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O ENTARDECER

O ENTARDECER

PERIGOSO CORRIGIR ERROS

 

Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, chamada "PEDRO IVO". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que na verdade a rua homenageava D. Pedro I, que quando foi Rei de Portugal, foi aclamado como "Pedro IV" (quarto). Pois bem, algum dos funcionários da Prefeitura, ao pensar que o nome da rua fora grafado errado, colocou um "O" no final do nome. O erro permanece até hoje.

POBRES CANGURUS

Quando os conquistadores ingleses chegaram à Austrália, assustaram-se ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo (os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio repetia " Kan Ghu Ru", e portanto adaptaram-no ao inglês, "kangaroo" (canguru ).

 

 

Depois, os linguistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo".

OS REIS DO BARALHO

 

Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história: 

- Espadas: Rei David (Israel) –

- Paus: Alexandre Magno (Grécia/Macedónia) – 

- Copas: Carlos Magno (França) – 

- Ouros: Júlio César (Roma)

Resultado de imagem para os quatro reis do baralho

OS REIS DO BARALHO

 

Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história: 

- Espadas: Rei David (Israel) –

- Paus: Alexandre Magno (Grécia/Macedónia) – 

- Copas: Carlos Magno (França) – 

- Ouros: Júlio César (Roma)


SIGNIFICADO DE “OK”

 

Uma versão, entre outras …

  • Durante a Guerra de Secessão, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa:
  • "O Killed" (zero mortos).
  • Daí surgiu a expressão " O.K." para indicar que tudo está bem.

LENDA DO RIO AMAZONAS

 

Há muitos anos, moravam na selva amazónica dois noivos muito apaixonados que sonhavam ser um casal.

Ela vestia-se de prata e seu nome era Lua. Ele vestia-se de ouro e seu nome era Sol. Lua era a dona da noite e Sol era o dono do dia.

Thumb

Porém, havia um problema para o namoro dos dois: Se eles se casassem o mundo acabaria. O ardente amor de sol queimaria toda a Terra. O choro triste de Lua, afogaria toda a Terra.

 

Apesar de muito se amarem, como se poderiam casar? A Lua apagaria o fogo? O Sol faria com toda a água se evaporasse? Mesmo muito apaixonados, separaram-se sem nunca se terem casado. Os noivos ficaram tristíssimos, e continuaram a Lua de prata e o Sol de ouro. No desespero da saudade, a Lua chorou durante todo um dia. E uma noite. As suas lágrimas escorreram por morros sem fim até chegarem ao mar. Mas o oceano bravio, não queria aceitar tanta água. A sofrida Lua não conseguiu misturar as suas lágrimas nas águas salgadas do mar e foi assim que algo de estranho aconteceu. As águas formadas pelas lágrimas da Lua escavaram um imenso vale, ladeado por imensas serras. Um imenso rio apareceu e inundou vales florestas e lugares sem fim. Eram as lágrimas da Lua, que de tanta tristeza, formaram o Rio Amazonas, o rio-mar da Amazónia.

A NOSSA INFÂNCIA

As lembranças da nossa infância, perduram para sempre!

Apanhar fruta na árvore, nadar em rio, pescar e viver uma vida mais saudável estão em quase todas as recordações, de qualquer ser humano.

Normalmente, quando olhamos para o nosso passado, sobretudo para quando éramos crianças, o que nos vem à cabeça é uma grande nostalgia e temos a tendência de considerar aqueles tempos de enorme felicidade, mas que não voltarão. Quem não gosta de perder tempo, a lembrar-se de cada uma dessas histórias que não conseguimos apagar?

Contudo, a realidade dura e crua da vida, acaba sempre por nos levar para o futuro, no qual e apesar de tudo, temos uma palavra a dizer.

Não podemos, nem devemos querer, ignorar o realismo de viver o presente, sem, contudo, deixarmos de questionar o futuro. Afinal de contas, acabamos sempre, por nos repartir pelo passado, presente e futuro.

- Apanhar frutas, sozinho ou com amigos, era um dos divertimentos com mais aventura. E apanhá-la no mais alto possível, fazendo malabarismo e correndo o risco de uma queda que poderia causar problemas. Neste caso, quando mais difícil, melhor.

- Tomar banho em rio! E não era só isso, não. Fazíamos de uma pedra um grande escorregador, saindo em escorregadela e mergulhando mais à frente. Ah! Como era divertido. E não tínhamos, mais uma vez, nenhuma noção de perigo. Alguns sustos apareciam de permeio.

-Pescar e caçar - No primeiro caso, pescava se, com canas improvisadas, no rio da nossa terra, depois, no segundo caso, no tempo da apanha da azeitona, podia-se apanhar um ou outro coelho, mais distraído, e alguns pássaros na mata próxima da casa, que, eram preparados pela minha mãe, para toda a família. Hoje não se faria nada disto! Tempo, de muita carência e enormes dificuldades para gerir um orçamento, bem magro.

- A descoberta da leitura da infância para a adolescência, e a viagem que ela proporciona! Inicialmente, em revistas de adultos e jornais que nos ficam à mão. Depois, nos livros, emprestados por amigos, ou na biblioteca ambulante, de onde se podia. Foi, sem dúvida, um tempo muito divertido. Posso, no meu caso, considerar-me um privilegiado por ter tido uma infância rica em experiências e, ao mesmo tempo, protegido no meio da família. Foi, também, um tempo rico de aprendizagem, e de ver como o mundo era, logo, preparando-nos para ele. E, desta forma, íamos formando, também,  o nosso caráter.

Preciso reviver, eu bem sei,
Mesmo que só na lembrança,
Voltar à minha antiga casa,
Rever a minha infância
e todos os momentos felizes que lá passei
.

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