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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A SOCIEDADE DO SÉCULO XIX

 

Portugal e a Igreja no Século XIX Depois das invasões francesas e com a Carta (1820)... 1832 – o Estado assume a sustentação do clero: “ a religião é necessária ao homem e os ministros do Altar devem ser independentes e bem pagos”. O clero entra na lista de pagamento do funcionalismo público. 1834 – Decreto de extinção das Ordens Religiosas. As suas terras passaram a ficar na posse do governo. 1836 - “Depois das nossa instâncias e admoestações reiteradas...não se tem desistido de vergonhosos atentados contra a Igreja” (Papa Gregório XVI) 1862 – Bispos portugueses acusados pelo Papa Pio IX de desinteresse pela situação religiosa em Portugal e de não enviarem notícias para a Santa Sé. A sociedade no Século XIX Depois da Carta....e apenas os dados mais relevantes... Sociedade – Instabilidade: monopólios, capitalismo. Ascensão da burguesia e compra de títulos da nobreza. Pensamento político-filosófico – Liberalismo: a Maçonaria e o Positivismo (leitura do Catecismo Positivista de Augusto Comte) Revoltas – Abrilada (1824); Vilafrancada (1823); 31 de janeiro ou Revolta do Porto (1891) Guerra civil – Lutas liberais (1828-1834); Guerra da Patuleia (1846-1847: 8 meses) Revoluções – Maria da Fonte (1846) Golpes militares – Saldanhada (1870) .

A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO

 

 

Encontrada nos dois primeiros capítulos do livro do Génesis descreve um começo sobrenatural para a Terra e a vida.

O capítulo 1 descreve a criação do mundo por Deus (Elohim) através da fala divina culminando com a criação da humanidade à imagem de Deus e a designação do sétimo dia como Sabbath, um dia de descanso ordenado por Deus. No segundo capítulo, Deus (Iavé[nota 1]) cria primeiro o homem, na figura de Adão e, depois, a mulher, Eva, que é criada a partir de uma costela de Adão. Termina com uma afirmação referente ao casamento entre o homem e a mulher. A visão do mundo por detrás desta história é o da cosmologia comum no Antigo Oriente Médio[25], que concebe a Terra como disco plano com infinita água acima e abaixo[26][27]. Acreditava-se que o céu era formado por um firmamento sólido e metálico (lata de acordo com os sumérios e ferro conforme os Egípcios) separando o mundo habitado das águas que o rodeavam. As estrelas estavam incrustadas na superfície inferior deste domo, com portões que permitiam a passagem do Sol e da Lua. O disco da Terra era visto como um continente-ilha único, rodeado por um oceano circular, que era ligado aos mares conhecidos - mar Mediterrâneogolfo Pérsico e o Vermelho[25][nota 2] Como mito de criação, é similar a outras histórias da mitologia babilónica antiga, como o Enuma Elish diferindo delas no seu aspecto monoteísta[6][28][29][30][31][32]

As passagens têm uma longa e complexa história de interpretação. Até à última metade do século XIX, elas eram vistas como um contínuo uniforme: Génesis 1:2:6 descrevendo as origens do mundo e Génesis 2:2:25 mostrando uma pintura mais detalhada da criação da humanidade. Estudos modernos observaram o uso de nomes distintos para Deus nas narrativas (Elohim versus Iavé), diferentes ênfases (física versus moral) e divergência na ordem de criação (ex. plantas antes de humanos versus humanos antes de plantas) e concluíram que estes textos possuem origens distintas[33][34], embora estas conclusões não sejam consensuais na comunidade académica[35]

 

A vida é uma permanente escolha

 

O homem nasceu para ser livre. Ao podermos viver livremente num contexto de escolhas, é essa capacidade de escolher em liberdade e responsabilidade que nos faz sentir, seres livres. Se escolherem por nós a escola, o hospital, a igreja, o emprego etc., nunca seremos seres humanos livres. Chega que nos escolham o cemitério!

 

“Somos
Tantos numa só pessoa
Somos o que fomos antes
E o que não seremos mais
Também

Nós já não somos
Como um dia nós sonhamos
Somos o que a vida fez de nós
Que fizemos de nós mesmos
Viver é escolher
Entre o instinto e a razão
Entre a cabeça e o coração
Os caminhos da alegria e da dor
E do bem-querer
Da solidão
E nada é por acaso

Tempo
É tão pouco o nosso tempo
Para tanto sentimento
Que não cabe no presente
Nós somos nossa história
Nossos sonhos e memórias
Nossas ilusões à toa
Nossas emoções baratas

 

Viver é aceitar
Nossos bons e maus momentos
Entre razões e sentimentos
Entre o medo e o desejo de amar
Amanhecer, anoitecer
Tempo em movimento

 

COMBATER A POBREZA

 

Dados do Instituto de Estatística da Venezuela rompem silêncio oficial sobre o aumento da pobreza no país

Dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística da Venezuela (INE) demonstram que o índice de pobreza no país aumentou 33,1% em Julho de 2015, comparativamente aos últimos valores disponíveis, de 2013.

Os valores de Julho de 2015 sinalizam 2.434.035 de famílias pobres.

Os dados divulgados dão conta de um "progressivo aumento da pobreza" e rompem o silêncio oficial sobre o assunto, cujos últimos valores divulgados correspondiam ao primeiro semestre de 2013, quando o número de famílias pobres era de 27,2%.

Por outro lado, do total geral de pobres, 683.370 famílias (9,3%) estão em situação de "pobreza extrema", um número que contrasta com os 8,4% registados no primeiro semestre de 2013.

Os dados revelam ainda que 1.750.665 famílias (23,8%) estão em condições de pobreza "não extrema" e que 4.930.666 famílias foram classificadas como "não pobres".

Por outro lado, uma pesquisa do Observatório de Saúde, relativa às Condições de Vida, revela que 12,1% dos mais de 30 milhões de cidadãos da Venezuela faziam apenas "duas ou menos" refeições por dia, no primeiro semestre de 2015.

O mesmo estudo adianta que 87% da população se queixa de que os seus rendimentos não são suficientes para manter a qualidade de vida, designadamente os níveis de alimentação.

DN

Não basta ser patrão,

 

É preciso possuir e saber gerir o seu próprio capital

Muito já foi dito sobre as características de um líder, sabe-se até que os líderes não são aqueles que sabem mais que os outros: eles têm falhas, não são tão organizados e não raro estão longe de ser exemplo de vida regrada. Todavia, o patrão ou empresário sabe por instinto próprio, tudo aquilo que quer para a sua empresa e dos seus empregados. Arrisca o seu dinheiro, sem poder lançar impostos:

Lia-se na comunicação social de hoje que “o Governo quer que os serviços com receitas próprias (impostos?), paguem uma parte dos custos acrescidos com o descongelamento faseado das progressões nas carreiras. Estes serviços, de acordo com a circular publicada na DGO, devem orçamentar um terço do montante necessário para pagar as progressões, mas com base nos recursos próprios.”

Temos um aparelho de Estado com trabalhadores cheios de regalias que todos os outros trabalhadores do país não têm! Nomeadamente, muito dificilmente poderão ser despedidos. Ao contrário dos demais trabalhadores do país, que senão trabalharem no duro, não forem competentes e zeladores dos bens da sua empresa, serão despedidos com “justa causa”.

Ainda sobre líderes, serão todos aqueles que reúnem condições especiais para colocar os demais (empregados/funcionários) em sintonia com os seus propósitos empresariais e de investidor.

Vejamos agora, o que um líder NÃO deve ser:

Os Líderes não podem ser inconvenientes, não podem fazer discursos longos, não devem cultivar o mau humor e não são repressores e, acima de tudo: os líderes gostam das pessoas e têm uma capacidade extraordinária de se colocarem no lugar de outros. Enfim, responda: você trabalharia de bom grado para alguém mal-humorado, repressor, enfadonho e que não enxerga nada do seu negócio?

Finalmente, se você é daqueles que vibra ao encontrar um erro alheio e tem predilecção em mostrar que errou, esqueça, você estará liderando por ser patrão, mas não estará motivando ninguém a trabalhar com dedicação. Ao contrário: os líderes comemoram, afagam, elogiam e tratam de manter o astral em alta, sem esbanjarem dinheiro, que em muito afectaria a competitividade da sua empresa!

Voltando à pauta e lembrando o Evangelho, Cristo ao dizer que o importante é o que sai e não o que entra pela boca, quis dizer que palavras destroem ou constroem, portanto use a palavra para construir e não para vibrar com os erros alheios e cultivar a antipatia da sua equipe.

O que o líder deve buscar:

1) Ao levantar erros, classifique-os como oportunidades. Afinal, a cada erro que for corrigido, a sua empresa ficará melhor.

2) Transpire optimismo, dinamismo e energia. Líderes não são apáticos e nem pessimistas.

3) Seja curioso, questione, investigue e aprenda. Geralmente os líderes não são especialistas, mas têm sensibilidade para analisar qualquer assunto por conta da sua abertura intelectual.

4) Corra riscos. Evitar risco pode significar ficar para trás. A concorrência pode ser mais atrevida que você e dominar o seu mercado. Óbvio é, que não se deve correr riscos desnecessários, mas para ganhar é preciso entrar no jogo.

5) Coloque-se no lugar das pessoas e compreenda a natureza e os sentimentos delas. Nunca ache que os seus problemas são maiores que os dos outros.

6) Não existe nenhum mal em cativar as pessoas. Se for viajar, lembre-se de trazer um mimo para sua secretária e para aqueles com quem deseja manter um bom relacionamento. “O Príncipe”, de Maquiavel, é uma cartilha que serve de referência.

7) Estimule e principalmente comemore! Lembre-se que não há nada mais frustrante que um líder que, ao invés de comemorar, se apressa em desmerecer a vitória. Alguns fazem ainda pior: reivindicam para si os méritos alheios. Se você tem problemas de afirmação pessoal, não será nunca um verdadeiro líder.

8) Seja coerente. Alguns “líderes” para negar algo aos seus subordinados, costumam contar histórias tristes sobre a falta de dinheiro, sobre o momento delicado, etc. Mas isso não combina com alguém que vive contando as extravagâncias que fez no fim-de-semana no seu iate, no café, ou que comprou um Mercedes para a esposa no aniversário dela. Quer um exemplo? A história da austeridade para viabilizar o plano “Fome Zero” não combina com a compra de um novo avião presidencial, aumentos salariais etc., certo?

A autoridade de um líder está na sua credibilidade.

Lembre-se que há uma grande diferença entre estar no comando e comandar. Quando alguém assume um comando, ele assume um cargo e qualquer um pode fazer isso. Vejamos o exemplo de um presidente de um qualquer país. Ele tem poder ou autoridade? O poder é dado, mas a autoridade é conquistada. Um líder que exerce autoridade junto à sua equipe, não é aquele que simplesmente ganhou uma posição de liderança. É aquele que todos querem imitar. Pergunte aos seus funcionários se eles gostariam de ser como você e logo saberá se está no caminho certo.

Em jeito de uma auto-avaliação: será que você é alguém como Jesus Cristo, que arrastou multidões com exemplos que todos queriam imitar, ou alguém como um governante de um país que possui a faixa presidencial e poder suficiente para assinar um monte de papel importante, mas sem a necessária credibilidade? Para ser patrão ou mais ainda empresário, e ter credibilidade, é forçoso saber gerir o seu próprio capital. Esta será a maior razão para que um político não faça, nunca, uma gestão de capital que não lhe pertence e como tal não o sente. Diz-se que errar é humano, claro que é, mas com o capital dos outros não se devem assumir falhas graves, como seja levar à falência uma firma ou uma grande empresa.

Muito menos pretender fazer gerir em proveito próprio, aos funcionários públicos por exemplo, um dinheiro que é do Estado, logo do povo. Muito pior, dar prémios pecuniários aos funcionários públicos, pelas tarefas que lhe cabem fazer por dever profissional!

Demais, quando nas actividades económicas privadas, que pagam o gigantismo “Estatal”, um funcionário é legalmente despedido se provocar prejuízos, danificar valores ou material, e não for competente! Sabendo-se ainda não ter esse funcionário os mesmos privilégios que tem um qualquer funcionário público. Para ele, se ser respeitado como líder de um país, é fundamental esse político não criar nesse mesmo país um fosso entre normas as gerais de trabalho em vigor. Tem sido por estas razões, que os países que enveredam por um Estado dono ou senhor do país, pior ainda, demasiado complacente para com uma gestão dita socialista, normalmente, levam esse país ao descalabro! Vejam-se os exemplos mundiais ocorridos, comparando os países com bom nível de vida para todos os trabalhadores, com alguns poucos, que ainda subsistem e onde tudo é diferente e fora das normas democráticas!  

luzdequeijas  

 

A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO

 

Encontrada nos dois primeiros capítulos do livro do Génesis descreve um começo sobrenatural para a Terra e a vida.

O capítulo 1 descreve a criação do mundo por Deus (Elohim) através da fala divina culminando com a criação da humanidade à imagem de Deus e a designação do sétimo dia como Sabbath, um dia de descanso ordenado por Deus. No segundo capítulo, Deus (Iavé[nota 1]) cria primeiro o homem, na figura de Adão e, depois, a mulher, Eva, que é criada a partir de uma costela de Adão. Termina com uma afirmação referente ao casamento entre o homem e a mulher. A visão do mundo por detrás desta história é o da cosmologia comum no Antigo Oriente Médio[25], que concebe a Terra como disco plano com infinita água acima e abaixo[26][27]. Acreditava-se que o céu era formado por um firmamento sólido e metálico (lata de acordo com os sumérios e ferro conforme os Egípcios) separando o mundo habitado das águas que o rodeavam. As estrelas estavam incrustadas na superfície inferior deste domo, com portões que permitiam a passagem do Sol e da Lua. O disco da Terra era visto como um continente-ilha único, rodeado por um oceano circular, que era ligado aos mares conhecidos - mar Mediterrâneogolfo Pérsico e o Vermelho[25][nota 2] Como mito de criação, é similar a outras histórias da mitologia babilónica antiga, como o Enuma Elish diferindo delas no seu aspecto monoteísta[6][28][29][30][31][32]

As passagens têm uma longa e complexa história de interpretação. Até à última metade do século XIX, elas eram vistas como um contínuo uniforme: Génesis 1:2:6 descrevendo as origens do mundo e Génesis 2:2:25 mostrando uma pintura mais detalhada da criação da humanidade. Estudos modernos observaram o uso de nomes distintos para Deus nas narrativas (Elohim versus Iavé), diferentes ênfases (física versus moral) e divergência na ordem de criação (ex. plantas antes de humanos versus humanos antes de plantas) e concluíram que estes textos possuem origens distintas[33][34], embora estas conclusões não sejam consensuais na comunidade académica[35]

 oentardecer

Igreja da Conceição Velha

Na Igreja da Conceição Velha em Lisboa...

No dia 28 de Abril de 1855 Em Lisboa seguiram-se ao Te-Deum official na Sé muitas solenidades comemorativas em quase todas as outras egrejas. Falemos das que se realizaram na da Conceição Velha, cuja invocação certamente obrigava este templo a mais brilhantes comemorações. O padre Raimundo dos Anjos Beirão organizou ali missões, que se efectuavam de tarde, e que tinham por fim fazer compreender nitidamente aos ouvintes a grandeza do assunto que se ia comemorar. Um enorme concurso de fiéis afluiu a todas estas missões. Logo no primeiro dia o padre Beirão anunciou que ao terminar cada missão faria peditório com o propósito de vestir doze meninas, filhas de famílias honestas e necessitadas, que, com os seus fatos novos, viriam assistir ás festas solenes. —É para elas que eu peço, não para mim, disse o padre Beirão. Eu de nada preciso; nada quero. Assim conseguiu este virtuoso sacerdote associar a caridade, sempre tão bem aceita da Virgem Santíssima, á comemoração de um acontecimento que encheu de júbilos todos os fiéis do orbe católico. Pimentel, Alberto. 1899. História do Culto de Nossa Senhora em Portugal, p.342

 

Primeira Revolução industrial

Primeira Revolução industrial

 A visão mercantilista privilegiando o comércio externo em detrimento do comércio interno é contestada por Smith: a riqueza de uma nação nada mais era do que um conjunto de provisões e capacidades produtivas necessárias à satisfação das necessidades humanas. Os ganhos de produtividade decorrentes da divisão do trabalho podem ser atribuídosaos seguintes fatores: a) Maior destreza do trabalhador na realização das suas tarefas;

  1. b) Redução dos tempos mortos;
  2. c) Maior possibilidade de Invenção de máquinas e mecanismos facilitadores do trabalho.

 

Os indivíduos são direcionados a se especializarem num único tipo de trabalho de forma a aumentar o seu excedente e com isso obter cada vez mais dos produtos que sejam necessários. Através de recursos financeiros as pessoas poupam parte dos frutos do trabalho e transformam - nos em capital de forma a comprar o trabalho de outras pessoas. Logo, essas pessoas, agora capitalistas e movidas egoisticamente por interesses próprios, aceleram a divisão/mecanização do trabalho e ampliam os seus lucros.A dinâmica de acumulação de capital caracteriza - se pelo fato de que quanto maior o volume de capital, maior a capacidade de divisão e mecanização do trabalho, gerando maiores lucros, maior capital e assim sucessivamente. A única limitação para a divisão do trabalho seria a dimensão do mercado. É interessante observar a questão salarial, onde o aumento dos salários tende a aumentar as forças produtivas do trabalho e fazer com que uma quantidade menor de mão-de-obra produza uma quantidade maior de produto. Haverá muitas mercadorias que podem ser produzidas por um número tão reduzido de trabalhadores, que o aumento do preço deles é mais do que compensado pela diminuição de sua quantidade. 

 

IDEOLOGIA À SOLTA

 

NEM À ESQUERDA NEM À DIREITA

Há outros caminhos a percorrer, muito mais seguros e fiáveis:

Queremos é ir para frente. Sim, nós podemos, A nossa liberdade está no acreditar. Criar um novo mundo, vencer qualquer abismo Viver com fé na força da Família, da verdade, do trabalho e do amor ao próximo!

Qual é o nosso papel na sociedade? Comparecer às urnas e darmos o nosso voto de confiança para alguém do qual só sabemos o nome e um número? Eu duvido que alguém, efetivamente conheça a carreira e a reputação do seu Vereador, Presidente de Junta, Presidente da Câmara, Ministros etc.

Delegamos o poder de decidir os interesses coletivos a indivíduos dos quais nem conhecemos as suas carreiras profissionais, muito menos a sua vida pública de forma minimamente adequada para que possamos transferir o poder de desenhar os rumos das nossas Cidades, dos nossos Estados e do nosso País e da Nossa vida.

É alienado, o político ou militante partidário que apregoa teorias conspiratórias do “nós”, contra “eles”. Que ficam imaginando mãos invisíveis que tem objetivos escusos de “oprimir as minorias” ou de “ameaçar a propriedade privada”. Isso, é discurso ideológico, balela, fantasia. A realidade é muito mais grosseira, clara e dura do que visões ideológicas de um mundo onde poderes etéreos decidem os rumos de nossa sociedade.

Ao invés de defender partidos, seja você de esquerda ou direita, devemos começar a defender os interesses da coletividade. Político de partido nenhum, tem interesse no povo, mas sim nas suas agendas pessoais e nos seus financiadores de campanha. Não há ideologia, nem programa de governo, que cative qualquer político. Não é problema de um ou outro partido, é problema de uma crise de credibilidade das instituições estatais, como um todo. Coloquem isso na vossa cabeça. Somos trouxas na mão de um sistema, que não tem representatividade dos anseios populares e que não está voltado para o bem coletivo, de forma geral E onde não há justiça, porque aqueles que a deveriam aplicar carecem de moral e de ética. Temos que fazer algo, não só através do voto, mas através do descontentamento. Agora não é hora para olhar partidos e bandeiras. Agora seria a hora para olhar o que queremos e onde queremos chegar como nação, Mobilizarmo-nos pacificamente contra os abusos que o Estado tem cometido, com medidas arbitrárias que não levam em consideração e não ponderam, os interesses da sociedade, que não ouvem ninguém! Vamos esquecer as diferenças, para consertar o país de baixo para cima. Vamos vigiar todas as instituições do Estado e fazermos o que for possível para limpar o país dos vícios do poder, do jeitinho, do “deixa assim que passa”, da “vista grossa”. Mobilizemo-nos para reclamar, acionar, processar, condenar, prender seja qual for o agente do Estado que coloque os seus interesses pessoais acima dos da coletividade. Sejamos vigilantes, protestemos, não só em passeatas públicas, nas ruas, mas todos os dias, quando necessitamos dos serviços públicos e eles não aparecem. Temos que nos unir e não nos separar. A separação só favorece aqueles que tem um projeto de manutenção de poder. A “luta” de classes, num país onde não há classes, apenas um bando pobres e remediados dominados pelos amigos do Governo, só enfraquece a população de forma geral, que se ocupa com um novo inimigo imaginário, “eles” enquanto os reais mandantes do país continuam com a espoliação dos que legitimamente tem a voz de comando.

luzdequeijas

 

 

CATIVAÇÕES

 

Fonte de receita que afectou o combate às doenças no SNS

As restrições decorrentes das elevadas taxas de cativação aplicadas em 2017 condicionaram o desempenho e concretização dos programas da DGS, nomeadamente, entre outros:

- Ruptura de stock de remédios para o VIH

- Cancro ficou por realizar a elaboração do Plano Nacional, pois as restrições financeiras não permitiram avançar com vários projectos.

- Combate à Diabetes

- Teste de Hepatite C

- Cartão de Pessoa com Doença Rara

CM – 01-06-2018