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O ENTARDECER

O ENTARDECER

INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ

 

Em Portugal, o aborto voluntário (ou interrupção voluntária de gravidez) foi legalizado por referendo realizado em2007 e é permitido até a décima semana de gravidez se assim quiser a mulher, independentemente dos motivos.

A interrupção voluntária de gravidez é permitida até a décima segunda semana de gestação a pedido da grávida podendo ser realizada no sistema nacional de saúde ou nos estabelecimentos de saúde privados autorizados. A Lei nº 16/2007 de 17 de Abril indica que é obrigatório um período mínimo de reflexão de três dias e tem de ser garantido à mulher "a disponibilidade de acompanhamento psicológico durante o período de reflexão" e "a disponibilidade de acompanhamento por técnico de serviço social, durante o período de reflexão" quer para estabecimentos públicos quer para clínicas particulares. 

No debate no Parlamento sobre natalidade e a sua crise, Catarina Martins, do Bloco de Esquerda, disse a abrir o debate: “ O país está sobre uma bomba-relógio que é a crise demográfica, perde 58 pessoas por dia. Porque as pessoas querem mas não tem filhos, porque não têm emprego, "porque as suas vidas profissionais são cada vez mais precárias" e as expectativas não permitem decidir ter filhos, disse.

Depois falou do aumento da carga fiscal e das mulheres grávidas que são despedidas, alertando os partidos da maioria: "não nos peçam para fazer este debate branqueando todas as políticas que nos trouxeram a este ponto".

 

Se as nossas futuras crianças, ficarem entregues a esta gente parlamentar e partidária, então este é um país sem futuro! A nossa deputada, uma “estrela” radiosa, diz que todo a crise demográfica de Portugal se deve à crise e à austeridade.

 Claro que a interrupção voluntária da gravidez nada tem a ver com esta bomba atómica! Claro que não vale a pena fazer um debate parlamentar sobre as causas da crise e da austeridade. Claro que não importa saber quem é o PAI de tudo isto. Em certas cabecinhas, só interessa atacar quem não é tanto de esquerda, pois em Portugal o eixo da política está quase centrado no BE e PCP, coisas que quase não existem no mundo e na Europa a que pertencemos, onde são uma “Avis rara”.

Num país a “caminho do socialismo”, só pode haver “extrema-esquerda”, agora "fascistas da extrema-direita ou direita" nem pensar, mesmo que ganhem eleições em França!

O sul da Europa está intoxicado e de rastos, dado desconhecer o significado da palavra “pluralismo”! Este socialismo é um verdadeiro funeral"!