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O ENTARDECER

O ENTARDECER

AZULEJOS PORTUGUESES NO BRASIL

Jorge Barradas fez parte da geração que formou os grupos de Paris, Lisboa e Porto, que no começo do século introduziu as novas linguagens da representação plástica … .

Barradas torna-se num dos nomes de maior evidência, pois através da caricatura e da ilustração permanecia constantemente nos jornais da época, com os seus temas citadinos e cultura popular.  Trabalha com aguarela, guache, têmpera e, a partir de meados dos anos 20, passa, com os dois painéis da Brasileira do Chiado, a dedicar-se também à pintura. Na sua obra nota-se imediatamente uma identidade entre todas as manifestações plásticas, do desenho à cerâmica, mantendo a poética intacta, através dos suportes e dos anos. A característica principal do conjunto é a delicadeza de traços e sentimentos, também um profundo apego às fontes básicas da cultura portuguesa. No que se refere a obras tridimensionais, estas só surgem quando trabalha com o suporte cerâmico e, portanto, a partir dos finais dos anos 30.

No Brasil, alguns painéis em azulejo mostram que as marcas do colonialismo português ficaram por todos os lados. Na culinária, na moda, no idioma e nas paredes.
Nos principais núcleos urbanos, os belos azulejos portugueses ornamentam importantes edificações, como a Ordem Terceira de São Francisco de Salvador (Bahia) e a Igreja do Outeiro da Glória (Rio de Janeiro). Em Portugal, a arte da azulejaria é tão valorizada que ganhou um museu próprio: o Museu Nacional do Azulejo, instalado em 1980 no Convento da Madre de Deus, em Lisboa.


A sede do Colégio 2 de Julho, imponente casarão em Salvador, abriga uma relíquia artística única no país. Espalhados por vários cómodos, 21 painéis retratam, com riqueza de detalhes, o estilo neoclássico.
Em Campinas temos influência Portuguesa em alguns imóveis mais antigos, um exemplo de imóvel importante e tombado é o Palácio dos Azulejos, que tem as suas origens no apogeu da economia cafeeira paulista. Trata-se de um património histórico e arquitetónico tomado tanto pelo Iphan, como pelo Condephaat e Condepacc, ou seja, nas instâncias nacional, estadual e local.

AQUILES E A TARTARUGA

Zenão de Eleia, assim chamado para não ser confundido com o fundador do estoicismo (Zenão de Cício, 335-263 antes de Cristo), foi o mais ilustre discípulo de Parmênides e teria vivido, aproximadamente, entre os anos 490 e 430 antes de Cristo.

Apontado, com razão, por Aristóteles como o criador da dialética, notabilizou-se pelo seu brilhantismo na elaboração de paradoxos, termo que, na aceção original, significa "contrário à opinião". Os seus argumentos desempenharam importante papel na lógica e na matemática e levaram a uma reflexão mais aprofundada sobre o espaço e o tempo.

Alguns dos seus paradoxos ficaram célebres na história do pensamento ocidental, principalmente o de Aquiles e a tartaruga, que tem intrigado cientistas e filósofos desde a Antiguidade até aos nossos dias.

Mais um paradoxo relacionado com os gregos, e mais uma vez sobre o movimento. Aquiles dá à tartaruga uma vantagem de 30 metros. O paradoxo diz que Aquiles jamais conseguirá ultrapassar a tartaruga, pela seguinte razão: Quando Aquiles percorrer esses 30 metros, a tartaruga terá percorrido, digamos, 3 metros. Assim, quando Aquiles chegar aos 30 metros, que foi o ponto inicial da tartaruga, ele terá ainda que percorrer a distância que o separa da tartaruga para alcançá-la. Quando ele percorrer esses 3 metros adicionais, no entanto, ela já terá percorrido mais um metro, por exemplo. Se seguirmos essa lógica, Aquiles nunca poderá ultrapassar a tartaruga. Porque, sempre que ele chegar ao ponto em que a tartaruga estava quando ele atingiu o ponto anterior dela, ela já terá andado um pouquinho mais.

Segundo o mais famoso desses paradoxos, o veloz Aquiles jamais alcançaria uma tartaruga se a ela fosse dada uma vantagem inicial. Isso porque, antes de chegar ao ponto de onde a tartaruga partiu, Aquiles deveria percorrer a distância inicial que os separa, o que jamais conseguiria, pois, sendo o espaço suscetível de divisão ao infinito, sempre existirá um número infinito de pontos separando as posições sucessivamente alcançadas por Aquiles e pela tartaruga. Resumindo: um espaço não pode ser percorrido sem que todas as suas partes o sejam; e isso é impossível, porque tais partes são em número infinito.

Ninguém duvida do fato de que Aquiles alcançaria a tartaruga, mas isso não representava para Zenão uma prova da falsidade do paradoxo, porque tal fato, sendo um fenómeno, não é real, é virtual. 

O argumento convenceu Platão, que, na elaboração de seu sistema filosófico, considerou que o movimento não faria parte da realidade do mundo inteligível, ou mundo das Ideias, concebido por ele, ficando confinado ao mundo sensível.

Quanto aos filósofos modernos, sabe-se que Descartes, Leibniz e Stuart Mill, entre outros, tentaram refutar o intrigante paradoxo, não constando que o tenham conseguido, e outro pensador, o francês Henri Bergson, tomou-o para ponto de partida de sua teoria da duração completa.

 

AS ESPECIARIAS

 

 

Já o dissemos, mas tornamos a dizer: cidades infectas, as da Europa medieval. Esgotos não existem, os despejos são feitos diretamente para as ruas. Consequência: volta e meia as pestes dizimam as populações.

Alimentação? Os legumes são raros, a beterraba é desconhecida, ignorados o café e o cacau. Portanto peixe seco ou carne salgada durante todo o ano, monotonia do paladar. Apenas alguns senhores dos mais favorecidos é que se dão ao luxo de ter nas suas mesas ânforas de vinho e potes de mel.

Eis quando começam a chegar à Europa as especiarias do Oriente. Pimenta e cravo-da-índia para transformar o gosto da carne. Canela, noz-moscada, gengibre, benjoim e aloés para enriquecer o sabor dos reduzidos acepipes. Sândalo, resinas aromáticas para opor à pestilência das ruas. Navios começam a cabotar os portos do Mediterrâneo: ida e volta de Veneza e Génova para Constantinopla e Alexandria. Leste-oeste, singra o comércio de especiarias. 

Entretanto, hordas de Gengis Kã afugentam as tribos turcas para a Pérsia.  Estas conquistam e fixam-se no território. Alastram por todo o Próximo Oriente. Observam as caravanas de mercadores que atravessam os seus domínios. Invocam o Profeta Maomet que morrera seis séculos antes e desencadeiam guerra santa contra os cristãos, os infiéis. Consequências: tampão turco entre o Oriente e o Ocidente, rarefação de especiarias na Europa.           

No século XVI será feita a seguinte avaliação: um quintal de cravo-da-índia custa 2ducados nas Molucas, 14 ducados em Malaca, 50 ducados em Calecute e 213 ducados em Londres. Com este progressivo aumento de preços, conforme se vai marchando de leste para oeste, poderia haver melhor negócio do que abrir caminho alternativo para o comércio das especiarias?

Na proa da Europa, no rectangulozinho chamado Portugal, primeiro o Infante D. Henrique e mais tarde o seu sobrinho-neto D. João II aspiram cruzar a África em busca do Preste João. Ou, em alternativa, rumar para o sul para achar o fim do continente e depois subir ao longo da contracosta para descobrir o caminho marítimo para a Índia e para o Reino do Preste para depois, em conjunto, atacarem pela retaguarda o Turco anticristão. E, ao mesmo tempo, aproveitar para roubar a Génova e Veneza o comércio das especiarias. As guerras da cruzada, as garras da ganância...       

 

UMA FRASE FEITA

 

Há uma frase feita, mas que deve ser aqui recordada: a liberdade não pode existir sem lhe estar associada a responsabilidade. Já se sabe que o exercício da minha liberdade termina onde começa a liberdade dos outros. É por isso que vimos antes existir toda uma série de limitações à liberdade de expressão e informação- justamente para garantir outros direitos dos cidadãos. Mas os jornalistas não podem repousar a sua consciência apenas nisto, não basta descansarem no facto de não estarem a incorrer em nenhum dos constrangimentos penais ou civis previstos. O jornalismo é uma profissão com profundo impacto social. Isto quer dizer que tudo o que é publicado ou difundido através dos media, por um lado, não pode ser alterado ou apagado, a partir do momento em que entrou no espaço público e, por outro lado, pode deixar marcas irreparáveis em entidades individuais e coletivas.

Os media podem ser usados perversamente para fazer campanhas contra ou a favor de pessoas e grupos, para destruir mesmo a vida de alguém, sem que haja qualquer instância de regulação a moderar ou equilibrar a sua atitude.

É certo que os visados podem invocar a iniciativa de corrigir um erro que involuntariamente tenha afetado o seu trabalho. Mas, é impossível eliminar por completo os efeitos da primeira informação, não apenas porque, nem toda a gente que a recebeu terá conhecimento da retificação como porque há sempre no seio do público uma impressão inicial que nunca mais se apagará.

 

PORTUGAL É UM PAÍS EM CACOS

" Não pode ter futuro um País onde a monumental, inoperante e ineficaz máquina estatal, de forma insaciável, consome os cada vez mais escassos recursos. Também não tem viabilidade um País onde milhares de reformados recebem pensões milionárias, quando o total da população activa, com salários baixos, praticamente iguala os pensionistas."

 

CM - José Silva, (2010) Porto

ALGUÉM DE FORA PARA MANDAR

"Por causa do "chico-espertismo", facilitismo, comodismo e da impunidade geral, Portugal deixou de merecer ser independente. Caminha para a bancarrota e passará a ser governado a partir da UE e pelo FMI. Se governantes e governados não tivessem mentalidade tacanha, mudariam por iniciativa própria. Terá de vir alguém de fora mostrar como se faz."

 Eduardo Rocha , (2010) Lisboa

À TRIPA FORRA

 

Orçamento mau, injusto, mas necessário

Se nada mudar na proposta de Orçamento do PS para o próximo ano (2010), os pensionistas pobres irão sofrer o maior corte de poder de compra das últimas décadas. Os funcionários públicos suportarão um corte dos salários entre três e 10%. A classe média será alvo de um autêntico esbulho fiscal pela via, direta e indireta, do aumento dos impostos e da redução das deduções. O desemprego continuará a subir.

Ninguém ficará de fora do esforço de contenção das contas públicas, mas é falso que todos sejam chamados a pagar de forma igual. Pelo contrário, serão mais uma vez os trabalhadores por conta de outrem e os chamados remediados a pagar a factura. 

Quem poupou a vida toda será tratado como quem se endividou e gastou à tripa-forra. O saque fiscal é cego. Vai-se a tudo o que possa gerar receita. Mas, enquanto se calcula ao cêntimo as verbas esperadas com a factura imposta às famílias, deixa-se prudentemente em branco a verba esperada com o novo imposto sobre a banca. Será que vai render alguma coisa? ··Mesmo injusta, este é, infelizmente, um Orçamento necessário e é impossível avaliar o risco internacional associado à sua possível recusa parlamentar. Para o equilíbrio das contas públicas não se opta por um corte na despesa de 77% (e um aumento da receita de apenas 23%!) como se fez em Inglaterra. Mas aí, onde os cortes serão brutais e 42 mil funcionários públicos irão ser despedidos, o Governo minoritário de Cameron procurou legitimar as medidas formando previamente um Governo de coligação com os parceiros liberais. Coisa rara em Inglaterra. 

Por cá, não se exige tanto. Apenas que o bom senso prevaleça na mesa de negociação. Embora os cabelos brancos de Catroga pareçam uma garantia, não é certo que se consiga evitar o péssimo: a recusa liminar de um Orçamento MAU!

Graça Franco

 

GIGANTESCAS REDUÇÕES

 

É pena que por cá não se passe o mesmo e talvez o pessimismo dos portugueses desse lugar ao otimismo.

Grande abc

 

Estive a ouvir, na Sky News, notícias sobre o orçamento apresentado pelo David Cameron:  

- Entre militares e funcionários do Ministério da Defesa são 45.000 que vão para casa.  

- Renovação da frota de submarinos atrasada 5 anos. 

- Desativado um porta-aviões.  

- Na Força Aérea os Harriers acabam.  

- Fecham 2 bases na Escócia.  

- Cancelados novos aviões de reconhecimento.  

- No Exército, 20% dos tanques e blindados para o lixo.  

- Gigantescas reduções de despesa em todos os sectores do   Estado.  

- Poupança de mais de 20 mil milhões por ano, durante os próximos 5.  

 - No total, uma redução na ordem dos 25%. 

 

- Não ouvi uma única referência a aumento de impostos ou corte de salários e pensões!

 

 

QUE NOS SIRVA DE LIÇÃO

 

'Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.'


'A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em autoestradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros.' 

'É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.
'Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos. 
Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.
'Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa.·
'Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola. 
Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Ártico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.' 
'Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas  . Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.
É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós. 
Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.  

 

 

ENCOLHEMOS OS OMBROS ….

A diferença entre os países ricos e os pobres não é a idade dos países;

Isto está demonstrado por países como a Índia ou o Egito, que têm mais de 5 000 anos e são pobres;

Por outro lado, o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia, que há 150 anos eram inexpressivos, hoje, são países desenvolvidos e ricos;

A diferença entre países ricos e países pobres, também não reside nos recursos naturais disponíveis;

O Japão, possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e para a criação de gado, mas é a segunda economia mundial;

O Japão é uma imensa fábrica flutuante, que importa matéria-prima do mundo inteiro e exporta produtos manufaturados;

Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo;

No seu pequeno território, cria animais, e cultiva o solo apenas quatro meses ao ano;

No entanto fabrica laticínios da melhor qualidade;

É um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, pelo que se transformou no cofre-forte do mundo;

No relacionamento entre gestores dos países ricos e os seus homólogos dos países pobres, fica demonstrado que não há qualquer diferença intelectual;

A raça, ou a cor da pele, também não são importantes: os emigrantes rotulados de como preguiçosos nos seus países de origem, são a força produtiva dos países europeus ricos, onde está então a diferença? Está no nível de consciência do povo, no seu espírito. A evolução da consciência deve constituir o objetivo primordial do Estado, em todos os níveis do poder. Os bens e os serviços, são apenas meios ….

A educação (para a vida) e a cultura ao longo dos anos, deve plasmar consciências coletivas, estruturadas nos valores eternos da sociedade: moralidade, espiritualidade e ética.

Solução síntese: transformar a consciência do português. O processo deve começar na comunidade onde vive e convive o cidadão;

A comunidade quando está politicamente organizada em Associações de Moradores, Clube de Mães, Clube de Idosos, etc. Torna-se num micro estado.

As transformações desejadas pela Nação para Portugal, serão efetuadas nesses microestados, que são os átomos do organismo nacional – Confirma a Física Quântica.

Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos a grande maioria segue o paradigma quântico, isto é, a prevalência do espirito sobre a matéria, ao adotarem os seguintes princípios de vida:

1 – A ética, como base;

2 – A integridade;

3 – A responsabilidade;

4 – O respeito às leis e aos regulamentos;

5 – O respeito pelos direitos dos outros cidadãos;

6 – O amor ao trabalho;

7 – O esforço pela poupança e pelo investimento;

8 – O desejo pela superação;

9 – A pontualidade;

Somos como somos porque vemos os erros e só encolhemos os ombros e dizemos: “ não interessa”! ….A preocupação de todos, deve ser com a sociedade, que é a causa, e não com a classe política, que é o triste efeito.

Só assim conseguiremos mudar o Portugal de hoje.

Vamos agir! Reflitamos sobre o que disse Martin Luther King: “O que é mais preocupante, não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, ou dos sem ética.

O que é mais preocupante, é o silêncio dos que são bons.

 

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