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O ENTARDECER

O ENTARDECER

O fim da era do desperdício



Grandes regiões metropolitanas do mundo, podem enfrentar problemas graves por falta de bens que hoje desperdiçam! Não será esperando pelo mal, que ele pode ser atacado com eficiência. Haverá duas medidas urgentes a serem tomadas, para evitar que a situação atinja o nível de calamidade. A primeira é combater afincadamente, o desperdício. Depois, não parece difícil ampliar a sua reutilização, prática comum nos países que são modelo em abastecimento. Para que isso ocorra, há apenas dois caminhos: diminuir o desperdício e aumentar a reutilização 

Enumerar em classes, os desperdícios, é quase impossível, tantas são elas!

 

Contudo, aqueles que parecem mais úteis, ninguém falam neles: mas, ver seres humanos, sentados num qualquer jardim, horas a fio, a jogar às cartas é chocante, são os reformados sem nada para fazer! Se a eles acrescentarmos os desempregados a receberem subsídio, temos um mundo de desperdício total! Com a ajuda deles um universo novo se abriria na área de cada residência! ….E, se esta gente fosse utilizada na sua área residencial? E porque não? E porque não pagar-lhes com alguns benefícios fiscais? Há tanta gente que já beneficia deles!

 

- Seria importante os idosos participarem da vida da sua comunidade. Uma lição para todos!

- Antes de reclamarem do nosso país, saibam que a doença mundial é a falta de humanidade e não económica.

 

- A Sociedade está doente! " A confiança é o cimento que dá unidade à sociedade" . Infelizmente, a nossa confiança anda muito em baixo em relação a muitos dos que decidem neste país:

   

Quanto custa ser idoso em Portugal

 

Que Deus nos ajude, mais vale ser precário na função pública que idoso neste!

 

A reforma para a grande maioria dos nossos políticos só tem um significado, cortar nas reformas de idosos para “tapar” outros buracos! Cortam nas reformas sem respeito pelo facto de elas terem sido pagas ao longo de uma vida pelos trabalhadores e patrões. E com muito sacrifício o fizeram”!

 

Eles, em breve vão morrer e por agora já não votam ou fazem-no em consciência!

Esta gente sem passado e futuro duvidoso, nunca saberá ou perceberá o que é passar uma vida a trabalhar e fazendo sacrifícios para ajudar toda a família, pagando uma reforma que antes de chegar a si, terá servido para muitos outros aguentarem a velhice. E outros, terem que comer antes da morte! Mesmo sem terem descontado um tostão!

Também para manterem precários ou melhorar,taxas propagandísticas de desemprego! Sempre, tendo em vista, as próximas eleições, que para eles assim, são canja!

Dura realidade..... Os idosos são pessoas de bem e amigas da sociedade, a recolherem comida que seria deitada fora, a irem à farmácia ajudando alguém acamado, a olharem pelos jovens, a protegerem os jardins, na prevenção dos fogos, etc. Etc.

 

Se as medidas que são urgentes não forem tomadas, é quase certo que tenhamos um problema de saneamento e de abastecimento muito grande, já daqui a uma ou duas décadas!

 

Não é que a água do planeta vá acabar, claro, mas haverá problemas sérios de faltas de abastecimentos utilizáveis, nas grandes regiões urbanas, e na maioria das coisas consumidas todos os dias.

O planeta vive num ritmo de urbanização intensa, a sua população vai crescendo, com a tendência para que se acabe o indispensável abastecimento público, de tudo que tem havido!

Por falta de matéria-prima, um caos social, pode chegar a todo e qualquer ser humano! Portanto, não será de excluir um caos que ignore os actuais privilégios sociais! O que deixará a população e a vida social, mais ou menos desorganizadas.

 

Para lidar com isso, é preciso reduzir a perda em todos os bens consumidos, incluindo a matéria-prima, recuperando-os e tratando-os, afim dela serem reutilizados, cada vez mais vezes. Temos de romper com aquele paradigma da antiguidade, quando os povos extinguiam espécies e poluíam rios e açudes indo buscar água cada vez mais longe. Essa foi prática, que deu origem a lindos aquedutos, pontes e túneis, que vão ficar para sempre na história, mas não é a mais viável num planeta habitado por mais de 7 bilhões de pessoas.

O crescimento da população é a principal ameaça ao abastecimento?  Não. O que ocorre é que, de um lado vemos uma urbanização crescente mas não planeada, com o surgimento de macro metrópoles formadas sem o devido planeamento, face ao local de trabalho. De outro, observamos o aumento da população da classe média nas economias emergentes. Isso significa que quem não consumia passou a consumir, o que aumenta a pressão sobre o sistema energético e de abastecimento.

O local de trabalho, exige inúmeros transportes e deste modo uma despesa incomportável para todos!

A solução que parece certa, pois, será trazer o trabalho para junto da habitação dos trabalhadores. Isto é realizável, com planeamento e uma execução lenta, a começar pela Função Pública.

 

O grande empregador!

 

Existe ainda a questão ambiental. Os ares que respiramos, os desmatamentos nas margens dos rios que  contribuem para que estes sequem. E há áreas onde os lençóis freáticos foram tão sobrecarregados que eles, agora, correm o risco de se tornarem desérticos. O fenómeno da estiagem tem sido tão intenso que dificilmente estaria no radar de qualquer governo ou empresa de saneamento.

 

É fundamental que comecemos a pensar em mudanças viáveis. Falo de mudanças profundas, para os próximos vinte ou trinta anos. Que tipo de mudanças?  As que causam mais desperdícios?

Os desperdícios não são totalmente extinguíveis, e além disso, são antieconómicos. Além disso, extinguir os desperdícios tem, muitas vezes, um custo que não justifica a economia feita. O grande mérito deste debate, porém, é que ele vai contribuir para discutir estratégias de longo prazo.

E quais são as medidas fundamentais para garantir que não faltará água, ou demais bens, necessários aos humanos no futuro?  

São duas as medidas.

- A primeira é a redução das perdas, por meio do aumento da eficiência. Ao abrirem a torneira, as pessoas precisam saber que estão usando um bem valioso. Há muitos gastos como a água, talvez porque, das utilidades públicas, ela seja a mais barata. A solução passa menos por aumentar tarifas e mais por estabelecer regras de uso que obedeçam a critérios técnicos, e não a conveniências políticas.

 

- A segunda medida fundamental é ampliar a reciclagem da água, e outros bens, que é consumida. É preciso que o assunto seja regulamentado por um órgão independente e com sabedoria técnica para estimular o investimento e inibir o populismo.

Antes do mais, diremos que os serviços dos humanos, são aqueles que o mundo mais tem desperdiçado!

O Homem idoso tem sido objecto de mau esquecimento, por parte das forças políticas! Mesmo com uma Função Pública gigantesca!

Algumas medidas sinalizam possíveis caminhos a seguir:

 

- boa regulamentação, bom planeamento e boa gestão.

 

 Sem esses pilares, é difícil imaginar cidades saudáveis e recursos hídricos bem aproveitados. Para atrapalhar um pouco, há um raciocínio político muito perverso que diz que esse tipo de investimento não tem visibilidade e, portanto, os dividendos políticos que ele gera não são tão grandes quanto os que rende a construção de um viaduto ou ponte, por exemplo.

 

O grande segredo é mudar esse raciocínio e criar dividendos políticos investindo no saneamento.

 

Ao mesmo tempo, é preciso estabelecer penalidades, para políticos que deixarem a questão de lado.

Existe algum país que sirva de modelo ao mundo?

 

Por enquanto parece que não, mas de todos, teremos pontos a explorar, e que já serão um meio caminho a percorrer!·