Sem se delirar, tudo parece apontar para uma gigantesca conjugação de forças nacionais e internacionais. Que venham por bem, se for a caminho de um mundo melhor para toda a humanidade. A questão que ainda se coloca, volta a ser a mesma, ou seja, o desconhecimento que a maioria esmagadora da população tem sobre este e quase todos os assuntos políticos nacionais e internacionais.

 Acredita-se que existem, de facto, problemas importantíssimos para resolver a nível mundial. Problemas como a segurança. Melhor dizendo, a abolição das guerras e atentados, passam, sem dúvida, pelo equilíbrio económico no Globo. E pela sustentação ambiental, muito mesmo.

OS LÓBIS

Os lóbis, dá para perceber, que são conduzidos por pessoas colocadas nos lugares certos, para facilitar, dificultar ou até desviar o normal curso de certos processos, de maneira a que as conclusões finais sejam aquelas que mais interessam a quem fomentou os ditos lobis.

Agora, como se articulam essas pessoas, com são instruídas, quem as coloca e como, e o modo como também são protegidas é mais difícil de perceber.

Percebe-se que tem de ser um trabalho feito em rede, as informações têm de circular com fluência, e o sigilo é fundamental tendo em vista o sucesso a alcançar.

Em toda esta cadeia humana não pode haver descontentes, sendo difícil perceber como tal é conseguido.

O descontente, normalmente, desabafa a sua revolta com alguém, a menos que esteja coagido a não o fazer, por medo, naturalmente de perder no futuro, oportunidades que sozinho não conseguiria alcançar.  

Agora quem tem força para lhes dar segurança e oportunidades? Uma pessoa isolada não é crível, mais parece trabalho de organizações. Mas que organizações?

Quem protege estas organizações e como elas ultrapassam o “Poder “ legitimamente constituído? Ou mesmo se entrelaçam com ele?

OS PODERES INSTALADOS

 

“ Não, temos de julgar pelas acções. Vi, por exemplo, o ministro da saúde anunciar a gestão privada dos hospitais. Eu conheço o seu percurso profissional, ligado ao grupo Melo, mas fui incapaz de ver nesse anúncio o interesse desse grupo. Muitos ministros vieram de escritórios de advogados, mas nos governos do PS isso também acontecia. Eu acho que temos de conceder a todas as pessoas um crédito de confiança e julgá-las pelos factos, sem suspeitas à partida. No caso do Benfica, não falo de ligações mas de factos. “                                                    

Daniel Bessa

Expresso 06-07-02

 

“O Governo está a tentar fazer reformas. Mas, cada vez que ensaia uma reforma – na Saúde, na Educação, na Segurança Social – levanta-se o respectivo lóbi lá instalado,”             

 Miguel Sousa Tavares TVI, 9-7-02

" SOCIEDADES SECRETAS"

 

”O Primeiro-ministro britânico Tony Blair, propôs recentemente a divulgação dos nomes de magistrados, militares e polícias associados a organizações secretas, como por exemplo a maçonaria. A proposta de Blair faz um certo sentido. Numa sociedade aberta e democrática, como são hoje praticamente todas as sociedades ocidentais, haverá razão para a existência de associações cujos membros não se dão a conhecer? O facto de esses elementos, sobretudo aqueles com responsabilidades elevadas no Estado, como os magistrados, poderem ter obediências não conhecidas, não acabará por lhes conferir vantagens ou possibilidades superiores (ou, pelo menos, desiguais) às dos seus colegas que não contam com as mesmas fidelidades?”

O SISTEMA

 

 “ O SISTEMA “

 

Será certamente oportuno fazermos a análise do significado de uma palavra que já anda de boca em boca e, apesar disso, muito poucas pessoas, seguramente, conseguem definir mesmo com pouca exactidão.

 A palavra é nem mais nem menos que ”SISTEMA”. Sendo nos tempos actuais utilizada para o futebol, para a política, na cultura e de uma forma geral em todos os aspectos, mas sempre com um sentido envolto em secretismo e processos pouco claros. É assim como a palavra destino, com o seu fatalismo fora do alcance dos homens (a maioria). Em todo o trabalho que será apresentado, iremos transcrever casos típicos sobre a já frequente utilização da citada palavra.

Quando uma qualquer pessoa ouve ou lê uma referência a esta palavra, tudo se passa como se existissem realmente dois mundos, um do comum dos mortais e outro dos excepcionalmente dotados ou melhor, dos escondidos. Vamos pois admitir que é isto, num acto de grande benevolência.

 

Basta agarrar em qualquer jornal, ouvir noticiários ou escutar conversas de café, para deparar com casos onde se diz...” foi o “SISTEMA”, é como se quisessem dizer foi a vontade de Deus, todo-poderoso.

OS TRANSPORTES NA GLOBALIZAÇÃO

Se nas economias tradicionais nacionais, regionais ou locais, os transportes assumem influência decisiva no seu êxito, no plano da globalização, tudo isso se agiganta!

Uma economia global só se tornou possível com o progressivo desenvolvimento dos transportes de pessoas e mercadorias – o que nos permite hoje, em algumas horas, viajar de um lado ao outro do planeta com custos cada vez mais reduzidos. Sem, objetivamente se menosprezar a verdadeira revolução que, no século XX os progressos da eletrónica, da informática, e da cibernética operam nos meios de Informação e comunicação à distância.

Importante relevo, assumem ainda, hoje em dia, o telefone móvel, as comunicações por cabo ou satélite e principalmente os computadores e a internet permitem, em espaços de minutos/segundos, contatos áudio e vídeo entre pessoas em qualquer ponto do mundo. Estes novos meios de informação/comunicação, estabelecidos à escala mundial, forneceram-nos igualmente a noção de um novo espaço, um espaço virtual, que já não se mede pelas usuais dimensões do espaço físico, e onde em muito pouco tempo qualquer um pode consultar informação, aceder à sua conta bancária, realizar reuniões online, gerir os seus negócios, conversar com amigos ou família, procurar distração …. Sem sequer sair da cadeira da sua secretária ou do conforto de sua casa e do seu computador pessoal.

 

DEUS E AS NOSSAS ORAÇÕES

Você conhece alguém que realmente confia em Deus? Quando era ateia, uma grande amiga minha costumava me contar toda semana algo específico pelo que ela estava orando, na certeza de que Deus iria tomar providências. E toda semana eu costumava contemplar Deus agindo de maneira incomum para responder às suas orações. Você sabe como é difícil para uma ateia observar factos como esses, semana após semana? Depois de um certo tempo, dizer que não passava de “coincidências” se tornou um argumento muito fraco.

Então, por que Deus respondia as orações da minha amiga? A maior razão para isso é porque ela tinha um relacionamento íntimo com Ele, desejava segui-lo e, realmente ouvia o que Ele tinha a dizer. Na sua mente, Deus tinha o direito de dirigir a sua vida e ela o fazia se sentir bem-vindo para lhe fazer justamente isso! Quando ela orava por determinada coisa, era porque, de certa forma, se sentia muito confortável ao se achegar a Deus com as suas necessidades, preocupações, ou qualquer assunto referente à sua vida. Além disso, estava convencida, pelo que lia na Bíblia, que Deus queria mesmo que ela descansasse nele, assim.

Ela basicamente colocava em prática o que esta frase bíblica diz: “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve.” (1 João 5:14 ) “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas a face do Senhor está contra os que praticam o mal.” (1 Pedro 3:12 )

 

AS MIGAS DA AUSTERIDADE

 

Lá diz o ditado; “Quem se deita sem ceia toda a noite esperneia."

Os pobres tiveram de garantir que a sua alimentação pudesse promover-lhes uma noite bem dormida, sem a carteira vazia, nem o estômago cheio.

As migas foram a aposta segura. Derivarão do verbo migar que genericamente significa desfazer em migalhas ou esfarelar pão para o caldo.
A tradição de fazer migas com peixe e designadamente de bacalhau, deveu-se ao baixo preço que este gadídeo tinha. Acresce as regras religiosas que desde a Idade Média até ao século XVIII obrigavam a comer peixe em cerca de cento e trinta dias por ano.
Como podemos então caracterizar as migas? São um produto culinário elaborado a partir de pão ensopado e depois, terminada a sua coinfecção, com uma gordura envolvente em processo de ligeira secagem.

As migas são definidas como pão seco, esmigalhado, ensopado em água ou leite e depois frito em azeite, toucinho ou manteiga. Se lhe é acrescentada carne ou outro elemento as migas chamam-se ilustradas. As migas em Portugal são mais populares e variadas que em Espanha.
Mas como terão nascido as migas? O que as separa das açordas? À primeira vista parece a forma de finalizar as migas, envolvendo-as na gordura. Mas, a sua origem? Possivelmente só nos aparecem depois das açordas e como consequência destas. As migas podem também aparecer-nos como um prato de recurso pela necessidade de não desperdiçar pão. São as migas, possivelmente, um elemento da alimentação mais pobre e que o engenho transformou num prato/guarnição de elite apenas reconhecido a partir do século XX.

 

O ASSOCIATIVISMO

Esse, nunca poderá estar prenhe de politiquice!

Esse, deveria ser incluído na formação básica de cada um de nós!

A sua definição até poderia ser: “ A união entre muitas pessoas para um determinado fim; ou a ligação lógica de ideais; numa comunidade … Há muitas formas de arte que representam para a grande maioria das pessoas um hobbie como a pintura, música, desporto etc., mas o maior de todos terá ser a “arte do associativismo”.

Tal conceito, desde que entendido como um modo altruísta de transformar um coletivo numa forma BONITA DE VIVER A NOSSA VIDA.

À política poderemos chamar, se for o caso, a arte de governar uma nação, ou a arte da diplomacia destinando-se ela a dirigir as relações entre Estados Todavia, quando a política desce aos níveis da politiquice, ela poderá ser tudo menos uma “arte”. Entramos aqui na política pouco escrupulosa, deixando então de MERECER O ADJETIVO SUPREMO DE ARTE.

A arte e o associativismo são mundos vastos e também conceitos idealistas mais ou menos nobres. Sabemos, porém, que mesmo na arte e no associativismo poderemos ter de usar alguma política, mas sempre de contornos elevados, logo, longe da politiquice! Pois, esta, irá sempre condicionar negativamente quer os fins a alcançar, quer o desenvolvimento e o futuro das instituições a representar.

Quanto ao “associativismo”, nele nunca poderemos deixar que se percam os valores nele associados tais como comunidade, igualdade, e, acima de tudo, a indispensável unidade Tudo, isto, se realmente quisermos atingir o respeito mútuo e, por fim, o desenvolvimento social e cultural de uma sociedade nacional ou local.

 

AURORA BOREAL

O que é a aurora boreal, onde e quando ela acontece?

A aurora boreal é um fenómeno luminoso que acontece no polo norte. Ela ocorre quando partículas carregadas eletricamente, como elétron, são emanadas do sol. Ao chegar na Terra, elas são guiadas pelo campo magnético até os polos, originando tal fenómeno. Quanto maior a atividade solar, mais intensas são as auroras. Vale ressaltar que elas só ocorrem nos polos (a do polo sul se chama aurora austral) e acima da atmosfera terrestre, a cerca de 60 km de altitude.

O Fim do mundo

A última vez em que uma aurora boreal foi visível em Portugal, por exemplo, foi em 25 de janeiro de 1938, segundo Alfredina do Campo, do Observatório Astronômico de Lisboa."Nesse dia, entre o pôr-do-sol e 22h, em todo o norte de Portugal, foi visto no horizonte, a norte e a noroeste, um enorme clarão vermelho que espalhou confusão e pânico entre a população", disse. "Há relatos de que as pessoas correram para as igrejas julgando estarem perante o fim do mundo."