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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Venda-se Portugal

 

O que há de mais grave no novo "buraco" hoje revelado nas contas de Portugal não é tanto a dimensão do mesmo, apesar de ser enorme, mas sim o facto de ter sido deliberadamente escondido pelo Governo nacional ao longo da última campanha eleitoral e colocar agora em causa a credibilidade financeira do País, agravando os sacrifícios impostos pelo programa de ajuste orçamental. Decididamente, já não pode haver paciência para tanta aleivosia. Já basta de pagarmos os desmandos de Sócrates e seus apaniguados. Se eles não querem aliviar-nos da sua indesejável companhia, só há uma solução: vender Portugal a quem der mais!

 O que diriam os políticos portugueses (todos sem excepção) e toda a comunicação social se alguém tivesse escrito um texto deste género depois de serem conhecidas as trapaças de José Sócrates e Teixeira dos Santos durante o ciclo eleitoral de 2009, quando esconderam deliberadamente o défice dos portugueses, apenas por cálculos eleitorais. Pois, parece-me que o desgraçado que falasse na venda de Portugal levaria com toda a fúria portuguesa por sugerir tal coisa. Mas Vital Moreira teve mesmo a lata de sugerir isto sobre a Madeira, conforme se pode ver neste post, onde apenas alterei algumas palavras. Vital Moreira, no seu melhor. Um excelente representante do partido da bancarrota.  

 

Publicado por Nuno Gouveia às 01:05
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O BOM JORNALISMO E A TABLOIDIZAÇÃO

 

Para que haja um bom jornalismo supõem-se, a meu ver, três características; independência, rigor, e coragem.

O jornalismo é comparável a uma árvore.

A independência é a terra na qual o jornalismo afunda as suas raízes. Sem independência não há jornalismo, tal como não é possível uma árvore medrar num pequeno vaso de terra. Se um meio de comunicação não tiver independência não tem liberdade – e, portanto, não estão satisfeitas as condições para existir. Se um meio de comunicação for dependente, se tiver de respeitar tabus, constrangimentos de qualquer ordem, se não puder informar de uma forma livre ou organizar livremente a informação, deixa de ser um órgão de informação para ser um órgão de propaganda. Propaganda mais ou menos camuflada – mas propaganda, de qualquer modo.

O rigor é o tronco da árvore. O tronco é aquilo que suporta os ramos e as folhas – e, por isso, deve ter uma estrutura

(uma arquitetura)   clara e simples, e uma forma escorreita. O texto jornalístico também deve ser assim: deve ser claro, simples e escorreito.

Finalmente, as folhas são a coragem. Porquê a coragem? Porque é através das folhas que a árvore se projeta no espaço, se afirma na natureza – e é a coragem que permite ao jornalismo afirmar-se sem medo, reportar com verdade mesmo em condições e circunstâncias adversas.

A informação colorida é outra coisa. Não deturpa os factos – apresenta-os de uma forma mais atrativa, mais envolvente, sendo por isso mais eficaz. Imaginemos que um jornalista da TV está a falar ao «vivo» da poluição atmosférica – e a relacioná-la com o fumo que sai dos tubos de escape dos automóveis. A certa altura, o jornalista para de falar, tira um lenço branco do bolso e coloca-o no escape de um carro a trabalhar. Depois mostra-o aos telespectadores: o lenço tem um círculo negro. Eis uma forma colorida de dar uma informação que, se ficasse pelas palavras, não tinha um décimo do efeito impressivo.

Muitas vezes pensa-se que uma informação séria, rigorosa e isenta tem de ser apresentada de uma forma circunspecta e institucional. Esta forma de encarar o jornalismo arrisca-se a ser mortal – porque uma informação cinzenta resulta árida para o leitor, pouco atrativa, monótona, tornando-se por isso ineficaz. Não produz efeito. Se uma questão tratada com isenção, imparcialidade e rigor for apresentada de forma apelativa, isso constitui uma mais – valia e não, como às vezes se pensa, uma menos-valia informativa. Uma informação cinzenta é como comida sem sal: pode estar bem convencionada mas é sensaborona. E acaba por não agradar a ninguém, perdendo toda a eficácia e impacto

O jornalismo, hoje, um pouco por todo o mundo, dir-se-á, mas de forma verdadeiramente preocupante em Portugal, atravessa um momento de desorientação. Não há, ou não parece haver limites. Tudo o que “saia” é publicado, não importa se tem um mínimo interesse público, não importa os danos que causam gratuitamente a terceiros.

As televisões deixariam de ter as razões (que até aqui tinham, presume-se) para não dar a notícia, isto é difundir a calúnia. Os jornais de referência que no início recusavam publicar a notícia, vêm-se agora obrigados a dar-lhe espaço. Está-se mesmo a ver como as coisas funcionam!

 

História do Chocolate

 

Ninguém sabe ao certo quando surgiu e de onde veio, mas todos sabemos que o chocolate veio para ficar.

A origem da dita delícia dos deuses, que segundo os maias do México e da América Central foram os primeiros a consumir o cacau, em meados de 1500 a.C, representa ainda um mistério na história, que vai sendo decifrado aos poucos com pequenos vestígios que surgem ao longo dos séculos. As bebidas achocolatadas, por exemplo, datam do século VI a.C.

Os astecas foram, por sua vez, os primeiros apaixonados por chocolate de que se tem notícia, por volta de 1300 d.C., mas a bebida luxuosa era privilégio apenas dos nobres e guerreiros. Nessa época, as valiosas sementes de cacau eram utilizadas como uma espécie de dinheiro, a especiaria funcionava também como moeda para os astecas e maias e continuou sendo utilizada como dinheiro até meados do século XIX, e a propriedade das árvores de cacau era fiscalizada e controlada pelo governo.

No século XVI, os conquistadores e missionários espanhóis aderiram ao consumo do chocolate, quando a exportação do vinho foi proibida. Criadas pelos colonos espanhóis no México, as primeiras chocolateiras (recipientes para armazenar a bebida) surgiram da importância da espuma para os apreciadores de chocolate da época, que gostavam da bebida que vinha acompanhada de muitas “bolhas”.

No início do século XVII, na sociedade de Chiapas/México, o chocolate era quase um item sagrado e era servido até nas cerimónias religiosas, pois conta-se que as damas não conseguiam ficar o tempo da missa sem a bebida dos deuses. A partir daí, o sucesso do chocolate espalhou-se por toda a Corte Europeia, conquistando a todos que experimentavam a tão falada bebida.

Já no início do século XX, o chocolate ganhou propriedades medicinais, sendo reconhecido como fortificante e ficou também mais acessível a todos, tornando-se um produto comercial e uma forma de combater as bebidas alcoólicas.

A primeira fábrica de chocolates foi construída em 1870, por Émile Menier, com o objetivo de melhorar a qualidade do produto já existente e reduzir o seu preço de custo, conseguindo assim democratizar a especiaria antes restrita às classes mais altas. E no final do século XX, o chocolate já havia invadido e conquistado os quarto cantos do mundo, sendo a China o ultimo país a se entregar aos encantos da delícia de cacau

 

CRISTO NA CRUZ

 

O SOFRIMENTO DE CRISTO

 

 

"Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaram?". Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado  disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". E morre"

 

 

 

 

OVOS E COELHOS

 

São símbolos da Páscoa?

 Os coelhos não põem ovos e, por isso, as pessoas se perguntam por que os dois são símbolos da Páscoa?

O ovo é uma  tradição antiga que surgiu antes de Cristo. Na Europa, as pessoas trocavam ovos no Equinócio de 21 de março para celebrar o fim do inverno e o início da primavera (no Brasil, fim do verão e início do outono). Quando a Páscoa cristã começou a ser celebrada, a troca de ovos começou a fazer parte da Semana Santa. Os cristãos passaram a ver no ovo um símbolo da ressurreição de Cristo. Naquela época,  as pessoas trocavam ovos de galinha decorados. A tradição dos ovos de chocolate começou na França e, a partir do século XIX, os ovos doces tomaram conta da comemoração.

A tradição do coelho da Páscoa é mais recente, se comparada à do ovo. O costume surgiu no século XVI, na Alemanha. Os alemães trouxeram o hábito para a América no século XIX. O animal foi associado à Páscoa porque se reproduz rapidamente e simboliza fertilidade e vida nova.

 

MITOLOGIA GREGA

 

Helios

O Sol é personificado em várias mitologias: os gregos chamavam-no de Helios e os romanos chamavam-no de Sol.
Sendo deus do Sol. Helios era imaginado passear numa carruagem puxada por cavalos através do céu, trazendo luz para a Terra. A jornada do Sol, naturalmente, começava no leste e terminava no oeste, local onde Helios completava  a sua ronda diária e flutuava de volta para o seu palácio no leste numa taça dourada. 
Detalhes desta descrição do papel de Helios como o deus Sol aparecem na mitologia, literatura, poesia e arte. De acordo com o poeta grego Hesiodo, Helios era o filho de dois Titãs - Theia e Hyperion. Na Teogonia de Hesiodo, por conseguinte, Helios era também o irmão de Eos (a deusa da alvorada) e Selene (a deusa da Lua). É interessante notar que a deusa da alvorada, Eos, começa o cortejo da manhã, seguida atentamente pelo seu irmão Helios.
Existem vários mitos nos quais Helios toma parte. Um dos mais memoráveis entre estes contos é a lenda de Phaethon. O Sol também aparece na triste história da infortunada ninfa Clytie. Entretanto, Helios é, na melhor das hipóteses, um tipo de espião celestial, de quem não muita coisa pode ser mantida em segredo. No Hino a Demeter feito por Homero, a deusa Demeter pede a Helios ajuda para localizar sua filha Persephone. Do mesmo modo, é o deus Sol que primeiro nota o caso amoroso que está ocorrendo entre os deuses Olimpicos Aphrodite e Ares, na Odisséia.
Helios também era o pai de alguns importantes personagens mitológicos. Com a sua esposa, a Oceanid Perseis, Helios teve três filhos lendários - Circe, Pasiphae e Aeetes. É bom lembrar que o casal teve vários outros filhos menos ilustres. O deus também teve numerosos relacionamentos com mulheres que resultaram no nascimento de descendentes. A já mencionada Phaethon, por exemplo, era o produto de uma destas uniões. Estes "filhos do Sol" foram, algumas vezes, citados como Heliades na mitologia e literatura.

 

PRODUZIR E POUPAR

GERAÇÃO 40-50 do ÚLTIMO SÉCULO

Deve ter sido a última geração a ter ouvido alguém dizer para:

“Se Produzir e Poupar”.

As gerações seguintes foram incentivadas a recorrer ao crédito até atingirem o endividamento que é hoje dos mais elevados e escandalosos do mundo! Alguns acreditaram que depois da revolução dos cravos, o consumismo traria a abastança ao país. Mesmo sem se produzir!

A última geração que produziu e poupou, teve uma alimentação deficiente e ainda ouviu falar de “uma sardinha  para três”, nos lares de então! Não teve médicos de família, nem professores, nem tudo aquilo que agora se esbanja para apresentar indicadores de gente rica, e não perder as eleições. 

Os professores, os médicos, os juízes etc., que havia, não pensavam nos interesses de classe. Pensavam no serviço público que muito os honrava. Saía-se de casa dos pais cedo, muito cedo, às vezes para muito longe e muitas outras vezes para nunca mais voltar. Roíam as saudades, mas era preciso poupar para enviar “dinheiro” que assegurasse algum sustento aos país já velhinhos e ajudasse também a equilibrar as finanças da mãe pátria, já que ela não os tinha podido ajudar.

Sempre com Portugal no coração, mesmo sem dinheiro para vir de férias, iam mandando para cá o pouco que sobrava, ou faziam sobrar apertando o cinto. Souberam mais tarde que era esse pouco de cada um e o muito porque era de muitos, que ia permitindo ao nosso país manter uns senhores doutores a ganhar bem e a dizer que a culpa do estado do país era do povo pouco preparado! Sem estudos.

 Não há melhor universidade que a vida! Os maiores empresários portugueses e do mundo não tinham cursado, mas Deus deu-lhes o dom de saberem reproduzir riqueza! Diplomas tirados ao domingo,não havia.

Abolindo a cultura do "produzie e poupar" criaram um país que comia muito mais do que aquilo que produzia e deste modo desequilibrou, anos a fio, a sua balança de pagamentos e as contas do Estado.

Fizeram-se empresários, portugueses espalhados por todo o mundo, que foram admirados e respeitados pelo seu comportamento cívico e profissional que souberam ter. Foram eles que aguentaram guerras, como as da Guiné, de Angola, de Timor, de Moçambique, da Índia etc. Quantos deles lá morreram? Quantos ficaram feridos para sempre? Até na própria alma!

Quantos perderam o sossego e ganharam noites de insónias sem fim? Quantos deles viram desaparecer com amargura o conceito de pátria, que lhes tinham ensinado? Até sabiam que esses povos, supostamente independentes, iriam passar um longo calvário e que, no fundo, se consideravam também portugueses, porque nos bancos da escola foi isso que aprenderam.

Quantos anos têm hoje é o que menos importa, pois, o mais importante é que têm uma experiência de vida nunca antes alcançada por outra geração anterior ou posterior. São polivalentes, experientes e com uma alma de “antes quebrar que torcer”.

Pela experiência de vida que tiveram, viveram muitos mais anos que a esperança média de vida, referida nas estatísticas oficiais, mesmo sem os viverem de facto.

Precariedade foi aquilo que sempre tiveram mas, do pouco que ganhavam, sempre descontaram para na velhice terem uma reforma com 13ª e 14ª meses que agora lhe estão a tirar! Sentem medo ao verem uns "políticos" reduzirem-lhes as suas reformas, que não as deles, pondo em perigo aquilo que eles honestamente conquistaram. Eles, que arrecadam reformas chorudas em 4 ou 5 anos de pouco ou nulo trabalho e nenhuns descontos.

Eles que acumulam erros graves na governação do nosso país, a todos os níveis, sem os assumirem, nem havendo quem os obrigue a assumir. Erros que são eles, a geração de ouro portuguesa, que os paga com sacrifícios e muito sofrimento.

Os mesmos senhores "políticos" que os atiraram para reformas antecipadas que eles não queriam. Pois sempre quiseram trabalhar até poder.

Quiseram com isso dar os seus lugar a jovens, disfarçando o desemprego, que dizem ter cursos superiores mas, na realidade, pouco sabe e por isso o país está e continuará a estar, como todo o mundo sabe, com elevado desemprego, endividado e sem economia produtiva. Mas sempre a pedir cada vez mais sacrifícios ao povo.

As universidades já não formam elites, mas grandes contingentes de desempregados! Entretanto, receberam-se milhares de emigrantes porque os portugueses não sabiam ou não queriam, arranjar torneiras, jardins, televisões, barcos etc. Os alunos das estatísticas nacionais sabem de tudo e não sabem de nada. O mercado de trabalho não os quer! Também eles não têm culpa, hoje já nem podem empregar-se na Função Pública de onde terão que sair muitos milhares de trabalhadores considerados excedentários. As outras gerações também não têm culpa, são igualmente vitimas. A culpa está dos poderes de decisão deste país, estejam eles onde estiverem.

As Dívidas de Portugal levam os portugueses a continuarem a procurar melhor sorte noutros países. O Instituto Nacional de Estatística (INE) diz que, em 2006, 30 mil portugueses fixaram residência por mais de um ano noutros países, mas a Igreja católica e os sindicatos dizem que, neste ano, foram mais de cem mil os cidadãos lusos a procurar emprego e melhor sorte além – fronteiras, o que corresponde a um aumento de 20 por cento em relação a 2005.

Dar ao povo alguma esperança é "cortar a direito" na governação atual, sem exceções de espécie alguma, já que melhores dias não chegarão tão depressa para todos, só para alguns. 

 

OS COMEDIÓGRAFOS

A soberania Popular na Grécia antiga.

A tribuna da Pnix e o hemiciclo da comédia eram duas manifestações diferentes da soberania popular.

Os comediógrafos sobrelevavam em importância os próprios oradores. Deste modo a comédia de intuitos políticos e de sátira pessoal tinha um poder aluidor tão considerável que fazia vacilar as mais sólidas reputações e entibiava os ânimos mais fortes. A perspectiva de ser visado numa comédia pública era motivo para sérias apreensões.

Começa então a formar-se uma surda conspiração contra a comédia, procurando torná-la impotente, quer interdizendo-lhe a individuação de pessoas vivas (decreto de Antímaco), como já eram proibidas alusões aos mortos, quer negando-lhe o direito de crítica aos magistrados. Todavia, estas proibições não se mantinham por muito tempo: a audácia dos poetas tornava-as ineficazes e os aplausos públicos faziam-nas cair sob o jugo opressivo do Governo dos Trinta, após o desastre de Aegos-Pótamos, a comédia política sucumbe ante a rigorosa proibição de se representarem personagens reais (404 a. J. C.) e a ameaça constante que pesa sobre os comediógrafos de serem vítimas da perseguição e da violência. A sátira política, a crítica dos magistrados, a apreciação dos actos governativos e de administração não pode mais fazer-se livremente; e o Governo dos Trinta foi tão depressivo das energias morais de Atenas, corrompeu a tal ponto as virtudes democráticas, que, depois da sua queda, o Estado ateniense, anémico e dessorado, não teve alentos para restituir à comédia os seus antigos privilégios.

Aristófanes – Cadernos Culturais

A NOVA EVANGELIZAÇÃO

QUINTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2013

CRISTO E OS POLÍTICOS

A Nova Evangelização tenta novos caminhos frente às condições mudadas dentro das quais a Igreja está chamada a viver hoje o anúncio do Evangelho. Os desafios que o contexto cultural e social atual, lançam à fé cristã processam-se em vários cenários.”

É verdade que sim, e os desafios são enormes para a Igreja, todavia, a escolha entre os novos cenários pode ser muito perigosa! E, dentro deles, escolher um que vamos a seguir explicitar parece ainda ser mais perigoso! Fala-se de uma notícia do jornal "Correio de Oeiras" (abril 2013), na qual aparecem dois políticos deste concelho, à porta da Igreja de Queijas, esperando o começo de uma procissão noturna. Há pouca gente (mau começo) e os dois políticos, já em campanha eleitoral (um deles é candidato à presidência da CMO), têm as mãos no crucifixo, como se estivessem a descansar agarrados à estátua do Eusébio no Estádio da Luz! O crucifixo foi pintado por um cidadão desta freguesia, com muito empenho e carinho e oferecido à Igreja de S. Miguel Arcanjo.

Como católicos, sentimos muito respeito por esta iniciativa de Roma a fim de ser possível conquistar mais gente e mudar os caminhos errados que o mundo está a pisar. Ora, o presidente da Junta, entre várias considerações infelizes que fez ao jornal, diz que concorda com a Reforma Administrativa feita pelo Governo, mas, sobre a extinção da sua freguesia passa ao lado! Também nunca informou a população desta ex – freguesia, daquilo que se estava a passar, e agora, sem freguesia, vai para a porta da Igreja, certamente à espera de algum milagre? Agora amigo, agora é demasiado tarde! O outro, candidato à Presidência da CMO, mesmo sem ter sido aberta a campanha eleitoral anda de há muito em plena campanha gastando o dinheiro do povo!


Melhor seria que ambos aproveitassem a “gentil” reportagem deste jornal, para pedirem desculpa à população por tudo que fizeram malfeito ou simplesmente não fizeram. Pedimos a Deus melhores dias para a NOVA EVANGELIZAÇÃO e para esta ex-freguesia.

Qual o Futuro no Mundo?

 

Não fiquemos de boca aberta. A Nova Economia não está morta. Diz-se que vai haver um segundo "boom". A Internet, a Web, o telemóvel e a banda larga entrarão num percurso imparável - passarão a valores próximo da total penetração nos mercados.

Telecomunicações e transportes.

  • Desenvolvimentos tecnológicos nas telecomunicações: TV, vídeo, fax, telefonia móvel, Internet, estradas e redes de informação. Desenvolvimentos tecnológicos nos transportes: aviões, comboios de alta velocidade, automóveis de baixo consumo, bicicleta etc. Consequência: o bombardeio da informação e da publicidade, a aldeia global, a progressiva não - habitabilidade das cidades; reflexões éticas sobre o controle da informação e a criação de opinião.

Ciência, tecnologia e sociedade no mundo desenvolvido

A energia. Desenvolvimento científico; desenvolvimento tecnológico: energias contaminantes e energias alternativas; o controlo da investigação energética; problema da ciência militarizada; a continuidade da participação dos cidadãos na tomada de decisões; consequências económicas e do meio ambiente; ética nuclear e ética do meio ambiente.

A produção industrial, Desenvolvimentos tecnológicos: automatização da produção (informática, robótica; consequências sócio - económicas; industrialização e desindustrialização; terciarização; crises no Estado de bem-estar social; consumo e desemprego; desequilíbrios em nível mundial: primeiro e terceiro mundos; reflexão ética e política sobre os problemas sociais.

Saúde e demografia, Desenvolvimentos científicos: a Biologia e a Genética modernas; desenvolvimentos tecnológicos: a Medicina moderna (vacinas, novas técnicas cirúrgicas, controle da natalidade) e a Engenharia genética; o controlo da investigação e da fixação de prioridades; a influência da ideologia; consequências; controle da mortalidade e explosão demográfica; novas políticas de controlo da natalidade; escassez e progressivo esgotamento de vários recursos naturais.

Estas profundas mudanças económicas, atingirão de forma particularmente violenta, a população ativa com baixos níveis de escolaridade onde os houver, a qual passou a concorrer no mercado de trabalho com imigrantes de todo o mundo. A educação passou a ser de facto um capital ainda mais socialmente valorizado pelas famílias.

As Pessoas, será ponto assente que a principal riqueza de um País e do mundo, ou de uma instituição, seja empresa ou serviço público, são as pessoas que nelas vivem e trabalham.

A nova geração, ou sejam os nossos netos, viverão um novo "boom" longo como aquele que ocorreu entre 1942 e 1968 ou tal como o que aconteceu entre 1902 e 1929.

O próximo "boom" longo, entre 2020 e 2040, desenvolverá, ainda mais, estas tecnologias, estilos de vida e modelos de negócio até atingirem a saturação no mercado de massas, exatamente como aconteceu entre os anos 40 e 70 do século XX. A biotecnologia, tal como as baterias de hidrogénio, serão os grandes motores deste "boom". Os motores “iónicos”, também.

Tal como as aves., o Homem começou a adormecer sem estar preocupado com o dia seguinte. Na antiga Mesopotâmia tinha nascido, uma nova cultura, uma nova civilização. O mesmo foi acontecendo pelos quatro cantos do mundo!