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O ENTARDECER

O ENTARDECER

TOCAR ÀS TRINDADES

TOCAR ÀS TRINDADES

 

São Pedro é o padroeiro de São Pedro da Silva.
Os mordomos do altar-mor são dois casais. Um casal é de São Pedro e o outro é de Nosso Senhor. Os mordomos trabalham em conjunto.
O mordomo de São Pedro tem de tocar à missa, ajudar o padre na missa e dar as opas para as procissões, para levarem as lanternas e o palio, quando sai. A mordoma, junto com a mordoma de Nosso Senhor, tem de limpar a igreja, arranjar o altar e preparar as coisas para a missa: cálice, jarra com água e toalha.

A mordoma de Nosso Senhor tem de tocar às Trindades. Antigamente tocava-se às Trindades às seis e trinta da manhã, o povo dizia que era hora de levantar; tocavam à tarde por volta das cinco da tarde, era hora de cear e, ás nove, tocava-se às Almas diziam que era hora de deitar. Agora já só se toca uma vez, por volta das cinco, na hora de Inverno e às nove na hora de Verão.

A mordoma de Nosso Senhor tem de tratar da lâmpada. Antigamente essa lâmpada era com azeite e tinha uma flor que se apanha no monte. A mordoma tinha que ter o cuidado de a lâmpada não se apagar, tinha que ir a vê-la algumas vezes por dia. Caso alguém fosse e a visse apagada, tocavam os sinos para a mordoma ir lá. A lâmpada, por semana, gastava um litro de azeite, ao fim do ano gastavam-se 52 litros de azeite.
Esse azeite, ou se comprava ou quem tivesse devoção oferecia o que quisesse. A lâmpada não podia estar apagada pois diziam que Nosso Senhor estava às escuras.
Agora a lâmpada foi substituída por uma lâmpada elétrica: é mais prática, nunca se está com a preocupação de se apagar.
O mordomo de Nosso Senhor nas procissões tem de levar a cruz.

Elisabete Esteves

TÚNEL DE EZEQUIAS

TÚNEL DE EZEQUIAS

Em Siloam, no século VIII a.C. – no tempo do rei Ezequias

Conhecido como o “Rei Virtuoso”, Ezequias sucedeu a Acaz com a idade de 26 anos e reinou durante 29 anos. Fortalecido pelas vitórias sobre os filisteus (II Reis 18.8), preparou-se para sacudir o odioso jugo da Assíria. A sua preparação consistia, em parte, no aperfeiçoamento das fortalezas de Jerusalém, e em levar abundância de água por baixo da terra (II Rs 20.20; Cr 32.5).

Dados do “Túnel de Ezequias”

533 m/1749 pés sob a terra.

320 m / 1056 pés de superfície.

Altura: 1.1-3.4 m (3.6 pés – 11.22 pés)

Profundidade: 52 m/ 170 pés do topo do morro.

Gradiente: 7 pés.

Largura: 0.58-0.65 m de largura (1 ¾  - 2 pés).

Gradiente: 7 pés

Tempo de construção: 7-9 meses. Dois turnos de trabalhadores simultaneamente, um começando do norte, no vale Kidron, e o outro no sul, em HaGai.

Não é exemplo de uma caverna natural das lendas árabes, mas uma construção feita pelo homem.

A TRADIÇÃO

 

Os princípios morais como a honestidade, a bondade, o respeito, a virtude, etc., determinam o sentido moral de cada indivíduo. São valores universais que regem a conduta humana e todas as relações saudáveis e harmoniosas.

Ética e moral são temas relacionados, embora diferentes, porque a moral se fundamenta na obediência a normas, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos e a ética, busca fundamentar o modo de viver pelo pensamento humano.

A tradição é a transmissão de costumes, comportamentos, memórias, rumores, crenças, lendas, para as pessoas de uma comunidade. Sendo que os elementos transmitidos passam a fazer parte da sua cultura. Para que algo se estabeleça como tradição, é necessário bastante tempo, para que o hábito seja criado.

A ética, a moral e as tradições são valores a conservar como garantia para quem reconhece que a mudança é inevitável numa sociedade composta de seres vivos. As mudanças devem, ainda, ter em conta as maneiras, os costumes e as leis de um povo. Mas, acima de tudo as reformas devem respeitar as tradições envolvidas nas reformas pretendidas. As tradições devem ser também a base de toda a ação política que deve respeitar o princípio sagrado da conservação e da melhoria. A verdadeira cartilha do reformador terá de passar sempre por este princípio que assegura a evolução estável de uma sociedade Ao invés da fidelidade a normas constitucionais, as mais das vezes, tão longe da realidade dos tempos difíceis. 

PÁRIA, POSSIDÓNIO E ARRIVISTA

 

"Um homem que não seja um socialista aos 20 anos não tem coração. Um homem que ainda seja um socialista aos 40 não tem cabeça."

Esta citação de Sir Winston Churchill, demonstra que haverá, normalmente, uma evolução no pensamento de todas as pessoas. Porém, no campo do pensamento e comportamento, outros fenómenos existem e, até têm, designação. Tomemos três delas, de entre outras: Pária, Possidónio e Arrivista.

 Os Párias, em toda parte andam sós. São os miseráveis que o mundo venceu e lhes tomou as oportunidades de sobrevivência. 

 

UM PANTANO SEGUIDO DE OUTRO

 

Os tais "homens de esquerda" que conseguiram convencer o povo mais simples de que ninguém como eles tem tanta sensibilidade social, quando no poder, foram dando tudo o que não era deles.

Menos aos idosos! A eles tiram tudo, são gente para morrer!

 

Agora, que já não há mais nada para dar a não ser miséria, até os parcos direitos de gente em fim de vida, honesta e trabalhadora, querem roubar, e a pouca-vergonha é tanta que roubam mesmo.

Convido o último governo socialista a publicar, de modo a que todos os portugueses possam saber, quantos milhares de trabalhadores foram compulsivamente colocados na reforma com menos de 65 anos, alguns até com menos de 50! E quantos trabalhadores foram encaixados na função pública, sem que tal fosse viável?

Um certo Sr. Secretário de Estado “xocialista” sabe para quê? Para diminuir o desemprego que os políticos foram fomentando, destruindo a nossa economia. Para baixar os custos das empresas privatizadas e enriquecer mais ainda, “os donos disto tudo”. Para conseguirem competitividade na economia.  Para colocar licenciados saídos das Universidades, onde muitos enchem os bolsos e outros têm o enésimo emprego. Para que os filhos daqueles que servem os “grupos” que arrasam o país, fiquem com os empregos de quem tem verticalidade e não se vende à mentira socialista.

 

A geração que um certo Sr. Secretário de Estado “xocialista esteve a atacar, nascida nos anos 30/40 e 50 do último século é uma geração que deu tudo a este país, que enfrentou um nunca antes havido desenvolvimento tecnológico, sem preparação para tal. Mas conseguiu vencer e Portugal também!

Enfrentaram a imigração, as guerras, a censura, os baixos salários os pais filhos e avós sem proteção social e mesmo assim, queriam continuar a trabalhar e não fazer greves. Não queriam ficar de "barriga ao sol" perdendo os seus últimos sonhos profissionais. Foram, obrigatoriamente, atirados para reformas antecipadas

Esta “geração de ouro” sabe que parar é morrer e preferia não ter sido aviltada nos seus direitos e continuar a  trabalhar até à idade legal de reforma. Ou mesmo até poderem.

 

Seria bom um certo Sr. Secretário de Estado “xocialista” não esquecer que numa sociedade evoluída que pretendíamos ser, os políticos seriam certamente avaliados pela forma como tratassem os mais vulneráveis, os idosos, os excluídos e as crianças. É isso, ser honesto e patriota, ser honrado e não  oportunista.

Ao longo do último século, a esperança média de vida aumentou em mais de 30 anos! Neste período de maior longevidade apareceram várias doenças crónicas, a perda de autonomia, a dependência total, o sofrimento físico e psicológico! Este sofrimento decorre de perdas contínuas e de grande dimensão moral e funcional. O idoso torna-se num ser sem autoestima pela perda da sua imagem, do seu bem-estar social e económico e pela perda da sua capacidade reivindicativa.

 

Aqueles que esquecem que envelhecer é um processo que se inicia quando nascemos, não poderão esquecer que recai sobre os que trabalham a responsabilidade de resolver o problema do défice das finanças públicas e não às crianças, idosos ou vindouros. Por exemplo, os membros do governo socialista podiam prescindir dos seus 13.º e 14.º mês para este efeito, e dariam com isso uma bonita imagem de solidariedade social. Infelizmente aquilo a que assistimos é ver esses responsáveis, de alma e cara lavada, a serem entronizados em altos cargos a nível nacional e internacional. Com mordomias aviltantes! Quanto ao mérito político-profissional e político, o melhor é esquecer!

Quando é noticiado que muitos milhares de portugueses estão, neste momento, a emigrar para o estrangeiro em busca de trabalho, juntando-se ao menino que simbolizou o 25 de Abril, metendo um cravo na espingarda, valha-nos ao menos saber, que se tivermos que fugir todos, também os idosos, terão alguém conhecido lá fora como “Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados”. 

De cada vez que os socialistas pegaram no governo foi no intuito de lá não saírem jamais. Foi para deixarem o país na ruína em que está, ocultando essa verdade, que ressalta aos nossos olhos. Em 2001 deixaram Portugal num verdadeiro lodaçal, entregue à TROICA, por andarem de braço dado com os “donos disto tudo”! E por atirarem com os idosos para a valeta!

Afinal, foi pântano para todos, até para os incompetentes!

Menos para os políticos socialistas de má memória.

 

UM E OUTRO CONTAM

 

Um e outro contam os motivos da sua partida para a França, o seu pai que insiste mais nas circunstâncias práticas da viagem e a sua mãe, que confessa as razões desta partida. Cada um, no entanto, comunica a angústia da partida. A ideia de Portugal é sinónima de dor. A mãe de Maria, paradoxalmente, afirma "detestar" Portugal, mas explica que odeia por certas circunstâncias que a obrigaram a deixar o país onde nascera. Ambos acabam por ser prisioneiros das vidas que construíram.

A grande emigração para França é algo relativamente recente, data do final dos anos 50 do século XX, quando cerca de 1,5 milhão de portugueses emigraram. Duas pequenas aldeias despovoadas, estão à venda, situações que ainda não são muito comuns em Portugal, mas que tendem a aumentar devido ao envelhecimento e abandono destas povoações rurais.

Fazendo o balanço de 40 anos de democracia, ficámos com dívidas para outros 40 anos, como o País com mais autoestradas por Km2 na Europa, recebemos milhares de emigrantes, mas temos um interior completamente desértico. Temos, por último, aldeias em ruínas e milhares de portugueses a emigrar!

Alguém terá terá de dar um grito de revolta e levar à recuperação das nossas aldeias. Escolhido o local mais favorável, com bons acessos e unidades de saúde próximas e se possível um rio bem despoluído, é lançar mãos à obra a caminho do erguer uma aldeia piloto, dos anos trinta. Bonita atrativa e com clima saudável e temperado.

Muita gente de bons recursos por todo o mundo não hesitariam no investimento da sua casinha para um inverno feito verão.

Pedralva era uma aldeia deserta, com quase todas as casas em ruínas. Mesmo assim Pedralva não perdeu o encanto natural que acabou por apaixonar um grupo de lisboetas. Após descobrirem um “outro Algarve”, já não havia volta a dar, e decidiram devolver a vida e a cultura à aldeia e aos seus habitantes. Mais do que um projeto, passou a ser uma missão. Hoje a aldeia de Pedralva, passou a ser o maior projeto de turismo de aldeia a nível nacional, procurado por portugueses e estrangeiros que aqui encontram a autenticidade e a tranquilidade há muito perdidas na cidade

UM E OUTRO CONTAM

 

Um e outro contam os motivos da sua partida para a França, o seu pai que insiste mais nas circunstâncias práticas da viagem e a sua mãe, que confessa as razões desta partida. Cada um, no entanto, comunica a angústia da partida. A ideia de Portugal é sinónima de dor. A mãe de Maria, paradoxalmente, afirma "detestar" Portugal, mas explica que odeia por certas circunstâncias que a obrigaram a deixar o país onde nascera. Ambos acabam por ser prisioneiros das vidas que construíram.

A grande emigração para França é algo relativamente recente, data do final dos anos 50 do século XX, quando cerca de 1,5 milhão de portugueses emigraram. Duas pequenas aldeias despovoadas, estão à venda, situações que ainda não são muito comuns em Portugal, mas que tendem a aumentar devido ao envelhecimento e abandono destas povoações rurais.

Fazendo o balanço de 40 anos de democracia, ficámos com dívidas para outros 40 anos, como o País com mais autoestradas por Km2 na Europa, recebemos milhares de emigrantes, mas temos um interior completamente desértico. Temos, por último, aldeias em ruínas e milhares de portugueses a emigrar!

Alguém terá de dar um grito de revolta e levar à recuperação das nossas aldeias. Escolhido o local mais favorável, com bons acessos e unidades de saúde próximas e se possível um rio bem despoluído, é lançar mãos à obra a caminho do erguer uma aldeia piloto, dos anos trinta. Bonita atrativa e com clima saudável e temperado.

Muita gente de bons recursos por todo o mundo não hesitariam no investimento da sua casinha para um inverno feito verão.

Pedralva era uma aldeia deserta, com quase todas as casas em ruínas. Mesmo assim Pedralva não perdeu o encanto natural que acabou por apaixonar um grupo de lisboetas. Após descobrirem um “outro Algarve”, já não havia volta a dar, e decidiram devolver a vida e a cultura à aldeia e aos seus habitantes. Mais do que um projeto, passou a ser uma missão. Hoje a aldeia de Pedralva, passou a ser o maior projeto de turismo de aldeia a nível nacional, procurado por portugueses e estrangeiros que aqui encontram a autenticidade e a tranquilidade há muito perdidas na cidade. 

LIVRAI-NOS SENHOR

UM MARIALVA

Um marialva é um homem que não tem medo de ninguém, gosta de touradas, fado, vinho e mulheres, muitas mulheres …. Em linguagem mundana e refinada é resumido em “putas e vinho verde”.

É ordinário, mulherengo, machista, corrécio, irresponsável. Um marialva é, normalmente, um putanheiro que faz tudo para tirar informações da vida particular/alheia de outros para ver se tem algo tenebroso na vida dele e espalhar, lisboeta, sem classe, sem ética, sem espinha, chico-esperto, e o mais que se possa achar.

UM CASAMENTO NORMAL

 

Tudo pode fazer  com que você  dias antes da cerimónia se pergunte se está pronta para dar este passo, se é o momento certo, se você realmente está fazendo a coisa certa. Essas questões podem fazer você se sentir culpada ou até pensar que é uma má pessoa por ter dúvidas, justamente agora.

Juramento feito é preciso ficar atento e observar o outro com um olhar novo, sempre. O sexo diminui em qualquer relação duradoura. Cai no comodismo, o tempo passa, as pessoas envelhecem, diminui a descoberta e tudo isso nos deixa sem vontade de agradar.

No início, há aquele fogo e a paixão, mas eles passam e dão lugar a um relacionamento estável, em que a qualidade vale mais do que a quantidade. Romantismo, surpresas, fantasias e brincadeiras são bons temperos.

Já depois do casamento, Uma das coisas mais devastadoras e destrutivas que pode acontecer a um casamento é o coração partido que fica depois de uma traição. Agora que acabou – acabou mesmo – você quer juntar as coisas de volta.

O primeiro a fazer é perguntar a si mesmo se quer realmente ficar junto. Se você não quer continuar junto, é melhor terminar com respeito e gentileza do que prolongar o sofrimento. Se vocês dois têm boa vontade, o casamento pode ser recuperado com tempo e paciência dos dois lados.

São inúmeras as questões que podem ser levantadas sobre um casamento normal! Um experimentado pároco adiantou outros dados que recolheu da sua longa experiência, tais como:

- O que acontece muitas vezes, é que mesmo as pessoas casadas vivem como se o não fosse e as empresas não têm a mínima consideração pela família.

- Os jovens acreditam que o conceito família é uma utopia. Geralmente juntam-se para ver o que é que vai dar.

A culpa dos divórcios é de todos nós. Os casais casados, ou juntos, não sabem o que é serem fiéis um ao outro, por isso o problema não é o casamento ou o divórcio, é as pessoas terem consciência da vida em conjunto.

- A Igreja Católica está a remar contra a maré e às vezes não tem sido coerente com a sua exigência. Há muitos casamentos pela Igreja só pela cerimónia.

- Pode recusar alguns casamentos, eu próprio já recusei, mas não adianta nada, porque os casais acabam por contrair matrimónio na mesma.

- Penso que vão existir cada vez mais divórcios. Há centenas de casais que estão divorciados de facto e não legalmente e esses não entram nas estatísticas.

As cerimónias nupciais são um momento lindo: Um momento muito emocionante durante a cerimónia de casamento (seja qual religião for) é o momento do juramento dos noivos. Um fica de frente para o outro... Mãos dadas... Trocas de olhares... Coração batendo acelerado... Lágrimas que descem pelo rosto... Momento intenso de muita emoção e amor!

Porém nada neste mundo é perfeito! O casamento também o não é. Mas é dele que a vida continuará, mas como? Entendendo-se e desculpando, mutuamente, a bem da Família e da Humanidade.

 

UM DIREITO UNIVERSAL

 

Estamos perante a universalidade do direito à liberdade de expressão e de informação (artigo 37.º da nossa Constituição): “ Todos têm direito à liberdade de opinião e de expressão; “este direito abrange a liberdade de emitir opiniões sem interferência externa, porque de contrário estaríamos no âmbito da censura, e tentar receber e partilhar informações e ideias através de qualquer órgão de informação, sem qualquer tipo de limitação”.

Na mesma linha de orientação, o jornalismo deve ser uma profissão aberta, sem formação especial, nem da necessidade de ter qualquer curso de jornalismo, embora, haja uma lei que protege a atividade de jornalista, que é o Estatuto do Jornalista. Todavia, a nossa constituição estipula que qualquer cidadão tem o direito de informar. Este é um conceito que radica na filosofia subjacente ao artigo 37.º, e não é exclusivamente português, pois, é um conceito que existem em todas as sociedades abertas e democráticas. Todas as constituições e mesmo em Inglaterra, sem ela, garantem este direito como direito universal. No mesmo sentido vai a Declaração Universal dos Direitos do Homem, que garante os direitos e garantias básicos do cidadão, desde 1948. Aliás, um ponto desta Declaração diz, na sua essência, o mesmo que o artigo 37.º da nossa Constituição!

A liberdade de expressão e informação são sempre referenciadas universalmente, e é delas que deriva a profissão de jornalista.