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O ENTARDECER

O ENTARDECER

Economia Portuguesa

 

De 1986-1999

Em 1986 deu-se finalmente a entrada de Portugal na União Europeia.

A entrada de Portugal para a CEE, a 1 de Janeiro de 1986, marca uma viragem profunda na economia. Nada voltou a ser como dantes, senão veja-se:

.Privatizações. As empresas públicas que chegaram a representar mais de 50% do PIB, foram sendo progressivamente encerradas ou privatizadas. Vinte anos depois restava apenas um núcleo muito pequeno de empresas controladas pelo Estado.

.Agricultura. Este sector foi completamente desmantelado. No início dos anos 80 cerca de 30% da população activa trabalhava nos campos. Vinte anos depois não representa mais do que 4%. Vasta áreas agrícolas foram abandonadas. Muitas aldeias desapareceram ou converteram-se em locais turísticos.

.Pescas. O importante sector das pescas portuguesas, começou a ser desmantelado. Em vinte anos este sector é uma sombra daquilo que em tempos representou para a economia do país.

.Transportes marítimos, Industria de construção e reparação naval. Durante séculos foi uma das áreas da economia mais importantes do país, mobilizando e gerando enormes recursos. Vinte anos depois é um sector completamente desmantelado. Muitas docas e estaleiros estão transformados em locais de lazer

.Transportes ferroviários.  As estradas eram más, mas a rede de caminhos de ferro era ampla e cobria todo o país. Vinte anos depois, a rede de caminhos de ferro diminuiu, sendo os transportes de passageiros e mercadorias cada vez mais por rodovias.

.Industrias de mão-de-obra intensiva. Numa primeira fase, Portugal foi ainda inundado de empresas de países da CEE que aqui se instalaram para explorarem as condições excepcionais que lhes eram oferecidas: ajudas económicas e baixos salários dos trabalhadores. O sector da industria têxtil, vestuário e do calçado registaram então  aumentos significativos. A prazo, sabia-se todavia que estas empresas acabariam por partir para outros locais onde a mão-de-obra fosse ainda mais barata. Vinte anos depois sucedem-se os encerramentos ou deslocalizações destas e de outras empresas .

Neste período a qualificação da mão-de-obra estava longe de ser um factor decisivo em termos de competitividade. Os principais sectores da economia assentavam nos seus baixos custos. Factor que terá levado uma parte da população a desvalorizar a própria importância da educação, e as empresas secundarizavam a formação. Apesar de tudo registaram-se enormes  progressos em termos de escolarização. Infelizmente os enormes investimentos feitos na formação profissional foram, na maioria dos casos, desperdiçados. A Educação nas escolas por força de vários factores foi no caminho da massificação mas a sua qualidade baixou na vertical, isto enquanto os custos subiriam da mesma forma, na vertical. Perdeu-se a autoridade e as matérias leccionadas perderam qualquer paralelo com a vida real do país e a oferta de emprego.

E depois?

Em 1986 tinha –se dado a adesão de Portugal à Comunidade Europeia.

Ramalho Eanes é sucedido pelo Dr. Mário Soares entre 9/3/1986 e 9/3/1996 que, por sua vez, é sucedido pelo Dr. Jorge Sampaio.

Aníbal António Cavaco Silva, (Boliqueime - Loulé, 15 de Julho de 1939)

Foi primeiro-ministro de Portugal de 6 de Novembro de 1985 a 28 de Outubro de 1995, tendo sido o homem que mais tempo governou em Portugal desde o 25 de Abril.

 A 22 de Janeiro de 2006 irá ser eleito Presidente da República, tendo tomado posse em 9 de Março do mesmo ano.

Privatizações vs. Nacionalizações

As nacionalizações, a seguir ao 11 de Março foram da responsabilidade da ala militar ligada ao PCP, no MFA. Das chamadas “conquistas da Revolução” – nacionalizações, reforma agrária e controle operário – a terceira nunca existiu de facto, a segunda deixou uma marca profunda no Alentejo, a primeira moldou o destino da economia e da sociedade portuguesa até aos dias de hoje, no mau sentido.

Reflexos da emigração

                                        

Diversas consequências podemos assinalar em relação à emigração portuguesa: entre elas, salientamos o processo de crescimento urbano e industrial, sobretudo na faixa centro e norte litoral do território e o aumento dos movimentos da população com destino aos principais centros urbanos agravando, desta forma, o processo de desertificação do interior que se tem vindo a acentuar no decurso das últimas décadas.

Para além destes aspectos, registamos o aumento do comércio, em particular com o exterior, o desenvolvimento do turismo e das actividades terciárias em particular na periferia dos grandes centros urbanos de Lisboa e do Porto. No seu conjunto estas transformações contribuíram para gerar novas oportunidades de emprego, para o aumento do P.N.B. do país e para uma melhoria significativa do nível de vida da sua população. Contudo, não bastaram para estancar o fenómeno emigratório português que registou, durante o terceiro quartel do século XX uma das fases de maior expansão com destino quer à Europa quer mesmo ao continente americano

As Grandes Descobertas

E a expansão mundial

Emigração

Independentemente dos movimentos de populações que, ao longo da História da humanidade, ocuparam continentes e arquipélagos antes despovoados e das grandes invasões de "Senhores da Guerra" poderosos, que sonharam estender os seus impérios até ao limite máximo do poder dos seus exércitos  necessário se torna considerar que se deveu aos portugueses, seguidos de perto pelos castelhanos e, mais tarde, por holandeses, ingleses e franceses, a abertura de todos os continentes à expansão dos povos europeus.

- a saída de 8000 a 10000 portugueses com destino ao Brasil durante o século XVIII;
-   a saída de cerca de 28000 emigrantes portugueses durante a última década do século XIX.

Em relação à evolução deste movimento durante a primeira metade do século XX assinalamos o seu incremento até 1914 e uma quebra acentuada no decurso dos anos seguintes em consequência das guerras e da crise económica dos anos trinta:

 9,2 milhares de saídas anuais entre 1939 e 1945 e 26 milhares de saídas anuais entre 1946 e 1955.

Em relação aos períodos mais recentes destaca-se a saída, entre 1955 a 1974, de mais de 1,6 milhões de portugueses ou seja uma média de 82000 emigrantes /anuais. Isoladamente destacamos a saída de - 34113 emigrantes legais em média, entre 1950 e 1960 e de 68100 entre esta data e o início da década de setenta, contra menos de 8200 emigrantes entre 1940 e 1950. Já em relação a datas mais recentes é de salientar que entre 1974 e 1988, somente 230.000 emigrantes saíram oficialmente do país, reduzindo aquele valor para cerca de 15000 saídas anuais.

Note-se que as oportunidades de emprego então registadas em toda a Europa ocidental e a proximidade de Portugal a estes países, permitiu que a emigração se tenha espalhado a todo o território afectando especialmente as áreas rurais e menos desenvolvidas do continente português.

Destinos

A intensificação recente deste movimento foi acompanhado por uma preferência cada vez maior pelas saídas para a Europa, em particular para a França - 985 emigrantes em 1955; 3593 em 1960; 32641 em 1964 e 27234 em 1969 - em detrimento da corrente tradicional, com destino ao Brasil: 18486 emigrantes em 1955; 12451 emigrantes em 1960; 4929 emigrantes em 1964 e apenas 2537 emigrantes em 1969. Estes valores realçam a quebra do movimento transoceânico e a sua substituição pelo intra-europeu .

 Daí resultou uma segunda alteração que se verificou através do incremento das saídas clandestinas as quais vieram a superar nos anos de 1969, 1970 e 1971, as saídas legais então registadas.
 
O incremento dos movimentos da população no continente europeu sobretudo no período posterior à segunda guerra mundial, constitui um dos sintomas do processo de desenvolvimento e de mudança social que experimentou o velho continente no período de reconstrução e de expansão económica que se seguiu àquele conflito armado.

Evidencia, por outro lado, os desequilíbrios existentes entre as diferentes regiões europeias. Foi essa a opinião de G. Tapinos quando defendeu que esta situação decorre da desigual repartição "entre as necessidades e os recursos, a pressão demográfica e o desenvolvimento económico", sendo mais um sintoma da tradicional "divisão norte-sul" manifestada na dependência dos países da periferia, em particular dos países mediterrâneos, perante o poder económico dos países mais industrializados do ocidente europeu.

Recorde-se que não só as razões de natureza económica relacionadas com o nível de vida, as fracas oportunidades de emprego existentes nas regiões rurais e a incapacidade do tecido produtivo em absorver os contingentes de assalariados e de trabalhadores libertos das actividades agrícolas e de subsistência, contribuíram para acelerar este movimento. Também as razões de natureza política decorrentes do regime Salazarista e da guerra em África justificaram muitas dessas saídas. Refira-se ainda que o incremento da emigração para a Europa, registada entre nós no decurso dos anos sessenta e setenta veio a reduzir o tradicional movimento transoceânico e acompanhou a tendência global da emigração intra-europeia igualmente registada noutros países mediterrânicos.

O que é clonagem

 

Podemos definir a clonagem como um método científico artificial de reprodução que utiliza células somáticas (aquelas que formam  órgãos, pele e ossos ) no lugar do óvulo e do espermatozóide. Vale lembrar que é um método artificial, pois, como sabemos, na natureza, os seres vivos se reproduzem através de células sexuais e não por células somáticas. As excepções deste tipo de reprodução são os vírus, as bactérias e diversos seres unicelulares. 

A primeira experiência com clonagem de animais ocorreu no ano de 1996, na Escócia, no Instituto de Embriologia Roslin. O embriologista responsável foi o doutor Ian Wilmut. Ele conseguiu clonar uma ovelha, baptizada de Dolly. Após esta experiência, vários animais foram clonados, como por exemplo, bois, cavalos, ratos e porcos. 

Clonagem de seres humanos

Embora as técnicas de clonagem terem avançado nos últimos anos, a clonagem de seres humanos ainda está muito longe de acontecer. Além de alguns limites científicos, a questão ética e religiosa tem se tornado um anteparo para estas pesquisas com seres humanos. De um lado, as religiões, principalmente cristãs, colocam-se radicalmente contra qualquer experiência neste sentido. Por outro lado, governos de vários países proíbem por considerar um desrespeito a ética do ser humano.

A técnica da clonagem

A clonagem ainda não foi entendida por completo pelos médicos e cientista, no que se refere aos conhecimentos teóricos. Na teoria seria impossível fazer células somáticas actuarem como sexuais, pois nas somáticas quase todos os genes estão desligados. Mas, a ovelha Dolly, foi gerada de células somáticas mamárias retiradas de um animal adulto. A parte nuclear das células, onde encontramos genes,  foram armazenadas. Na fase seguinte, os núcleos das células somáticas foram introduzidos dentro dos óvulos de uma outra ovelha, de onde haviam sido retirados os núcleos. Desta forma, formaram-se células artificiais. Através de um choque eléctrico, as células foram estimuladas, após um estado em que ficaram "dormindo".  Os genes passaram a agir novamente e formaram novos embriões, que introduzidos no útero de uma ovelha acabou por gerar a ovelha Dolly.
A ovelha Dolly morreu alguns anos depois da experiência e apresentou características de envelhecimento precoce. O telómero (parte do cromossomo responsável pela divisão celular) pode ter sido a causa do envelhecimento precoce do animal. Por isso, o telómero tem sido alvo de pesquisas no mundo científico. Os dados estão sendo até hoje analisados, com o objectivo de se identificar os problemas ocorridos no processo de clonagem.
A embriologia e a engenharia genética tem feito pesquisas também com células-tronco e na produção de órgãos animais através de métodos parecidos com a clonagem.

HISTÓRICO

                                  

O uso da Biotecnologia teve o seu início com os processos fermentativos, cuja utilização transcende, de muito, o início da era Cristã, confundindo-se com a própria história da humanidade. A produção de bebidas alcoólicas pela fermentação de grãos de cereais já era conhecida pelos sumérios e babilónios antes do ano 6.000 a.C. Mais tarde, por volta do ano 2.000 a. C., os egípcios, que já utilizavam o fermento para fabricar cerveja, passaram emprega-lo também na fabricação de pão.

Outras aplicações como a produção de vinagre, iogurte e queijos são, de há muito, utilizadas pelo ser humano.

Entretanto, não eram conhecidos os agentes causadores das fermentações que ficaram ocultos por 6 milénios. Somente no século dezassete, o pesquisador Antom Van Leeuwenhock, através da visualização em microscópio, descreveu a existência de seres tão minúsculos que eram invisíveis a olho nu.

Foi somente 200 anos depois que Louis Pasteur , em 1876, provou que a causa das fermentações era a acção desses seres minúsculos, os microrganismos,  caindo por  terra a teoria, até então vigente, que a fermentação era um processo puramente químico.

Foi ainda Pasteur que provou que cada tipo de fermentação era realizado por um microrganismo específico e que estes podiam viver e se reproduzir na ausência de ar.

Posteriormente, em 1897,  Eduard Buchner, demonstrou ser possível a conversão de açúcar em álcool, utilizando células de levedura maceradas, ou seja, na ausência de organismos vivos.

Paradoxalmente que possa parecer, foram as grandes guerras mundiais que motivaram a produção em escala industrial de produtos advindos de processos fermentativos.

A partir da primeira guerra, a Alemanha, que necessitava de grandes quantidades de glicerol para a fabricação de explosivos, desenvolveu através de Neuberg, um processo microbiológico de obtenção desse álcool, tendo chegado a produzir 1.000 toneladas do produto por mês. Por outro lado, a Inglaterra produziu em grande quantidade a acetona para o fabrico de munições, tendo essa fermentação contribuído para o desenvolvimento dos fermentadores industriais e técnicas de controle de infecções.

Foi, todavia,  a produção de antibióticos o grande marco de referência na fermentação industrial.. A partir de 1928, com a descoberta da penicilina por Alexandre Fleming, muitos tipos de antibióticos foram desenvolvidos no mundo.

Na década de 40, durante a segunda guerra mundial, os antibióticos passaram a integrar os processos industriais fermentativos, principalmente nos Estados Unidos, baseando-se inicialmente na síntese da penicilina e, posteriormente, da estreptomicina.

Foi, todavia, a partir da década de 50 que a Biotecnologia, com a descoberta da síntese química do DNA, e com as técnicas de manipulação genética:DNA recombinante, fusão celular ou hibridoma, passou de fato a existir.

A técnica do DNA recombinante envolve a criação sintética de novos organismos vivos, com características não encontradas na natureza, formadas pela hibridização em nível molecular do DNA.  Essa técnica permite, por exemplo, o enxerto de genes humanos que determinam a produção de insulina em um microrganismo. Isso leva a produzir a industrialmente insulina humana, substituindo, com grande vantagens, a insulina bovina ou suína empregadas no tratamentos de diabéticos.

A técnica de hibridoma possibilitou a manipulação genética a nível das células vivas onde duas ou mais células são fundidas para formar novos microrganismos. Na prática, células animais que produzem anticorpos são incorporadas a outras malignas ou perniciosas resultando numa nova que se torna eficiente produtora de anticorpos.

 

INTRODUÇÃO À BIOTECNOLOGIA

 

Várias foram as sugestões  apresentadas visando  dar uma definição para Biotecnologia. Uma delas, proposta pelo prof. António Paes de Carvalho, é suficiente para alcançar o  objectivo de tomar conhecimento do que hoje se entende por Biotecnologia: “o conjunto de conhecimentos técnicos e métodos, de base científica ou prática, que permite a utilização de seres vivos como parte integrante e activa do processo de produção industrial de bens e serviços”

As várias tentativas de definição existentes mostram nitidamente que se trata, portanto, de um campo de trabalho multidisciplinar, tendo a Biotecnologia por base de ramos de conhecimento que poderiam ser classificados de Fundamentais, ao lado de outros que poderiam ser agrupados sob a designação genérica de Engenharias.

Se é verdade, por um lado, que a Biotecnologia, somente passou a ser considerada altamente prioritária há relativamente pouco tempo, também é verdade, por outro lado, que processos biotecnológicos vêm sendo utilizados desde a mais remota antiguidade. 

A utilização em maior escala da chamada Biotecnologia “moderna” teve como ponto de partida a síntese química do DNA (ácido desoxiribonucleico)  realizada por Kornberg em 1967, que denominou de “revolução genética” às novas técnicas de manipulação genética: DNA recombinante e hibridoma.

TRANGÉNICOS

 

Mas o que são os trangénicos? Os trangénicos são organismos geneticamente modificados. Um organismo geneticamente modificado é um organismo no qual lhe é incorporado um ou mais genes que lhe são estranhos, provenientes de outro com o objectivo de obter certas características.
Novos e estranhos alimentos vão aparecendo a pouco e pouco por todo o lado. Os efeitos deste tipo de alimentos não são conhecidos por completo. Será mesmo necessária esta intromissão na mãe natureza? Se no século XX os problemas colocados na sociedade de consumo estavam mais a um nível social, económico e até mesmo cultural, no século XXI avizinha-se um século preocupante em que não só permanecem os problemas vividos no século XX, como não se conhecem as consequências no amanhã das experiências de hoje.
Se no final do século XX a sociedade de consumo necessita de um consumo em massa para fazer face à produção em massa, o século XXI, além disso, precisa de uma grande consciência por parte do cidadão –consumidor  perante fenómenos como os alimentos trangénicos. A produção em massa é hoje um fenómeno civilizacional . A produção em massa é hoje um dado irreversível da sociedade industrial erguida sobre a revolução da ciência e da técnica contemporâneas. Os organismos geneticamente modificados são hoje também um fenómeno fruto da revolução tecnológica e do desenvolvimento científico. Como pessoas humanas, como cidadãos e como consumidores devemos estar conscientes deste fenómeno. Com esta manipulação da essência da vida não continuaremos a ser vítimas dos nossos próprios progressos, colocando em risco bens tão valiosos como o da nossa saúde física ?

 

Viagens espaciais .

 

As primeiras experiências com foguetes datam de 1935, realizadas por alemães e norte-americanos e vinculadas à pesquisa de armas bélicas. Depois que o satélite russo Sputnik é lançado a corrida espacial acelera - se com o pioneirismo soviético. São eles que colocam em órbita o primeiro ser vivo, a cadela Laika, em 1957. Acidentes no programa espacial soviético na década de 60 proporcionam aos norte-americanos a oportunidade de assumir a dianteira. Astronautas norte-americanos são os primeiros a pisar a Lua.

Após a conquista da Lua, o objectivo da corrida espacial passa a ser a colheita de informações a respeito dos Planetas vizinhos e o lançamento de satélites para uso comercial. Entre 1962 e 1970 as sondas Veneras soviéticas e Mariners norte-americanas de 70 e 80, os pesquisadores dedicaram-se a enviar sondas para conhecer os demais Planetas do Sistema Solar. A Voyager 2 chega em 1994 a Plutão. As Voyagers levam mensagens e informações sobre a Terra para eventuais contactos com extraterrestres.

Controle Biológico de Pragas

 

 

São inegáveis os danos que os insectos/pragas causam à agricultura. A monocultura e o uso indiscriminado de produtos químicos - defensivos agrícolas - eliminam os inimigos naturais que existem em culturas diversificadas, provocando o desequilíbrio ecológico nas áreas de plantio, gerando condições propícias para o aparecimento de pragas além de aumentar a sua resistência.

Os microrganismos patogénicos aos insectos/pragas são adequados à redução específicas, enquanto que os predadores naturais e insectos benéficos são preservados ou podem se desenvolver, estabelecendo o equilíbrio natural. Portanto, os insecticidas microbiológicos são considerados como uma forma alternativa de controle de pragas.

Entre esses podem ser mencionados:

-   fungos - cigarrilha da folha da cana-de-açúcar;

-   vírus - granulose da broca da cana-de-açúcar; lagarta da laranja;

-   parasitas moscas: broca da cana-de-açúcar; vespas:  broca da cana-de-açúcar;

-   bactérias: toxinas - lagarta do algodão e legumes, moscas domésticas e bicheiras. moscas azuis e verdes, moscas das frutas

Sementes  

A melhoria da produtividade agrícola pode ser conseguida mediante o uso de sementes melhoradas geneticamente. Produtos como a batata , cacau, café, cana-de-açúcar, arroz, cebola, laranja, milho, soja e tomate tiveram progresso na produção agrícola nos últimos anos através do melhoramento genético e selecção de cultivos de maior produtividade e resistência a factores ambientais.

“UM OU OUTRO PORTUGUÊS DISTRAÍDO”

 

 

Marcelo critica o “português distraído” que trocou o “aplauso” de Angola por “uma vaia”

Por Redação

27 Setembro 2017 - 10:26

O Presidente da República desdramatizou os assobios que ouviu durante a tomada de posse do homólogo de Angola. Para Marcelo, só “um ou outro português distraído” é que pode ter confundido “aquilo que os povos consideraram um aplauso” com “uma vaia” ao representante de Portugal.

Foi um dos momentos mais quentes da tomada de posse de João Lourenço, o novo Presidente de Angola. Marcelo Rebelo de Sousa ouviu assobios e palmas quando foi anunciado como representante da República Portuguesa.

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“É estranho que sejam os presidentes dos outros países, os diplomatas dos outros países, a notarem e a felicitarem como” os angolanos “gostam dos portugueses e haja um ou outro português distraído que entenda que aquilo que os povos consideraram um aplauso acabou por ser uma vaia”, desdramatizou Marcelo, quando confrontado pelos jornalistas sobre o momento.

Para o Presidente português, o povo angolano teve um especial carinho pela antiga metrópole, quase meio século depois da descolonização.

“A ovação de hoje, claramente superior a todas às outras na cerimónia, não foi dirigida à pessoa do Presidente”, reforçou Marcelo.

“Fosse o Presidente qualquer um, teria sido dirigida à Portugal e aos portugueses e eu só estranho o facto de haver portugueses que não gostam de ser aplaudidos por povos irmãos”.

Para o chefe de Estado português, a eleição de João Gonçalves como novo Presidente de Angola não vai alterar as relações entre os dois países, cimentadas por décadas de irmandade.

Os povos português e angolano fizeram uma escolha, essa escolha tem a ver com a nossa história, com a nossa cultura, com a língua comum, com muito daquilo que uns e outros nos demos ao longo dos séculos, mas também tem a ver com hoje e com o amanhã”.

Reveja o momento em que o Presidente de Portugal é assobiado em Angola:

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