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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A ILHA DOS CONDENADOS

 

“ Temos abatido os nossos condenados e chamamo-lo de “Justiça”.

Fizemos deste mundo uma “Ilha dos Condenados”. Uma ilha na qual outros têm liberdade total, muitas vezes não merecida.

Têm a admiração e o respeito de todos os outros cidadãos e onde os condenados estão, sem apelo, condenados à morte! Para estes condenados, tudo é angústia existencial humana. Para eles não há compreensão ou uma maior visão dos horizontes do absurdo que é a vida.

Quem não erra? O erro faz parte das nossas limitações e temos de viver com ele, aproveitando-o para melhorarmos e para sermos mais humildes. Sofremos com os nossos erros e com os erros dos outros, mas isso faz parte da vida. Metade dos nossos erros na vida, nasce do facto de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir. Todo o homem é, pelo menos, culpado do bem que não fez. O único erro verdadeiro é aquele com o qual nada se aprende e sendo assim teremos de conceder aos condenados desta ilha, chamada Terra, uma outra oportunidade de aprender com o erro cometido. Todo o homem é, na sua condição de humano, um potencial condenado.

Como disse Santo Agostinho; “Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.