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O ENTARDECER

O ENTARDECER

A NOSSA CULTURA EUROPEIA

Depois de um enorme e insistente fervor ateísta assistimos agora, também impotentes, a uma transformação subtil e perigosa de algumas correntes radicais a favor de uma desconstrução da nossa cultura europeia e ocidental! Com isso, todas as sociedades ocidentais estão a entrar em perda de harmonia estrutural, logo de solidez. E por isso eles, na sua atuação, estão a comprometer o presente e o futuro desta nossa milenar civilização.

Tais correntes radicais são certamente o expoente máximo de um bem-estar social a que chegou esta nossa cultura e que é hoje tomado por elas como escasso e também considerado como um dado adquirido num mundo repleto de incertezas no futuro.

Os sistemas de ensino entraram, em Portugal, numa desencantada e vazia fonte de aprendizagem não dando aos alunos uma perspetival real da cultura que nos trouxe até aqui, perdendo-se ultimamente em preocupações “abrilistas”, sobre figuras de um passado recente, bem pequenas e irrisórias quando comparadas com uma larga visão de um mundo, de um país e de uma civilização de milhares de anos.

Nunca tais racionalistas radicais poderão entender a grandeza de gente muito anterior ou posterior a Cristo que, muito para lá da barriga e do conforto, se preocupou essencialmente em desvendar os segredos da natureza, do Homem e do universo, procurando descobrir o seu lado espiritual e superior.

Nunca eles poderão entender ou querer entender, se o universo funciona como um grande pensamento divino. Tais seres limitam-se a pensar que eles próprios são o universo!

A MURALHJA DE D.DINIS

 Resultado de imagem para Foto da muralha deD.Dinis no BP

A Muralha de D. Dinis é um monumento indispensável para compreender a história de Lisboa. Em finais do séc. XIII, Lisboa era um importante centro económico e de comércio sujeito a ataques vindos do mar. Para defender pessoas e bens, D. Dinis mandou construir uma muralha na zona ribeirinha da cidade. Anterior à Cerca Fernandina, que ditou o seu progressivo abandono, a Muralha de D. Dinis esteve em uso durante cerca de 75 anos. Junto a ela desenrolava-se o dia-a-dia das gentes e sentia-se o bulício próprio da capital do reino. Ao longo dos séculos, muitos edifícios aproveitaram a solidez desta construção para aí apoiarem as suas paredes, entre os quais o Paço Real da Ribeira construído por D. Manuel no período dos Descobrimentos. Em 1755, o Terramoto de Lisboa danificou quase por completo a estrutura, que permaneceu soterrada mais de 250 anos. Em 2010, escavações arqueológicas realizadas durante a remodelação da sede do Banco de Portugal trouxeram o monumento de novo à luz do dia. No Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis é possível compreender o modo como esta estrutura defensiva do séc. XIII influencio

 

 

MUSEU DO DINHEIRO

 

por Luísa Correia, em 30.10.14

Muralha de D. Dinis 

O Museu do Dinheiro recém-criado nas instalações da sede do Banco de Portugal - ou, mais especificamente, na antiga mas dessacralizada Igreja de São Julião - ainda só exibe o que se descobriu e recuperou da muralha de D. Dinis, a tal muralha que o monarca terá mandado construir em finais do século XIII, para defender a zona ribeirinha da cidade e as suas «Casas das Galés», ou Tercenas, dos ataques dos piratas que então atormentavam a navegação atlântica. Parece que está para breve a abertura da exposição permanente. Mas, entretanto, é já possível apreciar o excelente trabalho de reabilitação do imóvel, que assim vê preservado o seu valor histórico e patrimonial e a sua dignidade. Aí temos, portanto, um caso de bom serviço prestado pelo Banco de Portugal.

(Nota: Na imagem, um dos poços existentes na muralha)

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FLORENÇA

 

por Luísa Correia, em 31.10.14

 

Não posso dizer que Florença me tenha surpreendido. Florença é exatamente o que eu imaginava. A sua coerência tornou-se-me, até, um pouco monótona ao cabo de cinco dias de deambulação por ruas e praças. O que realmente me surpreendeu em Florença foi o seu excelente estado de conservação, apesar de não ter contado senão duas gruas no skyline, e ter visto raras obras, bem disfarçadas, no amplo centro histórico. Fez-me pensar, com muita tristeza, no que é o estaleiro permanente da Pequena Alface. E na ruína que ameaça a nossa Baixa, o primeiro exemplo de urbanismo iluminista do mundo.

INDIGNAÇÕES BACOCAS

Corta-fitas 

Por Maria Teixeira Alves, em 01.11.14

 

Os jornalistas de economia estiveram em numerosas ações de bancos e empresas nos mais variados sítios do mundo, nas mais variadas ocasiões, nos mais exóticos lugares. Eram ações de aproximação entre os jornalistas e os administradores das empresas. O que é útil para o jornalismo de investigação, pois o acesso fácil aos responsáveis torna a investigação mais fácil e as confirmações ou não das notícias mais rápidas. Mas se isso fosse impedimento para depois se escrever imparcialmente sobre essas empresas, ou esses bancos, então seria outra coisa, Então estaríamos mal. Vem isto a propósito de muitos julgamentos fáceis que por aí se fazem a propósito do BES. Se os jornalistas que estiveram nessas conferências de imprensa do banco, quem diz do banco, diz da Galp, da EDP, do BCP, e muitas outras, não pudessem depois escrever livremente sobre essas empresas e sobre os acontecimentos mais do que óbvios em que essas empresas estão envolvidas é que seria de estranhar, não acham? Mas as pessoas parecem ficar indignadas que os jornalistas de economia que iam em viagens escrevam sobre o colapso do Grupo. Por acaso acharão essas pessoas que é ingratidão? 

Posso dizer que os jornalistas que estiveram nas acções dos bancos eram os melhores jornalistas de banca, no geral, e sempre escreveram livremente sobre essas empresas, quer sobre as coisas boas, quer sobre as coisas más, e assim é que deve ser. Não há uma relação de causalidade entre uma viagem e um notícia boa. Posso mesmo dizer que os favores e as viagens não têm relação nenhuma, porque há mais favores sem viagens, do que o contrário.  

As relações de amizade e pessoais não se alteraram com nenhuma derrocada do GES, isso também é preciso dizer.As que existiam continuarão a existir. 

ANÁLISE PARA ENCONTRAR SOLUÇÕES

 

Portugal recebeu 9 milhões por dia em fundos comunitários

por Rui Pedro Antunes

30 maio 20137

 

Dinheiro vindo de Bruxelas ajudou-nos a viver melhor do que até 1986, mas existiram "erros" na aplicação. Projetos estruturais e de coesão tinham por objetivo desenvolver o País. E aproximá-lo da média europeia, o que não aconteceu

 

VEJA A INFOGRAFIA EM ECRÃ INTEIRO

Mais sigla, menos sigla, mais programa, menos programa, é certo que o "dinheiro da CEE" - como é conhecido desde que Portugal entrou na agora União Europeia - não parou de entrar no País. Entre 1986 e 2011, Portugal recebeu 80,9 mil milhões de euros em fundos estruturais e de coesão, o que corresponde a nove milhões de euros por dia injetados por Bruxelas no País. Esta é uma das conclusões do estudo "25 Anos de Portugal Europeu", realizado pela consultora Augusto Mateus & Associados para a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS).

O mesmo documento destaca que o valor pode chegar aos 96,7 mil milhões de euros até ao final de 2013, ano em que termina o QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional, o programa de apoio em vigor). Resta saber se tudo será executado.

A Europa começou tímida a alimentar o seu "bom aluno", sendo o primeiro Quadro Comunitário de Apoio (QCA I, que decorreu entre 1989 e 1993) aquele em que Portugal menos recebeu dinheiro por ano: "apenas" 2,9 mil milhões. Por oposição, foi no QCA III (entre 2000 e 2006) que o País recebeu mais fundos estruturais (4,27 mil milhões/ano).

A billion dollar question (que aqui podemos traduzir para "a questão 178 mil milhões de euros", uma vez que é esse o investimento total previsto em projetos comunitários, contando com o investimento nacional público e privado) é a seguinte: "Os fundos foram bem aproveitados?" Para os especialistas não há uma resposta de "sim" ou "não". Se não têm dúvidas de que Portugal evoluiu, também são imediatos a admitir erros na gestão dos fundos.

O antigo secretário de Estado dos Assuntos Europeus e ex-eurodeputado, Carlos Costa Neves, considera que a "execução nacional contribuiu para o desenvolvimento de Portugal, mas há que reconhecer alguns erros cometidos, nomeadamente na aposta excessiva em infraestruturas, principalmente as rodoviárias". O atual coordenador do grupo parlamentar do PSD para os assuntos europeus diz que ao nível de aproveitamento dos fundos "nem sempre foram definidas as melhores prioridades, houve um investimento não reprodutivo, muitas vezes porque era preciso cumprir prazos ou, pior: ir ao encontro de expectativas eleitorais."

A opinião é partilhada pela especialista em assuntos europeus Isabel Meirelles, que garante ter havido "desperdício e falta de controlo na aplicação dos fundos". E acrescenta: "Devia-se ter investido mais nos sectores reprodutivos e não na política do betão. Temos uma rede rodoviária excessiva."

As críticas ao "alcatrão" vão ao encontro dos números do estudo feito para a FFMS. Só nos primeiros cinco anos do QREN (2007-11), ao abrigo do Feder (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), o dinheiro europeu ajudou a construir mais de três mil quilómetros de estrada (ver páginas 4 e 5).

Isabel Meirelles diz mesmo que "não houve uma visão global de aproveitamento dos fundos. E houve casos em que eles pura e simplesmente não foram aproveitados por excesso de burocracia. Era preciso tirar quase um doutoramento para preencher uma candidatura a um fundo comunitário."

A especialista em assuntos europeus diz ainda ter havido erros no Fundo Social Europeu, onde "houve cursos que não foram dados porque houve desvios de dinheiro e outros que nunca deveriam ter sido aprovados. Vou dar um exemplo caricato: ensinou-se a fazer queijo da serra no Algarve."

Em sentido contrário, o socialista e coordenador de assuntos europeus, Vitalino Canas, destaca "as infraestruturas rodoviárias e a formação" como as áreas onde os fundos foram bem aplicados. Embora admita "abusos no Fundo Social Europeu nos primeiros anos", o deputado do PS considera que "ao longo dos tempos essas questões foram sendo resolvidas, e essa é uma árvore que não deve servir para julgar a floresta". Quanto à rede rodoviária, Vitalino Canas admite alguns excessos, mas justifica o grande investimento com "o modelo de desenvolvimento escolhido para Portugal, como porta de entrada do Atlântico para a Europa. E hoje continua a ser esse o modelo e a estratégia".

Em termos genéricos, os especialistas contactados pelo DN são unânimes a fazer um balanço positivo à integração europeia e à aplicação dos fundos. Isabel Meirelles, Costa Neves e Vitalino Canas dizem em uníssono: "Não há dúvidas de que vivemos melhor" do que em 1986. Olhando para o estudo da FFMS - que desenvolveremos ao longo dos próximos meses - é fácil constatar que Portugal melhorou, nos primeiros 25 anos de integração europeia, em quase todos os indicadores sociais, com uma nuance: nem sempre se aproximou do nível europeu e em alguns casos até se afastou (ver páginas 6 e 7).

Portugal falhou assim, de certa forma, o objetivo de convergir com a média europeia e também não conseguiu deixar de ser um país de assimetrias. Entre ricos e pobres. Entre o litoral e o interior. Entre os centros urbanos e o resto do País.

O estudo da FFMS mostra que no início do primeiro quadro comunitário de apoio (QCA I) todo o País - do Minho a Ponta Delgada - era uma grande mancha negra caracterizada por um denominador comum: a carência de dinheiro (portanto, fundos comunitários). Mas a partir de 1999, os fundos fizeram o caminho contrário da população: começaram a afastar-se da região de Lisboa e Vale do Tejo.

Chegámos ao atual quadro de apoio, o QREN, e a cada três euros que a Europa envia para Portugal, dois vão para o Norte e Centro do País. E, se por um lado, isto significa que os fundos estão a ser direcionados para as regiões mais necessitadas, também é sinal de que estas continuam a ser mais pobres do que a média da UE. A própria divisão do País mudou para captar o investimento comunitário, como lembra o estudo feito para a FFMS: "Para otimização da programação do financiamento estrutural para 2007-2013, a própria região de Lisboa e Vale do Tejo perdeu o Oeste e o Médio Tejo para a região Centro e a Lezíria do Tejo para a região do Alentejo, restringindo-se a nova região de Lisboa às sub-regiões mais desenvolvidas da Grande Lisboa e da Península de Setúbal."

PORTUGAL não conseguiu deixar de ser um país de assimetrias. Entre ricos e pobres. Entre o litoral e o interior. Entre os centros urbanos e o resto do País.

REFORMAS PROFUNDAS

– RUI RIO

 

O presidente da Câmara do Porto defendeu hoje a necessidade de reformas profundas no atual regime político, considerando que a situação "é de tal forma grave" que uma mudança de Governo já não basta.

"Se houvesse eleições antecipadas, não haveria uma mudança de regime, mas uma mudança no Governo. Isto é de tal forma grave que uma simples troca de Governo é insuficiente", defendeu Rui Rio.

O autarca respondia aos jornalistas na apresentação dos "Grandes Debates do Regime", que o município organiza a partir de dia 31.

A iniciativa pretende ser "uma reflexão sobre o estado do regime nos últimos 40 anos" e não sobre "o estado do país por causa da atuação do Governo", pelo que terá um impacto menor "se tudo se precipitar no curto prazo" e se realizarem eleições antecipadas.

"Se não se precipitarem, acredito que estes debates possam influenciar os diversos partidos para se entenderem quanto à necessidade de fazer reformas profundas", explicou.

Sem "reformas profundas, o regime irá à falência de uma forma que ninguém consegue adivinhar", avisou.

"Justiça está pior do que no tempo da ditadura"

 Para Rio, a queda do regime não acontecerá de forma "tradicional", mas "de forma pior, com um poder democrático fraco e outros poderes fortes que às vezes nem o rosto se lhes conhece e não se consegue sequer combater devidamente".

As injustiças sociais "são crescentes", o desemprego "tem crescido para taxas inimagináveis", o país está "profundamente endividado, mais do que os portugueses sonham" e o poder político "está desacreditado" - eis alguns sinais de que o regime "está a falhar". 

A justiça é a área com reforma mais urgente: "Temos um sistema de justiça que está pior do que no tempo da ditadura. Tirando os julgamentos eminentemente políticos, que agora não há, os cidadãos têm hoje uma resposta pior", criticou.

O "objetivo mais importante" é "credibilizar o poder político" e o "maior problema é o endividamento externo", acrescentou.

NO SÉCULO XIX

 

Em 1833, um anúncio publicado na Suécia já se referia ao ensino por correspondência, e na Inglaterra, em 1840, Isaac Pitman sintetizou os princípios da taquigrafia em cartões postais que trocava com seus alunos. No entanto, o desenvolvimento de uma ação institucionalizada de educação a distância teve início a partir da metade do século XIX.

Em 1856, em Berlim, Charles Toussaint e Gustav Langenscheidt fundaram a primeira escola por correspondência destinada ao ensino de línguas. Posteriormente, em 1873, em Boston, Anna Eliot Ticknor criou a Society to Encourage Study at Home. Em 1891, Thomas J. Foster iniciou em Scarnton (Pensilvânia) o International Correspondence Institute, com um curso sobre medidas de segurança no trabalho de mineração.

Em 1891, a administração da Universidade de Wisconsin aceitou a proposta de seus professores para organizar cursos por correspondência nos serviços de extensão universitária. Um ano depois, o reitor da Universidade de Chicago, William R. Harper, que já havia experimentado a utilização da correspondência na formação de docentes para as escolas dominicais, criou uma Divisão de Ensino por Correspondência no Departamento de Extensão daquela Universidade.

Por volta de 1895, em Oxford, Joseph W. Knipe, após experiência bem-sucedida preparada por correspondência duas turmas de estudantes, a primeira com seis e a segunda com trinta alunos, para o Certificated Teacher’s Examination, iniciou os cursos de Wolsey Hall utilizando o mesmo método de ensino. Já em 1898, em Malmö, na Suécia, Hans Hermod, diretor de uma escola que ministrava cursos de línguas e cursos comerciais, ofereceu o primeiro curso por correspondência, dando início ao famoso Instituto Hermod.

BURACO NEGRO

 

O que é um buraco negro?

 

Buracos negros são invisíveis, mas a matéria capturada por ele acaba formando uma espécie de espiral chamado disco de acreção
Foto: Reprodução

Simplificadamente, um buraco negro é um corpo celeste de massa muito grande para o espaço que ocupa, resultando um campo gravitacional tão forte do qual nem sequer a luz pode escapar.

"A matéria atraída pelo buraco negro em geral tem movimento angular, por isso é capturada por um disco, no qual fica girando até se precipitar no centro", explica a astrónoma da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Thaisa Storchi Bergmann.

O buraco negro ocorre, por exemplo, quando uma estrela não possui mais pressão suficiente para produzir uma força para fora que contrabalance o peso de suas camadas externas. "Essas camadas caem sobre as internas produzindo uma implosão que dá origem ao fenômeno", diz a astrónoma.

Os buracos negros são invisíveis por não emitirem radiação, por isso é impossível visualizá-los. No entanto, ele exerce força gravitacional sobre os corpos ao seu redor. Segundo Thaísa, só assim os astrónomos conseguem detetá-los.

"Devido à sua atração gravitacional, os buracos negros produzem movimento em corpos ao seu redor. Por meio desse movimento que é feita sua deteção", finaliza.

UM NOVO MUNDO

 

O mundo está a começar a entender as ligações entre o excessivo consumo, e o prejuízo ambiental mais a degradação da nossa qualidade de vida. Estamos começando a enxergar a necessidade de um ato mais adaptativo da espécie humana, a necessidade de uma nova moralidade de grupo.

Deveria estar ao alcance de cada consumidor individual perceber que tem de renunciar a certas formas de consumo de energia e outras, agora, para garantir a sua disponibilidade para os seus filhos ou até para a sua própria geração em futuro não longínquo! Tal como nós próprios, os humanos, atingimos finalmente uma condição de crescimento zero, o mesmo deve acontecer à população como um todo.

Daí que os problemas que nos afligem e os políticos nos dizem que só serão resolvidos com crescimento económico, daí, nos competir a nós próprios concluir que atingido o citado grau zero, só nos resta mudar a nossa mentalidade

O desemprego, a escassez de bens de toda a ordem, também dos défices orçamentais etc., etc., e todos os outros que sentirmos na pele, não serão resolvidos pelos políticos, mas sim por todos nós com uma nova mentalidade e novos hábitos de vida. Os políticos não são mágicos, não fazem milagres, são humanos como nós somos.

Só um querer coletivo, com muita convicção, resolverá os problemas da humanidade, que passam por um novo mundo.

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