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O ENTARDECER

O ENTARDECER

BOM OBJECTIVO ESTRATÉGICO

 
O nosso objetivo estratégico é que Oeiras seja Capital Europeia da Cultura em 2027. Os próximos quatro anos vão ser determinantes para termos em 2021 uma candidatura vencedora. Para tal, há que mudar radicalmente a forma como é definida e implementada a política cultural do município.
Vamos construir novos equipamentos e infraestruturas.
Vamos realizar eventos únicos e com forte impacto.
Vamos ampliar e consolidar a rede de agentes culturais envolvidos.
Vamos trazer novos públicos para a cultura.
Vamos apoiar os criadores e os artistas.
Vamos estabelecer parcerias estratégicas e integrar redes internacionais de cooperação e intercâmbio.
 
Acima de tudo, vamos fazer dos munícipes agentes ativos no processo cultural. Auscultar as suas necessidades, interesses e gostos. Criar espaços de participação na tomada de decisão sobre as grandes opções municipais no sector. Incentivar a produção cultural amadora a par da produção cultural profissional.

A TEORIA DO REBANHO

 

Vamos supor que estamos sentados numa sala com mais 10 pessoas que parecem concordar num dado assunto, mas nós temos uma opinião contrária! Devemos manifestá-la? Ou simplesmente seguir os outros?

Décadas de investigação mostram que as pessoas tendem a seguir o ponto de vista da maioria, mesmo pensando, que esse ponto de vista está objetivamente errado?

Na teoria de Nietzsche, ele apresenta o conceito da Sociedade de Rebanho, onde todas as pessoas fazem sempre as mesmas coisas, como os animais num rebanho Assim, cada indivíduo deixa de ser ele mesmo e torna-se nessa Sociedade do Rebanho, “pela padronização das pessoas! Exemplo: somos todos tijolos iguais que servimos para construir um grande muro, que é a sociedade.

Na sua teoria do Estado, Friedrich Nietzsche mostra-se, fundamentalmente, contrário à democracia moderna, destacando que esta representa a supervalorização da igualdade e, neste sentido, impede o crescimento de grandes homens que promovam o progresso da cultura e da humanidade. 

Por último, e sem certezas de nada, podemos lembrar-nos de uma frase popular que nos diz:

 “Todos diferentes, todos iguais”!

Parece ficar para sempre, esta eterna dúvida?

A TRADIÇÃO

 

Os princípios morais como a honestidade, a bondade, o respeito, a virtude, etc., determinam o sentido moral de cada indivíduo. São valores universais que regem a conduta humana e todas as relações saudáveis e harmoniosas.

Ética e moral são temas relacionados, embora diferentes, porque a moral se fundamenta na obediência a normas, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos e a ética, busca fundamentar o modo de viver pelo pensamento humano.

A tradição é a transmissão de costumes, comportamentos, memórias, rumores, crenças, lendas, para as pessoas de uma comunidade. Sendo que os elementos transmitidos passam a fazer parte da sua cultura. Para que algo se estabeleça como tradição, é necessário bastante tempo, para que o hábito seja criado.

A ética, a moral e as tradições são valores a conservar como garantia para quem reconhece que a mudança é inevitável numa sociedade composta de seres vivos. As mudanças devem, ainda, ter em conta as maneiras, os costumes e as leis de um povo. Mas, acima de tudo as reformas devem respeitar as tradições envolvidas nas reformas pretendidas. As tradições devem ser também a base de toda a acção política que deve respeitar o princípio sagrado da conservação e da melhoria. A verdadeira cartilha do reformador terá de passar sempre por este princípio que assegura a evolução estável de uma sociedade. Ao invés da fidelidade a normas constitucionais, as mais das vezes, tão longe da realidade dos nossos tempos difíceis. 

           

 

 

UM MONSTRO

 

APARENTEMENTE SEM PAI

O Monstro, está instalado entre nós, vai para trinta ou mais anos. Nasceu, cresceu e engordou e foi-se deitando em cima dos portugueses, não os deixando quase respirar. Veio para ficar? Impostos e mais impostos!

Entretanto, o monstro parece não ter pai, pelo menos, ninguém assume a sua paternidade. Uma coisa é certa, ele apareceu depois do 25 de Abril, antes havia problemas mas eram de outro teor. Arriscamos algumas das paternidades lógicas:

-Os auto - proclamados “Anti – Fascistas”, por terem forçado uma revolução, descolonização a qualquer preço e, quando tiveram tudo na mão, perderam-lhe o controle. Ou entregaram tudo a Cuba e demais países soviéticos!

-Os capitães de Abril, por terem, de forma absolutamente desonesta, ignorado as hierarquias existentes para se lançarem nos braços de ideologias que não conheciam e que nos conduziriam a uma completa desgraça. Em nome dessas ideologias ignoraram a vontade da maioria do povo. Que nunca consultaram!

- Os radicais de esquerda, pela falta de respeito que demonstraram ter pela maioria do povo e pela democracia, utilizando métodos absolutamente censuráveis, por serem radicais e antidemocráticos. As nacionalizações que transformaram a nossa economia numa permanente fonte de prejuízos

- As corporações, pelo egoísmo desenfreado e castrador de uma mínima dignidade humana. São, os atuais donos deste país!

Depois, vêm muitos pais, sempre incógnitos, sempre movidos pela ambição e oportunismo, ao que sempre juntaram incompetência. Cabe ainda referir o sistema sindical, pago pelo povo e com donos apegados a ele com anos de domínio daquilo que não tem sido o interesse público, nem dos trabalhadores!

Por último, mas não menos responsáveis, os partidos políticos pelo modo como têm funcionado (em cartel) e pela selecção dos seus militantes e dos candidatos que nomeiam para servir o povo português. Será bom lembrar que eles legislam os seus próprios interesses e a sua própria autoridade! O País paga o esbanjamento e incompetência! A tudo isto não é nada estranha a corrupção e o Estado monstruoso que temos. Um monstro insaciável!

Quem tem tal poder, tem que ser muito digno e ter a servi-lo pessoas ainda mais dignas e de maiores créditos. Acima de tudo, devem ter muita isenção.

E uma total entrega DESPROVIDA DE INTERESSES PESSOAIS.

 

O CUSTO DE UM MAQUILHADOR!

 

Ao longo da nossa vida estamos sujeitos a variados desafios, uns, com certeza, mais exigentes que outros.
De uma forma muito simples, se a nossa vida fosse uma estrada, esta não seria decerto uma recta, e como em todas as estradas por vezes deparamo-nos com curvas e obstáculos que se mostram extremamente exigentes e dificílimos de vencer!

Quando se liga a palavra maquilhagem à actividade política, no imediato pensa-se no óbvio, uma maquilhagem de contas para esconder buracos tipo queijo suíço. Em França, este termo leva-se mesmo à letra e, sabe-se agora, o presidente foi ao cofre do erário público levantar, só em Maio, 26 mil euros para pagar à sua maquilhadora. Ora bem, esta senhora recebeu por serviços prestados de uma vez dez mil euros e de uma outra 16 mil. Reconhece-se a dignidade que a posição presidencial implica, mas não há necessidade de injuriar a pobreza. Tanto desperdício. O tempo avança, a transformação é lenta, mas virá o momento de a maquilhagem será uma manobra de influenciar o povo votante! E, em lugar de afagar os cabelos, começa-se  por empolar ou desempolar as maiores contas da governação! Os últimos dados estatísticos a publicar, serão o resultado de uma tremenda mistificação de números e resultados entrelaçados! Tal como possam ser os números representativos do desemprego, do crescimento da economia, da emigração, do aumento do turismo etc., etc. Maquilhar, manipular ou cozinhar centenas de milhares de dados numa governação, pode representar a continuidade de uma governação absolutamente inócua. Também pode representar a míngua de um povo e o fracasso absoluto de um País!

Pode representar a continuidade de políticas amigas de certa gente, ou inimigas do interesse geral do Estado. Descobrir estas coisas sem ter acesso a todos os dados envolvidos, mais não é que tempo perdido!

 

AUTORIDADES REGULADORAS

 

Sara Lopes da Silva

“Acredita-se que o procedimento de mediação agora proposto permitirá contribuir para a crescente substituição de uma cultura de confrontação por uma cultura de comunicação.”

Dr.ª Sara Lopes da Silva

Parece não sobrar quaisquer dúvidas, sobre a enorme importância que podem ter estas Entidades Reguladoras, na vida social, política e social do nosso País.

Não será de todo muito útil, entrar-se pela legislação actual sobre esta matéria. Em vez disso será, certamente, de maior interesse para o País seguir-se no caminho de uma cultura de comunicação sem preocupações de confrontação.

As diversas Autoridades Reguladoras que vêm a público, com tomadas de decisão na sua área de actuação, deixam aperceber que em termos puramente democráticos haverá muito campo a explorar.

Assim, em termos, por exemplo da comunicação social, tanto na sua forma escrita como televisionada, seria fácil encontrar caminhos eficazes democráticos e informativos, bem mais transparentes daqueles de que desfrutamos nos dias de hoje.

Tanto na informação televisiva como escrita, parece haver uma permanência intensa do Governo sem qualquer voz activa do lado da oposição! Mesmo em entrevistas publicadas na via televisiva, é comum aparecer alguém supostamente do lado da oposição, mas com postura do entrevistador diferente, assim parece!

Muito se tem escrito e falado do alto interesse desta actividade na informação junto do público consumidor, mas nunca será demasiado reforçar o alto interesse da comunicação em termos de igualdade entre Governo e Oposição. Governar sem se conhecer os pontos de vista da oposição, não será de todo muito democrático. Assim, vejamos este problema de outro ângulo. Muito se tem falado e escrito sobre o IMI, e a sua importância, em termos de transparência e finalidades. Para o cidadão comum é muito difícil perceber se o valor que é obrigado a pagar é justo ou injusto! Vamos adiantar uma pequena sugestão, toda ela no caminho da comunicação e transparência, que bem poderia trazer mais simpatia para mais este imposto suportado pelos portugueses. Este assunto podia e devia ser regionalizado, digamos ao nível de freguesia, com a publicação ou a consulta de qualquer pagante que lhe permitisse perceber se o valor que lhe é exigido está acima, abaixo ou em igualdade com os vizinhos de cada vila ou aldeia. Seria uma medida simples, transparente e no caminho da comunicação, a estender a outras latitudes objectivas.

Também as nomeações para estes órgãos, deviam igualmente, ter representantes de outros partidos e não serem unicolores. De outro modo, nem valia a pena haver oposição, o Governo eleito ou nomeado, faria tudo a seu belo prazer!         

AS AUTORIDADES REGULADORAS

 

Sara Lopes da Silva

“Acredita-se que o procedimento de mediação agora proposto permitirá contribuir para a crescente substituição de uma cultura de confrontação por uma cultura de comunicação.”

Dr.ª Sara Lopes da Silva

Parece não sobrar quaisquer dúvidas, sobre a enorme importância que podem ter estas Entidades Reguladoras, na vida social, política e social do nosso País.

Não será de todo muito útil, entrar-se pela legislação actual sobre esta matéria. Em vez disso será, certamente, de maior interesse para o País seguir-se no caminho de uma cultura de comunicação sem preocupações de confrontação.

As diversas Autoridades Reguladoras que vêm a público, com tomadas de decisão na sua área de actuação, deixam aperceber que em termos puramente democráticos haverá muito campo a explorar.

Assim, em termos, por exemplo da comunicação social, tanto na sua forma escrita como televisionada, seria fácil encontrar caminhos eficazes democráticos e informativos, bem mais transparentes daqueles de que desfrutamos nos dias de hoje.

Tanto na informação televisiva como escrita, parece haver uma permanência intensa do Governo sem qualquer voz activa do lado da oposição! Mesmo em entrevistas publicadas na via televisiva, é comum aparecer alguém supostamente do lado da oposição, mas com postura do entrevistador diferente, assim parece!

Muito se tem escrito e falado do alto interesse desta actividade na informação junto do público consumidor, mas nunca será demasiado reforçar o alto interesse da comunicação em termos de igualdade entre Governo e Oposição. Governar sem se conhecer os pontos de vista da oposição, não será de todo muito democrático. Assim, vejamos este problema de outro ângulo. Muito se tem falado e escrito sobre o IMI, e a sua importância, em termos de transparência e finalidades. Para o cidadão comum é muito difícil perceber se o valor que é obrigado a pagar é justo ou injusto! Vamos adiantar uma pequena sugestão, toda ela no caminho da comunicação e transparência, que bem poderia trazer mais simpatia para mais este imposto suportado pelos portugueses. Este assunto podia e devia ser regionalizado, digamos ao nível de freguesia, com a publicação ou a consulta de qualquer pagante que lhe permitisse perceber se o valor que lhe é exigido está acima, abaixo ou em igualdade com os vizinhos de cada vila ou aldeia. Seria uma medida simples, transparente e no caminho da comunicação, a estender a outras latitudes objectivas.

Também as nomeações para estes órgãos, deviam igualmente, ter representantes de outros partidos e não serem unicolores. De outro modo, nem valia a pena haver oposição, o Governo eleito ou nomeado, faria tudo a seu belo prazer!         

O NOSSO SERVIÇO PÚBLICO

 

Se perguntarmos à maioria dos portugueses o que pensam sobre a nossa educação, além de saberem que a qualidade não é muito boa, nada mais adiantam. Assim, por notícias publicadas em semanários credíveis, convirá adiantar alguns dados: “ Entre 1995 e 2004, dados do último relatório da OCDE, (disponível “on line”) Portugal gastou mais em serviços de educação em relação ao seu PIB (riqueza criada) do que a Holanda, a Suíça, a R. Checa, o Reino Unido, o Luxemburgo, o Canadá, a Grécia, a Espanha, os EUA, o Japão, a Estónia, a Irlanda ou a Eslováquia, por exemplo. Claramente acima de Portugal, só a Suécia e a Dinamarca. Se alguns destes países têm PIB monstruosos, outros, como a R. Checa, a Grécia ou a Eslováquia são comparáveis. E apesar de gastarem menos têm resultados claramente melhores. Qual é o problema? O problema pode não ser público ou privado. Constituir uma escola privada em Portugal deve ser mais difícil do que constituir um banco ou uma companhia de seguros. Na verdade quase todo o investimento nas escolas é público. Apesar disto tudo, as melhores escolas, veja-se os rankings, são privadas! Em conclusão: Os nossos resultados em educação são péssimos e não é por falta de dinheiro.

Desta conclusão nunca falou a Portugal o sindicalista de serviço. Só se preocupa em defender o público, aquilo que aliás faz as televisões nos seus telejornais! Até parece que os governos em exercício e as escolas privadas, têm na comunicação social mais um opositor, além do exército dos partidos revolucionários! Quanto a defenderem a escola privada com as suas melhores classificações anuais, “boca calada”! Porque será?

O NOSSO SISTEMA EDUCATIVO

 

Se perguntarmos à maioria dos portugueses o que pensam sobre a nossa educação, além de saberem que a qualidade não é muito boa, nada mais adiantam. Assim, por notícias publicadas em semanários credíveis, convirá adiantar alguns dados: “ Entre 1995 e 2004, dados do último relatório da OCDE, (disponível “on line”) Portugal gastou mais em serviços de educação em relação ao seu PIB (riqueza criada) do que a Holanda, a Suíça, a R. Checa, o Reino Unido, o Luxemburgo, o Canadá, a Grécia, a Espanha, os EUA, o Japão, a Estónia, a Irlanda ou a Eslováquia, por exemplo. Claramente acima de Portugal, só a Suécia e a Dinamarca. Se alguns destes países têm PIB monstruosos, outros, como a R. Checa, a Grécia ou a Eslováquia são comparáveis. E apesar de gastarem menos têm resultados claramente melhores. Qual é o problema? O problema pode não ser público ou privado. Constituir uma escola privada em Portugal deve ser mais difícil do que constituir um banco ou uma companhia de seguros. Na verdade quase todo o investimento nas escolas é público. Apesar disto tudo, as melhores escolas, veja-se os rankings, são privadas! Em conclusão: Os nossos resultados em educação são péssimos e não é por falta de dinheiro.

Desta conclusão nunca falou a Portugal o sindicalista de serviço. Só se preocupa em defender o público, aquilo que aliás faz as televisões nos seus telejornais! Até parece que os governos em exercício e as escolas privadas, têm na comunicação social mais um opositor, além do exército dos partidos revolucionários! Quanto a defenderem a escola privada com as suas melhores classificações anuais, “boca calada”! Porque será?

Primeiro-Ministro no QATAR

 

“António Costa cumpre esta segunda-feira uma visita de 24 horas dedicada à captação de investimento externo e novos negócios.  
O Governo aposta sobretudo na expansão em áreas como a construção civil, obras públicas, energia e saúde. “Esta visita do primeiro-ministro é um primeiro passo nas negociações, uma vez que o emir do Qatar realiza uma visita oficial a Portugal, no próximo mês de Julho.”

Boicote ao Qatar - O sector financeiro já começa a ter reflexos. Quatro bancos do Egipto suspenderam negócios com instituições do Qatar. Eles responderam a decisões internas da directoria. Alguns pararam de aceitar a moeda do Qatar, enquanto outros suspenderam operações de tesouraria. O bilionário egípcio Naguib Sawiris, que demonstrou interesse recentemente em investir na Oi, no Brasil, pediu que os empresários do país retirem os seus investimentos do Qatar e suspendessem negociações comerciais com o país.”

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/boicote-ao-qatar-afeta-bolsa-negocios-21439937#ixzz4jDvp857v 
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