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O ENTARDECER

O ENTARDECER

NÃO PERCEBO

FAÇAM FAVOR DE ME EXPLICAR DEVAGARINHO E EM PORMENOR

 

José Gomes Ferreira |

 

18:00 Sexta-feira, 17 de abril de 2015

Não percebo como quer o Governo provocar um rombo de mais de 400 milhões de euros por ano nas receitas da segurança social com a TSU dos patrões e ao mesmo tempo convencer os portugueses de que é preciso fazer cortes de 600 milhões de euros nas responsabilidades dos sistemas de pensões. Não percebo como é que se explica aos contribuintes que a sobretaxa de IRS tem de continuar até 2019 e a contribuição extraordinária das empresas da energia acaba dois anos antes.   Para continuar a ler o artigo, clique AQUI 

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UM PÂNTANO, SEGUIDO DE OUTRO

Os tais "homens de esquerda" que conseguiram convencer o povo mais simples de que ninguém como eles tem tanta sensibilidade social, quando no poder, foram dando tudo o que não era deles.

Menos aos idosos! A eles tiram tudo, são gente para morrer!

Agora, que já não há mais nada para dar a não ser miséria, até os parcos direitos de gente em fim de vida, honesta e trabalhadora, querem roubar, e a pouca-vergonha é tanta que roubam mesmo.

Convido o último governo socialista a publicar, sem sofismas, de modo a que todos os portugueses possam saber, quantos milhares de trabalhadores foram compulsivamente colocados na reforma com menos de 65 anos, alguns até com menos de 50! E quantos trabalhadores foram encaixados na função pública, sem que tal fosse viável?

O PARTIDO SOCIALISTA sabe para quê? Para diminuir o desemprego que os políticos foram fomentando, destruindo, por incompetência,  a nossa economia. Para baixar os custos das empresas privatizadas e enriquecer mais ainda, “os donos disto tudo”. Para conseguirem competitividade na economia.  Para colocar licenciados saídos das Universidades, onde muitos enchem os bolsos e outros têm o enésimo emprego. Para que os filhos daqueles que servem os “grupos” que arrasam o país, fiquem com os empregos de quem tem verticalidade e não se vende à mentira socialista.

O PS que esteve a atacar a geração nascida nos anos 30/40 e 50 do último século e que é uma geração que deu tudo a este país, que enfrentou um nunca antes havido desenvolvimento tecnológico, sem preparação para tal. Mas conseguiu vencer e Portugal também!

Enfrentaram a imigração, as guerras, a censura, os baixos salários os pais, filhos e avós sem proteção social e mesmo assim, queriam continuar a trabalhar e não fazer greves. Não queriam ficar de "barriga ao sol" perdendo os seus últimos sonhos profissionais. Foram, obrigatoriamente, atirados para reformas antecipadas injustas!

Esta “geração de ouro” sabe que parar é morrer e preferia não ter sido aviltada nos seus direitos e continuar a  trabalhar até à idade legal de reforma. Ou mesmo até poderem.

Seria bom o PS não esquecer que numa sociedade evoluída que pretendíamos ser, os políticos seriam certamente avaliados pela forma como tratassem os mais vulneráveis, os idosos, os excluídos e as crianças. É isso ser honesto e patriota, ser honrado e não  oportunista.

Ao longo do último século, a esperança média de vida aumentou em mais de 30 anos! Neste período de maior longevidade apareceram várias doenças crónicas, a perda de autonomia, a dependência total, o sofrimento físico e psicológico! Este sofrimento decorre de perdas contínuas e de grande dimensão moral e funcional. O idoso torna-se num ser sem autoestima pela perda da sua imagem, do seu bem-estar social e económico e pela perda da sua capacidade reivindicativa.

Aqueles que esquecem que envelhecer é um processo que se inicia quando nascemos, não poderão esquecer que recai sobre os que trabalham a responsabilidade de resolver o problema do défice das finanças públicas e não às crianças, idosos ou vindouros. Por exemplo, os membros do último governo socialista podiam prescindir dos seus 13.º e 14.º mês ou bens arrecadados,  para este efeito, e dariam com isso uma bonita imagem de solidariedade social. Infelizmente aquilo a que assistimos é ver esses responsáveis, de alma e cara lavada, a serem entronizados em altos cargos a nível nacional e internacional. Com mordomias aviltantes! Quanto ao mérito político-profissional e político, o melhor é esquecer! São incompetentes e braços direitos dos "donos disto tudo.

Quando é noticiado que muitos milhares de portugueses estão, neste momento, a emigrar para o estrangeiro em busca de trabalho, juntando-se ao menino que simbolizou o 25 de Abril, metendo um cravo na espingarda, valha-nos ao menos saber, que se tivermos que fugir todos, também os idosos, terão alguém conhecido lá fora como “Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados”. O maior empobrecimento da UE deve-se acima de tudo à desastrosa governação dos socialistas. Não enganem mais o povo!

De cada vez que os socialistas pegaram no governo foi no intuito, de lá não saírem jamais. Foi para deixarem o país na ruína em que está, ocultando essa verdade, que ressalta aos nossos olhos. Em 2001 deixaram Portugal num verdadeiro lodaçal, entregue à TROICA, por andarem de braço dado com os “donos disto tudo”! E por atirarem com os idosos para a valeta! Anteriormente, tinham -nos deixado NUM PÂNTANO!

Foto de Tiago Sá Carneiro.

Afinal, foi um pântano para todos, até para os incompetentes!

Menos para os políticos socialistas de má memória.

 

O SUCUMBIR DE UM GRANDE IMPÉRIO?

DEPOIS DE UM GRANDE IMPÉRIO E DA QUEDA DA DITADURA, HÁ SINAIS QUE PARECEM INDICAR O FIM DO NOSSO CICLO.

REDUZIDOS AO RECTÂNGULO CONTINENTAL E COM LÍDERES FRACOS, JÁ POUCO PARECE HAVER PARA CRESCER!

O SENTIDO PARECE SER O INVERSO: INFELIZMENTE. NÃO PODEMOS PARAR OS CAMINHOS DA  HISTÓRIA, POIS SEM GRANDES HOMENS, NÃO HAVERÁ GRANDES NAÇÕES!

A queda de um império

Desde a antiguidade até aos nossos dias nenhuma civilização reconhecida pelo seu poder militar, cultural ou tamanho dos territórios conquistados, sobreviveu à erosão dos tempos.

A história comprova-nos esta realidade inevitável

Gigantes subjugaram, progrediram, cresceram aos olhos das outras nações mais fracas, despertaram cobiças envaidecidas pelas suas capacidades e grandeza, finalmente, sucumbiram mais século menos século a uma época florescente. Como exemplo da antiguidade, os Romanos, os Gregos, os Cartagineses, os Egípcios, o Próximo e Médio Oriente, as civilizações da América Central nomeadamente os Maias, Aztecas e Incas, China e Japão. Nos nossos dias, a Alemanha, a Itália, intervenientes na primeira e segunda guerras mundiais, o imperialismo Japonês através de uma China medieval com objetivos bem claros, os governos não democráticos de Salazar, Franco e Mussolini. As ambições impossíveis de sustentar e conter, projetadas por líderes adulados e glorificados pelos povos em questão, caíram inevitavelmente por «amolecerem» esses imperadores bem como os avanços militares desmedidos e cruéis. A ganância permanente do poder transformou-se rapidamente em autênticos fracassos pela impossibilidade de manutenção de atividade militar e força política. Grandes áreas conquistadas foram objeto de surpresas inesperadas onde se ceifaram milhares de vidas, principalmente militares, dando-se desse modo o enfraquecimento das ditaduras.  

QUE GENTE ESTRANHA (2010)!!!

 

PSD considera "grave" acabar com chumbos

PSD considera "grave" e "errada", embora "não surpreendente", intenção de Isabel Alçada de acabar com os chumbos no ensino e avisa que envidará esforços em sede parlamentar para impedir a medida de avançar.  

NOTA: Há matérias que exigem muita estabilidade, pois sem  ela, muita coisa se perde! Principalmente a unidade coletiva e princípios de há muito defendidos. A atual ministra da Educação, de sorriso aberto e pouco franco, parece ser bastante mais perigosa que a anterior. Integrada num Governo minoritário, toma decisões lesivas da sociedade, sem se perceber quem a apoia e que são autênticas medidas fraturantes! Daquelas que partem a sociedade, podendo conduzi-la até ao seu aniquilamento. A estabilidade na educação é fundamental. Os conceitos não podem mudar de Governo para Governo, num Executivo que depende do Parlamento para poder governar. Com um sorriso nos lábios, mesmo que pouco aberto e franco, segue na esteira de partir tudo, como tem feito o seu primeiro-ministro. Não irá ficar, pedra sobre pedra com tal gente. Lamentável. Quanto tempo mais, teremos de os aturar? Certamente que, vieram de Marte, vivendo numa caverna confundem a luz de uma vela, com a luz do sol. 

 

GESTÃO SOCIALISTA ATÉ 2010.

 

Empresas do Estado precisaram de 2,2 mil milhões dos cofres públicos

Por Filipe Paiva Cardoso, Publicado em 31 de Julho de 2010 Atualizado há 17 horas

O conjunto das 93 empresas públicas obrigou a um esforço financeiro do Estado de 2,2 mil milhões de euros, mais 68,8% que em 2008

RTP - SUGADOURO DE DINHEIROS PÚBLICOS

PAGOS 56 MILHÕES DE DÍVIDA À RTP? ENTÃO TEMOS DE PAGAR O CONTÍNUO APOIO DADO AO PRIMEIRO-MINISTRO PELA RTP? PORQUE SE NÃO FECHA ESTA ESTAÇÃO DE TELEVISÃO QUE DE SERVIÇO PÚBLICO  NADA TEM, A NÃO SER O APOIO DADO AO GOVERNO SOCIALISTA?

ALÉM DO VALOR EM ATRASO PAGO PELO ESTADO, A ESTAÇÃO PÚBLICA, PRESIDIDA POR GUILHERME COSTA, VAI RECEBER MAIS 300 MILHÕES DE EUROS

Além disso, este ano a empresa pública vai receber 121 milhões de euros de indemnizações compensatórias e 113 milhões de contribuições da taxa audiovisual. Tudo somado, e incluindo o pagamento dos 56 milhões de euros em dívida, significa uma transferência de mais de 354 milhões de euros em 2010.

Por que razão o povo tem de pagar Indemnizações compensatórias (de quê?), contribuições (taxa audiovisual, então e a SIC,TVI?)   pagas por nós na eletricidade, tudo isto no valor de 354 milhões de euros. UM ESCÂNDALO - Esta é a verdadeira gestão pública, digo, do Estado Patrão!

ADSE SALAZARISTA

Os privilegiados da ADSE

O país está encalhado, mas ninguém tem a coragempara tocar nos privilégios dos funcionários públicos. Basta olhar para esse monstro salazarista que se chama ADSE. HOJE MANIPULADO PELOS SOCIALISTAS!

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

 

  1. A ADSE é como a lei das rendas: parece que já vem do tempo de Salazar, mas é intocável. Para os mais esquecidos, convém recordar quea ADSE é "um pedaço anacrónico da Saúde Pública, fundada por Oliveira Salazar quando ainda não existia o SNS e quando o Estado era corporativo". É impressionante como o 'regime de Abril' ainda assenta em várias coisas deixadas por Salazar.
  2. A ADSE causa uma profunda injustiça, porque todos aqueles que não são funcionários públicos pagam a saúde duas vezes: pagam a sua própria saúde e, depois, têm de pagar a saúde dos senhores funcionários públicos (o subsistema da ADSE). Isto cria uma casta de gente privilegiada que vive, literalmente, acima do resto das pessoas. No emprego (vitalício) e na saúde (à borla), os senhores funcionários públicos têm privilégios completamente ilegítimos. Repito: ilegítimos. Por que carga de água os funcionários públicos têm tantos privilégios? Porquê? Qual é a noção de "justiça" que está a montante destes privilégios? 

III. Meus amigosa saúde já consome todo o nosso IRS , e a ADSE é um dos elementos que causa esta insustentabilidade do nosso SNS. Basta olhar para as contas: em 2006, 90% das despesas da ADSE foram suportadas pelo Orçamento de Estado. Ou seja, os senhores funcionários públicos só pagam 10% da sua saúde (ou nem isso?). Meus amigos, o único caminho para a sustentabilidade é o seguinte: os funcionários públicos têm de pagar mais pela sua saúde. Os privilégios ilegítimos da função pública têm de acabar. Esta aristocracia sindical não pode continuar. 

 

DE NOVO, A COMPRA DOS VOTOS

 2009 Foi ano de maus recordes


Mas não é só este ano que as opções políticas terão reflexo nas contas da ADSE e nos votos. O plano de atividades ilustra bem o impacto que a abertura da ADSE aos funcionários com contrato de trabalho teve no orçamento de 2009. Desde logo, este alargamento fez com que mais 83 mil pessoas (34 mil titulares no ativo, 18 mil aposentados e 31 mil familiares) tivessem aderido ao sistema, que no final do ano passado contava com mais de um milhão e 300 mil beneficiários.

Consequentemente, os gastos com os benefícios de saúde também cresceram e atingiram quase mil milhões de euros (986 milhões de euros). Trata-se do montante mais elevado da última década e que representa um aumento de 30 milhões de euros face ao ano anterior.
E para onde foi este dinheiro? Cerca de 47 por cento do total destinou-se a pagar pelos serviços prestados pelo SNS, uma despesa que este ano sairá da alçada da ADSE; 23 por cento serviu para pagar às clínicas e prestadores de serviços que têm convenção com a ADSE, e 19 por cento foi gasto na comparticipação de medicamentos. O regime livre, modalidade que permite aos funcionários dirigirem-se a qualquer médico e depois receberem uma comparticipação, levou quase 12 por cento das verbas.
Na prática, cada funcionário custou à ADSE quase 800 euros. Menos do que em 2008, é certo, mas isso deveu-se ao aumento do número de beneficiários, que fez com que o bolo tivesse que ser dividido por mais bocas.


Criada em 1963, a ADSE assegura a comparticipação das despesas de saúde dos funcionários públicos. Os seus beneficiários têm de descontar 1,5 por cento do salário mensal, caso estejam no ativo, ou 1,3 por cento da pensão.

PS: Não se pretende perder tempo com a análise quantitativa dos benefícios da ADSE ou do SNS, quer-se sim, vincar que este princípio abonado à função pública, deveria ser estendido para toda a gente (ADSE OU SNS), na EDUCAÇÃO TAMBÉM, ou seja, LIVRE ESCOLHA DO MÉDICO OU DA ESCOLA para os nossos filhos :

"O regime livre, modalidade que permite aos funcionários dirigirem-se a qualquer médico e depois receberem uma comparticipação, levou quase 12 por cento das verbas."

PS: Meus senhores da política, as coisas só mudarão quando houver absoluta liberdade da escolha do nosso médico e da escola dos nossos filhos. Isto não acaba com o SNS ou a EDUCAÇÃO oficial, antes, salva-a. Deixem de pensar nos votos e pensem nas pessoas e na sociedade!

O SNS deverá pôr-se a funcionar de modo a que isto seja uma realidade. Ninguém quer acabar com o SNS ou a ADSE, mas muita gente quer, com todo o direito, que funcione de modo a permitir esta liberdade de escolha. SÓ ISSO,IGUAL PARA TODOS!

QUEREM ESQUECER 2010?

Que Deus nos livre deste pesadelo!

Em 2015 os políticos, todos, vão repisar promessas que nunca tencionaram cumprir. Em 2010 aumentaram o desemprego embora o governo e os seus cúmplices jurassem que não.
Em 2010 duplicaram a nossa dependência de um Estado cada vez mais inchado. Em 2010 subiram novamente os impostos com o pretexto da crise que passou e da que está para vir. Em 2010 o País ficou muito mais endividado. Em 2010 fomos superados por outra mão-cheia de países do ex-Leste europeu. Em 2010 a podridão dos homens públicos já não abala quase ninguém. Em 2010, falar-se de corrupção passou a ser uma grave falha de etiqueta. Em 2010 a liberdade de expressão ocorre só às vezes. Em 2010 nenhum dos crónicos problemas que este regime retém será resolvido. 2010, foi o marco da austeridade para o povo por longos anos, do desemprego e da vinda da TROICA. Todo o país empobreceu, mas, mais alguns políticos enriqueceram estranhamente!

 

A TEIA DA VIDA

 

Não há mais nenhuma porta para o conhecimento além da porta que a natureza abre: E não há mais nenhuma verdade, além das verdades que descobrimos na natureza.

Luter Burbane  

Fritjof Capra é um dos mais recentes pensadores que emergiu juntamente com o pensamento científico, social e filosófico, abordando por isso nas suas obras, perspetivas que incluem como ponto-chave a interdisciplinaridade no mundo.

Propõe-se uma nova compreensão científica em todos os níveis dos sistemas vivos, sejam organismos, sistemas sociais e ecossistemas, baseando-se numa nova perceção da realidade.

A teia da vida consistirá em redes dentro de redes. Em cada escala, sob estreito e minucioso exame, os nodos da rede revelam-se como redes menores. Tendemos a arranjar esses sistemas, todos eles aninhados dentro de sistemas maiores, num sistema hierárquico colocando os maiores acima dos menores, á maneira de uma pirâmide. Mas isso é uma projeção humana. Na natureza, não há “acima” ou “abaixo”, e não há hierarquias. Há somente redes aninhadas dentro de outras redes.

Segundo o autor, os problemas da época não podem ser compreendidos isoladamente como foi e ainda é proposto por muitos, pois são sistémicos e estão interligados, sendo interdependentes. Propondo, então, uma mudança de paradigma, a qual, como esperado, não é facilmente aceita, por se tratar de uma visão estranha e inesperada da realidade.  Uma mudança do paradigma mecanicista preconizado por Newton e Descartes por uma nova forma de pensar a ciência, a filosofia e mesmo as leis que regem a vida em toda sua complexidade, um novo paradigma. O novo paradigma proposto pelo autor permeia uma visão de mundo holística, a qual concebe o mundo como um todo integrado, e não como uma coleção de partes dissociadas, podendo ainda ser definido e entendido como uma visão ecológica, a qual reconhece a interdependência fundamental de todos os fenómenos e na qual indivíduos e sociedades encaixam-se nos processos cíclicos da natureza e dependem desses processos. Por conseguinte, a mudança de paradigmas requer uma expansão não apenas das nossas perceções e maneiras de pensar, mas também de mudanças nos valores.

“Tudo o que acontece à terra, acontece aos filhos da terra. O homem não teceu a teia da vida. Tudo o que ele faz à teia faz a si próprio.”

Chefe Seattle (1786-1827)

A SABEDORIA DO AMOR

 

"Faço parte da vida daqueles que amam, pois amar é ser feliz. 

Faço parte da vida daqueles que vivem cercados como você, pois viver assim é ser feliz!! 

Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, por isso é chamado presente. 

Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do amor, que acreditam que numa historia bonita não há um ponto final. 

Eu sou casada, sabiam??? 

Sou casada com o Tempo... 

Ah! O meu marido é lindo! Ele é responsável pela resolução dos problemas. Ele reconstrói corações, cura desilusões e, vence a tristeza... 

Juntos, eu e o Tempo, tivemos três filhos: a Amizade, a Sabedoria e o Amor. 

Amizade brilha como o sol. Ela une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar. 

A do meio é a Sabedoria, culta, integra, sempre foi apegada mais ao pai, o Tempo. 

A Sabedoria e o Tempo sempre andam juntos!! 

O mais novo é o Amor...Ah! Como esse me dá trabalho!É teimoso, às vezes só quer morar em qualquer lugar...Eu vivo dizendo: 

- Amor, você foi feito para morar em dois corações, não apenas num. 

O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! 

Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo. 

Ai o 
Tempo vai logo fechando todas as feridas que o Amor abriu!!! 

Uma pessoa muito importante me ensinou que tudo no final dá certo, se não deu é por que não chegou ao final.

Por isso, acredito sempre na minha família, no tempo, amizade, e principalmente no Amor na minha família, acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e principalmente no Amor. 


Ai, com certeza um dia, eu,e a  Felicidade, baterei à sua porta!!!"

 

O êxito proporciona-nos muitas coisas, mas não aquele algo de grandioso, cá dentro de nós,que o amor nos dá.