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O ENTARDECER

O ENTARDECER

MUITA GENTE TEM SIDO ENGANADA

 

Reproduzo os desabafos de alguém, sério como se percebe, que se sente muito enganado! Como ele haverá milhares de portugueses, e cada vez mais. Se fujo a falar de nomes, é porque o problema é exactamente esse! Como povo, temos muitos conceitos errados entranhados, e certa gente aproveita-se exactamente disso.

Dizia ele aos camaradas: “A vossa prestação ao serviço do Povo Português, de quem sois os mais legítimos representantes, tem-me impressionado, comovido e motivado. Operacional do 25 de Abril de 1974, conspirador no planeamento do Movimento das Forças Armadas (foi em minha casa que o então (?) fez a ultima reunião antes da Revolução) participante nas acções comandadas pelo então Major (?), dei ao 25 de Abril o melhor de mim próprio, a minha alma de Português, Patriota e Militar, sem olhar ao risco da minha vida, da minha família e da minha carreira. Sabia a razão da minha revolta, abraçava com imensa fé a minha escolha e aceitava plenamente as consequências dos meus actos. Conscientemente, arriscava tudo para poder devolver ao Povo Português o direito de decidir do seu destino, a par do direito de se pronunciar livremente sobre a continuação da nossa secular presença em Africa e da sua participação numa obra politica magnifica, que levasse, de uma forma pacifica e nobremente aceite, os mais ricos a serem um bocadinho menos ricos, para que os mais pobres fossem um “bocadão” menos pobres.”

Esta última frase é bem significativa! Para que os pobres sejam menos pobres, será fundamental, os ricos até poderão ser mais ricos e haver ainda mais,( eles dão-nos emprego e riqueza) e ao mesmo tempo os pobres poderão ser muito menos pobres. Também podem ser mais respeitados e decidirem livremente sobre os destinos do seu país. É isto a democracia, bem entendida, mas não é isso o que temos. O partido socialista tem tido muito mais tempo de governo que os outros partidos todos juntos! E surge a pergunta; nós temos algum “socialismo” em Portugal? Afinal o que é isso de “socialismo”? Serão os políticos partidários a mandar em todos e em tudo? Serão os funcionários públicos a dirigir as empresas e a lançar impostos a esmo?

Sejamos realistas, a máquina do Estado tinha até agora (Junho), 668043 funcionários. Num ápice, aumentaram para 676408, com uma remuneração base média de 1461 euros! Toda a função pública sozinha absorve a riqueza produzida pelo país num abrir e fechar de olhos. E não cria riqueza!

Não haverá no mundo nenhum país que não tenha que fazer importações e é mais rico aquele país que exportar mais e que menos importar. Isto, desde que haja “justiça social, como existe nos países do norte da europa! Com Reis ou Presidentes da República em plena liberdade!

Tenho um jornal na minha frente e passo a reproduzir:

“O PCP defendeu ontém um incremento da produção nacional. “É preciso apoiar o aparelho produtivo nacional, é preciso apoiar a produção nacional, substituir as importações pela produçõa nacional para permitir que esse crescimento deixe de ser apenas de passagem”, defendeu ele.”

Sobre as famigeradas previsões de crescimento, de desemprego etc. nada disse. Acreditarão nelas ? Quando até hoje só terão ajudado a ganhar eleições? Há quem diga que já dão para pager os juros da brutal dívida que temos. Seria óptimo que ajudasse a pagar a dívida parcialmente, ou na sua totalidade.

Só depois poderemos almejar dias melhores.

É de facto engraçado, sendo verdadeiro. Portugal há data de 25 de Abril, tinha um aparelho produtivo razoável, com bons quadros técnicos e laborais, pois foi o mesmo partido comunista que saneou patrões (para o estrangeirio) e quadros para o despedimento! Em que ficamos? Mais, o PCP era um fervoroso apoiante do mundo soviético onde não havia empresas privadas. Era só o Estado e o seu aparelho, vivendo à grande e à francesa! Com o desmoronamento deste bloco, o povo fugiu para a Europa, sem um tostão no bolso! Em que ficamos?

Concluindo: Não valerá a pena andarmos a discutir o problema de ricos e pobres, da competitividade etc, valerá a pena sim, lembrar-nos de que existe e existirá sempre na Terra o bem e o mal. Mas se não tivermos a coragem de enfrentarmos a corrupção, nada feito. A corrupção é um verdadeiro imposto encapotado, onde a economia perde mais do que aquilo ganham os corruptos.

Por outro os nossos governantes, deverão ser mais procurados entre aquelas pessoas honestas e competentes, com muitas provas dadas por todo o país, do que dentro dos partidos. Parece-me ser este o caminho a percorrer num país que tenha alcançado um mínimo de concenso, do todo nacional.

AS REGRAS DA VIDA REAL

 

Regra n.º 1

A vida não é fácil. Acostuma-te a isso.

Regra n. 2

O mundo não se preocupa com a tua auto-estima. O mundo espera que faças alguma coisa útil por ele, ANTES de te sentires bem contigo próprio.

Regra n.º 3

Não ganharás 6.000 euros por mês, mal saias da escola. Não serás vice-presidente de uma empresa, com carro e telefone ao teu dispor, sem antes teres conseguido comprar os teus próprios carro e telefone.

Regra n.º 4

Se achas que o teu professor é exigente e rude, espera até teres um Chefe. Este, não terá pena de ti!

Regra n.º 5

Vender jornais velhos ou trabalhar durante as férias, não te diminui socialmente. Os teus avós, têm outra palavra para isso: chamam-lhes oportunidades……

Regra n.º 6

Se fracassares, não é por culpa dos teus pais. Por isso, não lamentes os teus erros, mas sim aprende, com eles.

Regra n.º 7

Antes de nasceres os teus pais não eram críticos como são hoje. Só ficaram assim por terem de pagar as tuas contas, lavar as tuas roupas e ainda por cima, ouvir-te dizer, que são “ridículos”. Por isso antes de “salvares o planeta”, para a próxima geração, ao quereres corrigir os erros da geração dos teus pais, tenta limpar o teu próprio quarto!

Regra n.º 8

A tua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores mas a vida não é assim. Nalgumas escolas, já nem repetes o ano e dão-te todas as oportunidades que forem precisas para acertares. Bom, isto não se parece em NADA com a vida real! Nela, se pisares o risco, estás despedido. RUA! Por isso, faz tudo como deve ser logo à primeira.

Regra n.º 9

A vida não se divide em semestres. Não terás sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados te ajudem a fazer as tuas tarefas no fim de cada período.

Regra n.º 10

A televisão NÃO É a vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar de ir ao bar ou à discoteca, e irem trabalhar.

Regra n.º 11

 Sê simpático com os CDFs (aqueles estudantes que os outros julgam que são uns patetas). Há uma grande probabilidade de vires a trabalhar PARA um deles.

 
 
publicado por luzdequeijas às 16:12
 

ESTÁ NA HORA

 

DE REABILITAR A POLÍTICA

“ A Política é uma obra colectiva, permanente, uma grande aventura humana. Tem dimensões continuamente novas e alargadas. Diz simultaneamente respeito à vida quotidiana e ao destino da humanidade a todos os níveis.

A imagem que dela tem a nossa sociedade precisa de ser revalorizada.

A política é uma actividade nobre e difícil. Os homens e mulheres que nela se comprometem, assim como quantos querem contribuir para as causas comuns, merecem o nosso encorajamento.

Vai-se generalizando na opinião pública a ideia de que os governos se sucedem, sem que os grandes problemas sejam resolvidos. E assim, se adiam as reformas estruturantes que todos reconhecem urgentes. Em contrapartida, superabundam leis e regras….O público depara-se também com a diluição dos centros de decisão, muitas vezes confrontados com a necessidade de responderem a questões imediatas, sob pressão dos lóbis ou da rua. Neste quadro, os cidadãos sentem frequentemente que se alarga o fosso entre a sua procura e a oferta das instituições – com o consequente descrédito e desinteresse. Daí estar a verificar-se uma forte quebra na militância, assim como uma participação eleitoral irregular e um absentismo crescente, sobretudo entre os eleitores mais novos.

Para o prestígio da política também não contribui nada - antes pelo contrário! – Os “casos” em que alguns elementos da “classe” se deixam enredar. Estes casos facilitam a generalização da suspeita, assim traduzida: “a política reduz-se à mera gestão de dossiers complexos, à solução de conflitos de interesses, à regularização de egoísmos corporativos ou de bairros, e à sujeição, e à lógica do aparelho partidário. Abrem-se pois as portas ao renascimento de ideologias extremistas, especialistas em esgrimir com temas demagógicos”.     

 

O Estado Novo

 

É o nome do regime político autoritárioautocrata e 

Corporativista de Estado que vigorou em Portugal durante 41 anos sem interrupção, desde a aprovação da Constituição de 1933 até ao seu derrube pela Revolução de 25 de Abril de 1974.

Ao Estado Novo alguns historiadores também chamam de Segunda República Portuguesa, por exemplo a História de Portugal de José Hermano Saraiva e a obra homónima de Joaquim Veríssimo Serrão. No entanto, tal designação jamais foi assumida pelo regime fundado por Salazar, que conservou a forma de governo republicana mas nunca adoptou a designação "II República", preferindo designar-se oficiosamente, isto é, extra constitucionalmente, como um "Estado Novo". Dado o apoio inicial que o Estado Novo recebeu por parte de alguns monárquicos e integralistas, a questão do regime manteve-se em aberto até 1950-1951. Apesar da oposição das Forças Armadas e do Ministro da Defesa Santos Costa a uma mudança de regime, com a morte do Presidente Óscar Carmona em 1951, a restauração da Monarquia chegou a ser proposta por Mário de Figueiredo e Cancela de Abreu, verificando-se então uma decisiva oposição à mudança por parte de SalazarMarcelo Caetano e Albino dos Reis.

A designação oficial de "Estado Novo", criada sobretudo por razões ideológicas e propagandísticas, serviu para assinalar a entrada num novo período político aberto pela Revolução de 28 de Maio de 1926 que, ficou marcado por uma concepção presidencialista, autoritária e antiparlamentar do Estado. Neste sentido, o Estado Novo encerrou o período do liberalismo em Portugal, abrangendo nele não só a Primeira República, como também o Constitucionalismo monárquico.

Como regime político, o Estado Novo foi também chamado salazarismo, em referência a António de Oliveira Salazar, o seu fundador e líder. Salazar assumiu o cargo de Ministro das Finanças em 1928 e tornou-se, nessa função, uma figura preponderante no governo da Ditadura Militar, o que lhe valeu o epíteto de "Ditador das Finanças". Obtendo enorme sucesso num curto espaço de tempo, ficou posteriormente conhecido como o "Mago das Finanças". Ascendeu a Presidente do Conselho de Ministros em Julho de 1932 e esteve em funções até ao seu afastamento por doença em 1968, nunca chegando a ter conhecimento de que já não era o Presidente do Conselho de Ministros. A designação salazarismo reflecte a circunstância de o Estado Novo se ter centrado na figura do "Chefe" Salazar e ter sido muito marcado pelo seu estilo pessoal de governação. Porém, o Estado Novo abrange também o período em que o sucessor de Salazar,  Marcelo Caetano, chefiou o governo (1968-1974). Caetano assumiu-se como "continuador" de Salazar[1] mas, vários autores preferem autonomizar este período do Estado Novo e falar de Marcelismo Marcelo Caetano ainda pretendeu rebaptizar publicitariamente o regime ao designá-lo por Estado Social, "mobilizando uma retórica política adequada aos parâmetros desenvolvimentistas e simulando o resultado de um pacto social que, nos seus termos liberais, nunca existiu", mas a designação não se enraizou[3]

Ao Estado Novo têm sido atribuídas as influências do maurrasianismo[4], do Integralismo Lusitano[5], da doutrina social da Igreja, bem como de alguns aspectos da doutrina e prática do Fascismo italiano, regime do qual adoptou o modelo do Partido Único e, até certo ponto, do Corporativismo de Estado.

Ditadura Nacional  (1926-1933) e o Estado Novo de Salazar e Marcelo Caetano (1933-1974) foram, conjuntamente, o mais longo regime autoritário na Europa Ocidental durante o séc. XX, estendendo-se por um período de 48 anos.

WIKIPÉDIA

A DÍVIDA

A dívida está em cima da mesa.  E agora o desejo é da esquerda e da direita. Ok. A esquerda quer ela que seja reestruturada. A direita quer que não haja "devolução de rendimentos", que "mudemos de vida". Há uma coisa interessante. Parte dos críticos da dívida pública são ou foram banqueiros. Mas os bancos fazem o quê? A dívida não só não é necessariamente uma coisa má, como, cá na terra, até é pagável. Com um ajuste inteligente aqui e ali, mas pagável. E a dívida pública pode até ser boa. Como? Veja-se o tal PISA. Se a dívida foi para pagar escolas, a rentabilidade desse dinheiro é seguramente maior do que o juro que pagamos por ela. Coisas de banqueiro, talvez anarquista. Não há dúvida de que a dívida pública é um problema e que nem tudo foi gasto em escolas. Mas está também a ser usada como arma de arremesso político. Lembro-me quando a alternativa era o "programa de ajustamento" ou a saída do euro. Não foi bem assim, pois não? E a saída do euro deixou de ser discutida, por óbvias razões: o euro é péssimo mas melhor do que todas as alternativas. Imagine-se Portugal com o seu escudo de papel entre o Brexit, o Trump e as guerras cambiais e comerciais anunciadas ou já em curso. Com a dívida passa-se o mesmo, os problemas também serão resolvidos, com um sistema monetário melhorado, sem "revoluções", sem "mudança de regime". Reequilibremos então o debate, com todos os ingredientes, dívida, impostos, investimento, mercado de trabalho, desigualdade, educação, tecnologia, investimento estrangeiro, regulação, transparência e tudo o mais. Até porque agora estamos em terreno politicamente mais fino.

13/12/2016 16:33:44 | Economia portuguesaPolítica

A dívida (e a saída do euro)

 

A dívida está em cima da mesa.  E agora o desejo é da esquerda e da direita. Ok. A esquerda quer ela que seja reestruturada. A direita quer que não haja "devolução de rendimentos", que "mudemos de vida". Há uma coisa interessante. Parte dos críticos da dívida pública são ou foram banqueiros. Mas os bancos fazem o quê? A dívida não só não é necessariamente uma coisa má, como, cá na terra, até é pagável. Com um ajuste inteligente aqui e ali, mas pagável. E a dívida pública pode até ser boa. Como? Veja-se o tal PISA. Se a dívida foi para pagar escolas, a rentabilidade desse dinheiro é seguramente maior do que o juro que pagamos por ela. Coisas de banqueiro, talvez anarquista. Não há dúvida de que a dívida pública é um problema e que nem tudo foi gasto em escolas. Mas está também a ser usada como arma de arremesso político. Lembro-me quando a alternativa era o "programa de ajustamento" ou a saída do euro. Não foi bem assim, pois não? E a saída do euro deixou de ser discutida, por óbvias razões: o euro é péssimo mas melhor do que todas as alternativas. Imagine-se Portugal com o seu escudo de papel entre o Brexit, o Trump e as guerras cambiais e comerciais anunciadas ou já em curso. Com a dívida passa-se o mesmo, os problemas também serão resolvidos, com um sistema monetário melhorado, sem "revoluções", sem "mudança de regime". Reequilibremos então o debate, com todos os ingredientes, dívida, impostos, investimento, mercado de trabalho, desigualdade, educação, tecnologia, investimento estrangeiro, regulação, transparência e tudo o mais. Até porque agora estamos em terreno politicamente mais fino.

13/12/2016 16:33:44 | Economia portuguesaPolítica

Um país novamente normal

 

Sem sermos tidos nem achados, em 2007, começou nos EUA. Em 2008, chegou à costa Atlântica da Europa do norte, sem nada termos também a ver com isso. Em 2009, chegou a Portugal. O país não estava preparado porque ninguém saberia como prepará-lo. À esquerda, as ideias não ajudavam. À direita, nem ideias faziam - excepto umas coisas vagas sobre "desvalorização interna" e "reformas estruturais".

Mesmo assim, com base nesse pouco, entre 2010 e 2011, uma série de peritos inventaram um plano do outro mundo, fruto de uma conjugação de forças políticas nacionais e internacionais. O plano não era para ser levado a sério e todos sabiam, mas foi vendido junto do povo, cá dentro, com um sucesso que poucas coisas terão tido nos tempos mais recentes.

 Este blogue (Sedes) nasceu, por mera coincidência, com o nascimento dessa história e acabou por acompanhar de perto os seus desenvolvimentos nacionais e internacionais. A história económica internacional pura e simplesmente não estava a ser respeitada e isso não podia acontecer. Os erros de análise sobre fontes de crescimento, problemas de atraso económico, formas de ganhar competitividade externa eram mesmo grandes e o blogue, que no início deveria ser meramente "académico", teve de falar. E falou muito, bem ou mal, mais bem do que mal, mais mal do que bem. O ciclo acabou e o público hoje sabe bem o que aconteceu, ou pode bem saber, assim o queira. O blogue chega por isso ao fim. E vai ser formalmente fechado (penso), pois o servidor deverá interromper o acesso algures em Abril. Para memória futura, e por deformação profissional, os conteúdos foram reunidos num documento que pode ser visto aqui. Não é para ler, verdadeiramente. É apenas para ficar como memória. Um outro blogue ou coisa semelhante nascerá um dia. A todos os leitores, comentadores, críticos e apoiantes deste blogue que acaba, aqui ficam os meus agradecimentos.  

21/03/2017 12:31:18

 

UM CASAL IDOSO

Um casal idoso estava num cruzeiro e o tempo estava tempestuoso. Eles estavam sentados na traseira do navio, a olhar a lua, quando uma onda veio e levou a velha senhora. Procuraram por ela durante dias, mas não conseguiram encontrá-la. 
O capitão enviou o velho senhor para terra, com a promessa de que o notificaria assim que encontrasse alguma coisa.
Três semanas passaram-se e finalmente ele recebeu um fax do navio. Ele leu:
"Senhor: lamento informar que encontramos o corpo da sua esposa no fundo do mar. Nós a içamos para o barco e, presa a ela, tinha uma ostra. Dentro da ostra havia uma pérola que deve valer 50.000 euros. Por favor, diga-nos o que fazer."
O velho homem respondeu:
"Mande-me a pérola e atire de novo a isca."

DÁ PARA CHORAR 

BOAS VERDADES

SOBRE NÓS E OS NOSSOS VELHINOS

- Seria importante os idosos participarem da vida da comunidade. Uma lição para todos 

- Antes de reclamarem do nosso país, saiba que a doença mundial é a falta de humanidade e não económica

- A Sociedade está doente!   Registei: " A confiança é o cimento que dá a liga à sociedade" . Infelizmente a nossa confiança anda muito em baixo em relação a muitos dos que decidem neste país:   

Dura realidade.....

- Parece-me que Knud Romer, em puro e compreensível sofrimento, maltrata toda uma comunidade que tenta o seu melhor  para manter uma vida com o mínimo de dignidade. Os episódios que relata, são 'entendíveis' perante outra perspectiva. O da urina, não teria acontecido se tivessem forçado o pai a ser acompanhado num acto que sempre pretendemos ser privado, por exemplo. Que os médicos tivessem ficado irritados por os equipamentos não estarem a funcionar (o que acontece), por as condições não serem as ideais, parece-me também 'compreensível. Que a sociedade de hoje queira prolongar a vida além dos limites do razoável, e digno para qualquer ser humano, é algo que todos nós devemos equacionar. Retenho a ideia de que, os nossos 'velhos' estariam melhor, para todos nós, se estivessem próximos de creches, uma ideia que sempre defendi. Ainda assim, questiono: em que condições devem estar esses 'velhos' e até que ponto seria benigno? A pergunta que coloco vai no sentido: que posso EU fazer para que seja diferente? Bem-haja.

-Foi para isto que nos andaram a preparar cerca de 60 anos. A única coisa que estranho, é estas coisas acontecerem num País dito evoluído e que, pelo que vimos, não passa dum País do terceiro mundo.

Fico pensando assim: se num pais de primeiro mundo, a saúde está desse jeito, no Brasil está no fundo do posso (acabei de crer). Nos Estados Unidos não sentem essa valorização da família, a pessoa sai cedo de casa e não volta mais, vai criando a sua própria vida. No Brasil esse quadro ainda é bem tardio, mas no fim é tudo igual, largamos os pais para ter a nossa tão sonhada vida profissional, e esquecemo-nos dos laços que unem as nossas vidas.

- Muito triste ver o fim da humanidade nos auto intitulados "humanos"....

- Tenho 88 anos. DÁ PARA CHORAR 

OS MITOS

 

Os mitos ajudam-nos a entender as relações humanas e guardam em si a chave para o entendimento do mundo e da nossa mente analítica. A mitologia grega, repleta de lendas históricas e contos sobre deuses, deusas, batalhas heróicas e jornadas no mundo subterrâneo, revela-nos a mente humana e os seus meandros multifacetados.Atemporais e eternos, os mitos estão presentes na vida de cada Ser humano, não importa em que tempo ou local. Somos todos, deuses e heróis da nossa própria história