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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A CARDIGA

 

Ao chegar ao 4.º ano do Curso de História, um aluno deparou-se com uma situação pela qual passa todo o estudante universitário: a escolha de um tema inédito para o trabalho de Seminário (antiga tese de licenciatura).

Escolher um tema parece ser tarefa fácil, porém quando se é encaminhado para a pesquisa histórica em campos ainda por explorar verifica-se ser algo difícil a nossa escolha.

Tratando-se de um seminário de Geografia Humana, em que o assunto a estudar deveria ser algo circunscrito à minha zona de residência, depois de analisar algumas hipóteses, optei por estudar a Quinta da Cardiga.

O tema por trabalhar, adequava-se às condições exigidas pelo meu estudo: aqui a História podia-se aliar à Geografia Humana, nomeadamente estudando e analisando a acção e as influências do Homem sobre o meio em que a Quinta se encontra inserida.

Cardiga, fora um nome que desde sempre me fascinara. Talvez porque desde pequeno resido no Entroncamento na rua Luís Sommer, um nome ligado à Cardiga. A Quinta da Cardiga surgia-me, através das memórias da minha infância como um nome que os habitantes mais antigos do Entroncamento proferiam com um misto de respeito, simpatia e admiração.

Era este o tema que eu procurava, faltava agora lançar mãos à obra!

Foi assim que surgiu o trabalho de que passo agora a referir resumidamente os principais aspectos numa tábua cronológica:

UMA GRANDE VIAGEM NO TEMPO

A política é essencial. Por isso, uma sociedade que a despreze expõe-se a graves riscos. Em todos os seus domínios: educação, família, economia, ecologia, cultura, saúde, protecção social, justiça ….De modo que haja uma efectiva relação activa entre a política e a vida quotidiana dos cidadãos.

A melhor universidade é o mundo e os professores são gente sem mácula, são o decorrer do tempo de vida e as inúmeras lições que nos deixam para reflexão! Elas serão milhares, mas podemos começar por uma qualquer, para podermos constatar que o mundo não pára, faz e parece desfazer, constrói e desconstrói, etc. Numas vezes será evolução e noutras acabarão em retrocesso!

Facilmente, encontraremos entre nós, muitos jornalistas que tiveram que se adaptar a múltiplas evoluções, não diremos no seu dia-a-dia, mas seguramente na sua carreira.

Chegados à reforma, em períodos de mais apego ao pensamento, ser-lhes-á fácil traçar a forma como o mundo arrasa e logo alterna. Recuemos uns cinquenta anos e avancemos ao longo de uma vida e constataremos como tudo se transformou tão depressa, na imprensa.