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O ENTARDECER

O ENTARDECER

IDEOLOGIA À SOLTA

NEM À ESQUERDA, NEM À DIREITA

Há outros caminhos a percorrer, muito mais seguros e fiáveis:

Queremos é ir para frente. Sim, nós podemos, A nossa liberdade está no acreditar. Criar um novo mundo, vencer qualquer abismo Viver com fé na força da Família, da verdade, do trabalho e do amor ao próximo!

Qual é o nosso papel na sociedade? Comparecer às urnas e darmos o nosso voto de confiança para alguém do qual só sabemos o nome e um número? Eu duvido que alguém, efetivamente conheça a carreira e a reputação do seu Vereador, Presidente de Junta, Presidente da Câmara, Ministros etc.

Delegamos o poder de decidir os interesses coletivos a indivíduos dos quais nem conhecemos as suas carreiras profissionais, muito menos a sua vida pública de forma minimamente adequada para que possamos transferir o poder de desenhar os rumos das nossas Cidades, dos nossos Estados e do nosso País e da Nossa vida.

É alienado, o político ou militante partidário que apregoa teorias conspiratórias do “nós”, contra “eles”. Que ficam imaginando mãos invisíveis que tem objetivos escusos de “oprimir as minorias” ou de “ameaçar a propriedade privada”. Isso, é discurso ideológico, balela, fantasia. A realidade é muito mais grosseira, clara e dura do que visões ideológicas de um mundo onde poderes etéreos decidem os rumos de nossa sociedade.

Ao invés de defender partidos, seja você de esquerda ou direita, devemos começar a defender os interesses da coletividade. Político de partido nenhum, tem interesse no povo, mas sim nas suas agendas pessoais e nos seus financiadores de campanha. Não há ideologia, nem programa de governo, que cative qualquer político. Não é problema de um ou outro partido, é problema de uma crise de credibilidade das instituições estatais, como um todo. Coloquem isso na vossa cabeça. Somos trouxas na mão de um sistema, que não tem representatividade dos anseios populares e que não está voltado para o bem coletivo, de forma geral E onde não há justiça, porque aqueles que a deveriam aplicar carecem de moral e de ética. Temos que fazer algo, não só através do voto, mas através do descontentamento. Agora não é hora para olhar partidos e bandeiras. Agora seria a hora para olhar o que queremos e onde queremos chegar como nação, Mobilizarmo-nos pacificamente contra os abusos que o Estado tem cometido, com medidas arbitrárias que não levam em consideração e não ponderam, os interesses da sociedade, que não ouvem ninguém! Vamos esquecer as diferenças, para consertar o país de baixo para cima. Vamos vigiar todas as instituições do Estado e fazermos o que for possível para limpar o país dos vícios do poder, do jeitinho, do “deixa assim que passa”, da “vista grossa”. Mobilizemo-nos para reclamar, acionar, processar, condenar, prender seja qual for o agente do Estado que coloque os seus interesses pessoais acima dos da coletividade. Sejamos vigilantes, protestemos, não só em passeatas públicas, nas ruas, mas todos os dias, quando necessitamos dos serviços públicos e eles não aparecem. Temos que nos unir e não nos separar. A separação só favorece aqueles que tem um projeto de manutenção de poder. A “luta” de classes, num país onde não há classes, apenas um bando pobres e remediados dominados pelos amigos do Governo, só enfraquece a população de forma geral, que se ocupa com um novo inimigo imaginário, “eles” enquanto os reais mandantes do país continuam com a espoliação dos que legitimamente tem a voz de comando.