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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A ESPERANÇA

 

( ) A esperança é a vacina contra o desânimo e contra a possibilidade de invasão do egoísmo, porque apoiados nela nos dedicamos à construção de um mundo melhor. A perda da esperança endurece nossos sentimentos, enfraquece os nossos relacionamentos, deixa a vida em cinza, faz a vida perder parte do seu sabor. Porém, todos os dias somos atingidos por inúmeras situações que nos podem desesperar.

A esperança é o combustível da vida, a forma de mantê-la viva é não prender os olhos nas tragédias, pois a cada desgraça que contemplamos corremos o risco de perdê-lo [combustível]. Existe na mitologia grega a presença de uma figura interessante: uma ave chamada fênix, que quando morria entrava em autocombustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas. A fênix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava.

O homem pode ser resistente às palavras, forte nas argumentações, mas não sobrevive sem esperança. Ninguém vive se não espera por algo de bom, que seja bem melhor do que o que já conhece, já possui ou já experimentou. Deus alimenta a nossa vida por meio da esperança!

Pe. Xavier

 

 

LIBERDADES SINDICAIS, OU LIBERTINAGEM?

 

Algo está correndo mal no nosso país com nítidos abusos de uma suposta liberdade de manifestação! Temos presenciado gente que tudo tem feito para que certas “liberdades” tomem a forma de insulto aos direitos dos outros, senão vejamos:

CM – João Pereira Coutinho

“ Em 2012, informa o jornal ‘i’, houve greves gerais, parciais ou às horas extra em 295 dias do ano, o que dá dois dias de greve em cada três e a supressão de mais de 30 mil comboios. Longe de mim contestar esse direito: se os trabalhadores da CP, no meio da catástrofe em curso, não aceitam cortes nas horas extra e entendem que a famelga deve continuar a viajar de borla, aqui fica o meu aplauso. Mas sabendo que a empresa, só nas paralisações gerais, perdeu 1 milhão de euros por dia, talvez não fosse inútil ponderar a oferta de um automóvel a cada passageiro regular.”

Como podem estes trabalhadores arrogar-se ao direito de retirarem aos passageiros, com passes pagos antecipadamente, o direito ao uso do transporte adquirido?

Como podem uns certos senhores e senhores que deitam mão do suposto direito de não deixarem falar os outros, sendo que esses outros até foram eleitos democraticamente? Com enorme arrogância, entram abusivamente em espaços reservados, interrompem sessões oficiais, faltam ao respeito, insultam e amordaçam quem por dever tem de prestar declarações ao povo português? Outros que fossem!

Estamos a atingir o pior do PREC, sendo que os usos e costumes postos em prática, não se afastam muito dos “SUV”! Quem julgam eles que são?

Por outros lados a coisa já se tinha resolvido de outra maneira, mas talvez seja melhor como está. Era dar muita consideração a tal gente, trata-los como aquilo que realmente são.

Afinal quem vai pagando os prejuízos das Empresas Públicas? Afinal se não fosse a Tróica, o que comeriam amanhã?

O CAOS E O PARAÍSO

Pessoalmente acredito que este novo século, forçosamente, trará de volta uma nova ordem social e política. Porque serão finalmente repostos o respeito e os tradicionais valores humanos. Nos dias de hoje, a “pirâmide” está completamente invertida.

Representará tal conquista a vitória contra o crime organizado, a criminalidade económico-financeira, o oportunismo e o materialismo selvagem que têm vindo a revelar-se uma ameaça grave contra a moral, democracia, sociedade em geral e a própria economia.

Quem tiver por hábito manter-se informado sobre o mundo, sabe de previsões de organismos internacionais cheios de credibilidade, no sentido de uma certeza absoluta: a escassez, dentro de duas ou três dezenas de anos, de bens essenciais à manutenção do nível de bem-estar dado como adquirido na Terra, pelos países mais desenvolvidos.

Serão os casos, além de muitos outros, do petróleo e, mais ainda, da água potável! A confirmarem-se tais previsões, e se outras soluções não forem encontradas, o «caos» instalado poderá tornar-se muito perigoso! Sabemos, ainda, que todo o pensamento é adivinhação, como referia Miguel Tamen na sua obra Maneiras de Interpretação. Dizia ele que só agora os homens começam a compreender o seu poder divinatório. Também dizia que só aquele que pode compreender esta Idade, ou seja – dos grandes princípios de rejuvenescimento geral – conseguirá apreender os pólos da humanidade, reconhecer e conhecer a actividade dos primeiros homens, bem como a natureza de uma nova Idade de Ouro que há-de vir …. O homem tornar-se-á consciente daquilo que é: compreenderá finalmente a Terra e o Sol!

Mesmo quando nos servimos da ficção, o nosso pensamento pede adivinhação! Gente entendida e sabedora admite como provável que o surgimento do próprio ser humano tenha ocorrido há cerca de 17 000 de anos. Até hoje sempre a Terra deu ao Homem os seus meios de sobrevivência. Que estará para acontecer?

É na lógica de uma próxima escassez dos bens essenciais, por exaustão, que será de admitir a vinda de um «caos» mais acentuado. Tanta coisa vai mal no seu consumo, gestão e preservação! O primado do individual sobre o bem comum, por exemplo, é outro ponto que contribui para esta rutura. Embora seja despiciendo subestimar o individual, um ponto essencial de equilíbrio coletivo é indispensável à nossa sobrevivência.

Parece, contudo, que depois deste «caos» em crescendo surgirá a já anunciada nova Idade de Ouro. Poderíamos também chamar-lhe de «Paraíso», ou seja, alguma coisa bem melhor do que tudo o que tem existido até hoje. Esse “paraíso” virá, numa normal convicção, de uma força universal a unir as pessoas, que brotará por volta de 2040 na montanha Sinjar, no Iraque. Resultará ela, de uma nova cultura que, sem ofuscar a individualidade, conseguirá sobrepor-se a ela, fazendo desabrochar um novo sentido coletivo, quase perfeito, em consequência directa de se ter atingido um grau superior na sua civilização.

Novamente aquela região dos grandes rios, na qual nasceram as maiores religiões monoteístas do mundo e outras civilizações, será o berço de uma nova civilização! A Sociedade Global em pleno. Muitos apontam, hoje, duas vias para a globalização, ignorando, todavia, que em 2040 estará implementada na Terra uma terceira via! A Idade de Ouro.

Essa será a grande mudança a ocorrer e constituirá o desaparecimento da mediocridade e oportunismo que nos conduziram ao «caos», relativo, do início deste século. Assim poderá ser em meados do atual século!

António Reis Luz

OS MISTÉRIOS DA VIDA

 

Na Quinta Avenida de Nova York, símbolo da civilização concreta, uma flor conseguiu recentemente desabrochar no meio da fúria do tráfego, da indiferença humana e da poluição. Pareceria Improvável, não?

A nossa vida está repleta de mistérios, desafios e acontecimentos que nos deixam por vezes assombrados. São situações que humana e racionalmente não se conseguem compreender na sua totalidade. Mais do que serem compreendidos, são desígnios a serem acatados por todos os humanos.

As pessoas podem passar anos atrás de anos a conviver intimamente connosco, mas pouco ficam a conhecer do nosso consciente no máximo entram na sala de visitas e nada sonham do nosso inconsciente! Mesmo nós, desconhecemos grande parte dele das causas da nossa insegurança, das nossas hesitações, intranquilidades e sentimentos mais ocultos. A ciência pode dizer-nos algo, mas nunca responderá ao mais profundo: Quem somos? Qual a nossa proveniência? Para onde iremos depois do último suspiro? Por essa razão, muitos filósofos viveram solitários a procurar respostas que jamais encontraram!

Qualquer que venha a ser o desfecho para questões como estas, provavelmente ainda por muito tempo, uma pergunta continuará no ar à espera de uma resposta entre tantas suposições: por que há vida? Qual o seu propósito?

O mistério de Deus, é um tema que requer muito cuidado. Eu creio, e com isso concluo minha exposição, que o desafio para nós cristãos, não está tanto no que nós podemos dizer como teólogos, mas sim naquilo que, como homens, nós podemos e devemos fazer para que este mundo seja mais humano

A DITADURA MUNICIPAL

 

 IMI - Imposto Municipal Sobre Imóveis

O IMI é um imposto que incide sobre o valor patrimonial tributário dos prédios (rústicos, urbanos ou mistos) situados em Portugal. É um imposto municipal, cuja receita reverte para os respetivos municípios. Entrou em vigor em 01.12.2003 e substituiu a Contribuição Autárquica.

Quem paga o IMI?

O IMI é devido por quem for proprietário, usufrutuário ou superficiário de um prédio, em 31 de Dezembro do ano a que o mesmo respeitar. Convém perguntar o motivo por que o usufrutuário terá de pagar este IMI? Supostamente, um proprietário retirará da situação de dono outro, ou outros rendimentos o que leva a aceitar tal imposto. Quanto ao usufrutuário nada justifica tal pagamento, muito menos num momento em que em que os cidadãos estão esmagados com impostos! Sem ser justificação, assinale-se o desabafo do senhor bastonário quando lembra que: “as pessoas estão sobrecarregadas com impostos”, argumentou ele.

 

Depois o imóvel é propriedade do usufrutuário, que suporta todos os custos da sua aquisição, seguros, manutenção constante etc. O que é que o município tem a ver com tal imóvel?

O melhor e maior imposto do usufrutuário estão, na sua responsabilidade em manter em bom estado tal imóvel! Não se trata de um imposto nada pequeno e com ele entrega ao país e aos vindouros, uma casa bem cuidada, ao contrário daquilo que acontece com milhares de prédios nas maiores cidades deste país, onde existem muitos bairros completamente destruídos sem que haja alguém que se responsabilize pela sua recuperação.

Lamentavelmente, a raiz do problema está sempre na grandeza do ESTADO criado pelos políticos, nomeadamente os de esquerda. Criaram esse tal ESTADO com uma despesa insuportável pelo país e agora desalojam para cima daqueles que pouparam com muito sacrifício pessoal e familiar. Entretanto as autarquias vivem à rica, com bons carros, vencimentos, férias e reformas!

Para terminar direi que no meu caso, que a minha casa foi construída na base da autoconstrução no tempo da suposta ditadura. Era o inquilino ajudado pelo ESTADO de Salazar que construía a sua própria casa com uma planta igual para todos, de modo a reduzir custos. Pagávamos os passeios e outras necessidades habitacionais e agora os “socialistas” tiram-nos tudo e ainda dizem que vivemos em casas confortáveis. Obrigado Dr. Oliveira Salazar! O senhor é que era um verdadeiro socialista e não estes que, agora, compram mercedes e destroem Portugal. 

 

 

 

 

LIBERDADE DE PENSAMENTO

 

A característica essêncial da Revolução Industrial é que antes dela o progresso económico era sempre lento (levavam séculos para que a renda per capita aumentasse sensivelmente), e depois a renda per capita e a população começaram a crescer de forma acelerada nunca antes vista na história da humanidade. A partir do aparecimento da máquina, fala-se numa primeira, numa segunda e até terceira e quarta Revoluções Industriais. Porém, se concebermos a industrialização como um processo, seria mais coerente falar-se num primeiro momento (energia a vapor no século XVIII), num segundo momento (energia eléctrica no século XIX) e num terceiro e quarto momentos, representados prospectivamente pela energia nuclear e pelo avanço da informática, da robótica e do sector de comunicações ao longo dos séculos XX e XXI.

Até ao avanço da informática, os homens já se reuniam e discutiam as suas ideias em grupos fechados. Com o avanço da informática foi-se dando um aumento considerável do número de internautas e, na década de 90 surge a Web idealizada por Tim Bernerse-Lee, para troca de arquivos, entre amigos. Tudo principiado pela troca de e-mails ou seja, o correio eletrónico servido por endereços eletrónicos.

Hoje, a internet faz parte da maioria da população mundial ou seja, por virtude das redes sociais na internet! Esta evolução continua a prosseguir de diversas formas, agora já não de grupos de amigos mas entre gente que navega por prazer da descoberta e do conhecimento, sem se conhecer. Por exemplo, no mundo da blogosfera. A imprensa escrita começa a correr perigo, devido às transferências de leitores para este vastíssimo campo de informação de qualidade e diversidade. O mundo dos internautas pode recorrer a informações de muitíssimas fontes e a fazer o seu próprio julgamento. Este mundo pode propiciar avanços muito importantes na política e na economia social, também na democracia se, entretanto, as “redes politicas” não atrofiarem, com pressões ilegítimas, sobre a vida privada ou profissional desses internautas, que trabalham por amor à cultura e à investigação social. Queira Deus, que não forcem as “redes sociais” a temer seja o que for, utilizando a Lei da Rolha de modo a refrear os pensamentos legítimos e tão úteis na descoberta das soluções necessárias, para que a humanidade ultrapasse as grandes dificuldades que são de esperar no século em que vivemos. Só a liberdade de pensamento pode trazer à humanidade descobertas úteis para uma vivência digna de toda a gente tão amedrontada com este início de século.

AS FALSAS IDEOLOGIAS

O povo português é altamente influenciado por falsas ideologias que acabam por afetar e distorcer grandemente a “democracia” e o seu pleno funcionamento. Foi inculcado nele (povo), que os seus amigos estão no pessoal dito de esquerda.

A população em vez de votar de forma salutar pela alternância no poder e com isso impedir a promiscuidade política, vota sistematicamente na esquerda ou na direita como se de clubes de futebol se tratasse.

Feita a pergunta a qualquer pessoa para definir o que é a esquerda ou a direita, não sabem responder. Não sabem eles nem sabe ninguém, porque hoje isso não faz qualquer sentido!

São, principalmente, estratégias postas em prática pela esquerda para ganhar votos, mas quando toma o “poder”, mete o socialismo na gaveta e deixa o país de rastos! Entretanto, já deu apoio ao capitalismo mais exacerbado!

  

“ Quem deixou o País de rastos e não assume a sua culpa na tragédia, como é o caso do PS, deve ser afastado de qualquer projeto sério para Portugal.

Está, naturalmente e com toda a legitimidade, sob suspeita.

                                                            DN- ANTÓNIO RIBEIRO FERREIRA

 

UMA NOVA DEMOCRACIA

 

O historiador Michael Schudson diz que “se os novos media digitais vão ser integrados numa nova democracia política, eles devem ser ligados a uma séria compreensão da cidadania, e isso não acontecerá se simplesmente reciclarmos a velha noção de cidadãos informados”. Isto é, as mudanças previsíveis vão implicar ruturas profundas, no perfil do político mas também do eleitor, por via das ferramentas com que ambos se vão relacionar.
Em Portugal, a transformação poderá ser particularmente difícil. “O regime envelheceu, aproximando-se, em quantidade de tempo, do período de vigência do Governo de Salazar. Inevitavelmente, começam a notar-se in funcionalidades no sistema representativo, marcado por uma partidocracia que não tem sabido olear as relações daquilo a que se dá o nome de sociedade civil com o aparelho de Estado”, diz Adelino Maltez.

“A web é uma melhor democracia representativa”

O governador Arnold Schwarzenegger deslocou-se esta quarta-feira à sede do Twitter para lançar www.myi-dea4ca.com. Vai usar o Twitter para recolher ideias sobre o futuro da Califórnia. O funcionamento não podia ser mais simples: as ideias são submetidas através das contas de cada um no Twitter usando o ‘hashtag’ #myidea4ca. O site Myldea4CA faz a indexação de todos os contributos para que possam ser pesquisados, discutidos, comentados e votados. O site foi inundado com milhares de propostas - ou não estivéssemos nós a falar da América, onde nada é impossível.
A web permite a emergência de líderes novos, que por sua vez aproveitam a força da rede para reunir apoios, financiar campanhas, mobilizar a sociedade. No mundo pré-YouTube, Obama teria sido eleito? Claramente não. Nem Ségolène Royal teria vencido as primárias do seu partido sem o seu blogue “Désir d’Avenir”, onde criou uma rede descentralizada de apoio.

Autor:  Ricardo Jorge Pinto

 

 

 

OS LÓBIS

 

Dá para perceber, que são conduzidos por pessoas colocadas nos lugares certos, para facilitar, dificultar ou até desviar o normal curso de certos processos, de maneira a que as conclusões finais sejam aquelas que mais interessam a quem fomentou os ditos lóbis.

Agora como se articulam essas pessoas, com são instruídas, quem as coloca e como, e o modo como também são protegidas é mais difícil de perceber.

Percebe-se que tem de ser um trabalho feito em rede, as informações têm de circular com fluência, e o sigilo é fundamental tendo em vista o sucesso a alcançar.

Em toda esta cadeia humana não pode haver descontentes, sendo difícil perceber como tal é conseguido.

O descontente normalmente desabafa a sua revolta com alguém, a menos que esteja coagido a não o fazer, por medo, naturalmente de perder no futuro, oportunidades que sozinho não conseguiria alcançar.  

Agora quem tem força para lhes dar segurança e oportunidades? Uma pessoa isolada não é crível, mais parece trabalho de organizações. Mas que organizações?

Quem protege estas organizações e como ultrapassam o “Poder “ legitimamente constituído? Ou se entrelaçam com ele?

Volto a acreditar que tudo isto passa ao lado da maioria da população, que vive quase completamente absorvida pelas preocupações do dia-a-dia. Provavelmente tem ao seu lado pessoas a trabalharem num qualquer «lobby», sem do facto se aperceberem.    

Por último, não tenhamos quaisquer dúvidas, que os lóbis  atravessam partidos, governos, organismos públicos, Assembleia da República e todo o lado, onde possa haver, uma ponta que seja, de poder de decisão ou interesses a captar.  Os intervenientes em tais processo, salvo raras excepções, só podem ser pessoas sem escrúpulos, pouco interessadas na defesa do que é justo ou da verdade e, somente norteadas no cumprimento cego das instruções de quem lhes paga.

 

 

A FORMIGA NO CARREIRO

Andamos de há muito "a encanar a perna à rã" Ou seja, a ir entretendo,a  ir adiando, é assim que estamos e andamos por cá. Estou como o outro: "não me obriguem a ir para a rua gritar"!

Queremos incentivos? Pois bem vamos ver o que se passa com as incansáveis formiguinhas.

Uma sociedade de formigas chama-se formigueiro e pode reunir de centenas a mais de 100.000 formigas.

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As formigas mais conhecidas no Brasil são as saúvas, que representam um dos grandes problemas para a agricultura no país Elas cortam as folhas das plantas, podendo devastar pomares e plantações com rapidez

Os pedaços cortados são levados até ao formigueiro. Elas não se alimentam desses pedaços de folhas, elas utilizam nos como adubos para assim fazerem criações subterrâneas de fungos. Esses fungos constituem o alimento para as formigas.

Existem várias castas numa sociedade de formigas Nos seres humanos também!

A única fértil é a rainha, Os reis são machos férteis. As operárias são estéreis e subdividem-se em várias atividades. Nos humanos é quase assim também!

As formigas que possuem mandíbula grande e são as maiores trabalham como soldados, defendendo o formigueiro. As formigas que cortam e levam as folhas para o formigueiro, carregadoras, são de tamanho médio.

As operárias jardineiras trabalham dentro das colónias cuidando dos fungos e das suas crias.

Na época da reprodução, por volta do início do verão, a rainha e o rei, ambos alados, saem do formigueiro e voam para o encontro nupcial no ar.

Os machos morrem após a cópula. Muitas rainhas também não sobrevivem. A rainha que sobrevive funda um novo formigueiro, iniciando a sua postura de ovos no solo. Ela perde as asas e cava um canal de quase 10cm, que desemboca numa câmara de 1 a 2 cm. Os ovos são colocados logo que ela regurgita um pouco do fungo que trouxe do formigueiro antigo e aduba com as suas secreções. Os espermatozoides obtidos no voo nupcial foram armazenados pela rainha e serão utilizados para fecundar os ovos postos nos anos seguintes.

Nós o humanos, poderíamos ter uma organização política igual a esta, talvez nunca superior. Por tudo isto se percebe a importância dos líderes a serem nomeados pelos humanos! Eles têm de ser competentes e engenhosos para proverem o alimento de toda a sociedade e não a sua falência.ou bancarrota. Não podem, nunca, gastar mais do que têm

E têm acima de tudo de pôr o interesse geral da colónia, acima de quaisquer outros interesses menores ou mesquinhos. Por exemplo comer as folhas reprodutivas!

Quem terá ensinado tudo isto às formigas?