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O ENTARDECER

O ENTARDECER

O SUCUMBIR DE UM GRANDE IMPÉRIO?

DEPOIS DE UM GRANDE IMPÉRIO E DA QUEDA DA DITADURA, HÁ SINAIS QUE PARECEM INDICAR O FIM DO NOSSO CICLO.

REDUZIDOS AO RECTÂNGULO CONTINENTAL E COM LÍDERES FRACOS, JÁ POUCO PARECE HAVER PARA CRESCER!

O SENTIDO PARECE SER O INVERSO: INFELIZMENTE. NÃO PODEMOS PARAR OS CAMINHOS DA  HISTÓRIA, POIS SEM GRANDES HOMENS, NÃO HAVERÁ GRANDES NAÇÕES!

A queda de um império

Desde a antiguidade até aos nossos dias nenhuma civilização reconhecida pelo seu poder militar, cultural ou tamanho dos territórios conquistados, sobreviveu à erosão dos tempos.

A história comprova-nos esta realidade inevitável

Gigantes subjugaram, progrediram, cresceram aos olhos das outras nações mais fracas, despertaram cobiças envaidecidas pelas suas capacidades e grandeza, finalmente, sucumbiram mais século menos século a uma época florescente. Como exemplo da antiguidade, os Romanos, os Gregos, os Cartagineses, os Egípcios, o Próximo e Médio Oriente, as civilizações da América Central nomeadamente os Maias, Aztecas e Incas, China e Japão. Nos nossos dias, a Alemanha, a Itália, intervenientes na primeira e segunda guerras mundiais, o imperialismo Japonês através de uma China medieval com objetivos bem claros, os governos não democráticos de Salazar, Franco e Mussolini. As ambições impossíveis de sustentar e conter, projetadas por líderes adulados e glorificados pelos povos em questão, caíram inevitavelmente por «amolecerem» esses imperadores bem como os avanços militares desmedidos e cruéis. A ganância permanente do poder transformou-se rapidamente em autênticos fracassos pela impossibilidade de manutenção de atividade militar e força política. Grandes áreas conquistadas foram objeto de surpresas inesperadas onde se ceifaram milhares de vidas, principalmente militares, dando-se desse modo o enfraquecimento das ditaduras.